Magaly Prado - Notícias sobre Rádio z

Coloque o selo da Magaly no seu site!

O blog da Magaly vira sua página principal

Adicione ao seu Del.icio.us

Lançamento do meu livro foi dia 7/6 na Fnac Paulista. Saiba mais Veja as fotos

Add to Technorati Favorites

Quem é cadastrado ganha brindes. Cadastre-se agora

  Top ten do leitor-ouvinte

Dial FM de SP:
   Gazeta
   89
   Nova Brasil

 Dial completo
 Dials de outras cidades

 Curiosidades

Computando seu voto...
Carregando resultado

Total de votos:

RSS: Clique com o botão direito do mouse sobre a pílula laranja e copie o endereço RSS deste blog para seu leitor preferido

XML/RSS Feed

www.flickr.com
This is a Flickr badge showing photos in a set called Radiofotos. Make your own badge here.


Venda de rádio pela internet. Emissora de rádio em Minas é ofertada à venda por R$ 3 milhões

Como todos que lidam com o meio radiofônico sabem, ninguém é "dono" de rádio, por ser concessão pública. Portanto, não deveriam vender ou arrendar emissoras Brasil afora. Se não quer mais, devolva a concessão para a União e assim, abre espaço para novos interessados. 

Anúncio publicado no Portal do Investimento Online, em 5/4/2010:


Tenho emissora para vender no sul de Minas Gerais, por 3 milhões de reais. Rádio funcionando com um estúdio, mais um sistema completo para montar um estúdio ao vivo em qualquer lugar do Brasil com link autorizado e transmissor novo de 3 kilos, categoria b1 grande alcance. Mais de 35 cidades. Dispenso curiosos, somente vou atender propostas reais. Telefone: (35) 9988-4686.



Escrito por Magaly Prado às 11h01
[ ] [ envie esta mensagem ]


edição de abril da Revista de História da Biblioteca Nacional publica artigo de Lucio Haeser sobre a Rádio Continental de Porto Alegre

Da Revista de História 
Proibida e destemida
No auge da repressão política, emissora do Sistema Globo em Porto Alegre debocha de militares e conquista o público
Lucio Haeser
 

Uma revolução começou em Porto Alegre na manhã de 1º de março de 1971, uma segunda-feira. As ondas do rádio foram usadas abertamente para protestar contra a ditadura instalada no Brasil em 1964. O movimento foi deflagrado pela Rádio Continental, uma emissora de Roberto Marinho (1904-2003), então um fiel aliado do golpe militar.

No início da década de 1970, o dial de Porto Alegre tinha – com duas ou três exceções – apenas emissoras com programação popular e eclética. Nenhuma delas era dirigida aos jovens, ávidos por um veículo que falasse a sua língua e rodasse o som quente do pop e do rock internacional.

Da Continental, os jovens gaúchos, ou os “magrinhos” e “magrinhas”, como ficaram conhecidos em uma das gírias difundidas pela rádio, receberam vertentes da música brasileira – como o Clube da Esquina e o Tropicalismo – que não estavam nas demais rádios. Além disso, a emissora enfrentou a ditadura armada de uma redação crítica e debochada. Por estar em uma cidade marcadamente de oposição àquele regime, foi um sucesso imediato.

O principal responsável pela revolução radiofônica foi Fernando Westphalen (1937-2009), o “Judeu”, apelido que recebera na infância. Porto-alegrense, não “engolia” a ditadura, como ele mesmo dizia. Convivia com pessoas de oposição ao regime, como o casal Carlos Araújo e Dilma Rousseff, que integrava a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR Palmares.

Aos 34 anos, o radialista e publicitário Judeu trabalhava na agência de publicidade MPM quando foi procurado pelo Sistema Globo de Rádio para gerenciar a deficitária emissora comprada em 1965. Na época, os meios eletrônicos de comunicação, que poderiam ter suas concessões de funcionamento cassadas, eram mantidos em total subserviência. Mal sabia a direção do Sistema Globo que a recuperação da saúde financeira de sua rádio em Porto Alegre se daria com uma guinada à esquerda. Até onde foi apurado, Roberto Marinho morreu sem saber das estripulias de seus “garotos do sul”.
(...)

Leia a matéria completa na edição de Abril, nas bancas.

 

 



Escrito por Magaly Prado às 14h25
[ ] [ envie esta mensagem ]

© 2004. Todos os direitos reservados. Expressamente proibido a publicação e/ou utilização deste conteúdo sem autorização.
Meu humor:

  Escutando todas!

Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
 Leia mais
 Cursos de Rádio
 Palestras sobre Rádio

 Fale Conosco
 Responda quatro perguntas sobre rádio na web, por favor

 Eventos do mês

  Ouça entrevista com a Magaly

Histórico:
Ver mensagens anteriores

 Sugestão de leitura

LINKS
 Radio Uol
 Site da minha filhota
 Ondas Curtas
 Helio Ribeiro
 Uolk


Pesquisas interessantes:
  O que a classe "A" ouve?

Matérias polêmicas:
  89FM vira 89 Pop
  Vem aí a rádio MTV FM
  Record compra Guaíba AM/FM

  SulAmérica Trânsito FM

Entrevistas especiais:
  Paulo Bonfá
  João Gordo detona 89

  Paulo Lopes
  Fiori Giglioti





Por problemas técnicos, este contador zerou e recomeçou a contar a partir de novembro


powered by ODEO