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CBN comemora um ano do quadro "Cesta de Música"

 

O quadro Cesta de Música, do programa CBN Noite Total, faz um ano de vida e terá uma grande comemoração musicada. Na próxima segunda-feira, 1º de março, das 22h às 24h, a âncora Fabíola Cidral sai do estúdio para fazer um programa especial ao vivo com platéia, no Bourbon Street, em São Paulo. Entre os convidados especiais estão Dominguinhos, Mallu Magalhães e Ná Ozzetti, que com seus estilos musicais bem diferentes mostram juntos a diversidade deste quadro.

A CBN vai distribuir 250 pares de convites, e as 30 primeiras pessoas a se inscrever serão convidadas VIP, com direito a acompanhante. Para participar, basta preencher o cadastro no site.

Cesta de Música é exibido todas as sextas-feiras. Sempre com música ao vivo no estúdio da CBN, o quadro traz também entrevistas com músicos dos mais variados estilos, desde cantores e compositores já conceituados a revelações da nova cena musical. (assessoria de imprensa do sistema Globo de Rádio)

***

Nem só de música vive a CBN. Um tantinho de música entra na programação da emissora neste quadro e no programa do Jô Soares na madrugada. O que aliás é um desperdício de horário da grade, pois o apresentador não leva em consideração que também está falando para ouvintes de rádio. Muitas vezes, pede para que seu público olhe imagens no telão... "Veja a orelha dele!"  (sic) verdade que o Jô muitas vezes não repete o nome do convidado, só no início quando o chama, ou seja, não dá a menor bola pra quem perdeu o começo do programa e fica sem saber quem está sendo entrevistado. Insatisfeito

 



Escrito por Magaly Prado às 10h25
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Governo pode adotar dois sistemas de rádio digital para o Brasil

 

Do Valor econômico no AD News- O governo federal poderá adotar os dois modelos em avaliação como padrões de rádio digital, apesar do país estar fazendo testes comparativos entre o americano, conhecido como In-band on-channel (Iboc), e o europeu, o Digital Radio Mondiale (DRM). Diferentemente do que ocorreu com a TV digital - em que o modo japonês foi o único escolhido -, os dois modelos de rádio digital poderiam coexistir com viabilidade econômica, embora comercialmente um deva se sobrepor ao outro. Politicamente, a saída agradaria tanto às emissoras que já investiram no modelo Iboc, quanto aos partidários do modelo DRM, que é livre de royalties.

Para tomar esta decisão, o Ministério das Comunicações avalia a publicação de uma portaria com parâmetros que não restrinjam o mercado a um só modelo. O ministro Hélio Costa quer resolver a questão antes de deixar o governo, até o fim de março.

O único fabricante americano do Iboc, que já fornece sistemas digitais a emissoras brasileiras, é o consórcio Ibiquity, que cobra royalties pelo uso. Algumas das 4,5 mil emissoras comerciais de AM e FM já adquiriram equipamentos para migrar do modelo analógico para o digital. A principal vantagem do Ibiquity é a certeza das emissoras em digitalizar-se mantendo o mesmo canal (número no dial). Mas governo e empresas têm restrições quanto aos royalties cobrados.

Um grupo de técnicos e universidades ainda mantém os estudos do modelo DRM. Se os testes provarem que o modelo europeu também permitirá que as rádios mantenham os canais de transmissão - questão pétrea para as emissoras -, então a discussão comercial esquentará, porque o modelo europeu não cobra royalties. O problema, porém, seria que as empresas que compraram o Ibiquity já gastaram, em média, R$ 150 mil pelos equipamentos, e, portanto, preferem o modelo americano. Nos testes já encerrados, o Ibiquity teve problemas de eficácia em ondas médias (AM) e curtas (OC e OT). Para FM, são perfeitos.

Pode não ser viável economicamente, contudo, produzir receptores de rádio que aceitem os dois modelos, Ibiquity e DRM. Por isso pode haver segregação entre os aparelhos receptores AM/FM e os específicos para ondas curtas.

No caso das ondas curtas, o DRM já provou ser mais vantajoso, com grande ganho de qualidade de som e livre das frequentes interferências na banda. A aceitação pelo governo dos dois modelos poderia permitir que essas emissoras de OC e OT transmitissem em sistema diferente das AM/FM. Daí a possibilidade de coexistirem ambos os modelos de rádio digital no país. A hipótese não é absurda, haja vista que existe hoje, no Brasil, 1,5 aparelho receptor de rádio por pessoa e que as ondas curtas têm um mercado bastante específico.

Como o sistema de rádio digital é, em termos gerais, mais barato que o da TV digital - em que foi definido o padrão japonês -, a possibilidade de haver mais de um modelo não restringiria o potencial econômico para ambos os sistemas conviverem. No caso da TV, a multiplicidade de modelos reduziria perspectivas de crescimento e exportação de infraestrutura e aparelhos receptores para países vizinhos.

Antes férrea defensora do Ibiquity, a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) espera o encerramento dos testes do DRM para apresentar sua posição final. "A única posição em que a associação é irredutível sobre a rádio digital hoje é a previsão de as emissoras manterem o mesmo canal de transmissão", diz Luis Roberto Antonik, diretor-geral da Abert. "Defendemos essa ideologia e não necessariamente um padrão"

Pela rádio digital, o usuário poderá ter, além de maior qualidade de som, serviços agregados, como a possibilidade de ouvir podcasts, interagir na programação e receber imagens e informações no visor do aparelho.

 

Fonte: Valor Econômico

***

E o assunto volta à pauta. Já falamos diversas vezes por aqui. Pergunto: por que algumas emissoras (a reportagem não cita nomes) JÁ compraram aparelhos da Ibiquity para operar o padrão Iboc, se ele ainda não foi aprovado? Uma coisa é fazer testes, até em esquema de comodato, outra é já sair comprando, não é?

...

O pesquisador de mídia sonora, Lucio Haeser, dá seus pitacos:

O Hélio Costa já falou dessa possibilidade (DRM + Iboc no mesmo aparelho) há uns três anos na Rádio Nacional de Brasília. Ele falou também que esse aparelho tão particular custaria cerca de R$ 60 (!!!!!!!!!!) ao consumidor. Aí ficou difícil de levar fé na palavra dele, embora possamos fazer uma correlação com a adoção do PAL-M para a TV a cores, em 1972. Mas quanto ao preço, viajou. Pode até ter preço equivalente a R$ 60 dentro de alguns anos, mas não agora.

Difícil também é crer que alguém irá fabricar um rádio assim só para o mercado brasileiro. A Motobras fará isso? Porque Sony e Philips é claro que não farão. Ou se Iboc e DRM ficarem em aparelhos separados, quantas serão as pessoas que vão  comprar um aparelho para ouvir FM e outro para OC? Só aficionados por OC.

 

Não acho que a demora na definição tenha sido um erro. Se a definição tivesse ocorrido junto com a TV digital, por exemplo, teríamos certamente o Iboc enfiado goela abaixo.

 

A demora permitiu que o consórcio DRM desenvolvesse o FM, e este é o único sistema completo (com OL, OM, OT, OC e FM) e se apresenta como uma grande possibilidade, cogitada até pela Abert.

 

Ao contrário do que a matéria do Valor informa, não tenho notícia de que o Iboc tenha testado OC e OT. Testou OM. A propósito, há poucos dias, a FCC permitiu que as emissoras que transmitem com o sistema Iboc aumentem sua potência de 1% para 10% da potência do transmissor analógico.

 

Mas lembre que, nos Estados Unidos, após cinco anos, o Iboc foi adotado por pouco mais de 10% das emissoras.

 

Enquanto isto, alheias a tudo, as webrádios disparam. A partir de 2011 os carros da Ford vão sair de fábrica sintonizando as webrádios. E o streaming da BBC World Service já chega com apenas 0,5 segundo de atraso. Fiz o teste ouvindo ao mesmo tempo na Web e em OC.

Um abraço, 

Lucio

 

 



Escrito por Magaly Prado às 16h02
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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