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Especial Vozes Brasileiras no Fora de Série da USP FM de São Paulo

No FORA DE SÉRIE deste domingo, 10 de janeiro, 14 horas, a primeira parte do especial VOZES BRASILEIRAS, com gravações de artistas brasileiros cantando em inglês. Apresentaremos gravações de Paulah Gauss (I Will Survive), Vanessa Barum (I've Never Dreamed You'd Leave In Summer), Patricia Talem (Never Give Up, dueto com Arnold McCuller), Marianna Leporace (I Say a Little Prayer) e raridades como Don't Cry For Me Argentina, com Celly Campello, e For Once In My Life, com Roberto Carlos.
Imperdível!
FORA DE SÉRIE - clássicos e raridades do pop/rock internacional
Produção e Apresentação: TONINHO SPESSOTO
Domingos, das 14 às 15 horas
USP FM
93,7 MHz (São Paulo)
107,9 MHz (Ribeirão Preto)
www.radio.usp.br



Escrito por Magaly Prado às 22h38
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Saiba quem foi que reportou na Rádio Nacional que Dalva de Oliveira precisava de doadores de sangue. Saiba também sobre o depoimento de Peri Ribeiro fazendo o pedido.

 

Curiosidade bastante interessante de Eduardo Varela, autor e personagem da história abaixo. Hoje ele é professor do curso de Publicidade da UFF.

Dias antes de morrer a Estrela Dalva – ela estava internada direto num hospital de Copacabana – um repórter de uns 22 anos, primeiro emprego e poucas saídas para coisas importantes, recebeu a incumbência de registrar alguma coisa nova no panorama que se arrastava tristemente para o fim: a cantora ia mal, piorava e não morria, atrasando os necrológios feitos por todas as rádios do Rio de Janeiro. A ordem fora deixada à tarde; o repórter chegou, pegou um desajeitado gravador a tiracolo e foi pro hospital.

Lá, “coleguinhas” disputavam nos corredores uma entrevista com artistas, com o filho da estrela, Peri Ribeiro, e com quem mais importante chegasse.  O foca, envergonhado com o tamanho do gravador, resolveu escondê-lo na portaria e ficou andando pelo corredor, no meio do qual estava o quarto da paciente. Ouvido atento, soube de uma enfermeira que ela sofrera várias hemorragias e precisava de sangue.

Assim, deslizou suavemente para as proximidades do quarto – a ausência do gravador ajudava nisso – entreolhou o que ia lá dentro e esperou uma chance, que chegou meia hora depois:

Peri, o próprio Peri, ajoelhou-se no corredor, pensativo, ao lado do repórter que, cautelosamente, falou com ele estas possíveis palavras:

- Peri, soube que a Dalva precisa de sangue, é verdade?

Ele olhou o moço sem saber o que este fazia ali, talvez fosse um fã, um empregado da casa...

- Sim, outra hemorragia, ontem...

- Olha, disse o garoto, quem sabe se a gente fizer um anúncio na Rádio Nacional as pessoas acudam e não haja problema de doação? Sua mãe foi uma das maiores estrelas da Nacional, quem sabe!

O jovem cantor coçou o queixo e fez uma cara de interrogação: “como?”, o que fez o outro se identificar:

- Sou repórter da Nacional, deixei um gravador na portaria, você faz um pedido e quem sabe o problema será resolvido; e aí?

Peri Ribeiro chamou o irmão – este é que parecia decidir as coisas por ali – cochichou com ele, voltando-se para o foca com um olhar triste e condescendente, não precisou falar. O rapaz atravessou o salão sob o olhar curioso de alguns colegas  e voltou com o imenso gravador de rolo, ajoelhando-se ao lado dos filhos da cantora. O pedido, feito por Peri, não tinha um minuto de duração, mas era claro, não será preciso escandi-lo. O repórter voltou à rádio, preparou a matéria, entregou ao editor com o texto retirado do gravador e foi embora, tinha prova na universidade onde era aluno de Jornalismo.

No dia seguinte, ao chegar ao trabalho por, volta do meio-dia, encontrou o diretor da emissora (o velho e exagerado Arakén Távora) de pé, à frente de todos os repórteres da tarde, alguns dos tempos de ouro da Nacional, e ouviu assustado o primeiro elogio de sua curta vida de jornalista, algo assim:

- Que sirva pra todo mundo. Esse garoto está aqui há poucos meses e teve a coragem de enxergar uma notícia onde ninguém viu. A gravação vai ao ar de hora em hora, o hospital está jorrando sangue. Parabéns!

Vendo agora a minissérie da Globo e as cenas – irretocáveis – feitas no quarto do hospital onde estrela padecia, aquele repórter (61 anos) estica a cabeça para ver na TV se aparece o corredor e, encostado na parede em frente, um jovem de 22 anos assustado e inseguro com o que tinha feito.

(enviado por João Batista)



Escrito por Magaly Prado às 22h30
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Rally Dakar na Mitsubishi FM

Neste fim de semana o “Mit Aventura” traz as últimas informações sobre o Rally Dakar 2010. O desafio agora está no Chile, em pleno Deserto do Atacama. Entre os carros, três duplas do Brasil prosseguem na competição. Dos 134 carros que saíram de Buenos Aires no dia 1º de janeiro, apenas 86 continuam no rally.

A Mitsubishi FM é a única emissora brasileira a enviar um repórter para acompanhar de perto os quase 10.000 km da disputa. Acompanhe!

O “MIT Aventura” vai ao ar sábado às 8h e domingo às 14. (da assessoria de imprensa do Grupo Bandeirantes de Rádio)

...

O "Mit Aventura" tem a cara do concorrente mais próximo, não acham? Qual vocês preferem?Indeciso



Escrito por Magaly Prado às 15h38
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Google candidata-se a administrador de frequências de rádio vagas nos EUA

Por IDG News Service/Londres

Empresa apresentou à agência reguladora proposta para gerenciar uso de faixas próximas às da TV, para exploração por banda larga sem fio.

O Google solicitou à Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) permissão para administrar um banco de dados que permitiria a dispositivos sem fio acessar a banda larga da internet usando um espectro de frequências não licenciado, conhecido como "white spaces" (espaços brancos).

A posição marca uma mudança de atitude do Google, que em fevereiro de 2009 afirmou que não pretendia ser um administrador desse recurso.

O banco de dados, que poderia ser mantido por várias empresas, é necessário para assegurar que os dispositivos não causem interferência em sinais vizinhos, usados por emissoras de TV. Em novembro de 2008, o FCC aprovou a operação de aparelhos com potência de até 100 miliwatts nos espaços brancos ou de até 40 miliwatts em espectros adjacentes aos das estações de TV.

Alternativa barata
O uso dos espaços brancos poderia dar aos provedores de internet um modo mais barato de oferecer serviços de banda larga em áreas rurais, que não contam com os benefícios da expansão das fibras ópticas tal como ocorreu nas cidades.

Contudo, o uso das frequências do espaço branco enfrenta a oposição da indústria de televisão dos EUA, que teme interferências, e também dos fabricantes de microfones sem fio, cujos produtos também usam espectros do espaço branco. Mas os fabricantes de aparelhos de banda larga sem fio argumentam que seus produtos têm recursos precisos de geolocalização, que permitiriam evitar interferências por meio da pesquisa em um banco de dados.

O Google quer que a FCC opte por uma arquitetura aberta para o banco de dados, com uma espécie de câmara de compensação que coletaria e distribuiria as mudanças a outros fornecedores de bancos de dados, de acordo com a proposta publicada pela companhia em seu blog de políticas públicas.

Acessível e aberto
"O que propomos é a construção de um banco de dados que seja publicamente acessível e aberto para consulta, para que qualquer indivíduo possa examinar seus dados", escreveu o conselheiro do Google para mídia e telecomunicações, Richard Whitt.

Um dispositivo poderia pesquisar o banco de dados e receber informações sobre os canais disponíveis e o nível de potência permitido na área, descreve a proposta do Google. Os operadores de banco de dados receberiam informação atualizada, provavelmente, com periodicidade diária.

O banco de dados é uma exigência do FCC para que o espaço branco possa ser utilizado. Em fevereiro de 2009, o Google se uniu a empresas como Motorola, Microsoft, Dell e Hewlett-Packard para criar o White Spaces Database Group, que trabalha com especificações técnicas para este banco de dados.

O prazo final para submissão de propostas de administração de banco de dados ao FCC termina na segunda-feira (11/1).

(Jeremy Kirk)

 



Escrito por Magaly Prado às 16h46
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Muda a cúpula da Rádio Cultura de Santos Dumont, em Minas

Carlos Ferreira avisa:

A Rádio Cultura de Santos Dumont-MG (AM 1580 KHZ) fundada em 17 de agosto 1949 passou a ser administrada, em 01/01/2010, pela Sociedade Mineira de Comunicação, empresa sediada em Juiz de Fora-MG: Diretor Artístico: Sérgio Rodrigues, Diretor Administrativo: João Begatti, Diretor Comercial: Carlos Ferreira, Gerente de Desenvolvimento: Evandro Begati, Gerente de Jornalismo: Alessandra Batista, Coordenador de Esportes: Thiago Werneck.

Na internet: www.cultura.radiomineira.com

No orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=97354075

Cultura, uma rádio mineira! LEIA MAIS AQUI NO BLOG: www.carlosferreirajf.blogspot.com



Escrito por Magaly Prado às 12h11
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Tupi AM carioca comemora 75 anos de existência em 2010

Super Rádio Tupi, do Rio, completa 75 anos em 2010. Veja mensagem deles no Twitter. Será que o Ricardo Henrique ainda está no comando? Parabéns pela data!

Rádio Tupi - RJ SuperRadioTupi Feliz 2010 para todos os nossos ouvintes e seguidores! Esse ano é especial... 75 anos de Super Rádio Tupi! 

  


Escrito por Magaly Prado às 11h31
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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