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VEJA QUEM RECEBEU PRÊMIO VLADIMIR HERZOG NA CATEGORIA RÁDIO

Vencedores 31o Prêmio Vladimir Herzog

XXXI Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos,

Categoria Rádio

Vencedora

  • “Preconceito: A intolerância no Futebol” - de Leandro Mota Lima dos Santos
  • Veículo - Rádio CBN
  • Data - 29/06/09 a 03/07/09

A comissão julgadora da categoria Rádio ainda destaca como merecedoras de “menção honrosa” as reportagens a seguir:

* “Escravos da esperança: a saga dos bolivianos em São Paulo”, produzida por George Rodrigues Cardim e Celso Cavalcanti de Melo Junior, veiculada pela Rádio Senado

* “Crack: vidas interrompidas” de Paulo Henrique Souza e Priscila de Souza, veiculada pela Rádio CBN.



Escrito por Magaly Prado às 19h30
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CONGRESSO DA ARGENTINA APROVA LEI DE COMUNICAÇÃO. A NORMA DEVE GARANTIR AVANÇOS PARA A RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA

A Amarc ALC comemora a aprovação da Lei de Meios Audiovisuaus na Argentina e destaca dispositivos que garantem a diversidade e o pluralismo dos serviços de comunicação audiovisual.

A aprovação foi por ampla maioria - 44 a 24 no Senado argentino, o que inclui a Argentina como uma das melhores referências em Matéria de marcos Regulatórios para limitar a concentração dos meios, promovendo e garantindo a  diversidade e o pluralismo. A nova lei substitui a anterior, imposta pela ditadura militar em 1980.

A lei tem como finalidade regular os serviços de comunicação audiovisual (incluindo rádio e TV aberta), e se apresenta como uma normma comentada que incorpora legislação comprada e as recomendações do Sistema Interamericano de Direitos Humanos.

AMARC ALC destaca que as fundamentações e os objetivos principais da nova lei são a promoção da diversidade e do pluralismo assim como a desconcentração como recomendam os organismo internacionais de defesa e promoção da liberdade de expressão.

Um dos aspectos que se sobressaem é o estabelecimento de diversas e efetivas medidas para limitar e impedir a concentração indevida de meios. Entre elas, a instituição de um máximo de licenças que podem ter uma mesma pessoa ou empresa (a nível nacional e em uma mesma área de cobertura) e os limites de propriedade cruzada de meios, assim como recomendam as melhores práticas internacionais.

Com o objetivo de propor a produção de uma diversidade de conteúdos nacionais e locais, a nova legislação argnetina recorre ao exemplo de muitos países europeus e também americanos incluindo exigências mínimas de produção nacional e local própria, assim como condições precisas para a formação de cadeias de emissoras, para limitar a centraalização e a uniformização da programação em alguns poucos grupos empresariais da capital para o resto do país.

Outro aspecto a ser destacado é o reconhecimento expresso de três setores:
Estatal, comercial e sem fins lucrativos, garantindo a participação de entidades privadas sem fins de lucro com reserva de 33% do espectro radioelétrico. Não estabelece reservas para todos os outros setores, mas inclui procedimentos simplificados para outorgar licenças para os povos tradicionais que se incluem como direito público.

Dentro do setor sem fins de lucro a lei reconhece expressamente a rádio e a televisão comunitária adotando a definição proposta por AMARC e outras organizações nos ?Princípios para um Marco Regulatório Democrático sobre Rádio e Televisão Comunitária?, como "atores privados que têm uma finalidade social e se caracterizam por ser gestionados por organizações sociais de diverso tipo e sem fins de lucro. Sua característica fundamental é a participação da comunidade tanto na propriedade do veículo como na programação, administração, operação, financiamento e avaliação. Se trata de meios independentes e não governamentais. Em nenhum caso serão entendidos como um serviço de cobertura geográfica restrita".

AMARC ALC destaca que não se impõe limites prévios e arbitrários aos meios comunitários, e que a eles sejam permitido o acesso a uma diversidade de fontes de financiamento, incluindo a publicidade comercial e recursos estatais.
Como meios independentes que são, se apóia que se limite a um máximo de 30% o financiamento que estes meios de comunicação podem receber de fundos públicos pois evita sua captura e condicionamento por parte dos governos.
Assim mesmo, se considera adequado que os mecanismos de concessão de frequências contemplem e priorizem entre seus critérios a função social, o apoio a setores vulneráveis e a projetos de interesse social através da criação de  critérios e condições específicas e realizaçào de concursos diferenciados para concessão de licenças ao setor sem fins lucrativos.

Tão importante quanto o conteúdo da lei, a nosso juízo, foi seu processo de elaboração e debate. É necessário mencionar que o texto toma seus aspectos funcamentais de uma iniciativa cidadã, anterior ao governo atual, denominada ?21 Pontos Básicos pelo Direito à Comunicação?, elaborado pela Coalisão por uma Radiodifusão Democrática, uma aliança de organizações e instituições sociais, sindicais, acadêmicas  e profissionais da Argentina.

Também é importante citar que o projeto de lei foi debatido em numerosos fóruns públicos, que houve um intenso e extenso debate nos meios de comunicação e outros espaços públicos durante meses, e que se apresentaram centenas de propostas de modificaçao do anteprojeto posto em discussão em março de 2009. Muitas das quais foram incluídas no projeto apresentado ao Congresso. Posteriormente, durante o debate na Câmara dos Deputados se realizaram modificações significativas e positivas, entre outros, na definição de um novo órgão responsável pela aplicação da lei.

AMARC Argentina e o Programa de Legislações e Direito à Comunicação da AMARC  ALC participaram ativamente deste processo e agradecem que tenham sido levadas em conta várias propostas realizadas.

AMARC ALC faz um chamado a todos os governos da região da América Latina e Caribe para que tomem como referência a nova lei recém-aprovada na Argentina, que consideramos um ótimo exemplo já que contribui para a democratização das nossas sociedades.

María Pía Matta.
Presidenta AMARC ALC.

Ernesto Lamas.
Coordenador Regional AMARC ALC.

Gustavo Gómez.
Diretor do Programa de Legislações e Direito à Comunicação AMARC ALC.



Escrito por Magaly Prado às 10h53
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TRANSAMÉRICA E AVON CONTRA O CÂNCER DE MAMA

Rádio apoia mobilização da Avon contra doença

No próximo domingo, dia 18 de outubro, das 9h às 16h, o Parque do Ibirapuera será palco da Campanha Avon Contra Câncer de Mama e a Transamérica POP é a rádio oficial do evento.

A campanha contará com serviços, atrações esportivas e entretenimento para conscientizar a população sobre a necessidade de detecção do câncer de mama. A descoberta da doença no início aumenta as possibilidades de cura.

A Avon vai patrocinar aulas de maquiagem, ioga, alongamento, pilates, reflexologia e shiatsu, além de palestras de nutrição e um espaço destinado especialmente às crianças. Mulheres com mais de 40 anos que forem ao parque poderão agendar gratuitamente exames de mamografia pelo SUS.

Gislaine Martins, apresentadora do programa “Dois em Um” e coordenadora artística da Transamérica POP, vai comandar o evento que contará ainda com um pocket show da cantora Luciana Mello e a presença do ator Thiago Lacerda, padrinho da campanha.

Durante todo o dia, a equipe de promoção da Transamérica distribuirá brindes para as pessoas que circularem pelo parque Ibirapuera. A Campanha Avon Contra Câncer de Mama vai contar também com cobertura da rádio através de flashes ao vivo na programação.

Outubro é o mês mundial de conscientização do Câncer de Mama e entre os dias 15 e 31 a Campanha Avon Contra o Câncer de Mama une gerentes e revendedoras da marca numa mobilização a favor da causa. Só no ano passado, aconteceram mais de 100 eventos em todo o país. Em seis anos de Campanha, a Avon já arrecadou mais de 18 milhões de reais no Brasil, aplicados em 66 projetos que promovem a detecção precoce do câncer de mama.

Além do Brasil, outros 50 países onde a Avon está presente, estão ligados no mês de prevenção do Câncer de Mama. Até o fim desse ano, a Avon e Avon Foundation for Women comemoram o investimento de mais de US$ 650 milhões em programas que melhoram a vida das mulheres, sendo que a maior parte desse dinheiro é revertida à causa do Câncer de Mama. (da assessoria da emissora)



Escrito por Magaly Prado às 11h51
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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