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Radialista é assaltado no momento em que fazia entrada ao vivo das ruas de Buenos Aires

Um jornalista de rádio foi assaltado na rua enquanto transmitia informe sobre o clima e o trânsito em Buenos Aires. Os ouvintes puderam acompanhar o incidente ao vivo, noticia a AFP.

O repórter Tomás Franceschin, da FM Metro, fazia o seu relato quando foi subitamente interrompido e os ouvintes o escutaram dizer: "Para, estou trabalhando. Para, estou ao vivo para uma rádio", acrescenta o jornal La Nación.

Enquanto no estúdio se davam conta do que acontecia, uma voz dizia ao jornalista: "Dê-me dinheiro, dê-me dinheiro". A comunicação com o repórter foi interrompida depois que os assaltantes lhe tomaram o telefone, explica a matéria do La Nación. Franceschin voltou a se comunicar com o programa e explicou que tinha acado de ser assaltado por um homem e uma mulher numa moto.

Um episódio semelhante aconteceu recentemente ao radialista brasileiro Eduardo Cardeal. No momento em que apresentava um programa esportivo na Rádio Correio, de Maceió, homens o renderam e anunciaram o assalto. Veja aqui.

***

notícia vinda do Twitter

utcentroknight Radialista é assaltado no momento em que fazia entrada ao vivo das ruas de Buenos Aires: http://bit.ly/2nskXJ



Escrito por Magaly Prado às 22h05
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RÁDIO FAAP COMEMORA 4 ANOS NO AR COM ESTREIA DE PROGRAMA E ATRAÇÕES REFORMULADAS

Comemorando 4 anos no ar no mês de setembro, a Rádio FAAP vem com novidades na programação. A emissora via Internet estreia o “Zona Livre” e traz atrações reformuladas. As mudanças começam pelo “Acesso M PB”, que passa a receber artistas da música brasileira no estúdio para falar sobre carreira, influências, além de se apresentarem ao vivo. Na primeira edição, a participação da cantora e compositora Dani Gurgel. O “Diversidade” apresenta a cada edição um tema especial relacionado à música. Estão previstos especiais com compositores, novos e inesquecíveis intérpretes, a importância das letras na MPB, as marcantes trilhas sonoras das novelas e muito mais. No programa de reestreia, a carreira de Mônica Salmaso. O “À Moda da Casa” passa a cobrir os assuntos ligados à gastronomia e ao dia-a-dia de São Paulo. E o “Cena Sonora”, agora com 1 hora de duração, continua apresentando o que há de melhor na música do cinema, com comentários, bastidores e curiosidades. E a partir de setembro, abre espaço para entrevistas com diretores, produtores musicais e grandes nomes do cinema nacional.

Já o “Zona Livre”, nova atração da grade de programação da Rádio FAAP, inova na forma de fazer programas. A cada quinzena, um grupo de apresentadores da emissora via Internet se reveza para discutir no estúdio assuntos de seu interesse, ligados ou não a atualidades. O apresentador será seu próprio produtor, contando com um tempo específico para desenvolver sua pauta. Convidados especiais e boa música também estão previstos.

        Isso e muito mais na nova programação da Rádio FAAP. Acompanhe os dias e horários no site!



Escrito por Magaly Prado às 11h45
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O CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO - RECINE 2009



Escrito por Magaly Prado às 20h07
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PROGRAMAÇÃO (CONT) RECINE 2009 O CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO

Quinta-feira, 24 - 10h –Mostra Informativa
Escorpião escarlate, de Ivan Cardoso
Sinopse: Através de uma ouvinte, a jovem desenhista de moda, Glória, os heróis radiofônicos ganham vida. A fantasia então, mistura-se com a realidade, transformando o cotidiano de todos.
Brasil – 90’– 1990
A maldita, de Tetê Mattos
Sinopse: Em março de 1982 entra no ar, em Niterói, a Rádio Fluminense FM, conhecida como MALDITA, que com irreverência, ousadia e criatividade na programação, rompe com os padronizados mercados de música estrangeira e dá início a chamada geração Rock 80.
Brasil – 20’ – 2007
Balança, mas não cai, de Paulo Vanderley e Nelson Pereira dos Santos
Sinopse: A história é uma sucessão de gargalhadas em torno de eleições políticas onde dois partidos, o da Sinceridade Nacional e o da Lata d'Água, disputarão a supremacia. Os candidatos, o Primo Rico e o Primo Pobre, focalizarão os problemas cariocas, com aquela espontaneidade com que falam ao microfone da Nacional.
Brasil – 90’ – 1953
Radio Gogó, de Jose Araripe Jr.
Sinopse: A paixão de Gogó por futebol não tinha limites. Sua vida era narrar partidas de futebol de bairro, os babas de rua. Depois de narrar espetacularmente a final da copa de 94, onde o Brasil sagra-se campeão, Gogó revela um segredo mantido a sete chaves desde 1970
Brasil - 20' - 1999

10h às 19h – Câmara escura: viagem ao universo do som

10h às 20h- Visitação às exposições: Nas ondas do rádio...; O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos; Rádio MEC: pioneirismo e compromisso; Rádio Nacional do Rio de Janeiro; O rádio e o cinema na França

13h às 14h – Como se faz uma radionovela, com Gerdal dos Santos. Participação do público na encenação; demonstração de sonoplastia e edição de som


14h – Fórum de Debates
Mesa 2: O rádio do futuro
Debatedores: Carlos Nepomuceno – PontoNet – Rádio web, Michel Penneroux – Consórcio Europeu de Rádio Digital (DRM), Janete El Haouli - Casa de Cultura de Londrina, Maria Emília Alencar – Radio France Internationale,
Mediador: Orlando Guilhon – Empresa Brasil de Comunicação

16h30 – Mostra Competitiva – Programa 3
O rock brasileiro – a história em imagens, de Bernardo Prado Lopes Palmeiro
Sinopse: O documentário mostra a trajetória do rock brasileiro dos anos 50 até os dias de hoje por meio de depoimentos com personalidades do universo da música.
Brasil – 70' – 2009
Conexão subúrbio 56: Tijuca – RJ, de Túlio Bambino
Sinopse: Um recorte atual e afetivo sobre memórias de Pai e Filho motivados por imagens da Tijuca e suas conexões com o Rio de Janeiro dos anos 60 recém chegados.
Brasil – 5’ – 2009
Balangandã, de Eleonora Garcia
Sinopse: Uma breve viagem pela história da "Pequena Notável", que uniu nossas culturas regionais e levou Brasil afora, de forma magistral, a nossa identidade.
Brasil – 5’ – 2009
Estava pensando, de Leandro Torturella
Sinopse: Uma divertida estória: quando não há mais o que pensar, ainda resta o que fazer.
Brasil – 5’ – 2009
Passagem, de Sara Uchoa
Sinopse: Diálogo entre obras de modernização do Rio de Janeiro e a realidade do homem comum.
Brasil – 3’ – 2009
O velho guerreiro não morrerá – o cangaceiro de Lima Barreto 50 anos depois, de Paulo Duarte
Sinopse: O documentário analisa os rumos do cinema brasileiro a partir da história de Lima Barreto, diretor de O cangaceiro, e de dois outros cineastas de sucesso: Anselmo Duarte e Fernando Meirelles. O filme traz cenas de Barreto inéditas e consideradas, durante anos, como perdidas.
Brasil – 20’ – 2008
A casa dos ingleses, de Coletivo Gafanhoto Verde
Sinopse: Se quiser contar a história de todo um bairro, conte, primeiro, a história de uma única casa...
Brasil – 26' – 2009
Destination finale, de Phillip Widmann
Sinopse: Documentário experimental. Um homem, provavelmente de origem vietnamita, viaja pela Europa. Na seqüência, tropas americanas invadem o Vietnam.
Alemanha – 9' – 2008
Fotossensível, de Cristina Kreuger
Sinopse: Imagens amadoras filmadas por gerações anteriores à da cineasta dão origem à um documentário que permite identificar e refletir sobre memória coletiva, pensando a imagem como uma ilusão capaz de guardar o tempo.
Brasil – 9' – 2009
Dreznica, de Anna Azevedo
Sinopse: Dreznica é o lugar onde a neve encontra o mar, mas só as pessoas que não enxergam conseguem percebê-lo.
Brasil – 14' – 2008

19h30 – Exibição de filme
Carmen Miranda, de Jorge Ileli
Sinopse: A partir das imagens registradas em seu cortejo fúnebre, que reuniu uma multidão em 1955, o filme aborda o sucesso de Carmen Miranda nos palcos brasileiros e americanos, além de desconstruir o mito criado a sua volta.
Brasil – 17’ – 1969
O ébrio, de Gilda de Abreu.
Sinopse: Maior sucesso de bilheteria da história do cinema brasileiro, o filme imortalizou o cantor Vicente Celestino, sua esposa, a diretora Gilda de Abreu, e o produtor Adhemar Gonzaga: um jovem do interior, em péssima situação financeira se vê totalmente desprovido quando o pai perde a fazenda. Ele migra para a cidade e após várias tentativas, se inscreve em um programa de calouros da rádio.
Brasil – 126’ – 1946

Sexta-feira, 25, 10h – Mostra Informativa
Nelson Gonçalves, de Elizeu Ewald
Sinopse: Tributo a Nelson Gonçalves, contando a trajetória passional e folhetinesca do cantor que deu voz à boemia. O filme parte de sua infância, sua meteórica ascensão no rádio e no disco, a decadência pelas drogas, a ruína física, moral, financeira, e a volta por cima.
Brasil – 72‘ – 2001
Cantoras do rádio, de Gil Baroni
Sinopse: Em emocionante documentário Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Ellen de Lima e Violeta Cavalcante sobem ao palco do Teatro Rival para homenagear outras dez grandes divas da Era do Rádio: Carmen Miranda, Aurora Miranda, Aracy de Almeida, Dalva de Oliveira, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Linda e Dircinha Batista, Isaurinha Garcia e Nora Ney.
Brasil – 85’ – 2009
Wilsinho Galiléia, de João Batista de Andrade
Sinopse: Reconstrução da vida trágica de Wilsinho, transformado em bandido perigoso desde os 14 anos, várias vezes preso e finalmente fuzilado pela polícia na casa de sua namorada Geni.
Brasil – 60’ – 1978

10h às 19h – Câmara escura: viagem ao universo do som

10h às 20h – Visitação às exposições: Nas ondas do rádio...; O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos; Rádio MEC: pioneirismo e compromisso; Rádio Nacional do Rio de Janeiro; O rádio e o cinema na França

13h às 14h – Como se faz uma radionovela, com Gerdal dos Santos. Participação do público na encenação; demonstração de sonoplastia e edição de som

14h – Exibição de filme
Paulo Gracindo: o bem-amado, de Gracindo Júnior
Sinopse: Biografia de Paulo Gracindo (1911-1995). Paulo Gracindo faz sucesso no rádio como apresentador e ator de programas humorísticos e radionovelas. Na TV, sua popularidade atinge o auge com personagens como Odorico Paraguaçu da novela O bem-amado. Através de depoimentos de colegas e amigos, e de rico material de arquivo, o filme recupera parte da trajetória do ator.
Brasil – 80’ – 2007
Homenagens
Paulo Gracindo
Fernanda Montenegro
Edgard Roquette-Pinto
As cantoras do rádio: Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Ellen de Lima e Violeta Cavalcante
Mário Lago
Exibição de filme
Eu, Lago sou, de Bruno Matheson Boccia
Sinopse: A vida e a obra de Mário Lago, um dos maiores nomes do rádio brasileiro, contadas por ele mesmo.
Brasil – 34’ – 2009

18h30 – Premiação dos filmes participantes da Mostra Competitiva RECINE 2009.

20h – Show das Cantoras do Rádio, com apresentação de Ricardo Cravo Albin



Escrito por Magaly Prado às 20h00
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PROGRAMAÇÃO RECINE 2009 O CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO

Segunda-feira, 21 de setembro
18h – Bloco Principal (Térreo e Subsolo)
Abertura das exposições: Nas ondas do rádio...; O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos; Rádio MEC:: pioneirismo e compromisso; Rádio Nacional do Rio de Janeiro; O rádio e o cinema na França

18h às 19h30- Câmara escura: viagem ao universo do som

19h-Lançamento da Revista RECINE nº 6 – Rádio e cinema em sintonia

19:30h –Apresentação da Orquestra Revelia
Fragmentos de uma radionovela
Encenação de trecho de radioteatro com os radioatores Gerdal dos Santos, Pedro Paulo Gil e Dayse Lúcidi e sonoplastia de Rodney Mariano.
Exibição do curta-metragem Cinema ligado no rádio, produzido pelo Arquivo Nacional
Brasil – 8’ – 2009

Exibição do filme francês de curta-metragem Mesmo se ela fosse criminosa..., de Jean-Gabriel Périot
Sinopse: Imagens de arquivo de um julgamento cruel após o fim da Segunda Guerra na França.
França – 9’ – 2006

Exibição do filme O jovem tataravô, de Luiz de Barros
Sinopse: Homem que morreu em 1832, aos 35 anos de idade, ressurge em 1936 como se tivesse dormido por um século. Ainda que pequeno, ele é elegante e de olhar misterioso. Mas o principal: tem um talento incrível para conquistar as mulheres. No filme, o rádio deslumbra o tataravô pela possibilidade de trazer o mundo para dentro de casa.
Brasil – 80’ – 1936

Terça-feira, 22  - 10h -Mostra Informativa
O signo da cidade, de Carlos Alberto Riccelli
Sinopse: Gil (Malvino Salvador) é casado, mas solitário. Lydia (Denise Fraga) gosta de se arriscar. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica (Graziella Moretto) é interesseira, e quer apenas se dar bem. Todos ouvem o programa noturno de rádio da astróloga Teca (Bruna Lombardi), que lida com os anseios de seus ouvintes e seus próprios problemas.
Brasil – 95’ – 2008
Povo marcado, de Werinton Kermes e Luciana Lopez
Sinopse: Documentário sobre programa de rádio produzido por detentas da cadeia pública de Votorantim (SP). O filme mostra a importância de se dar voz e trabalho à população encarcerada. Contudo, essas vozes caladas, quando ouvidas, podem incomodar uma sociedade pouco acostumada a pensar em seus problemas.
Brasil – 30’ - 2008
Bonitas e gostosas, de Carlo Mossy
Sinopse: Comentarista de rádio dirige programa de larga audiência e relata aos ouvintes fatos que marcaram a semana.
Brasil – 90’ – 1978

10h às 19h –Câmara escura: viagem ao universo do som

10h às 20h - Visitação às exposições: Nas ondas do rádio...; O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos; Rádio MEC: pioneirismo e compromisso; Rádio Nacional do Rio de Janeiro; O rádio e o cinema na França

12h às 14h – Como se faz uma radionovela, com Gerdal dos Santos. Participação do público na encenação; demonstração de sonoplastia e edição de som

14h – Palestra: Do éter à tela: uma trajetória de vozes, do rádio ao cinema pelo escritor Ruy Castro

16h30 – Mostra Competitiva – Programa 1
Cidadão Boilesen, de Chaim Litewski
Sinopse: Através da surpreendente vida de Henning Boilesen, o documentário revela a ligação política e econômica entre empresários e militantes no combate à luta armada durante o regime militar brasileiro.
Brasil – 93' – 2009
Balada para futebol, de Ana Costa Ribeiro
Sinopse: Uma homenagem ao futebol brasileiro através da memória guardada em acervos de arquivo.
Brasil – 5’ – 2009
A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, de Andréia Gomury
Sinopse: Um dado momento da história, a passeata dos estudantes pela morte do estudante Edson Luis, no centro do RJ, 1968, Brasil, é flagrado pelas lentes de uma criança de 12 anos, que após 41 anos, narra suas lembranças, percepções e sensações daquele momento.
Brasil – 5’ – 2009
A carta, de Felipe Bretas
Sinopse: Um avô escreve uma carta.
Brasil – 5’ – 2009
Terra em perigo!, de Luis Henrique Martins
Sinopse: "E os marcianos invadem a Terra!” Uma homenagem aos filmes de ficção científica dos anos 50 feita a partir de imagens de arquivo.
Brasil – 5’ – 2009
Na trilha do bonde, de Virgínia Flores
Sinopse: Imagens do Rio de Janeiro, nas quais os elementos visuais e sonoros característicos dos anos 40 situam o espectador no espaço e no tempo. Uma série de seqüências faz uso da relação entre a cidade e os bondes, e trabalha os elementos audiovisuais de diversas formas.
Brasil – 29' – 2009
Fragmentos de la guerra, de Paula Fabiana
Sinopse: Documentário experimental feito a partir de imagens de arquivos, manipuladas durante a edição.
Brasil – 10' – 2008

19h30 – Exibição de filme
Emilinha escandalosa, de João Carlos Rodrigues
Sinopse: Depoimentos de fãs e trechos de shows e filmes lembram a trajetória de Emilinha Borba, ídolo do rádio e a mais popular cantora do Brasil.
Brasil – 20’ – 1985

Loucuras de uma primavera, de Louis Malle
Sinopse: Maio de 68. Num casarão no sudoeste da França, cercado de vinhedos, a avô acaba de falecer. Apesar das greves, a família virá para o funeral. Isolados do mundo, os parentes discutem sobre a herança, mas acabam contagiados pelo clima político da época. (Tirar o ponto final a mais)
França – 107' – 1990


Quarta-feira, 23- 10h – Mostra Informativa
A hora mágica, de Guilherme de Almeida Prado
Sinopse: Na rádio Brasil, no ano de 1950, ator de radionovela envolve-se em uma teia de mistérios a partir do envolvimento do galã com uma radioouvinte. O som e a imagem apontam um caminho nada comum para as diferentes histórias vividas por Tito, galã-protagonista da radionovela A hora mágica.
Brasil – 103’ – 1998
Big Boy, de Cláudio Dager e Leandro Petersen
Sinopse: Gravações antigas, fotografias, videografismo e depoimentos de profissionais de rádio contam a trajetória profissional do radialista Big Boy. A revolução da linguagem radiofônica, a criação do Baile da Pesada e o garimpo musical de Big Boy pelo mundo afora são exemplos do dinamismo desse personagem que, nos anos 60 e 70, viveu à frente de seu tempo.
Brasil – 20’ – 2004
Uma onda no ar, de Helvécio Ratton
Sinopse: Quatro jovens amigos que vivem em uma favela de Belo Horizonte e sonham em criar uma rádio que seja a voz do local onde vivem e fundam a Rádio Favela, mesmo na ilegalidade. Logo conquistam os moradores por dar voz aos excluídos. O sucesso da rádio comunitária repercute e traz inimigos para o grupo, que acaba enfrentando a repressão policial para a extinção da rádio.
Brasil – 92’ – 2002

10h às 19h – Câmara escura: viagem ao universo do som

10h às 20h – Visitação às exposições: Nas ondas do rádio...; O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos; Rádio MEC: pioneirismo e compromisso; Rádio Nacional do Rio de Janeiro; O rádio e o cinema na França

12h às 14h – Como se faz uma radionovela, com Gerdal dos Santos. Participação do público na encenação; demonstração de sonoplastia e edição de som

14h – Fórum de Debates
Mesa 1: Rádio: preservação de acervos de áudio
Debatedores: José Murilo Jr – Fórum Cultura Digital do Ministério da Cultura (MinC), Carlos Andrade – Visom Digital, Valérie Chaumelle Serrus – Institut National de l’Audiovisuel (INA)
Mediadora: Ana Baumworcel – Universidade Federal Fluminense

16h30 – Mostra Competitiva – Programa 2
Panair do Brasil, de Marco Altberg
Sinopse: A história da Panair do Brasil é uma temática rica e apaixonante. Aqui ela é retratada com forte apelo visual e baseada em entrevistas e na utilização de rico material de arquivo como cinejornais e filmagens profissionais e amadoras retratando uma história original e polêmica.
Brasil – 70' – 2007
8000 milhas, de Luiz Menegaz
Sinopse: Relatos de um soldado ao enfrentar a sua mais difícil missão: voltar para casa e se readaptar a um mundo onde a dinâmica da sobrevivência não se resume apenas em matar ou ser morto pelo inimigo.
Brasil – 5’ – 2009
O caminho apertado, de Milena Godolphim
Sinopse: As palavras de um brasileiro do século XX sobre imagens de seu tempo. Temporalidades diferentes contrapõem o Brasil das obras e do progresso e o país que não consta nos arquivos. Palavras de uma vida comum do século XX, ilustradas pelas imagens que constroem o imaginário coletivo do que houve de importante para o Brasil.
Brasil – 5’ – 2009
Memorável, de Silvia Rúmen
Sinopse: Conversa entre pai e filho remete à viagem da Iugoslávia ao Brasil, feita pelo pai quando criança.
Brasil – 5‘ – 2009
Subterrâneos, de Thais Faria
Sinopse: Avó pede a neta que vá buscar um disco antigo no porão, durante a busca ela encontra uma carta de um amor antigo, nunca mencionado, de sua avó. Durante a leitura da carta, percebe-se que a carta não é o que parece.
Brasil – 5’ – 2009
De braços abertos, de Bel Noronha
Sinopse: A história da construção de um dos grandes ícones da cidade do Rio de Janeiro, o monumento ao Cristo Redentor.
Brasil – 52' – 2008
Nós somos um poema, de Sérgio Sbragia e Beth Formaggini
Sinopse: O documentário recupera a histórica parceria de Pixinguinha e Vinícius de Moraes para a criação da trilha do filme Sol sobre a lama, que teve poucas exibições para o público, mas contribuiu para a expressiva e inédita parceria de dois monstros sagrados da música brasileira.
Brasil – 17' – 2008

19h30 – A guerra dos mundos, trecho do documentário A batalha por Cidadão Kane, de Thomas Lennon e Michael Epstein
Sinopse: Em 1938, os americanos acreditaram que a Terra estava sendo invadida por extraterrestres. O responsável por todo esse terror foi Orson Welles, que apresentava na rádio CBS uma adaptação de "A guerra dos mundos", clássico de H.G. Wells.
EUA – 12’ – 1995
Os piratas do rock, de Richard Curtis Inspirado na revolução das rádios piratas britânicas dos anos de 1960
Sinopse: O filme conta a história de um grupo de amigos DJs que monta uma emissora pirata em um grande navio de pesca atracado na costa da Inglaterra. O ano é 1966, e a BBC, principal rádio do país dedica só duas horas por semana ao rock and roll. Entra no ar, com sucesso imediato, emissora pirata com 24 horas/dia de rock. Mais da metade da população inglesa (25 milhões de pessoas) adere à rádio.
Inglaterra – 135’ – 2009



Escrito por Magaly Prado às 19h56
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EXPOSIÇÕES - RECINE - O CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO

No âmbito das comemorações do Ano da França no Brasil, os dois países apresentam mostras que possibilitam um melhor conhecimento dos acervos existentes sobre o rádio. Do Brasil, serão apresentadas exposições organizadas pelo Arquivo Nacional e pela Empresa Brasil de Comunicação com fotografias e registros sonoros e visuais das emissoras públicas e da época de ouro do rádio no país; pela França, o Institut National de l’Audiovisuel (INA) nos envia uma série documentos audiovisuais que nos possibilitam uma viagem pelo melhor do acervo da instituição que tem sob sua guarda registros do rádio e da televisão francesa, em sistema de depósito legal.

Nas ondas do rádio...
Mostra de fotografias do acervo do Correio da Manhã, sob guarda do Arquivo Nacional, que ajudam a contar a história do rádio, de sua época de ouro, de seus tipos e personagens da música, radiojornalismo e radiojornalismo esportivo, humor e radionovela.

O rádio no Brasil: Roquette-Pinto 125 anos
Médico legista, professor, antropólogo, etnólogo, ensaísta brasileiro, Edgard Roquette-Pinto (1884-1954) é também considerado o "pai da radiodifusão brasileira”. Suas múltiplas atividades levaram Ruy Castro a defini-lo como um “homem-multidão”. A definição, que resume a complexidade deste fantástico ser humano, está registrada em inúmeros flagrantes captados por ele mesmo com as ferramentas tecnológicas disponíveis em sua época. Assim foi em 1912, durante expedição do Marechal Cândido Rondon, quando fotografou os índios nambiquara até então sem contato com a civilização. Onze anos depois dessa viagem científica ele aventura-se por outras ondas: as ondas sonoras da radiodifusão. Junto com companheiros da Academia Brasileira de Ciências funda a Rádio Sociedade, atual Rádio MEC. Foram 70 anos de vida repleta de realizações – do rádio, passando pelo cinema, e ainda a televisão. Foi precursor da idéia da televisão pública comprometida com a educação e a cultura. Essa última não teve tempo de ver florescer, mas os registros mostram que o sonho de Roquette em 1952 se mantém atual neste século XXI.

Rádio MEC: pioneirismo e compromisso
Há 86 anos o Brasil ganhava sua primeira emissora radiofônica. Era a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro que surgia movida pelo sonho de cientistas da Academia Brasileira de Ciências, liderados por Edgard Roquette-Pinto e Henrique Morize. Com o lema “Pela cultura dos que vivem em nossa terra – pelo progresso do Brasil”, a Rádio Sociedade cumpriu importante papel como disseminadora de cultura e educação, em uma época em que as comunicações eletrônicas davam os primeiros passos. Treze anos depois de sua primeira transmissão, Roquette-Pinto e seus companheiros decidem doar a rádio ao Ministério da Educação e Saúde, como forma de preservar os compromissos que lhe deram origem: servir ao povo brasileiro e à educação. Assim, surge, em 1936, a Rádio Ministério da Educação, que vai se consolidar no decorrer dos tempos como a Rádio MEC, que até hoje mantém viva a herança de Roquette. Os documentos iconográficos e sonoros reunidos nesta exposição traçam parte desta história.

Rádio Nacional do Rio de Janeiro
A Rádio Nacional do Rio de Janeiro é historicamente reconhecida como referência de programação plural e popular. Fundada em 1936 é, na realidade, responsável pelas matrizes que formam hoje o rádio brasileiro: a música, a informação, o humor, a dramaturgia, o esporte e os programas de auditório.
Emissora por onde passaram grandes intérpretes, maestros e compositores e de onde foram transmitidas as radionovelas que enriqueceram o imaginário do brasileiro, a Rádio Nacional passa por ampla reformulação estrutural, técnica e de sua programação com os olhos no futuro sem esquecer, porém, das suas características históricas.

Como se faz uma radionovela
Edição de radionovelas. Já houve tempo em que o rádio era o maior celeiro de atores e atrizes do teatro, televisão e cinema brasileiro. O radiodrama, ou radioteatro foi responsável por atrair a atenção de multidões que acompanhavam os episódios das novelas e dos programas de humor que tinham na Rádio Nacional do Rio de Janeiro sua principal emissora. Hoje, o que se pretende é consolidar um projeto para retomar este gênero radiofônico e voltar a realizar, em novo formato e com conteúdos atualizados, as histórias que só a magia do rádio pode oferecer.

Câmara escura: viagem ao universo do som
Rádio é música, palavra, ruídos (sons) e silêncio. O conjunto de sons do nosso cotidiano, sons da natureza – água, fogo, fenômenos naturais, sons do cotidiano, do tempo (relógio), máquinas, multidão, sussurro, trânsito, ferrovia, navio, avião, uma gota d'água, sons da noite, sons rústicos, sons de criança, jovens e adultos, do medo, da alegria, da vida. A paisagem imaginária!

O rádio e o cinema na França
Projeção de raras e preciosas fotografias, filmes e registros sonoros do acervo do Institut National de l’Audiovisuel que contam parte da história da mídia na França, e do acervo sob a guarda do INA – instituição que abriga os registros da produção audiovisual da televisão e rádio franceses em regime de depósito legal.



Escrito por Magaly Prado às 19h41
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RECINE - O CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO

HISTÓRICO:
A remodelação do conjunto arquitetônico do
Arquivo Nacional e o aumento substancial da quantidade de filmes sob a custódia da instituição motivaram o surgimento do Festival Internacional de Cinema de Arquivo – RECINE, em 2002. Em parceria com a produtora Rio de Cinema Produções Culturais, o Arquivo coordena as atividades do evento que é composto de uma oficina de vídeo; do lançamento de uma revista; de duas mostras de filmes, sendo uma competitiva e outra informativa; de palestra e debates com convidados nacionais e internacionais; de exposições e homenagens a personalidades ligadas ao tema anual do Festival.

O acervo de imagem em movimento sob a guarda de instituições públicas e privadas contém verdadeiros tesouros constituídos por registros de épocas e de fatos que revelam aspectos da sociedade sob inesgotáveis pontos de vista. Há oito anos, o Festival dá visibilidade aos filmes que utilizam estas imagens em suas produções e incentiva a utilização deste material em novas realizações.

A primeira edição do Festival apresentou um amplo debate sobre os problemas de preservação encontrados pelas instituições detentoras de acervo. Em 2003, uma mostra de filmes censurados fixou de forma definitiva o evento cinematográfico no calendário cultural da cidade. O impacto na comunidade foi de tal forma evidente que de Mostra o RECINE passou a ser um Festival Internacional de Cinema de Arquivo. O número de dias e horas foi ampliado, assim como a quantidade de atividades.

Atraindo convidados estrangeiros, o RECINE passou a contar em 2004, ocasião em que o tema anual escolhido foi As Revoluções, com uma revista vinculada ao evento. Um vasto programa direcionado para a rede escolar passou a cumprir o papel de despertar os jovens para a preocupação com a memória histórica do país.

Não por acaso, o Festival, em 2005, decidiu contar um pouco da história da Televisão, uma memória em risco. Todas as atividades foram desenvolvidas e cresceu em razão geométrica o número de participantes. No ano seguinte, em 2006, decidimos mostrar os grandes movimentos das vanguardas que proliferaram pelo mundo, a partir do início do século XX, deixando para as gerações futuras a convicção de que o campo da arte, e a própria vida pessoal, é um mundo em construção e invenção.

Valorizando sobremaneira os acervos sob a custódia do Arquivo Nacional, em 2007, o RECINE voltou-se para a Imprensa. O que se diz do cinema e o que o cinema tem dito da imprensa foi abordado exaustivamente. Os fotógrafos e críticos de cinema tiveram destaque nesta edição que colocou a imprensa sob o olhar crítico de historiadores, artistas e estudantes de diversas áreas.

Em 2008, o Festival debruçou-se sobre a relação do Cinema com o Futebol, no ano em que o Brasil comemorava os 50 anos da primeira conquista de uma Copa do Mundo. A relação entre esporte e cinema é rica e intensa, contudo, em relação ao futebol, dentre outros destaques, analisamos a razão pela qual os filmes de ficção jamais conseguiram contagiar o torcedor com a mesma paixão que ele demonstra nos estádios.

CINEMA NAS ONDAS DO RÁDIO:
O rádio é um meio de comunicação onipresente e percebido como invisível. Desde o advento do cinema sonoro, e agravada com a chegada da televisão, ao rádio é atribuída uma deficiência: a cegueira. No entanto, o fato de não lançar mão da imagem como recurso de comunicação é negativa somente em aparência, pois o rádio nos informa e nos entretêm nos liberando de uma atenção exclusiva. Podemos ouvi-lo enquanto desenvolvemos outras atividades do nosso cotidiano e isto lhe confere uma enorme riqueza e versatilidade. O rádio encontra seu espaço em situações bastante diferentes e, embora em movimento contínuo, perfaz o caminho entre a intimidade e a privacidade, e, sem um formato rígido e específico, muda de pele e adapta-se a todas as situações.

O mito da cegueira não é necessariamente um pecado original, um defeito. Isto não faz justiça a algo sobre o qual não estamos acostumados a pensar: o som. Nossa vida é feita de sons de todos os tipos, há uma trilha sonora incessante que nos acompanha do início ao fim de nossas vidas: o som da natureza, o som urbano, as pessoas ao nosso redor, todo o tipo de objetos e música em toda parte. O som que nos rodeia é parte de nós e não podemos vê-lo, mas ele é suficiente para que identifiquemos as ações que o produzem de forma clara e evidente, transformando uma aparente deficiência em qualidade.

E é sobre este poderoso meio de comunicação que o RECINE, em sua oitava edição, se debruça. Investigando sua força e sua relação com o Cinema: invenções contemporâneas no tempo e com histórias interligadas e complexas, com momentos de extrema proximidade, outros de distanciamento.

O encontro do Cinema com o Rádio é apresentado na mostra informativa de filmes; nas palestras e debates que discutirão preservação dos acervos de áudio, rádio do futuro, radioarte e rádio digital; nas exposições montadas pelo Arquivo Nacional, pela Empresa Brasil de Comunicação e pelo Institut National de l’Audiovisuel (INA), e na revista RECINE 2009, editada especialmente para esta edição do Festival Internacional de Cinema de Arquivo.

Terça-feira, 22 de setembro
14h – Auditório
Palestra: Do éter à tela: uma trajetória de vozes, do rádio ao cinema pelo escritor Ruy Castro

Ruy Castro é jornalista, tradutor e escritor. Publicou, entre outros, os livros: Chega de saudade: a história e as histórias da bossa nova (1990), O anjo pornográfico: a vida de Nelson Rodrigues (1992), Estrela solitária: um brasileiro chamado Garrincha (1995), Ela é carioca: uma enciclopédia de Ipanema (1999), Carmen: uma biografia (2005).

Cinema e Rádio
O cinema sonoro brasileiro data do início da década de 1930 e nele o rádio tem um papel fundamental. Além da utilização da música como trilha sonora, muitas vezes ela é parte da estrutura narrativa e da ação dessas realizações, nas quais cantores de rádio, produtores, radioatores, locutores e radialistas são algumas vezes roteiristas, outras personagens que dão voz à temática da fita.

O cinema é o local onde os ouvintes tornam-se espectadores e podem ver seus ídolos do rádio em produções que mesclam participações musicais e humorísticas, e muitas vezes dramáticas em seus roteiros. O marco que limita este primeiro momento do cinema sonoro brasileiro é o advento da televisão que possibilita um contato mais próximo do público com os artistas da música e da dramaturgia.

Em um segundo momento, o cinema não hospeda mais o rádio na sua totalidade, mas traz para a tela o rádio em si: sua história e suas características.

A Mostra Informativa do RECINE 2009 apresenta filmes onde o rádio é personagem, tema, ou pano de fundo de roteiros e argumentos de filmes brasileiros e estrangeiros.



Escrito por Magaly Prado às 19h36
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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