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SESSÃO DE AUTÓGRAFOS DO CD COM ÁUDIOS ORIGINAIS DO NOTICIÁRIO E DO LIVRO O REPÓRTER ESSO
O surgimento do programa de radiojornalismo “REPÓRTER ESSO”, cujo slogan era: TESTEMUNHA OCULAR DA HISTÓRIA gerou o hábito na audiência de 15 países das Américas em se informar ouvindo notícias pelo rádio.
Luciano Klöckner lança hoje, às 18h, na Feira de Livro de Porto Alegre, ”O Repórter Esso - A Síntese Radiofônica Mundial que Fez História”.
Leitura obrigatória para quem quer entender o período mais marcante do processo de mudanças no radiojornalismo. O jornalista Klöckner narra a trajetória de um dos ícones da mídia eletrônica. Como disse Roberto Ramos, da PUCRS, o Repórter Esso “conjugava o verbo globalizar bem antes de Marshall McLuhan falar em aldeia global e de a globalização ganhar ares de modismo.”
Foram 10 anos de pesquisas do professor-doutor Luciano Klöcner e o resultado é uma análise crítica do programa “Repórter Esso”, mostrando que o noticioso não ficou livre de interesses políticos e econômicos que constituía a cena dos anos 40, 50 e 60.

“... E assim ocorreu com o Repórter Esso. O espectro da síntese noticiosa, que estreou nos Estados Unidos, nos anos 30, pouco tempo depois já havia se espalhado por boa parte do mundo, seguindo os passos da empresa que lhe deu origem, a Standard Oil, mais conhecida como Esso, ou Exxon. A organização, ao estilo fordista, estava presente no noticioso e constituía grande virtude para a época: entrar na hora certa, rigidez no controle do tempo, a vibração da locução, o texto elaborado para a linguagem radiofônica: sucinto e objetivo, a exatidão dos dados, dos fatos, a aparência de imparcialidade, tudo embalado por um manual de procedimentos que previa, praticamente, os passos a realizar como se o radialista estivesse numa indústria da notícia.” (KLÖCKNER, 2008:45)
Para ficar apenas nas atividades radiofônicas, o gaúcho Luciano Klöckner trabalhou nas rádios Difusora AM e FM_ hoje Bandeirantes e Ipanema; e nas emissoras Gaúcha e Guaíba, além de exercer a função de correspondente das rádios Globo e CBN.
Escrito por Magaly Prado às 12h15
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NOVIDADES DA SEMANA DO GRUPO BANDEIRANTES DE RÁDIO
Escrito por Magaly Prado às 11h26
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Eli Corrêa é tema nota 10 em tese sobre rádio na PUC

A relação de intensa fidelidade entre o comunicador Eli Corrêa e seu público foi o tema inédito de uma tese de pós-graduação que recebeu nota 10 em São Paulo. A jornalista Carolina Mattos concluiu o trabalho de conclusão do Curso de Especialização em Jornalismo Cultural na PUC-Cogeae, em que analisou o estilo de Eli. Por meio de pesquisa junto aos ouvintes, ela buscou explicação para o fato de o apresentador ser o campeão de audiência no rádio AM paulista há mais de 20 anos.
Autor do bordão “Oi, Gente” e conhecido como “O Homem Sorriso do Rádio”, Eli apresenta dois programas diários na Rádio Capital: das 5h30 às 8 horas e das 13 às 16. O pico de audiência é às 14 horas, com o quadro “Carta da Saudade”, em que o próprio Eli narra uma história real de amor ou amizade, com base em cartas dos ouvintes.
Eli nasceu na vila de Paranagi, hoje integrada ao município de Sertaneja, no Norte do Paraná, e começou carreira em Barra Bonita (SP). Depois, atuou em Jaú (SP). Com 19 anos, chegou a São Paulo e estreou na Rádio São Paulo. Depois, trabalhou na antiga Rádio Tupi. Mais tarde, na Record, Globo, Capital e América. Em 2002, voltou à Rádio Capital, que iniciou reestruturação em 2004.
Carolina Mattos explica a escolha do tema de pós-graduação: “É linda a fidelidade do público a Eli. Numa pesquisa, vi o quanto os ouvintes gostam do carisma e do carinho do apresentador, além das notícias. O próprio Eli é fiel ao seu público, repetindo esse carinho a cada dia.” Em 30 de outubro, a banca da PUC, integrada pelos professores Luiz Carlos Ramos, João Batista Torres Rocha e Ilana Alves, deu nota 10, com louvor, para o trabalho de Carolina. Rádio Capital: 1.040 kHz AM ou, na internet
(por THE WINNER PRESS SERVICE)
Escrito por Magaly Prado às 18h01
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GALERA GOL NO SALÃO DO AUTOMÓVEL
O Programa Esportivo da Rádio Transamérica vai ao ar diretamente de seu estande
O Galera Gol, o programa esportivo da Transamérica que aborda com muito humor o futebol, é uma das atrações que vai ser apresentada na 25ª edição do Salão do Automóvel hoje, 7 de novembro. A rede Transamérica conta com um estúdio exclusivo especialmente montado para transmitir a sua programação no local.
Comandado por Porpetone, Paloma Tocci, Thomaz Rafael, Fuzil e Gavião, o Galera Gol vai ao ar de segunda a sexta das 19h30 às 21h. A atração, que tem uma das maiores audiências da emissora, analisa o futebol com muito humor, irreverência e agilidade.
O Salão do Automóvel acontece no Anhembi, em São Paulo, até 9 de novembro. O evento tem mais de 150 expositores distribuídos em uma área de 80 mil m2 e espera receber mais de 600 mil visitantes. No local, estão em exposição aproximadamente 450 veículos de 38 marcas diferentes, além de artigos para carros, como som, antenas, pneus e acessórios. (por Caroline Corrêa)
Escrito por Magaly Prado às 17h42
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Fim de Expediente recebe Viviane Senna no Salão do Automóvel
Hoje, o programa Fim de Expediente será transmitido diretamente do estande da rádio CBN no Salão Internacional do Automóvel. Na edição especial, o âncora Dan Stulbach e os apresentadores José Godoy e Luiz Gustavo Medina receberão como convidada a empresária Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna.
O programa será transmitido ao vivo pela CBN (SP: 90,5 FM e 780 AM), entre 19 e 20 horas. Fim de Expediente reproduz o espírito da sexta-feira: semana encerrada, hora de afrouxar a gravata e, na mesa do bar, repassar os últimos acontecimentos num clima relaxado e de confraternização. (por SISTEMA GLOBO DE RÁDIO)
Escrito por Magaly Prado às 17h40
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E POR FALAR EM CAROS OUVINTES, O SITE PUBLICA ARTIGO QUE FALA DO DIA DO RÁDIO, QUE É HOJE. 7/11
Do Caros Ouvintes - As datas comemorativas do rádio no Brasil estiveram centralizadas na penúltima semana do mês de setembro, por mais de 50 anos. No dia 21, se comemoravam o Dia do Radialista e o Dia do Rádio – que chegou a ser chamado de Dia do Radiodifusor e hoje é o Dia da Radiodifusão.
Como se iniciaram essas comemorações se não havia uma data oficialmente criada? Uma interpretação razoável é a que associa essas primeiras comemorações a um ato do governo federal que fixa os níveis mínimos de remuneração dos que trabalham em empresas de radiodifusão. De fato, o Dia do Radialista passou a ser comemorado após a publicação do Decreto-Lei Nº 7.984 de 21 de setembro de 1945, assinado pelo presidente Getulio Vargas. Esse ato “foi entendido como sendo o dia da alforria da classe e que, portanto, esse era o dia do radialista, comenta Hugo Silveira Lopes, presidente do Sindicato dos radialistas com sede em Florianópolis.
O crescente alheamento por parte dos radialistas proporcionou – ou pelo menos influiu – para que a classe patronal se voltasse para as comemorações do Dia da Radiodifusão. Os radiodifusores foram buscar na figura de Roquette-Pinto o motivo para deslocar os festejos do dia 21 – juntamente com os radialistas – para a data isolada de 25 de setembro, comemorativa do aniversário do criador da primeira emisssora de rádio no Brasil.
Com o passar do tempo as comemorações que no início incluíam o fechamento das emissoras no dia 21 de Setembro para que o pessoal festasse, foram enfraquecendo até praticamente desaparecer nos anos de 1960. Recém chegado a Florianópolis e trazendo na bagagem o resultado de sua experiência de atuação sindical no Rio Grande do Sul, Hugo Silveira Lopes elege-se presidente do Sindicato dos Radialistas de Santa Catarina, tendo como bandeira a valorização do profissional de radiodifusão.
Ainda no seu primeiro mandato Hugo percebe que um dos fatores negativos para unir a classe era a facilidade com que pessoas sem nenhuma qualificação trabalhavam em rádio em suas três linhas de atuação profissional: administração, produção e técnica. Então lhe ocorre a idéia de deflagrar uma campanha pela regulamentação da profissão de radialista e começa a trabalhar para trazer para Florianópolis o Congresso Nacional dos Radialistas tendo como tema principal a regulamentação da profissão do radialista.
O congresso de radialistas mais recente havia se realizado em Porto Alegre em 1961 – o que demonstra a fragilidade e o desgarramento da classe dos profissionais do rádio e da televisão. Aliás, o que se verificava nesse período era a maciça transferência dos mais importantes radialistas para o veículo televisivo. Some-se a isso o deslumbramento com a oportunidade de trabalho melhor remunerado na TV e o charme das FM que surgiam arrasando o pedaço com sua diferenciada qualidade de som.
Nesse verdadeiro tiroteio de mudanças e transformações, a classe dos radialistas que antes era despreparada agora sofria uma dupla concorrência. Mesmo reconhecendo as dificuldades Silveira Lopes insiste na realização do congresso em Santa Catarina até que consegue viabilizar o evento em 1975, mais precisamente em junho de 1975. Em Florianópolis foi dado o ponta-pé inicial para que o tema regulamentação profissional dos radialistas passasse a integrar a pauta dos congressistas – Câmara e Senado – em Brasília.
Despertados pelo entusiasmo de Santa Catarina – ou talvez inebriados com as belezas desta terra santa – os paranaenses resolvem a dar continuidade à luta com a realização do 3º Congresso Nacional em Curitiba, em 1976. Estimulados com os avanços uma comissão, da qual Hugo faz parte como presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do Estado de Santa Catarina redige o texto básico do que veio a ser a Lei 6.615 de 16 de dezembro de 1978. Este registro faz parte de matéria assinada pelo radialista José Eli Francisco, atual presidente do Sindicato dos Radialistas Norte/Nordeste de Santa Catarina que colaborou para a elaboração do presente texto.
Consolidada a legislação – a Lei foi regulamentada pelo Decreto 84.134 de 30/10/1979 e permanece em vigor – Silveira Lopes parte para oficializar o dia 21 de setembro como a data comemorativa dos radialistas. Em 2003 encaminhou correspondência ao deputado César Souza sugerindo a oficialização da data de 21 de setembro como o Dia do Radialista em Santa Catarina, já que no país a data existe de fato, mas não de direito. A Assembléia Legislativa do Estado votou e aprovou a criação da data e o projeto de Lei foi sancionado pelo governador Luiz Henrique da Silveira em dezembro de 2003.
Em 2006 é oficializada uma nova data para o Dia do Radialista. A Lei assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva institui o dia sete de novembro como o Dia do Radialista “data natalícia do compositor, músico e radialista Ary Barroso”. (por Antunes Severo)
Escrito por Magaly Prado às 17h25
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E POR FALAR EM RADIONOVELA, GÊNERO QUE WALDEMAR CIGLIONE PRODUZIU, DIRIGIU E ATUOU EM 5 MIL DELAS.... UM ARTIGO DE LUIZ ARTUR FERRARETTO
Radionovelas: a açucarada luta entre o bem e o mal
Do Caros ouvintes - Na virada dos anos 40 para os 50 em Porto Alegre, o sucesso de Os Três Homens Maus é tão grande que mesmo uma oficina mecânica, reduto masculino por excelência, ganha o nome desta grande atração da Gaúcha.O impacto pode ser medido, então, pelo simples fato de se tratar de uma radionovela, na época produção muito mais para o público feminino do que nos dias de hoje. Com Adroaldo Guerra, Cândido Norberto Santos e Walter Ferreira como os personagens-título, a trama de Raymundo Lopes traz o sofrimento da mocinha Lindinha, papel de Aida Terezinha, que se apaixona pelo galã interpretado por Cândido Norberto, nem tão mau assim, no desenrolar dos capítulos, a justificar o rumo habitual destas estórias: quem representa o mal ou é castigado ou se arrepende, tudo – claro – com doses significativas de voltas e reviravoltas, declarações mais ou menos açucaradas e um final feliz.
A fórmula faz de Os Três Homens Maus o grande sucesso daquele ano de 1948. A radionovela, no entanto, está destinada a reinar, pelo menos, até a década de 60, quando a sua versão com imagens ajuda a roubar público do rádio, estabelecendo a TV como veículo eletrônico predominante.
Vão ser produções e produções a marcar o nome de galãs como Ernani Behs, Walter Ferreira e, mais tarde, Salimen Júnior, Paulo Ricardo e Wilson Fragoso, ou de suas contrapartes femininas, destacando-se, por anos, Aida Terezinha, uma das principais atrizes a desempenhar ingênuas e românticas protagonistas, papel que faz o sucesso também de Lídia Ilzuch.
Há, ainda, o ecletismo de uma Marisa Fernanda, que, com talento, se alterna como mocinha e vilã, por exemplo, como as gêmeas de comportamento antagônico de As Noivas Morrem no Mar, de Ivani Ribeiro, grande atração da Farroupilha nos anos 50.
Maria Ieda, por sua vez, interpreta a Isabel Cristina de uma das versões de O Direito de Nascer, do cubano Félix Caignet. Rosa Maria e Zaíra Acauan consagram-se como dama-galã, uma espécie de mocinha mais velha, função também desempenhada por Lolita Alves, que atua, ainda, como vilã.
A maioria das produções é de autores do centro do país – Amaral Gurgel, Giuseppe Ghiaroni, Raymundo Lopes… –, mas alguns gaúchos produzem roteiros de novelas e/ou peças – Doroty Gallo, Maria de Lourdes Collares Abs, Maria Monteiro Paneraí, Roberto Lis, Zahyra de Albuquerque Petry… Nestas atrações da programação, a amarrar os diálogos, trabalham narradores como Enio Rockembach, Ronald Pinto e Euclides Prado, emprestando, com a voz, conforme as indicações do script e dos diretores, um tom mais épico, emocional ou saudosista.
No Rio Grande do Sul, as novelas, no entanto, começam mesmo, anos antes, em 1943, graças ao pioneirismo de Roberto Lis, que produz, na Difusora Porto-alegrense, para o Folhetim Sonoro da PRF-9, das noites de domingo, uma estória em capítulos – O Solar dos Alvarengas –, abordando a decadência de uma aristocrática família.
Um pouco depois, no mesmo ano, a Farroupilha coloca no ar os capítulos gravados de Em Busca da Felicidade, do cubano Leandro Blanco, na adaptação de Gilberto Martins, irradiada, antes, pela Nacional, do Rio de Janeiro, e a primeira atração deste tipo no rádio brasileiro.
É a partir do trabalho de Cândido Norberto, diretor artístico da Gaúcha, que a novela começa a ampliar o seu espaço na programação radiofônica no Rio Grande do Sul, com a transmissão de capítulos tornando-se, por iniciativa deste profissional, diária. É como uma trama de segunda a sexta que a estória dos três homens maus interpretados por Adroaldo, Cândido e Walter vai cativar a atenção dos ouvintes naquele final de década há 60 anos.
Escrito por Magaly Prado às 16h51
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NÃO É UMA BOA NOTÍCIA: MORRE WALDEMAR CIGLIONE, 89, O AUTOR DO JORNAL DA BOA NOTÍCIA. ELE FOI GALÃ DE RADIONOVELAS DOS ANOS 40
A última vez que conversei com Waldemar Ciglione, ele estava com 87 anos e ainda era o diretor-superintendente da Rádio Mundial. Trabalhava diariamente na rádio e se orgulhava de comandar o "Jornal da Boa Notícia". Vou tentar descobrir mais sobre ele e volto aqui. Por enquanto, fique com uma foto dele no dia do lançamento do meu livro, em 7 de junho de 2006.

Nesse dia, ele me sondou sobre a possibilidade de eu escrever o livro da trajetória dele no rádio. Por pura falta de tempo, não levei a idéia adiante. Pena! Daria uma ótima história. Ciglione foi galã em mais 5.000 radionovelas. Muita coisa boa para contar, afinal ele começou a carreira quase que ao mesmo tempo que o rádio! Pena mesmo!
Escrevi aqui sobre ele, quando o conheci
Escrevi aqui, na época dos 80 anos do rádio
Deu na Folha, ontem: O homem-verbete da radionovela
... Chegou a cursar direito na USP, mas enveredou pela comunicação. O primeiro passo foi aos 17, na rádio Piratininga. Com o desenrolar da carreira, fez tanto sucesso que foi convidado a dirigir a rádio São Paulo -ficou no cargo por quase 30 anos...
Escrito por Magaly Prado às 10h25
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PROGRAMA TODAMÚSICA DA RÁDIO CULTURA BRASIL COMPLETA 14 ANOS E COMEMORA COM ESPECIAL
Todamúsica - Especial de aniversário -
na Rádio Cultura Brasil - 1.200 kHz
 Chico César é um dos destaques
Nesta quarta o programa Todamúsica completa 14 anos. Uma data importante como esta deve ser comemorada com um programa especial.
O especial de aniversário traz trechos inéditos de entrevistas que foram ao ar neste décimo quarto ano de programa, entre elas Roberta Sá, Ana Cañas, Jair Rodrigues, Chico César, Moyseis Marques, Paulo Moura e Luiz Melodia.
Todamúsica é um programa de entrevistas com artistas da música brasileira, tendo como foco os discos recém-lançados, além de histórias da carreira do entrevistado, composições e suas influências. Como diz o nome, Todamúsica é realmente uma mescla de tudo o que faz parte do cenário musical brasileiro sem distinções: mpb, rock, pop, samba, rap... (por Eduardo Weber)
Exibição 05/11/2008 13h
Reapresentação 08/11/2008 18h
Escrito por Magaly Prado às 14h44
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AINDA SOBRE AS DEMISSÕES NA CBN
Dia 27, quando perguntei a diretora de jornalismo da CBN, Mariza Tavares, sobre as demissões da emissora, tentei também falar com o Sidney Resende, profissional que respeito muito no rádio, foi em vão, e lamento muito sua saída. E como, infelizmente, não consegui retorno, replico post do blog dele sobre sua demissão da CBN. Lá você pode ver o carinho dos seus alunos.

“Taí uma informação que, do fundo do coração, eu não gostaria de dar. Mas tenho o dever de cultuar o profundo amor que me liga aos ouvintes. São 23 anos de carreira radiofônica. Quase um "bom dia" diário. Uma idéia fixa martela a cabeça: preciso dizer ao ouvinte que me acompanha que quando ele ligar o rádio segunda-feira eu não estarei lá.
Aos meus amigos queridos que me ajudaram a levar informação de qualidade ao público, muito obrigado. Um carinhoso abraço ao operador de áudio Laerte Afonso. Afetuoso, afável e construtivo, mesmo quando tinha críticas fortes a fazer e que me obrigaram a corrigir. Agradeço o empenho das produtoras Carolina Quintella e Maira Menezes.
Como também a todos os outros que construíram elos profissionais éticos e decentes. O meu beijo de gratidão para as produtoras Ludmila Fróes e Adriana França; A minha melhor lembrança para a companheira Ermelinda Rita, sempre alegre. Uma craque do rádio; agradecimento à Marco Antonio Monteiro, pelo trabalho nos primórdios; ao José Augusto, Luis Nascimento, Maurício Martins...Todos, enfim!
Meu Deus, quanta gente!
Parece que foi ontem o dia que José Roberto Marinho me deu a oportunidade de participar da criação da CBN. A ele, o meu sincero agradecimento.
Agora, peço desculpas. Neste momento eu preciso respirar. Eu sei que você vai entender.
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A razão oficial para a mudança: A CBN vai fazer uma transformação editorial no horário do CBN Rio. O objetivo desta reformulação é ajustar a programação para enfrentar a concorrente Band News.
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Amigos, eu agradeço do fundo do meu coração todas as manifestações de lealdade, carinho, atenção, respeito e fidelidade externadas nas mensagens abaixo. Assim como telefonemas, e-mails e abraços fraternais. Jamais poderia imaginar que pudesse despertar esta corrente de amizade profunda. Muito obrigado!!”
***
Leia mais no blog de Sidney Resende. Foto dos seus alunos, que inclusive fizeram uma composição e tocaram na aula pra ele. Fiquei emocionada, confesso! Boa sorte pra você, Sidney! Tenho certeza que terá.

Escrito por Magaly Prado às 01h33
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Meu humor:
Escutando todas!
 | Magaly Prado, radiomaker e jornalista, é doutoranda em Comunicação e Semiótica, na PUC/SP. É mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, na PUC/SP, com a dissertação: “Audiocast nooradio – redes colaborativas de conhecimento”. Na Faculdade Cásper Líbero, onde fez pós-graduação em Comunicação Jornalística, é professora de Produção de Rádio, no curso de Rádio e TV, e desenvolveu a pesquisa: “Rádios autônomas na Internet – um formato líquido”, no CIP. Também dá aulas de Jornalismo Especializado (jornalismo) e Linguagem e Redação para TV(rádio e TV), na Uniban, onde também ministra as aulas na pós-graduação de Jornalismo Cultural. Publicou "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier. Estreou em 2008, o site: www.nooradio.com.br.
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Por problemas técnicos, este contador zerou e recomeçou a contar a partir de novembro

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