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RADIOFORUM - em busca de um rádio inventivo

Casa de Cultura UEL apresenta
RÁDIOFÓRUM_em busca de um rádio inventivo

_encontro internacional sobre rádio cultural artístico educativo_
19 setembro 2008 _ Londrina Paraná Brasil

PROGRAMAÇÃO
abertura
14 setembro 2008 _ concerto – performance radiofônica, com Vera Terra
Teatro Universitário Ouro Verde UEL, 21 horas

RÁDIOMOSTRA/RÁDIODEBATE
. mesas redondas com a participação de pesquisadores e artistas da área do som, do rádio, da criação, da dramaturgia, da escuta .

15 setembro _ 2a. feira
_ Veredas para um rádio inventivo
Julio de Paula, Rodrigo Manzano, Marcus Bittencourt
Modera: Janete El Haouli

Dia 16 de setembro _ 3a. feira
_ O rádio, o mundo da palavra, o imaginário e a cultura da escuta
Heloisa Bauab, Harri Huhtamaki, Rael Tofollo
Modera: Mauro Costa

Dia 17 de setembro _ 4a. feira
_ Sonologia, rádio, composição e outras coisas mais
José Augusto Mannis, Chico Mello, Vera Terra
Modera: Janete El Haouli

Dia 18 de setembro _ 5a. feira
_ Escuta ! Novo rádio, novas redes, outras sonoridades
Mauro Costa, Lilian Zaremba, Magaly Prado
Modera: José Augusto Mannis
Dia 19 de setembro _ 6a. feira
_ O que o rádio pode?
Orlando Guilhon, Eduardo Weber, Paulo Petrini, Cristina Cortes, Flavia Bespalhok
Modera: Janete El Haouli

OFICINAS RADIOFÔNICAS
grupos de 30 pessoas
das 14 às 17 horas

De 19 de setembro
The culture of listening.
Radio feature as a creative acoustic example
_ Harri Huhtamaki
De 19 de setembro
Composição Sonora, identidade e mimesis
_ Chico Mello
Dia 15 de setembro
Rádio & Invenção
_ Vera Terra
Dias 15 e 16 de setembro
Do campo ao laboratório de montagem
_ Julio de Paula
Dia 17 de setembro
O que eu faço é rádio !
_ Lilian Zaremba e Adriana Ribeiro


Dia 19 de setembro
Rádios na internet em formato líquido e customizáveis pelos audinternautas
_ Magaly Prado

ESPAÇOS DE ESCUTA

_ será disponibilizado ao público 'cardápios radiofônicos', com acesso livre, contendo produções de rádio-arte, rádio-teatro, rádio-novela, rádio-jornalismo, poesia sonora, arte acústica radiofônica, peças radiofônicas históricas e atuais etc...
Local: Centro de Documentação da Casa de Cultura UEL

CONCERTOS RADIOFÔNICOS _ 21 hs

15.09.2008, 2ª. Feira
_ Concerto música eletroacústica
Marcus Alessis Bittencourt
André Luiz Gonçalves de Oliveira
Rael Tofollo
_Teatro Universitário Ouro Verde UEL

16.09.2008, 3ª. Feira
_ Concerto '60 anos Música Concreta',
‘O homem camera’, de Pierre Henry e Dziga Vertov
Por José Augusto Mannis e Janete El Haouli
_Teatro Universitário Ouro Verde UEL

17.09.2008, 4ª. Feira
_ Intervenções radiofônicas
_ Bar Vilão

Dia 18.09.2008, 5ª. Feira
_ Concerto da OSUEL _ Orquestra Sinfônica da UEL, com Elena Herrera

Dia 19.09.2008, 6ª. Feira
_ Performances radiofônicas
_Rádio-Rizoma', com Janete El Haouli e Valquir Fedri
_ Esquina Multimeios, Casa de Cultura UEL

Realização_Casa de Cultura UEL
Direção_Janete El Haouli
Apoio_
Goethe Institut, Curitiba
YLESRADIO, Finlândia
MINC
Rádio MEC
Rádio Cultura FM SP
Rádio Universidade FM (UEL)
Rádio UEM FM
Departamento de Música e Teatro_CECA
Departamento de Comunicação_CECA



Escrito por Magaly Prado às 12h25
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Ciranda da Cidade é transmitido direto do Museu do Ipiranga

 

Às vésperas do feriado que comemora a Independência do Brasil, o programa Ciranda da Cidade será transmitido direto do Museu do Ipiranga amanhã, dia 3 de setembro. O apresentador Milton Parron entrevistará a diretora do museu, Prof Dra Cecília Helena de Salles Oliveira, e o administrador do Parque da Independência, Daniel Rodrigues Silva, que contarão detalhes e curiosidades da instituição.

 

No ar desde a década de 70, o programa retrata São Paulo de uma forma diferente, com notícias, análises e entrevistas do interesse de quem mora na metrópole, ouvindo especialistas e autoridades sobre os temas em questão. Os assuntos são conduzidos por Milton Parron, cuja experiência em reportagem investigativa permite o aprofundamento dos debates na busca de soluções para os problemas da cidade. O programa cobra atitude e responsabilidade das autoridades, brigando pelo interesse do cidadão.

O Ciranda da Cidade vai ao ar de segunda a sexta das 14h às 16h. (Fonte: assessoria da Band)

www.radiobandeirantes.com.br



Escrito por Magaly Prado às 23h50
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NO JAZZMASTERS DA SEMANA

 

Conheça o trabalho de Solange Knowles. "Ela não é tão bonita e nem tão famosa como sua irmã, mas está com um álbum muito superior, com uma produção impecável e que não tem nada a ver com o trabalho de Beyonce. Supresa agradável." (por Paulo Mai e Sérgio Scarpelli)

 

Confira também a programação diária desta semana:

Isaac Hayes - Never can say goodbye
Mose Stovall - Don't stop the music
Esperanza Spalding - Cuerpo y alma
Carleen Anderson - Wanna be where you are
Maysa Leak - I can't help it
Jazztronik - Colour of days

***

Eldorado FM - 92,9 - São Paulo-SP
Sábado, às 20h
Drops de segunda a sexta às 10h35 e 14h35

Transamérica Light FM
Curitiba-PR 95,1 - Estrela-RS 102,9 - Rosário do Sul-RS 97.9
Sábado, às 21h
Drops de segunda a sexta às 10h55 e 16h55

Litoral FM - 91,9 - São Vicente (Santos e Litoral Sul)
Sábado, às 21h
Rreprises: Terça 18h e Quinta 21h
Drops de segunda a sexta às 10h e 15h

Beira Mar FM - 102,7 - São Sebastião - 101,5 - Ubatuba
Domingo e Quarta, às 20h
Drops de segunda a sexta às 08h45 e 17h55

Calypso FM - 106,7 - Fortaleza-CE
Sábado, às 19h
Drops de segunda a sexta às 10h40 e 14h40

A Tarde FM - 103,9 - Salvador-BA
Sábado, às 20h - Reprise: Terça, às 18h
Drops de segunda a sexta às 07h50 e 12h20

Cultura FM - 95,5 - Araçatuba-SP
Domingo, às 21h e Quarta, às 22h
Drops de segunda a sexta as 07h40 e 13h



Escrito por Magaly Prado às 10h33
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THAIS FELÍCIO, SOBRINHA DE MIGUEL DIAS, ESCREVE PARA HOMENAGEAR SEU TIO

Thais Felício, sobrinha do saudoso Miguel Dias, que foi comunicador da CBN e da Rádio Globo AM, achou na rede textos que escrevi sobre seu tio e me enviou a mensagem:

 

Olá, Magaly.

 

Li na Folha Online, os textos que colocou dos amigos de trabalho falando sobre meu tio Miguel Dias, publicado em 19/10/2002.

Tio Miguel de fato era um homem exemplar.

Amava suas filhas, um verdadeiro paizão mesmo, como citou Paulo Rodolfo de Lima. Paizão no sentido de ajudar e no sentido literal também.

Seu bom humor irradiava aonde quer que ele chegasse ou fosse. Ele fazia a diferença.

Criativo e autêntico e muitas outras características que cresci vendo e admirando.

Tio Miguel partiu repentinamente, mas cumpriu sua missão com esmero.

Obrigada pela oportunidade de ler esses depoimentos lindos e emocionantes deixados a ele.

Atenciosamente,

Thaís Felício.

 

Aproveitei e pedi para a Thaís escrever mais sobre o Miguel Dias:

 

Lembranças saudosas de Miguel Dias

 

Tio Miguel amava sua família e se dedicava a ela.

Meu tio era culto e aprecio muito pessoas cultas. Aprendi com ele a admirar desde Frank Sinatra, Nat King Cole a Paulinho da Viola e Zeca Pagodinho.

Ele amava estar entre amigos. Seus wisks e charutos não podiam faltar.

Ajudava as pessoas sem pedir nada em troca, pois era notável que seu ato vinha do coração.

Sinto saudade daquela voz grave e forte. De ouvir seus passos quando caminhava pelo apartamento e das brincadeiras que fazia.

Certa vez, num churrasco, eu e um conhecido nosso estávamos cantando O Fantasma da Ópera, ficamos escondidos e tio Miguel e um outro conhecido ficaram de frente nos dublando pra tia Laís, minha mãe, primas e outras pessoas que participavam deste momento agradável conosco. Tio Miguel dublava a mim, fazia gestos, abria a boca e fechava os olhos em cada nota aguda que eu dava. Não tinha quem não risse daquela situação e eu mal conseguia cantar de tanto rir.

E nas viagens, tio Miguel nos fazia ouvir Zeca Pagodinho na ida e na volta e cantava junto.

Tantas lembranças que trago comigo! Fica essa alegria dele perpetuada em nossos corações (familiares e amigos) e de seus fãs, ouvintes e companheiros de trabalho. (por Thais Felício)

 

Thaís leu:

 

Manhãs sem as travessuras de Miguel Dias


Eu já publiquei na Folha Online, e no jornal Agora sobre a morte de Miguel Dias. Coloco os textos abaixo para quem não leu. Hoje a idéia é deixar seus amigos de trabalho falar.

Quando Miguel estreou na Globo AM dia 10 de setembro, era o inicio de um projeto que estava começando, que era uma nova plástica da rádio, um novo conteúdo.

Michelle, gerente da Globo São Paulo:

"No dia 11, o segundo programa, oito e meia da manhã, caiu o quadro da cozinheira, da ouvinte mandando recado, ou pedindo música. Foi um programa jornalístico, pois ele estava diante da maior tragédia do mundo, os atentados ao WTC, nos EUA. O que o Miguel conseguiu fazer na Globo que era diferente da CBN era conseguir ser o jornalista Miguel Dias e o companheiro da dona de casa. Exemplos eram os quadros "Quero dançar com você" ou na hora da receita "Água na Boca" , quando ele perguntava se o bolo tinha ficado bom e pedia um pedaço. A gente comia bolo todo dia, bolo, bolinho, trazidos pelas ouvintes.

Aliás, o quadro da dança não está no roteiro que foi discutido, analisado, aprovado, foi da cabeça dele. Ele conseguiu manter a veia jornalística e ser íntimo da ouvinte dele.

Eu defendo a tese que ouvinte de rádio não é burro. Quer um programa com conteúdo e qualidade. Se você fala para a mulher, acima de 35 anos ou mais, dona de casa, precisa imaginar o que ela está fazendo as 10h da manhã? Ela já colocou o marido no trabalho e os filhos na escola. Ela vai dançar? Sim, ela está limpando a casa, com a vassoura na mão, com o aspirador e dança. Ela está pensando no que fazer no almoço, entra a receita e o Miguel brincava com ela. Quando o marido voltar, ela já tem argumento, assunto para conversar com ele e ainda com as amigas.

Sobre o projeto novo, Michelle fala: "houve a saída do Paulo Lopes [hoje na Capital], e quando o padre Marcelo [Rossi] foi para a rádio Globo, eu dizia com a diretoria: se o padre tiver 400 mil ouvintes, e se o Miguel segurar 200, já estou feliz. Já para o Miguel, eu pedia 250 mil instigando a produção para fazer coisas diferentes. Ele estava há um ano e um mês no ar e conquistou um público dele, sem dúvida alavancado no padre, ninguém discute isso, mas ele tinha seu valor por segurar esse ouvinte. E o entrosamento dele com o padre era muito legal, autêntico, não era falso. O padre passava o horário "para o meu amigo". Todos os profissionais fizeram programas em homenagem a ele e em seu horário está entrando o "Manhã da Globo", do Rio de Janeiro, como cabeça de rede.

***

Rubens, diretor geral do Sistema Globo do Rio

"A gente perde mais que um grande comunicador. Um homem honrado, ético, que teve coragem de enfrentar uma concorrência que prometeu acabar com a audiência da rádio Globo e em função da ética e dos valores, e do amor pelo rádio, o Miguel não só conseguiu vencer essa concorrência, mas como triplicar a audiência da rádio Globo."

"Eu enviei um email a todos pela manhã dizendo que estávamos perdendo uma pessoa muito importante. E que eu deixava como lembrança uma das muitas que eu tenho dele que é o email de uma ouvinte, de 19 anos, pedindo a ele que mandasse parabéns para uma colega de trabalho em nome de vários outros colegas que eram ouvintes fiéis. E terminava assim: 'Miguel, seu programa é meu'."

Nós não estamos só perdendo um comunicador, perdemos um homem rádio Globo, apaixonado pela rádio Globo, apaixonado pelo que fazia. Um homem que teve a humildade de ir para a televisão e depois chegar para nós e dizer que descobriu que sua minha verdadeira casa era o rádio." 'Quero voltar para o rádio', disse ele. E nós apostamos nisso e ele mostrou competência e esse amor pelo rádio...Todos perdemos um grande amigo, e eu, pessoalmente, perco um grande amigo que vai continuar vivo na minha mente e no meu coração...terei sempre a memória dele no coração...O Miguel foi antes da hora, na flor da idade, mas a história dele, seu sucesso e sua humildade vão ficar gravados para sempre."

***

Guerino, diretor regional do Sistema Globo de Rádio

O Miguel fez CBN de 91 a 99. Quando começamos o projeto Globo Brasil, a gente trouxe ele. E a vinda do Miguel foi conceitual. A partir do programa dele é que começamos a fazer as transformações na rádio, depois da saída do Paulo Lopes e tudo o mais. Então, ele tem um significado muito especial do ponto de vista profissional. Agora do ponto de vista pessoal, ele era um amigo da gente. Amigo mesmo de bar, de jantar, de festa, de comemoração. E ontem [quarta] fomos almoçar e ficamos conversando de tudo, da vida, de filhos, só não falamos de trabalho. E foi um papo tão legal. Tomamos várias cervejas, comemos carne, churrasco. Ele fumou, bebeu. Estava super agradável. À noite, soube da notícia ruim que ele nos deixou."

O Miguel é o amigo. Não é lugar comum, porque era mesmo. O Heródoto falava hoje que não havia uma festa em que o Miguel não estivesse enfiado. Ele era o arroz de festa...O que fica do Miguel é esse lado festeiro, esse lado irreverente, moleque para caramba. Tinha 56 anos mas era moleque mesmo, fazia travessuras, sacaneava todo mundo, brincava com todos. Falamos do Corinthians, ele adorava o time... foi um papo de altíssimo astral e conversamos umas três horas e parece que era um papo síntese, pois falamos de tudo... Hoje à noite eu pretendo tomar um porre em nome dele, em homenagem, pois era isso que ele gostava."

Ele estava no momento profissional muito bom, entrou no espírito do programa. Brigávamos muito, saíamos na porrada, no tapa, ele era muito teimoso, mas eram brigas saudáveis, para construir. Dentro da grade do programa ele foi transformando...ele criou um bordãozinho 'Alô! você está me procurando? Eu estou aqui!' ou no horário que ele perdia para o Eli, ele falava: 'Não mude de estação, por favor, não me deixe!'. Tudo isso em função do domínio que ele tinha do meio. Sem perder a veia jornalística, ele encorporou o entretenimento do rádio AM de forma brilhante!"

***

Heródoto, gerente da CBN, falou para o Ciro Bonilha, do Agora

"A principal característica do Miguel era o bom humor. Além disso, ele era uma pessoa conciliadora. Sempre cercado de muita gente. Conheci o Miguel em 1975, quando ele trabalhava na Jovem Pan e fui eu que o convidei para vir para a CBN. Durante todo esse tempo ele construiu uma carreira jornalística calcada na ética e na isenção. Miguel fará falta, principalmente porque ele tinha a cara de São Paulo."

Milton Jung, âncora da CBN, para o Ciro

"Quando ele foi para a TV Record, fui chamado para substituí-lo e abracei a idéia na hora. Mas faço meu programa, porque nunca poderia imitar o estilo do Miguel, uma pessoa que conhecia a vida cultural e a noite de São Paulo. Depois, quando ele voltou para apresentar o programa na rádio Globo, nós nos reencontramos. Ele não trouxe só audiência, mas aumentou a qualidade numa emissora mais popular. Porque, além de comunicador, era jornalista.

Kátia Tofoletto, repórter, para o Ciro

"Lembro-me quando fazíamos juntos o CBN São Paulo. Durante a abertura do programa, ele brincava comigo: 'E aí, Kátia, será que o Corinthians vai para frente hoje'. Ele era fanático pelo time. Para o rádio, vai fazer falta por seu jeito especial de fazer jornalismo."

Alberto Pastre, supervisor de operações do sistema globo de rádio, para o Ciro

"Uma coisa que ele disse, quando voltou para a Globo desta última vez, me marcou profundamente. Perguntaram se ele ia fazer oração e mandar colocar copo d'água em cima do rádio e ele disse que não: 'Que autoridade eu tenho para benzer água? Isso é coisa de padre e não de comunicador'. Miguel queria fazer no rádio estação de serviços, de jornalismo, e não enganava ouvinte."

Paulo Rodolfo de Lima, editor de reportagem do sistema Globo de rádio, para o Ciro

"Minhas lembranças fogem do lado profissional. Penso no Miguel como um paizão, um cara sempre preocupado e disposto a ajudar. Ultimamente, quando ele estava na Globo, e eu trabalhando mais na CBN, sempre me lembrava de passar no estúdio e dar um alô para ele. Profissionalmente, ele tinha a percepção do assunto do dia e fazia a história render provocando a reação dos ouvintes."

Escrevi no Agora

Coração mata colunista do Agora

O jornalista e radialista Filho, 56 anos, morreu ontem à noite no Hospital das Clínicas depois de se sentir mal quando voltava de carro para sua casa em Perdizes. Segundo um amigo, na avenida Francisco Matarazzo, parou o carro e foi socorrido por um transeunte, que chamou o resgate e o jornalista foi medicado no local e levado para Hospital das Clínicas, onde morreu às 20h40.

deixou três filhas, entre 16 e 25 anos, e a mulher Laís. Atualmente o radialista comemorava o estouro de sua audiência na rádio Globo AM, com o programa "Manhã na Globo". Nos dados mais recentes do Ibope, os números apontavam 299 mil ouvintes por minuto, no horário das 10h às 11h, quando rendia o padre Marcelo nos microfones. Ele disse que estava brigando com Paulo Lopes [da Capital AM] e Paulo Barboza [da América AM] (comunicadores de emissoras populares concorrentes).

trabalhou na rádio CBN como âncora, mas se deu melhor na Globo. De estilo engraçado fingia choramingar e pedia para as ouvintes que não deixassem de ouvi-lo durante a hora final (das 12h às 13h), quando o público que o ouvia por conta da audiência do padre Marcelo, já estava distanciado. O próprio confessava que sabia que seu sucesso vinha na carona do religioso.

Seu público era essencialmente feminino e um quadro que dava bastante retorno era o da receita culinária. Filas de mulheres de meia-idade se formavam na porta dos estúdios das Palmeiras.

Antes, ele teve uma experiência rápida na TV, apresentando ao lado de Eleonora Paschoal, o matinal "Fala Brasil", na Rede Record. O jornalista chegou a apresentar na emissora também o "Cidade Alerta" (edição de sábado).



Escrito por Magaly Prado às 17h52
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SAMBA + FORRÓ + MÚSICA CUBANA? SÓ OUVINDO...

Marina de la Riva clicada por Costa Neto 

 

Marina de la Riva lançou o seu primeiro CD em 2007, gravado em Havana, com músicos cubanos, que no início estranharam um pouco aquela branca brasileira querendo cantar como uma negra cubana. Com o tempo de estúdio e a voz de Marina, os músicos se convenceram do talento. Uma belíssima mistura de samba e forró com músicas cubanas. (por Marcos Lauro)

Marina De La Riva - Ta-Hi (Pra Voce Gostar De Mim)
Marina De La Riva - Sonho Meu
Marina De La Riva - Adeus Maria Fulo/La Mulata Chancletera

Para ouvir, aqueles links doidos de sempre:

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Escrito por Magaly Prado às 11h30
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Meu humor:

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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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