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DIAL PAULISTA VOLTA A TER UMA RÁDIO ROCK
Andava ouvindo a OI FM em São Paulo. Ainda não está com equipe local, por enquanto, os locutores devem ser mineiros e ou cariocas, mas falam de Sampa. Outro dia, o músico Marco Mattoli, do Clube do Balanço, dava as boas vindas à emissora.Tomara que mantenha a pegada rock. E que siga à risca o seu slogan: a de ser livre.
*** Mas pelo que li no comentário do Joca aqui no blog, a emissora não vai ter equipe em São Paulo e os demais profissionais das outras cidades não opinam sobre a programação, que ainda segundo o leitor, é sem personalidade, só copiam e colam. Se for assim com programação previsível como diz o Joca, é muito chato mesmo! Tomara que não. Convido todos a opinar.
Nos últimos dois dias, até hoje no meio da noite, estava zapeando pelas rádios do litoral norte. Rádio Comunitária Costa do Sol, Classic Pan, Saudade etc. Amanhã, retomo a audição da OI.
Escrito por Magaly Prado às 01h12
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III Encontro da Frente Nacional por um Sistema Democrático de TV e Rádio Digital
Fonte: Imprensa Sindipetro-RJ, com apoio Agência Petroleira de Notícias (www.apn.org.br) A Frente por um Sistema Democrático de Rádio e Tv Digital realiza seu 3º Encontro Nacional neste domingo, dia 20 de julho, em Niterói, Rio de Janeiro. O evento terá um debate para esclarecimentos sobre o tema pela manhã e uma plenária de entidades à tarde. Será na tenda ao lado do bloco E, no campus Gragoatá da UFF, próximo às barcas, em Niterói.
O decreto que instituiu a Tv digital no Brasil deixou indignadas as entidades da sociedade civil que acompanhavam o processo. A base tecnológica do sistema é japonesa, apesar do relatório das pesquisas sobre sistemas digitais existentes ter provado que este seria o mais caro. Suas características técnicas atendiam aos interesses das grandes redes de tv.
O decreto, instituído em plena Copa do Mundo, foi questionado por uma Adin por suas diversas ilegalidades, como, por exemplo, a sessão de mais canais aos atuais concessionários de tv. A Adin está na Procuradoria Geral da Republica, tramitando como procedimento sumário desde o final de outubro do ano passado. Enquanto isso o comitê da Tv digital segue discutindo regulação baseada apenas no interesse dos radiodifusores. Não se sabe o que será feito das pesquisas brasileiras, que custaram cerca de 80 milhões aos cofres públicos.
Rádio Digital - Para o rádio, foi instituído um período de testes sobre os sistemas existentes. O sistema estadunidense Iboc é o da preferência dos radiodifusores por, entre outros motivos, ocupar mais espaço no espectro eletromagnético. Com isso, canais novos não serão possíveis, mantendo tudo como está hoje. E por ser um sistema proprietário (Ibiquity, EUA) os concessionários só poderiam usá-lo pagando uma taxa. Quem não tem dinheiro para usá-la não terá acesso ao sistema. Além de ser um sistema inviável em baixa potência, os testes no Brasil indicam que o Iboc apresenta problemas técnicos, mas o ministro das Comunicações Hélio Costa insiste em defendê-lo, e quer oficializar o sistema digital para o rádio o mais rápido possível.
Não há justificativa técnica para uma decisão apressada como esta. Pelo contrário. Além de outros sistemas existentes estarem sendo aperfeiçoados pelo mundo, pesquisadores brasileiros afirmam que é possível fazer um sistema brasileiro para o rádio, baseado nas pesquisas que já foram feitas para a Tv digital.
Segundo representantes da Frente por um Sistema Democrático de Rádio e Tv Digital, a digitalização, se realizada de acordo com os interesses da sociedade, pode ser um passo concreto em relação à democratização da comunicação.
A Frente foi criada em 2006 e é composta por mais de 100 entidades da sociedade civil, entre elas: Abraço, Intervozes, MST, ComunicAtivistas, Enecos, Farc-RJ, Fittel e Fitert.
Mais informações sobre o evento: encontrodafrentedigital@yahoo.com.br
PROGRAMA
20 de julho, domingo Tenda ao lado do bloco E, campus Gragoatá da UFF, Niterói, RJ
9h30 às 12h30 – debate: A atual situação da tv e do rádio digital e as perspectivas de democratização com o prof. Luis Fernando Gomes Soares (PUC/RJ- Ginga) e representante do Intervozes.
14h às 17h – plenária de entidades para traçar propostas de ação
Escrito por Magaly Prado às 13h04
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Meu humor:
Escutando todas!
 | Magaly Prado, radiomaker e jornalista, é doutoranda em Comunicação e Semiótica, na PUC/SP. É mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, na PUC/SP, com a dissertação: “Audiocast nooradio – redes colaborativas de conhecimento”. Na Faculdade Cásper Líbero, onde fez pós-graduação em Comunicação Jornalística, é professora de Produção de Rádio, no curso de Rádio e TV, e desenvolveu a pesquisa: “Rádios autônomas na Internet – um formato líquido”, no CIP. Também dá aulas de Jornalismo Especializado (jornalismo) e Linguagem e Redação para TV(rádio e TV), na Uniban, onde também ministra as aulas na pós-graduação de Jornalismo Cultural. Publicou "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier. Estreou em 2008, o site: www.nooradio.com.br.
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