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Rádio Comunitária de Heliópolis perto de ser legalizada

Redação Revista Fórum

A luta histórica da comunidade de Heliópolis por seu veículo de comunicação está chegando ao fim. Hoje, o Governo Federal autorizou o funcionamento da rádio comunitária mantida pela associação de moradores que há 16 anos iniciou suas transmissões. Nesse período, foi fechada em 2006, o que gerou ampla mobilização da sociedade.

De lá para cá, a rádio comunitária de Heliópois vem funcionando em caráter experimental graças a uma parceria com a Universidade Metodista. Mesmo assim, a emissora continuou a receber visitas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a última delas três semanas atrás.
 
O que falta ainda?
A portaria do Ministério das Comunicações, publicada nesta quinta-feira (13), "outorga a autorização da União de Moradores de Heliópolis a executar, pelo prazo de dez anos, serviço de radiodifusão comunitária".
 
Isso significa que o Governo Federal deu seu aval para funcionamento da rádio. Ainda é preciso, para a legalização definitiva e início das transmissões, passar pela aprovação do Congresso Nacional. O legislativo tem 90 dias para analisar o assunto. Se ultrapassar esse prazo, a rádio receberá uma outorga provisória e poderá entrar no ar.



Escrito por Magaly Prado às 22h10
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DOCUMENTÁRIO SOBRE O BIG BOY. ACHEI NO YOUTUBE EM 2 PARTES



Escrito por Magaly Prado às 00h27
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O dia em que a rádio fechou

Do Comunique-se- Rafael Coelho (*)

Era o último programa que ele apresentava antes das férias. Iria passar vinte dias com sua família em uma cidade praiana. Não estava muito satisfeito em ter que viajar, mas sua mãe, preocupada com o menino de dezessete anos, que desde os quatorze não saía da rádio, obrigava-o a passar alguns dias fora. Os ouvintes ligavam querendo saber para onde o jovem locutor iria, se ele iria voltar, quem iria substituí-lo durante sua ausência, enfim, na relação que o público tinha com ele cabiam tais curiosidades.
 
Terminou o programa e o menino seguiu, triste, para casa. Sua mãe tentava convencê-lo de que as férias seriam boas para ele, que seria divertido. Mas para o garoto, não havia nada melhor que ficar lá. Para ele, abrir e fechar a rádio e apresentar quatro horas diárias de programa era um divertimento. Enquanto arrumava as malas, o jovem locutor ouvia a programação da rádio para ver se estava tudo bem. E, para sua surpresa, os ouvintes participavam dos outros programas, oferecendo músicas para ele e pedindo-lhe para voltar logo. Tentou, então – sem sucesso – ficar em casa, mas sua mãe estava irredutível.
 
Ao sair de casa, o garoto ligou seu radinho de pilha. Mas, em menos de meia hora, a freqüência da pequena rádio comunitária já não alcançava mais seu destino. Até a cidade em que ficaria hospedado o menino não falou uma só palavra. Nem o mar, que não via há tanto tempo, conseguia lhe animar. Os primos o chamavam para sair, conversar, mas o menino não conseguia deixar de pensar na rádio. Então resolveu que ligaria todos os dias, no horário em que seu programa começava. E assim foi durante os vinte dias que ficou fora. Foi a maneira mais equilibrada que ele encontrou para aproveitar suas férias sem se preocupar tanto.
 
Ao retornar, o menino tinha novas idéias para seu programa. As rádios da cidade praiana também tinham uma boa programação, o que havia lhe inspirado bastante. Chegou em casa, saiu do carro e foi correndo para a rádio, que ficava ao lado se sua casa. Estranhou que o portão estava trancado. Voltou para casa e subiu no muro (lugar onde ele estava quando foi convidado a trabalhar lá). Vendo que a rádio estava fechada, sintonizou seu rádio e os chiados mostravam que alguma coisa havia de errado. Ligou para o dono da rádio, que lhe informou: "Nos pegaram. A rádio fechou, cara". O menino desligou o telefone e foi chorar até adormecer. Sonhou, então, que estava no ar, que o telefone não parava de tocar...
 
Acordou, voltou ao muro e viu que o seu sonho havia realmente acabado. Daquele dia em diante, o menino desceu do muro, passou a trabalhar para pagar seus estudos e então se tornar um jornalista, desta vez com maior competência para atuar. A paixão que motivava o menino é a mesma que motiva o – agora – homem, de ser completamente apaixonado pelo que pretende fazer. 
 
(*) Acadêmico de jornalismo e presidente do portal
www.palavriando.com.br.



Escrito por Magaly Prado às 09h05
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MOACIR SCLIAR FALA SOBRE RÁDIO NA SUA COLUNA DA FOLHA DE S. PAULO

Da Folha de S. Paulo

Rádio de carro aumentou volume sozinho até pifar, afirma leitora. "Comecei a observar que o rádio esquentava o botão se a frente fosse deixada nele. Logo depois, começou a ficar louco: aumentava o volume sozinho, até parar de funcionar". Ela disse ainda ter notado um som estranho que saía do interior do aparelho. "Só posso escutar o rádio com o carro ligado e, a cada vez que o ligo, ele está todo desconfigurado. O meu MP4 queimou ao ser ligado ao rádio". Cotidiano, 3 de março de 2008.

MINHA QUERIDA DONA, sei que você anda se queixando de mim, publicamente, até. Você não pode imaginar o sofrimento que isto me causa, mesmo porque você provavelmente acha que rádios são objetos inanimados, sem vida própria.
Você está enganada. Ao menos no meu caso, você está enganada. Ao contrário do que você pensa, tenho sentimentos, tenho emoções. É em nome desses sentimentos e dessas emoções que lhe falo agora, tanto em AM como em FM. Na verdade, eu nem tinha tomado conhecimento de minha própria existência, até que fui instalado em seu carro.
Você estava muito feliz; tinham lhe dito que minha marca é ótima, e que você contaria com um som maravilhoso para lhe ajudar no estresse que é esse trânsito. E, eu colocado no meu lugar, você me acariciou, você tocou os meus botões. Senti um verdadeiro choque, eu que já deveria estar acostumado com eletricidade. Você fez de mim um ser vivo.
Vivo e apaixonado. Daquele momento em diante, passei a ansiar por sua presença. Era para você que eu queria transmitir as melodias que recebia por meio de tantas canções. Você ao volante, minha felicidade era completa.
Acontece que você não se deu conta disso, ou fingiu que não se dava conta disso. Você me ligava, você sintonizava uma emissora qualquer e pronto, voltava à sua vidinha. Pior: tratava-se de uma vidinha partilhada. Amigas embarcavam em seu carro. Amigos também. Você conversando com um homem, aquilo me dava ciúmes, ciúmes terríveis. O Bentinho, do Machado de Assis, aquele que desconfiava da Capitu, não sofreu tanto. Lá pelas tantas eu tinha ciúmes até do seu MP4.
Agora: o que poderia eu fazer? Humanos têm como demonstrar seus ciúmes, têm como descarregar a frustração. Mas eu sou um rádio, um bom rádio, mas rádio, de qualquer maneira. A mim não estava facultado fazer cenas. Recorri, então, àquilo que estava a meu alcance: o som.
Quando você estava com alguém de quem eu não gostava, eu aumentava meu volume -e volume, você sabe, é coisa que não me falta- até chegar a níveis insuportáveis, uma avalanche de decibéis. E aí, subitamente me calava. Para lembrar a você que o silêncio também fala, especialmente o silêncio dos traídos. Ah, sim, e queimei o seu MP4. Tinha de queimar: era ele ou eu.
Você foi se queixar com um técnico, achando que eu estava desconfigurado. Num certo sentido você está certa: estou desconfigurado, estou desfigurado, estou perturbado -mas tudo isso por causa do sofrimento que você me causou.
Querida dona, estas são minhas derradeiras palavras, antes de sair definitivamente do ar, antes do silêncio final. Minha última mensagem é esta: nunca brinque com os sentimentos de um rádio apaixonado. Você vai ter, no mínimo, surpresas desagradáveis.

Moacir Scliar

(dica de Marcos Lauro, do radio Base)



Escrito por Magaly Prado às 09h28
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RÁDIO ADMINISTRADA POR CEGOS

Marcos Lauro, do Radio Base, recebeu uma dica por e-mail sobre o novo programa da Rádio Legal, o QTC Legal, voltado para radioamadores.

A rádio não é ao vivo. Acessando
www.radiolegal.org, você clica em "Ouça a Rádio Legal" e baixa um playlist com todos os programas da emissora, na ordem, o que te dá a liberdade de pular uma atração que não lhe pareça muito interessante.

A página é um HTML bem simples e a rádio é administrada por cegos de Santa Catarina.


Escrito por Magaly Prado às 09h24
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MUDANÇAS NA RÁDIO USP DE SP

De Vinicius e Cássia Eller a Billie Holliday e Charlie Parker

Sem deixar de destacar a MPB, nova programação da Rádio USP FM inclui músicas internacionais, rock dos anos 60 aos 90, jazz e blues

L. F., ESPECIAL PARA O JORNAL DA USP

Após receber da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), nos últimos anos, os prêmios de Melhor Programação Musical, Melhor Programação de Cultura Geral e Melhor Programa de Variedades e vencer, com o programa “Clip Atualidades”, o 3º Concurso Internacional de Programas de Rádio da Rádio Cubana, a Rádio USP FM (93,7 MHz) poderia

se dar ao luxo de permanecer a mesma: as mesmas músicas, os mesmos shows e os mesmos noticiários. Entretanto, a diretoria da emissora vem instituindo uma série de mudanças que vão da aparelhagem ao noticiário da manhã.

“A rádio está passando por modificações da grade musical com o objetivo de alcançar os jovens”, afirma o diretor da Rádio USP, Celso Santos Filho. Até agora, cerca de 75% das músicas tocadas na rádio pertencem ao gênero MPB, de compositores e cantores como Chico Buarque, Tom Jobim, Vinicius de Morais e Elis Regina, entre outros. Com a

inauguração da nova programação, em abril, esses títulos serão mantidos, mas com menor freqüência. A emissora planeja introduzir músicas internacionais e alternativas em programas como “Madrugada USP” e “Nonstop Music”, criados “para impactar”, e apresentar rock dos anos 60 aos 90 em “Johnny B. Rock”, além de mostrar canções de jazz e blues em “Clube do Jazz” e “Blues Power”.

Com cerca de 700 músicas, além das já tocadas, a nova programação procurará dar espaço para artistas mais recentes no cenário musical brasileiro, como Adriana Calcanhoto, Fernanda Porto, Ana Carolina, Ira, Cidade Negra, Cássia Eller, Carlinhos Brown e Capital Inicial. No tocante ao jazz e blues, a rádio incluirá Charlie Parker, Miles Davis, Nat King Cole, Billie Holiday, Quincy Jones e John Coltrane, entre outros. O projeto estipula que a duração dos noticiários seja ampliada e que haja um debatedor convidado. “Ninguém quer aquele ‘você ouviu e vai ouvir' que caracteriza as emissoras antigas.” Em parceria com o Ibope, a Rádio USP constatou que a audiência é de 4.200 pessoas por hora, das cerca de 30 mil que circulam na Cidade Universitária no mesmo período.

Jornalismo – Fato que chamou a atenção para a mudança foi a chegada ao país de um ex-aluno da Escola Politécnica da USP, hoje representante técnico da Rádio França no Brasil. Ao desembarcar em solo brasileiro, ele sintonizou a Rádio USP e se deparou com as mesmas músicas de seu tempo de estudante. Ao relatar sua feliz surpresa à equipe da emissora, o processo de mudanças, que já estava iniciado, foi incrementado e acelerado. Segundo Santos, agora a rádio enfatiza a programação jornalística. “Hoje damos mais cobertura ao que acontece na USP.” Os noticiários também informam e comentam o que ocorre fora dos portões da Universidade. “Queremos atender às obrigações de uma rádio, como prestar serviços de utilidade pública, informar e crescer culturalmente.”

Foto crédito: Cecília Bastos
Celso Santos: meta é alcançar jovens

As alterações, tanto de nível técnico quanto na grade musical, procuram angariar apoio cultural e tornar a Rádio USP mais competitiva, afirma o diretor. O equipamento de transmissão não permite que a emissora alcance toda a cidade de São Paulo, o que, para Santos, não corresponde ao perfil de uma emissora educativa com a qualidade universitária do “nível USP” e não permite competir com Eldorado, Antena 1 ou Alpha, suas “concorrentes diretas” no mercado de rádios segmentadas. Como trabalha apenas com financiamento público, ao contrário das três anteriores, o apoio cultural é necessário para custear a produção.

A Rádio USP, diz Santos, tem um “compromisso com o conhecimento”, mas há também a necessidade de se auto-sustentar sem o patrocínio de instituições privadas. Isso envolve, por exemplo, reforma de equipamentos, transmissores e compra de “casting musical”. A emissora, integrada no processo digital, pretende contar, futuramente, com “quatro canais no digital: um analógico-digital e três digitais”. Isso vale também para as outras duas emissoras que, com a Rádio USP FM de São Paulo, formam a Rede USP de Rádio: a Rádio USP FM de São Carlos e a Rádio USP FM de Ribeirão Preto.

O diretor explica que a programação musical da rádio estava muito focada no “tradicional”. Apesar de não haver nenhuma reclamação expressiva, decidiu-se renovar a grade de músicas “agregando valores”. Ele pede que o público adepto de MPB não se alarme, pois programas como “Memória” e “Empório”, apresentados por Milton Parron, serão mantidos.

Santos justifica a qualidade da emissora através de seu conteúdo. “O programa sempre tem que ter conteúdo”, diz, citando uma das vantagens do rádio em relação ao iPod, que disponibiliza uma grande oferta de músicas. A principal diferença entre um iPod e uma rádio é que esta oferece informação de qualidade, ele destaca. Um locutor pode contar o processo de gravação do Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, oitavo disco dos Beatles, curiosidades da vida de Cartola e dizer que a discoteca foi a precursora da ideologia da geração saúde. “Quase ninguém sabe disso”, diz Santos. Para o diretor, é importante dar a informação e seu contexto. Assim é possível atrair o jovem da comunidade uspiana e outras pessoas que estejam cansadas da programação tradicional.

Foto crédito: Cecília Bastos
A redação da Rádio USP: mais notícias sobre o que acontece na Universidade

Não bastassem os empecilhos trazidos pela inovação tecnológica, segundo Santos, uma pesquisa norte-americana comprova que “ninguém ouve mais que 20 minutos de rádio por dia”. Trata-se do efeito zapping, conhecido dos espectadores de televisão: a pessoa, com o controle remoto em mãos, troca de canal incessantemente. O diretor afirma que o mesmo tem acontecido com as rádios e por isso a programação precisa “chamar a atenção”, ter “rotatividade”.

Todas as mudanças que estão sendo feitas têm caráter experimental. Santos explica que “essa experimentação é importantíssima, mas sempre baseada em pesquisa, em audiência, em dados e fatos reais”. A rádio está resgatando idéias do início de sua história, quando tudo era novidade e o objetivo era “transmitir o que era novo”. A emissora é responsável pelo lançamento de artistas como Chico César e da banda Titãs, movimento que espera retomar. Característica de uma instituição pública que se pauta pela “pesquisa, saber e educação”, o diretor enfatiza que “é difícil, às vezes, você criar o novo, mas nunca existe o impossível de criar o novo”.

A programação semanal da Rádio USP FM (93,7 MHz) está disponível no endereço eletrônico www.usp.br/radiousp.



Escrito por Magaly Prado às 23h25
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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