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Rádio - Nas ondas da era de ouro

Por Lúcio Flávio, Correio Braziliense

Dinossauro diante do poderio das novas tecnologias como tevê a cabo, iPods, messengers e e-mails, o rádio já teve seus dias de glória. Um dos mais poderosos meios de comunicação do século passado, esse aparelho de ondas sonoras fez a cabeça e, sobretudo, os ouvidos de milhares de gerações.

No Brasil, nenhuma estação teve o mesmo poder de massificação que a Rádio Nacional, que acaba de ganhar divertido livro de verbetes escrito pelo sociólogo Ronaldo Conde Aguiar. Resultado de anos de pesquisa, Almanaque da Rádio Nacional, que traz ainda CD com 33 hits que embalaram a época de ouro das rádios, além de trechos de programas, esquetes e jingles, é uma aula de história do país, a partir do prisma cultural.

"O projeto nasceu com a idéia de se transformar em livro há uns dois ou três anos", comenta Conde, que é professor de cultura na Universidade de Brasília (UnB). "Eu tinha reunido, durante anos, material sobre a Nacional e seus anos dourados, principalmente a década de 1950. Um dia, me veio a idéia do livro.

Apesar da minha formação, resolvi não apostar em algo acadêmico, num ensaio sociológico sobre a emissora. O que queria, mesmo, era fazer um livro de textos curtos, mais informativos que interpretativos", revela.

Na trilha de sucessos das décadas de 1970 e 1980, o Almanaque sobre a Rádio Nacional vai além e não só mapeia os principais acontecimentos daqueles anos a partir das novidades artísticas - já que a Rádio Nacional reunia na época um elenco poderoso da música e do teatro -, mas inovações técnicas e sociais que ferviam no período, como os avanços significativos no campo da publicidade. "Não seríamos o que somos sem a Rádio Nacional.

Ela integrou o país. Ela reduziu distâncias. Ela divulgou idéias, maneiras de ver a vida e o Brasil", destaca o autor.

Dificuldades
Desenhar esse labirinto informativo repleto de curiosidades, notas biográficas, imagens raras, perguntas e verbetes não foi tarefa nada fácil. Conde conta que umas das grandes dificuldades encontradas foi a falta de registros sobre a Rádio Nacional, inclusive dentro da própria instituição. "O Brasil é viciado em desprezar os fatos e figuras que forjaram nossa formação.

Dei-me conta disso quando escrevi outros livros. Quando comecei a escrever o almanaque, pensei que, de alguma forma, iria encontrar na Rádio Nacional um material reunido, mais ou menos organizado. Enganei-me", desabafa. "Como todos sabemos, a Rádio Nacional foi vítima da sanha dos vencedores do golpe de 1964. A partir daí, seus arquivos foram destruídos e atirados no lixo. Pouca coisa sobrou. Minhas pesquisas, então, foram muito mais difíceis", lamenta.

Outro detalhe que dificultou o processo de pesquisa foi o fato de grande parte do vasto elenco de diretores, produtores e artistas da rádio ter morrido.

A alternativa, segundo o autor, foi garimpar sebos e bibliotecas à cata de entrevistas antigas dos principais ídolos da emissora. "Pude conversar com alguns astros e estrelas da época, mas gente como Renato Murce, Paulo Roberto, Ghiaroni e Floriano Faissal, já mortos, teriam muito a contar", enumera.

"Tive que consultar velhas revistas empoeiradas e rasgadas em bibliotecas e sebos, reunir cacos de informações", conta.

Fácil e gostoso de ler, o Almanaque da Rádio Nacional é repleto de histórias divertidas e curiosas envolvendo nomes de peso do período mais fértil da era de ouro do rádio, como Cauby Peixoto, Ary Barroso, Max Nunes, Rodolfo Mayer, e as eternas divas Emilinha Borba e Marlene. Também traz à tona momentos marcantes de uma instituição que, como definiu o jornalista Rubem Braga, "é a língua do povo brasileiro". Entre eles, o estrondoso sucesso da novela O direito de nascer, escrita por Amaral Gurgel, e o inconfundível Repórter Esso, jornalístico apresentado por Heron Domingues por quase 30 anos.

"Meu livro procurou conter o que a emissora continha: informação, emoção e sorrisos. Tudo isso, é claro, resgatando ou fazendo justiça àquela gente que produziu um fenômeno chamado Rádio Nacional", comenta Conde, que pretende levar a história do veículo às novas gerações. "Tenho a idéia de montar um curso ou palestra sobre a Rádio Nacional, com fotos, textos e sons. Gostaria muito que os jovens conhecessem a história desse importante veículo", planeja.(do SJPDF)



Escrito por Magaly Prado às 20h24
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TRANSAMÉRICA REVELA BANDA CAMPEÃ DE FESTIVAL

 '1º Festival de Bandas Verão Pop Transamérica' anuncia grupo campeão neste final de semana

Durante o mês de janeiro e início de fevereiro, a Transamérica Pop deu a oportunidade para novas bandas se apresentarem para o público do litoral paulista.

O Festival de Bandas – parte do projeto ‘Verão Pop Transamérica’, que contou com o patrocínio das Faculdades Anhanguera e da Cerveja Sol – recebeu bandas de pop rock do Brasil inteiro, que se apresentaram no transcorrer do evento.

Depois de uma longa seleção das melhores bandas feita pela Comissão Julgadora da Rádio Transamérica, os escolhidos para a grande final são os grupos ‘Café Sem Preço’, de Londrina; ‘Consciência Reggae’, de São Paulo, e ‘Avera’, também de São Paulo.

As três bandas finalistas se apresentam amanhã, dia 9/2, na cidade de Praia Grande, e o grupo vencedor terá direito a 2 mil CD’s ou 2 mil cartões Coolnex.

"O sucesso do festival de bandas coroa o ‘Verão Pop Transamérica’ de 2008, projeto que se tornou um marco na história dos eventos de emissoras de rádio no litoral pela organização impecável e grande repercussão, o que só foi possível graças ao apoio de grandes patrocinadores", comemora Ligia Cervone, Gerente de Marketing da Rede Transamérica de Comunicação.


Sobre a Rede Transamérica de Comunicação

A Transamérica é a única rede de rádios com três formatos diferentes de programação (Pop, Hits e Light). A Pop é dirigida ao público jovem das classes A, B e C, de 20 a 34 anos e está presente nas principais cidades brasileiras. A Hits é voltada ao segmento popular, da faixa etária dos 15 aos 39 anos e, em 2005, tornou-se a maior rede de rádios do segmento. Já a programação da Transamérica Light é dirigida ao público adulto qualificado, com mais de 30 anos, das classes A e B. (por Renato Coelho | Ana Pontes)


Escrito por Magaly Prado às 14h46
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PROGRAMA CONTRIBUI PARA INCENTIVAR O OUVINTE A LER MAIS

Laboratório de Leitura – Repensando os livros, a leitura e a literatura

 

O Laboratório de Leitura é um programa de rádio para a promoção da literatura como uma opção de conhecimento e lazer, mas de uma forma que não contribua para perpetuar as visões e discursos consolidados sobre os livros, a leitura e a literatura. Pelo contrário, a idéia é justamente questionar discursos que elegem os livros como “salvadores”, para daí emergir relações e interesses renovados entre as pessoas que fazem e as que potencialmente poderiam consumir livros.

 

A cada edição, um especialista da área é entrevistado, e um escritor ou escritora conversa sobre sua experiência como leitor e como profissional. Através de uma edição ágil e nada convencional, esses dois pontos de vista são encadeados de forma a encontrar pontos de contato que estruturem, para o ouvinte, um painel vivo e enriquecedor sobre o assunto. Todos os depoimentos são acompanhados por uma trilha sonora exclusiva, de forma a imprimir a leveza e o ludismo necessários ao assunto, tantas vezes dominado por uma gravidade e uma erudição excessivas.

 

 

Serviço

 

O Laboratório de Leitura, uma realização do GENS Serviços Educacionais, tem criação e direção de Diego Franco.

 

Vai ao ar a partir do dia 02 de Fevereiro de 2008, nas rádios Heliópolis (São Paulo/SP – 87,7 FM) e UFScar (São Carlos/SP – 95,3 FM e no site radio.ufscar.br)

 

Também é possível acessar o podcast do programa através do endereço laboratoriodeleitura.podomatic.com, onde já está disponível a primeira edição.

 

Esse projeto é realizado com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo – Programa de Ação Cultural – 2007.

 

Equipe:

Diego Franco e Uirá Vital – Produção, edição e entrevistas

Cris Brunetti – Locuções

Marcelo Laguna – Trilha sonoras originais



Escrito por Magaly Prado às 17h30
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Rádio digital: padrão Iboc deixa a desejar

Nada de novo no front do sistema digital nas rádios. Todas as informações que vem saindo na mídia foram amplamente divulgadas ano passado na carta aberta dos (cerca de 80) professores-pesquisadores de rádio do Brasil. Grupos ligados ao núcleo de Mídia Sonora do Intercom formados por pesquisadores-professores de algumas cidades brasileiras acompanham de perto os testes desde 2006. Os grupos  analisam e questionam insistentemente todos os prós e contras dos diversos padrões possíveis e, principalmente do Iboc, adotado pela maioria dos radiodifusores para os testes. Sempre os mesmos problemas, mas enfim, é bom que a imprensa continue martelando para ver se a discussão volte à tona com mais força. Eu li um artigo no final de semana no Estadão. O texto do Adnews fala que eles publicaram segunda-feira, então deve ser outro. Poxa, eles estão realmente persistentes no tema. Que bom!  

Rádio digital: padrão Iboc deixa a desejar   

Do Adnews - Artigo publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo, nesta segunda-feira, mostra o quão grande é a diferença entre a qualidade do rádio digital pago e o oferecido gratuitamente nos EUA. Foram realizadas testes com o sistema já implantado em larga escala por lá. Ao todo são quase 15 mil emissoras de rádio. Consideradas respectivamente como ótima e ruim, as opções são bem distintas. Enquanto o padrão satisfatório, cuja mensalidade é de US$ 12,95, sem limitação de uso, tem qualidade límpida de som, o outro chega a incomodar os ouvintes devido às interferências e atrasos na distribuição da programação.

Há apenas duas empresas que oferecem rádio digital via satélite por assinatura nos EUA. Ou pelo menos havia; pois elas decidiram se fundir e o negócio deve ampliar a diferença de mercado entre as duas opções. O serviço pago fornece qualidade equivalente à dos melhores CDs e informações sobre situação das estradas, restaurantes, postos de gasolina, e orientação a motoristas viajantes. O negócio passou a ser rentável à medida que a indústria automobilística resolveu aderir ao projeto e acoplar o sistema aos seus mais recentes lançamentos de alto padrão.

A desilusão

Após os pontos positivos, surgem as críticas. Segundo diz o jornal, testes confirmaram que o sinal aberto, operado pelo padrão In Band on Channel (Iboc) ou HD Radio, deixa a desejar. Criado pela empresa Ibiquity, o serviço transmite a mesma programação simultaneamente no mesmo canal tanto no modo analógico quanto no digital. Percebeu-se, portanto, "falta de estabilidade ou homogeneidade". As cidades menores são os pólos que melhor sintonizam o rádio aberto sem interferências. Mesmo assim, emissoras de AM chegam a desligar o sistema à noite para evitar problemas na qualidade. Já em FM, a desilusão é por causa do atraso no
som. Há um "delay", como é conhecido, de oito segundos para o analógico em comparação com o digital proporcionando "grande desconforto para o ouvinte". Das 15 mil emissoras de rádio nos EUA, apenas 10% aderiram ao padrão digital IBoc. (por Marcelo Gripa - Adnews)


Escrito por Magaly Prado às 11h38
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COMO A CBN VAI PARTICIPAR DO CAMPUS PARTY

 

Conversei com a Mariza Tavares, diretora executiva de jornalismo da CBN, e ela adiantou como será a participação da rádio no Campus Party:

 

"Queremos apresentar a CBN em suas diferentes frentes, já que a emissora não se resume ao rádio tradicional. Sendo assim, teremos um blog coletivo, que será utilizado pelos repórteres que cobrirão o evento e os comentaristas que participarem das palestras; e também faremos palestras todos os dias, de 20h às 21h, que serão transmitidas em tempo real no nosso site. A ordem dos palestrantes é: Milton Jung (11/02); Sardenberg (12/02); Juca Kfouri (13/02); Ethevaldo Siqueira (14/02); e eu (15/02), fechando a semana. Os três primeiros falarão também como blogueiros, mostrando como o trabalho na mídia eletrônica é hoje multifacetado. Ethevaldo é um craque em novas tecnologias e tratará disso, assim como do futuro do rádio. Meu bate-papo será sobre o trabalho que a CBN desenvolve na internet: a experiência com câmera no estúdio e transmissão no site; os blogs; nossos ambientes para coberturas especiais."

 

Campus Party é considerado o maior evento de entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores procedentes de toda a Espanha e de outras nações, com a finalidade de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias. (do site do evento)



Escrito por Magaly Prado às 12h28
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CBN promove ações no Campus Party Brasil

Do Rádio Agência - A CBN (AM 780 kHz e FM 90,5 MHz - São Paulo/SP) vai realizar uma série de ações durante a edição brasileira do Campus Party, considerado o maior evento de entretenimento eletrônico do mundo.

No Brasil, o evento acontece de 11 a 17 de fevereiro no prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

A CBN fará a cobertura completa do encontro. Os participantes poderão assistir a palestras com jornalistas da rádio, que discutirão as principais tendências da Internet, blogs, jornalismo e o futuro do Rádio. De segunda a sexta-feira, entre 20 e 21h, o estande da emissora recebe Milton Jung (dia 11), Carlos Alberto Sardenberg (dia 12), Juca Kfouri (dia 13), Ethevaldo Siqueira (dia 14) e Mariza Tavares (dia 15).

Os internautas vão poder conferir as palestras em tempo real no www.cbn.com.br, além de acessar o blog coletivo dedicado ao evento. Outro destaque da cobertura são os boletins especiais "CBN Tecnologia direto do Campus Party", que vão levar aos ouvintes os principais assuntos abordados nos seminários, fóruns de discussão e oficinas.

Realizado desde 1997 na Espanha, o Campus Party reúne durante uma semana, 24 horas por dia, milhares de participantes com seus computadores, com o objetivo de compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas a computadores, comunicações e novas tecnologias.

te encontro lá, hein!



Escrito por Magaly Prado às 12h54
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NOVA RÁDIO, A SAUDADE FM, CAUSA SENSAÇÃO. NA PRAIA OUVINDO A SAUDADE FM TOCANDO MARCHINHAS DE CARNAVAL ANTIGAS, CLARO!

Falei com o Luiz Torquato, jornalista e radialista famoso lá da Baixada Santista. Ele acabou saindo da Guarujá FM e está muito feliz na Saudade FM, como coordenador artístico e apresentando o horário da manhã dos 100,7 mHz do dial santista. Ouvintes e São Paulo o conhecem dos microfones da Gazeta FM, nos finais de semana, das 14h às 18h. Beto Rivera o resgatou cerca de um ano e meio atrás.

A saudade FM ficou no ar de março até novembro de 2007 em caráter experimental. A partir daí, passou a veicular oficialmente.

A emissora, que "pega" com som limpo no litoral sul até o Vale do Ribeira e no litoral norte até Caraguatatuba, tem foco nos sucessos do AM da década de 70, ou seja, a música popular. A rádio pretende ter afiliadas para o esquema de satélites e virar uma rede nacional. "Por enquanto, já recebe telefonemas de ouvintes de parabólicas do Piauí ao Rio Grande do Sul", conta Luiz Torquato. 

Quando eu estava na Barra do Una (litoral norte), adivinha que rádio eu fiquei ouvindo o tempo todo e até o meio da Imigrantes, quando ela saiu do ar? Adivinha? Saudade FM, da Baixada Santista. Muito boa!!!! Adoooro!

Muita música brega engraçada e muito flash back legal. Ninguém falando muito... nem falando bobagem. Pouca locução. Se bem que eu gostaria de ouvir os nomes das músicas,claro. Fico tentando adivinhá-las em um exercício gostoso, mas depois quero saber se acertei ou não. Só ouvi no horário das 18h às 19h, com Adriana Lima.

E o mais bacana é que como estamos no Carnaval, eles programaram marchinhas antigas, perfeito.

Agora o melhor de tudo foi ontem das 22h às 23h, só discoteca. Que delícia!

E olha só o site que bonitinho



Escrito por Magaly Prado às 23h19
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Meu humor:

  Escutando todas!

Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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