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RENATA FAN ESTRÉIA NA RÁDIO GLODO DIA 21

Pôxa, até que enfim a Rádio Globo coloca mulher no seu casting. Acho que só tem uma: a Juju, aos sábados, com pequenos quadros. Já não era sem tempo.

Do AdNews- Mais uma atração esportiva na Rádio Globo: depois do comentarista Paulo Julio Clement, a emissora anuncia para 21 de janeiro (segunda-feira) a estréia de Renata Fan, ex-miss Brasil que trocou as passarelas pelo mundo esportivo. Ela vai apresentar, de segunda a sexta, o boletim "A bela e a bola", em dois momentos: no Globo Esportivo da Rádio Globo São Paulo (18h às 20h), Rio de Janeiro e Belo Horizonte (18h às 19h) e no Panorama Esportivo (22h-24h). "Vou acabar com o preconceito e provar que mulher também entende e gosta muito de futebol", diz Renata.

Gaúcha de Santo Ângelo, sempre se destacou pela facilidade de comunicação. Em 1995, era uma das alunas do curso de Direito da Escola Superior de Santo Ângelo, quando recebeu um convite para trabalhar como locutora da Rádio Transamérica de sua cidade. Concluiu o curso, mas desistiu da profissão. Descobriu que sua paixão era outra. Trabalhou ainda como apresentadora de um programa da RBS TV (afiliada gaúcha da
Rede Globo) e, em 1999, ganhou o concurso de Miss Brasil, terminando em 12º lugar no concurso de Miss Universo, em Trinidad e Tobago. Entre 1999 e 2002, viajou por 22 países. Quando voltou ao Brasil, ingressou na faculdade de Jornalismo, formando-se em 2005, pela FIAM ( Faculdades Integradas Alcântara Machado), em São Paulo.



Escrito por Magaly Prado às 11h46
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GRUPO JOVEM PAN VAI ESTREAR A REDE PAN NEWS

Há cerca de uns cinco ou seis anos, a cúpula da Jovem Pan vem pensando em colocar no ar a sua versão all news, ou seja, a Pan News, com 24h de informação. Aí você me pergunta: e a Pan AM? Já não faz esse papel? Sim, faz. Mas a idéia é ocupar o dial FM e renovar esse jornalismo para atrair um público um pouco mais jovem, como fez a CBN, 15 anos atrás, e o que tenta fazer a Band News FM, nos seus primeiros anos de existência (surgiu em maio de 2005).

E por que a Pan News demorou tanto para implantar o projeto? O responsável pela espera é o Tuta (Antonio Augusto Amaral de Carvalho). Preocupação em excesso no que diz respeito ao que o afiliado vai fazer com o seu horário local, mete medo naquele que detém a marca de rádio mais conhecida do Brasil.

Afinal, o afiliado pode usar a marca da Jovem Pan jornalística para outros fins (politicagem, cartolagem etc.). É preciso um controle minucioso dos futuros afiliados. E só agora o Tuta está concordando. Claro, desde que tenha uma forte estrutura de fiscalização, com contrato de responsabilidade que deve ser cumprido à risca etc., pois, se for o caso, tira-se a rádio do ar. Aliás, a escolha dos afiliados deve ser rigorosa.

Sabemos que só se torna afiliado a uma rede quando se esgota as possibilidades de manter uma rede própria, e isso demonstra uma derrota para quem é realmente um radiodifusor. Os demais, que não tem o rádio na veia e são meros empresários, o contrário. Quer mesmo retransmitir uma rede sem se importar com o custo de produção, equipe de funcionários, estúdios etc. e simplesmente rodar a programação pronta. É desse cara que o Tuta tem medo. Tem um mau pressentimento do que ele pode vir a fazer com sua marca nos horários regionais.

Bom, qual vai ser o passo da Pan? Procurar as emissoras com real interesse em jornalismo (semelhante a CBN e Band News FM). Dentre elas, aquelas que já retransmitem alguns programas da Pan AM.

PAN NEWS e PAN NEWS 2

A Pan News terá uma produção paralela, baseada em São Paulo, porém, boa parte da programação calcada no material da Pan AM, principalmente a cobertura nacional (e, claro, retirar o noticiário que ganha o ranking de reclamações: o do trânsito local com informações do congestionamento da avenida Rebouças, em São Paulo, por exemplo). Já que para eliminar esse tipo de noticiário teriam que montar, de qualquer jeito, uma equipe, aproveitarão para ter uma produção própria mesclando as possibilidades. Vão fazer duas edições, nos moldes da FM com a Jovem Pan e a Jovem Pan 2, uma para São Paulo e outra para o Brasil. Por exemplo, a Pan Brasília, que antes gerava só para São Paulo, terá sua cobertura editada em dois prismas: um para São Paulo e outro prisma para a rede.

O formato ainda está sendo analisado. Mas o fato é: não dá para ignorar que é preciso deixar espaço para uma programação regional. Mais ou menos dia, isso vai se tornar realidade, por menos que queiram os empresários donos de rádios. Mas, cada caso é um caso. Algumas emissoras vão negociar 10, 20 ou 30% de horários dedicados ao noticiário local. Isso já acontece com a retransmissão dos produtos isolados que a Pan AM distribui. Porém, agora vão poder usar a marca da Pan News.

Hoje, a Pan disponibiliza de maneira fechada alguns produtos, como o “Jornal da Manhã”, carro-chefe dessa distribuição pontual. Mas, sem usar a marca. Se for a Difusora de Catanduva, continua sendo ela. Com o novo projeto, será permitido. Serão disponibilizadas 24h da Pan News para as emissoras que quiserem com permissão (controlada) de alguns espaços locais. Porém, a gente sabe que existe muita gente que não quer fazer nada. Infelizmente. Esses quando possuem uma concessão e não querem ter trabalho, acabam arrendando para algum bispo, algum político, ou penduram sua rádio em uma rede que cobre o menor valor possível.

O fato é que as redes não estão crescendo mais. Diria até que estão diminuindo. Porque também não vamos contar quando a rádio expande para Xiririca da Serra, não é mesmo?

O que o rádio precisa urgentemente fazer é mudar a postura. Cuidar do jovem que está debandando para os dispositivos móveis, como os aparelhos de MP3 e os celulares. Se não houver uma produção realmente competitiva de mercado, o rádio perderá a audiência da juventude.

 



Escrito por Magaly Prado às 14h23
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Rádio Senado tem quatro novos canais de FM

Do meio & mensagem - Ao todo 19 capitais brasileiras recebem as informações do Senado

A Rádio Senado tem quatro novos canais FM para as suas transmissões. O Ministério das Comunicações concedeu outorga nas cidades de Belém (PA), São Luís (MA), Natal (RN) e Teresina (PI). As autorizações foram publicadas em dezembro de 2007 no Diário Oficial da União.

A emissora do poder legislativo, contando a capital federal, agora chega à população de 19 capitais do País. Entre as atrações da Rádio Senado estão música brasileira, prestação de serviços e informações sobre tudo que acontece no Senado. São 24 horas de programação.

A programação da emissora, no ar 24 horas por dia, inclui informação, música brasileira e serviço, além das transmissões ao vivo das principais atividades da Casa. (por Alexandra Bicca)



Escrito por Magaly Prado às 18h01
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Rádio Itatiaia inaugura transmissor FM

Do meio & mensagem - Emissora mineira espera crescer 10% neste exercício e já prepara cobertura das Olimpíadas e das eleições municipais

A Rádio Itatiaia, que possui duas emissoras em Belo Horizonte (uma AM e outra FM) e outras sete no interior do estado, entra em 2008 com um novo parque de transmissões que passou a utilizar um transmissor de FM combinado com HD Radio (equipamento para a transmissão no sistema digital). Foram investidos US$ 2 milhões no parque e US$ 300 mil no transmissor.

Agora a empresa foca seus projetos especiais do ano em busca de atingir a meta de crescimento de 10%. A emissora já está negociando as cotas de patrocínio da cobertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, que acontecerão entre os dias 8 e 24 de agosto. Foram disponibilizadas para o mercado anunciante 10 cotas de patrocínio, divididas em ouro, prata e bronze.

"O aquecimento do mercado continuará e temos que estar atentos às oportunidades. Ações promocionais e a internet estão muito valorizadas e os meios tradicionais devem pensar em potencializar o cross mídia: rádio+internet, rádio+promoção, rádio+internet+promoção. Esta soma é válida e tem que ser explorada em todos os veículos. O mercado publicitário já pensa mais em comunicação e não somente em propaganda", pontua Carlos Rubens Doné, diretor de mercado da Itatiaia. (por Fernando Murad)



Escrito por Magaly Prado às 09h48
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RÁDIOS COMUNITÁRIAS - 25 anos de luta por emissoras livres

RÁDIOS COMUNITÁRIAS

25 anos de luta por emissoras livres

 

A palavra comunitária teve origem na língua francesa - communautaire - cuja adjetivação ou significado refere-se ao respeito à comunidade, considerada quer como estrutura fundamental da sociedade, quer como tipo ou forma específica de agrupamento. O rádio, forma reduzida de radiofonia, é o aparelho ou conjunto de aparelhos para emitir e receber sinais radiofônicos. Aparelho receptor de programas de radiodifusão, a estação faz a emissão de programas através desse aparelho. A galena vem do grego galene e do latim galena e sua sinonímia refere-se ao mineral monométrico, sulfeto de chumbo, o principal minério de chumbo. (Quando argentífero, é também minério de prata galenita).

No Brasil, galena é o aparelho rudimentar de rádio no qual se usa o cristal de galena; rádio de galena. Pelos idos de 1980, estudantes britânicos insatisfeitos, para burlarem a legislação da Grã-Bretanha que garantia à BBC (British Broadcasting Corporation) o monopólio de rádio e televisão, começaram uma experiência de forma alternativa com uma rádio. A Rádio Caroline serviu de experiência alternativa dos estudantes para enfrentar a legislação daquele país. Foi instalada muito além das 12 milhas marítimas, fora dos controles do país.

Uma medida inusitada, a criação de uma estação de rádio em um barco, de onde passaram a difundir suas idéias, suas músicas, suas opções e cultura. Como todo aluno tem um arzinho de gracejo, eles fincaram uma bandeira de pirata no mastro do barco, fazendo com que a experiência ficasse conhecida como rádio pirata, expressão que pegou em cheio alastrando-se pelo mundo inteiro. De piratas a comunitárias - emissoras de rádio em freqüência modulada (FM) sem fins lucrativos, operadas em baixa potência e de cobertura restrita ao bairro em que se localizam, outorgadas a fundações e associações comunitárias.

Reconhecimento e importância

Em São Paulo, na cidade de Sorocaba, houve uma proliferação de mais de 100 emissoras de rádios "pirata". Devido a essa inspiração, Sorocaba terminou por sediar o maior movimento literário da radiofonia brasileira, ficando conhecida como "Verão de 82 da Liverpool Brasileira". Muitos debates aconteceram na cidade em defesa da liberdade de expressão e uma luta pela liberação das ondas do ar para as emissoras locais. Foi a luta em defesa do espectro eletromagnético. Uma repressão pesada aconteceu, mas muitas emissoras sobreviveram, surgindo um fato sócio-jurídico em defesa dessas emissoras.

Dessa defesa nasceu um movimento forte, surgindo então a criação do jornal impresso Rádiocomunidade, órgão oficial do fórum Democracia na Comunicação, principal fonte de consulta dos estudos sobre a história das rádios comunitárias. A aprovação pelo público da Rádio Verão fez nascer, em 1985, a Rádio Xilique, que tinha como coordenadores professores e estudantes da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), com cobertura grandiosa da imprensa paulista. Afirmam os estudiosos que a emissora serviu de ponte para denunciar a ditadura do monopólio de comunicação, tornando-se com isso a mais lida e ouvida, mais lida do que ouvida. Imprimia boletins e panfletos, anunciando sua programação de ótima qualidade e fazendo com que milhares de estudantes que não podiam ouvir a citada emissora quisessem saber nuanças da Rádio Xilique. Surgiram as passeatas com estudantes encapuzados junto àqueles que queriam a liberdade de ação e acabar com o monopólio da Rede Globo.

Dom Evaristo Arns deu apoio ao movimento e combateu a repressão policial. Dom Evaristo era o chanceler da PUC-SP. De visível, passou a funcionar subterraneamente, conta o professor José Carlos Rocha - isso até 1988. Com a Constituição, os oligopólios e monopólios eram expressões proibidas. Surgiu então o reconhecimento e a importância do Estado Democrático de Direito, com capítulo inteiro dedicado à comunicação social. Em 1989, surgiram 20 rádios "piratas", 20 "radiomantes", e jornalistas, professores e adeptos do PT (Partido dos Trabalhadores) conseguiram do diretor da Escola de Comunicações e Artes da USP, na época, professor José Marques de Mello, instalação para promoção do evento.

"Dra. Solange" e a "Dama da Tesoura"

Outras emissoras surgiram, como a Rádio Livre Reversão, da Vila Ré, Zona Leste da capital paulista, coordenada e fundada por Leo Tomás Pigatti, fundador da primeira entidade de rádios livres no Brasil, a Associação de Rádios Livres do Estado de São Paulo (ARLESP). Houve empenho para inclusão de artigos na nova Constituição, nos anos de 1987 e 88. Parece que a intenção não vingou. Muitas autoridades lutaram para a instalação das Rádios Livre, como Cláudia Abreu (diretora de Comunicação da União Nacional de Estudantes) UNE, Frederico Ghedini, do Sindicato dos Jornalistas, e José Marques de Mello. No I Encontro, nasceu o Menerrelê, o Movimento Nacional de Rádios Livres (MNRL). O movimento foi tomando força e surgiu o Coletivo Estadual de Rádios Livres de São Paulo, inspirado pela nova Constituição e houve um movimento querendo substituir a expressão "pirata", por rádios livres.

Muitos protestos aconteceram, principalmente daqueles que queriam continuar sendo "piratas da perna de pau". Aproveitando o ensejo, Jânio Quadros, ex-prefeito de São Paulo, criou uma rádio não autorizada para ser usada na sua campanha para a prefeitura paulista. Travava-se, a cada dia, uma luta titânica pela Rádio Livre. O movimento das rádios comunitárias teria como título "Deixe de mentira, Cid Moreira". Duas mil pessoas compareceram ao teatro da Universidade Católica de São Paulo e depois à ECA. O Comitê se instalou, adquiriu oito transmissores artesanais de rádio, formando duradouro estoque. Os encontros continuavam. O segundo foi realizado em Goiânia (GO), com palestras transmitidas ao vivo por uma "televisão livre". Macaé (RJ) recebeu o terceiro encontro.

A Polícia Federal fechou a Rádio Reversão, tendo um agente apontado uma arma para Pigatti e todos os equipamentos foram apreendidos. Essas rádios deram mais espaços às bandas jovens do que a própria TV Globo. A Rádio Livre "Novos Rumos" também foi fechada em 1991 e outras emissoras espalhadas pelo país tiveram o mesma destino. Em 1991, apesar da repressão, mais de 400 emissoras estavam no ar. O que se estranhava é que no fechamento das emissoras pela PF (Polícia Federal) sempre estava presente um veículo da Rede Globo que transportava os policiais federais. Muitas pessoas, apaixonados pelas rádios livres, lutaram bravamente pelo funcionamento dessas emissoras, como a "doutora Solange" e a "Dama da Tesoura", que participavam ativamente.

Controle e programação

Marchas e contramarchas foram fortalecendo o movimento, até que, em 1998, o movimento conseguiu o seu intento e, através da Lei 9612, o Serviço de Radiodifusão Comunitária teve os objetivos estabelecidos, como: dar oportunidade à difusão de idéias, elementos de cultura, tradições e hábitos sociais da comunidade; oferecer mecanismos para a formação e integração da comunidade, estimulando o lazer, a cultura e o convívio social; prestar serviços de utilidade pública, integrando-se aos serviços de defesa civil sempre que necessário; contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas, em conformidade com a legislação profissional vigente; permitir a capacitação dos cidadãos no exercício do direito de expressão da forma mais acessível possível.

Arnaldo Coelho Neto afirma em seu livro Rádio Comunitária não é crime - Direito de Antena que o espectro eletromagnético, como um bem difuso, relata todas as nuanças e o processamento das rádios piratas, das rádios livres, até chegar à condição de Rádio Comunitária. Uma obra excelente, da Editora Ícone, publicada no ano de 2002. "Por certo, todos operadores do direito, comunicadores, os cidadãos e cidadãs em geral, os pesquisadores, poderão, finalmente desfrutar desses conhecimentos. É o exercício do Direito de Antena, uma instituição que afeta o seguimento do Direito Público apenas porque cabe ao Poder Executivo realizar alguns despachos asseguradores do direito de utilizar o espectro eletromagnético.

Aliás, uma questão de sinais de trânsito, muito embora o tráfego das telecomunicações tenha sido, até o momento, um tráfico de influências políticas e outras. Contra tudo e contra todos, em especial os patrimonialistas e os ditos cartorialistas da Comunicação Social, os radiocomunitaristas estão dando uma edificante lição de vida para um setor que, no Brasil, nem capitalista é - o da comunicação pública. E mais: uma história vem sendo escrita onde menos se esperava."

Estas afirmações são dos editores da obra aqui citada e merecem reflexão. Visto que, mesmo com regulamentação, não se pode sair instalando emissoras e mais emissoras ao bel-prazer dos interessados, o ar, as ondas sonoras ficaram poluídas de ruídos e a interferência teria uma ação prejudicial para as demais emissoras. Mesmo sendo em benefício da coletividade a que pertence, o espaço ou raio de ação deve ser limitado e o controle e organização das programações das rádios comunitárias devem ser previamente estudados para que elementos nefastos não venham prejudicar ou desestabilizar a comunidade a que a rádio esteja subordinada. Tudo, para funcionar bem e a contento, precisa de controle, conforme o decreto n°. 2.615/98 (que regulamenta as ações das Radcom). Poderíamos expor mais fatos, mas a matéria poderia se tornar cansativa e não é esse nosso objetivo. (por Antônio Paiva Rodrigues, no Observatório da Imprensa) 



Escrito por Magaly Prado às 18h33
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AUDIOCAST LIVRE: UM PRODUTO DA COMUNIDADE DOS DESCONTENTES

Eis o resumo do primeiro capítulo da minha dissertação de mestrado a ser defendida esse semestre no TIDD_ Tecnologias da Inteligência e Design Digital, da PUC-SP.

AUDIOCAST LIVRE: UM PRODUTO DA COMUNIDADE DOS DESCONTENTES

A idéia é mostrar algumas formas da apresentação do  rádio no formato audiocast, ou podcast, como é conhecido. Trata-se de uma modalidade de rádio pessoal, customizável, no qual a audiência pode de fato  interagir, tornando-se co-produtora  e incitando-a a ocupar o lugar dos protagonistas. Essa interação pode se dar como interferência tanto na produção quanto na edição de programas, quanto opinando e repercutindo notícias.  É uma proposta de romper com os modelos convencionais e um estímulo a que se pratique a permanente desmontagem dos canais oficiais de distribuição de música e informação, o que implica cada vez mais em canais autônomos. A idéia é mapear, no sentido de recolher e apresentar o que vem sendo produzido como audiocast que gera conhecimento e convidar produções inteligentes a participar da programação. Paralelamente, mostrar o fenômeno que emerge com o crescimento da Internet e o impacto que causa na radiofonia tradicional e no jeito de se relacionar com a audiência. Traçando um paralelo com o descontentamento dos ouvintes que conseguiram, pela primeira vez na história, produzir a própria rádio de forma livre, com a possibilidade de receber ajuda coletiva, já que aceita a colaboração dos demais ouvintes, formando, uma rede de afinidades.



Escrito por Magaly Prado às 12h41
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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