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RETROSPECTIVA DO RÁDIO EM 2007

SP

A estréia em fevereiro de 2007 da SulAmérica Trânsito FM no dial de São Paulo, uma das cidades mais congestionadas do mundo, foi uma boa sacada. Na Europa rádios com essa intenção existem há muito tempo com êxito. 

Se bem que até hoje a emissora ainda não achou o balanço certo de alternar reportagem jornalística eficiente com participação de ouvintes-repórteres, que acabam por falar demais e perturbam um pouco a audiência. É preciso saber dosar, mas a idéia de utilizar o receptor para programar a rádio é boa e está na pauta do dia. Já dizia Brecht nos anos 20 que devemos dar voz aos receptores. Chegou a vez deles.

Outro ponto a trabalhar melhor é a distribuição do serviço de utilidade pública pelas vias engarrafadas da metrópole. Nem sempre estamos nos lugares onde informam e, por vezes, demoram a nos ajudar exatamente onde estamos. Ainda assim, precisamos mais de rotas alternativas do que informação de que estão intransitáves.

E sabe de uma coisa? Eu não colocaria música. Ou é ou não é uma rádio de trânsito, ora! Se ligo nela é porque preciso fugir do caos e não para ouvir nada musical.

Se bem que daqui há pouco rola o "Brilhantina", programa do Fernando Barreto, que traz as pérolas do rock dos anos 50. Boa tacada dos dirigentes da emissora em aproveitar que o programa foi descartado da grade da Kiss FM. Ouçam às 22h. Mas deveria entrar no ar só se não houvesse trânsito na cidade, o que é praticamente impossível. Que tal no meio da madrugada? Xiiiii.... o Barreto vai ficar bravo comigo.

Gene Vincent and the Blue Caps



Escrito por Magaly Prado às 20h09
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RETROSPECTIVA RADIOFÔNICA 2007

SP/RJ

E por falar em Jovem Pan, este ano, os cariocas deixaram de ouvi-la no dial. Os comentários apontaram para o pavio curto de Tutinha. Ao que parece o diretor da Pan FM não tem papas na língua mesmo. No entanto, trata-se de uma praça importante. E perdê-la não deve ter sido um bom negócio para a família Machado de Carvalho. E quem fica feliz é Di Genio que ocupou a frequência com sua crescente rede Mix de Rádio.

Tutinha. Foto de Marcelo Spatafora na Revista Playboy

E a Paradiso, hein? Tão alardeada para estrear no dial de São Paulo e até agora necas de pitibiriba. No Rio, ela vai bem. Está em 11.o  lugar, o que para uma rádio adulta é uma boa posição.



Escrito por Magaly Prado às 19h39
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RETROSPECTIVA 2007

Você pode notar que a Tupi FM, do grupo CBS, já havia perdido a liderança do dial FM de SP.

Foto do w. Mendes do site Rádio Agência

Wagner Mendes, responsável pelo feito, deixou a emissora segmentada em sertanejo romântico atual, em fins de 2006 e foi para a Tropical FM, do Ciro Aguiar. Hoje, a Nativa, que sertanejou sua programação quando foi parar no Grupo Bandeirantes, ocupa o primeiro lugar entre as mais ouvidas. Ou seja, a constatação de que a maioria dos ouvintes de FM da grande São Paulo gosta de ouvir música sertaneja, ainda permanece.

Será que temos mais ouvintes paulistanos de sertanejo ou de pop-rock?

Foto do M. Braga do site Rádio Agência

Uma surpresa foi a Mix liderar o ranking em quase todos os horários. Por que a surpresa? É uma rádio que toca pop-rock. Marcelo Braga, a princípio precisava apenas liderar o segmento das jovens como meta, quando entrou lá para dirigir a emissora. Porém, além de passar a Pan, Metrô e 89, havia anos alternava a frequência entre as 5 primeiras, o que já era um feito. E em 2007, pimba: foi parar entre as mais ouvidas de Sampa.

Mais tarde, blogo mais retrospectiva 2007. Mande-me o que você lembra.



Escrito por Magaly Prado às 13h53
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RETROSPECTIVA DE 2007 - ÚLTIMO RANKING DO ANO DAS FMS DE SP

Do Rádio Agência- evolução das emissoras de rádio FM de São Paulo. Os dados foram obtidos através do cruzamento de informações das agências de publicidade, emissoras de rádio e clientes diretos. Tomamos como base a audiência geral - todos os dias.


Desce Sobe Mantém posição

 Nativa FM - 95.3 MHz

 Mix FM - 106.3 MHz

  Tupi FM - 104.1 MHz

Transcontinental FM - 104.7 MHz

89FM - 89.1 MHz

 Metropolitana FM - 98.5 MHz

 Band FM - 96.1 MHz

 Gazeta FM - 88.1 MHz

 Jovem Pan FM - 100.9 MHz

 105 FM - 105.1 MHz

 Alpha FM - 101.7 MHz

Nova Brasil FM - 89.7 MHz

 Rede Aleluia - 99,3 MHz

 Antena 1 - 94,7 MHz 

 CBN - 90,5 MHz



Escrito por Magaly Prado às 13h40
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RETROSPECTIVA DO RÁDIO EM 2007

Bom, vou tentar lembrar dos fatos radiofônicos mais marcantes. Preciso de sua ajuda. Conte-me o que aconteceu no rádio que você ouve, que você trabalha, ou da sua comunidade. Vamos postar aqui uma retrospectiva radiofônica de 2007.

São Paulo

BRASIL 2000 = ESPORTES 24h ou MTV FM

1. O anúncio de que a rádio Brasil 2000, que virou apenas 107,3, seria arrendada não se concretizou (ainda). Rumores aventaram que o grupo Bandeirantes colocaria no ar a tão querida rádio esportiva por 24h. Necas. A MTV também tentou negociar com a emissora, que já foi famosa por ser a única college radio do dial paulistano na época de Roberto Maia, e nada. Até hoje estamos sem ouvir a tal MTV FM. Será que ainda vinga? Orientei uma dupla de alunos (superqueridos!) da Cásper Líbero que desenvolveram projeto de uma rádio para a MTV muito bacana. Naquele mesmo ano. Eles lá e os meninos na Paulista bolando uma grade para uma mesma FM.

PENÉLOPE POR POUCO TEMPO NO RÁDIO VMB

Fizeram uma tentativa de ocupação do dial com um programa lincado ao VMB apresentado por Penélope Nova, com alguma experiência em rádio FM. O programa diário durou menos de dois meses porque estava condicionado ao dia da premiação.

SAIRAM DO AR

O "Canção Americana", produzido e apresentado pelo jornalista Vicente Adorno, na Cultura FM. Programa refinadíssimo, uma pena mesmo. Adorno ganhou outro horário e continua na grade, agora com "Na Companhia da Música", de segunda a sexta, das 18h às 19h.

REFORMULAÇÃO DA RÁDIO CULTURA FM

Na verdade, toda a programação da Cultura FM foi reformulada por força da diretriz de dedicar todos os horários à música clássica. Aliás, a Cultura FM e a USP FM comemoraram 30 anos em 2007.

 

PAN FM

 

Luíz Augusto Alper voltou a dirigir a Jovem Pan FM. Será que ele ainda está por lá? Não soube de mudanças... No primeiro ibope do ano, a Pan estava em sétimo lugar. E agora? Em nono. Aliás, em janeiro de 2007 a situação era:

1. Transcontinental. 2. Tupi. 3. Nativa. 4. Mix. 5. Metropolitana. 6. Gazeta. 7. Jovem Pan. 8. 105 FM. 9. Band FM 10. Alpha. 11. Nova Brasil. 12. Antena 1. 13. 89. 14. Aleluia. 15. CBN

Vamos ao último ranking das 15 mais ouvidas do site Rádio Agência e façam as comparações.



Escrito por Magaly Prado às 12h43
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"FIM DE EXPEDIENTE" DA CBN SÃO PAULO REPRISA 3 PROGRAMAS MAIS VOTADOS PELO PÚBLICO-OUVINTE

Programa da rádio CBN reprisa episódios que mais agradaram ouvintes em 2007

Redação Portal IMPRENSA

O programa "Fim de Expediente", da rádio CBN (transmitida em SP na freqüência 90,5 FM e 780 AM), vai reprisar os três episódios que mais agradaram aos ouvintes em 2007.

As reprises foram eleitas pelo público via e-mail e os três programas serão exibidos nos dias 28 de dezembro, 4 e 11 de janeiro.

No comando do programa está o ator Dan Stulbach que, ao lado do escritor José Godoy e do economista Luiz Gustavo Medina, fala sobre política, economia, cultura, esportes e comportamento. "Fim de Expediente" é exibido todas as sextas-feiras, entre 19 e 20h.



Escrito por Magaly Prado às 20h08
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Morte de locutor de rádio faz de 2007 ano ainda mais violento para imprensa

 

Do Comunique-se - Entidades como o Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) têm mais números para adicionar aos relatórios sobre jornalistas assassinados este ano. Na sexta-feira (21/12), Ferdie Lintuan, apresentador de uma rádio em Davo, nas Filipinas, foi assassinado a tiros ao deixar o prédio onde fica a emissora. Com ele, sobe para cinco o número de profissionais de imprensa mortos no país.

O vereador Próspero Nograles acredita que a morte de Lintuan está ligada às críticas que fez ao prefeito Rodrigo Duterte, de Davo, cidade localizada a cerca de mil quilômetros ao sudeste da capital. Informações trazidas pela agência EFE dão conta de que Duterte foi acusado de permitir que esquadrões da morte matassem bandidos para fazer da cidade “a mais segura da Ásia”.

O CPJ informou que 64 profissionais de imprensa morreram em 17 países este ano. O número é considerado recorde se comparado aos últimos dez anos.

A União Nacional de Jornalistas informou que desde que a presidente Gloria Macapagal Arroyo assumiu o governo das Filipinas, em 2001, 54 profissionais morreram. Ela prometeu acabar com os assassinatos de jornalistas.



Escrito por Magaly Prado às 09h26
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A PEDIDOS, LÁ VAI A FOTO DA LOCUTORA MONIKA LEÃO QUE TROCOU A ENERGIA 97 FM PELA BAND FM, DE SÃO PAULO

Notícia relacionada mais abaixo



Escrito por Magaly Prado às 09h12
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89 FM lança campeonato de videogame no cinema

A 89, de São Paulo, começa 2008 com a promoção de um campeonato de videogame no rádio.

 

Os ouvintes podem começar a se inscrever a partir de hoje. Os sorteados vão participar de um campeonato do game Pro Evolution Soccer. "Mas a maior surpresa fica por conta do local onde a competição vai ser realizada: em uma telona. As partidas vão ser realizadas em salas de cinema de São Paulo, tudo para deixar o evento ainda mais emocionante", diz Beatriz Dotane.

 

As inscrições vão até o dia 16 de janeiro, quando a 89 divulgará mais informações sobre o campeonato.



Escrito por Magaly Prado às 18h39
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Rádios bolivianas em SP unem comunidade e se ocultam para driblar fiscalização

Do UOL Notícias - As rádios piratas são tão escondidas como as oficinas de costura. A oculta comunidade boliviana em São Paulo se refugia diante de fios e agulhas em jornadas de 17 horas, seis dias por semana (só no domingo eles são vistos nas ruas centrais). A concentração deixa só os ouvidos livres da tensão para não errar e ganhar R$ 1,50 por peça finalizada.

"Meteoro FM, 107.5, porque somos la diferencia en su sintonia en la capital paulista", retumba o slogan da estação de maior alcance, ouvida até na região da avenida Paulista e irradiando desde o Bom Retiro. No total, são quatro rádios levando notícias, música, novelas, anúncios, programas esportivos e palavras de consolo em espanhol para os mais de 100 mil imigrantes.

Clandestinamente, as antenas, os estúdios e o lugar no dial se instalaram na vida da cidade, mas desaparecem de tempos em tempos para driblar a fiscalização.

A mais antiga em funcionamento, a Infinita FM (106.7) saiu do ar na última semana, justamente quando voltou a ser sintonizada a rádio Galáctica (105.5). "Vocês estavam desaparecidos", brincou ao vivo a ouvinte Silvia, da oficina Los Leones de Penha, que telefonou para a estação para pedir que tocassem sua cumbia preferida da banda Los Culpables. "Sim, tivemos uns probleminhas, mas 2008 vai ser bem melhor", respondeu o locutor Lobito. Há ainda a FM Melodia, captada apenas na Casa Verde e cercanias.

Com endereço em uma rua movimentada do bairro comercial do Brás, a Infinita FM tem sede em um prédio decadente de seis andares, com sua antena de cinco metros postada no alto. Por lá, detrás de cada porta sai o barulho das máquinas. O elevador virou de carga, afinal, as sacolas com roupa são as principais usuárias dele. Só uma das portas oculta o estúdio onde Andrés Espinoza apresenta de manhã seu programa com as novidades do futebol boliviano.

Espinoza é quem leva à frente a campanha para sair da condição de pirata e virar uma rádio comunitária. Capitaneados pelo grupo Oboré, 117 estações paulistanas estão tentando a legalização junto ao Ministério das Comunicações.

A Infinita é a única nessa lista que serve a comunidade boliviana. "Os radialistas bolivianos nos procuraram. Nós ajudamos, mas o contato é ocasional", conta Cristina Cavalcanti, coordenadora do Oboré. Por medo dos fiscais, os comunicadores são arredios. A reportagem do UOL entrou em contato com três deles, mas eles se recusaram a dar entrevista ou faltaram aos encontros combinados por telefone celular, que passaram a não responder mais.

Se homologada, a rádio Infinita teria um raio de cobertura de um quilômetro nos bairros Pari e Brás. E as publicidades, que hoje ocupam boa parte de sua programação, seriam bastante limitadas: só empresas com sede na área de cobertura e sem divulgar preços e endereços (só apoio cultural).

Os anúncios são a forma com que essas rádios se sustentam atualmente. E eles vão de simples classificados a vinhetas bem elaboradas. A oferta de máquinas de costura é a campeã. Mas tem também propaganda de um dentista boliviano com consultório na rua Celso Garcia: "Una linda sonrisa abre corazones." Outro reclame traz o diálogo de um mulher tentando acordar seu marido que resiste em ir costurar e dorme um pouco mais "no colchão macio e lindo" da loja X do Bom Retiro.

BOLIVIANOS PAULISTAS
Rodrigo Bertolotto/UOL
87% dos bolivianos em SP têm entre 20 e 24 anos e prefere ouvir música dançante
Rodrigo Bertolotto/UOL
Menina boliviana cuida de armazém com batatas típicas na rua Coimbra, no Brás
Rodrigo Bertolotto/UOL
Salões de beleza da comunidade estão entre os anunciantes das FMs bolivianas
Rodrigo Bertolotto/UOL
Portunhol domina cartazes de lojas nas ruas do Brás que concentram comércio andino
TOP 1 DAS RÁDIOS BOLIVIANAS
CONFIRA RAPPER BOLIVIANO

Há também quem ofereça emprego, como Juan Carlos anunciando "trabajo bico" com o "salário altíssimo de R$ 700" - o locutor termina apelando para que o ouvinte "avise seus amigos desamparados". Outros procuram casa na região do Belenzinho para instalar oficina ou oferecem apartamento em Cochabamba (ótimo investimento "en nuestra amada patria").

Os restaurantes típicos, as "peluquerias" especializadas nos cortes mais populares de cabelo e as lojas de aviamentos são a base dos patrocinadores das rádios. Alguns informes publicitários esclarecem que, para o estabelecimento atender, o cliente deve "tocar al timbre" (apertar a campainha), ou seja, também as lojas são encobertas.

A maioria dos estabelecimentos está na rua Coimbra, no Brás, epicentro dos andinos. Lá estão o restaurantes El Campeón ("El mejor frango a la brasa de São Paulo") e o já tradicional Illimani, cujo dono, Jorge Merubia, é uma espécie de embaixador dos imigrantes e promotor da feira típica na praça Kantuta. É lá que as ouvintes depositam cartas que serão lidas no programa "Caminando En La Tarde". São histórias de amor, separação, pobreza e sacrifício, dando uma versão melodramática para a migração.

As rádios também servem para unir esses estrangeiros. Na Meteoro, o locutor Efrain Garcia convocou os ouvintes a participarem de ato pela anistia dos indocumentados na praça da Sé. "Se você for jogar futebol no domingo e não participar, vai prejudicar todos seus compatriotas", advertia no ar, pedindo para seus ouvintes evitarem pelo menos em um fim-de-semana o divertimento preferido.

Em outros momentos, o rádio ajuda a localizar familiares ou amigos espalhados em outras oficinas. Como o setor de confecção vive uma estiagem entre os meses de janeiro e dezembro (a moda de verão já foi entregue e a de inverno só começa em março), muitos bolivianos voltam para o Altiplano de férias. Recados na rádio são do tipo "Ramiro procura sua irmã Adriana porque está de viagem marcada para La Paz."

As rádios também falam de medicina. Por um lado, alertam para o perigo da tuberculose, que teve surto entre a comunidade devido ao trabalho e hospedagem em ambientes fechados e sem ventilação. Por outro, oferece ungüentos e pomadas para dores de coluna e cãibras, corriqueiras para quem fica dias e dias sentado trabalhando.

A maioria dos imigrantes bolivianos (87%) tem entre 20 e 24 anos e baixo nível de instrução. Ficam no Brasil um ou dois anos no sacrifício para voltar para seu país. Eles preferem ouvir o pop latino, com muita salsa, cumbia villera e reggaeton (ritmo dos porto-riquenhos de Nova York, com influência do rap). Pouco se escuta a típica música andina.

Também não se ouve o rap de Abraham Bojorquez, que influenciado por sua temporada em Artur Alvim, bairro da Zona Leste paulista, adaptou a música de protesto do grupo Racionais MC para contar a realidade dos mais pobres do Altiplano, a base eleitoral do presidente Evo Morales.

Quando ligam para pedir uma música, os ouvintes aproveitam para mandar saudações para os amigos de outras oficinas, com nomes como Los Tigres de Vila Maria, Me Voy O Me Quedo ou Los Noveleros. Também tem os "saludos para mi jefe" (o chefe conterrâneo que comanda a oficina, que fique claro, não o contratista coreano que faz as encomendas e estabelece prazos curtos e pagamentos precários).

Por seu lado, os locutores pedem para que eles mandem abraços em quéchua e aimará, línguas indígenas faladas por lá. E também dizem palavras de incentivo ("feliz jornada de trabalho" ou o chavão "o trabalho faz o homem").

Tanto a Meteoro com a Infinita adotaram seus nomes de rádios já existentes na Bolívia, respectivamente, de Santa Cruz De La Sierra e La Paz. Apesar da religião predominante na Bolívia ser a católica, com resquícios da crença autóctone na pachamama (a deusa terra), as duas rádios têm programas no horário do almoço professando a fé neopentecostal, com direito a "denunciar" a influência demoníaca
do Natal.
 (por Rodrigo Bertolotto - Em São Paulo)



Escrito por Magaly Prado às 15h15
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O repórter Alex Muller está de volta a Rádio Bandeirantes (AM 840 kHz e FM 90,9 MHz - São Paulo/SP)

Do Papo de Bola, o site , no Bastidores do Rádio - A re-estréia oficial do repórter Alex Muller na Rádio Bandeirantes, aconteceu na última sexta-feira, dia 21 de dezembro, no Programa Esporte em Debate, em dupla com Leandro Quesada. Alex Muller, que deixou a Bandeirantes rumo a Rádio Record (AM 1.000 kHz - São Paulo/SP) em agosto de 2005, estava atualmente fora do rádio, participando apenas do Programa de Fernando Vanucci na Rede TV!. Alex Muller também participou da Jornada Esportiva Especial no sábado a tarde, ao lado de Ricardo Capriotti, na Rádio Bandeirantes.
Para quem acompanha as transmissões esportivas pela Bandeirantes há algum tempo, o velho bordão "Aaaaaaaaaalex Muller, Rede Bandeirantes de Rádio", está de volta.



Escrito por Magaly Prado às 09h29
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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