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Ministro das Comunicações quer parceria para desenvolver rádio digital no Brasil

O governo quer ser parceiro da empresa norte-americana i-Biquity, detentora da tecnologia HD Radio, no desenvolvimento de um sistema de transmissão e recepção de rádio digital adaptado às particularidades brasileiras. O anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, em reunião, em Brasília, nesta quinta-feira (13 de dezembro), com representantes de 89 professores e pesquisadores ligados ao Núcleo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). A comissão, integrada pelos professores Luiz Artur Ferraretto, Nair Prata e Nélia Del Bianco, entregou ao ministro uma carta com propostas de parâmetros científicos para a adoção de uma tecnologia digital para o rádio. O encontro foi intermediado pelo secretário de Telecomunicações, Roberto Martins.
Ao se referir à parceria com a i-Biquity, o ministro disse que o interesse do governo é ser como um sócio da empresa para, inclusive, fabricar equipamentos no Brasil e, no futuro, exportar transmissores e receptores para outros países da América Latina. Hélio Costa condicionou esta aproximação à abertura da tecnologia, hoje proprietária, ou seja sob controle total da empresa. Com a medida, os radiodifusores passariam a ter direito de uso e de adaptação do HD Radio às características do sistema de radiodifusão sonora brasileiro. O ministro acenou, ainda, com a possibilidade de abertura de financiamentos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a indústria eletro-eletrônica. Até o final do ano, Hélio Costa espera receber da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) um relatório, "pormenorizado e consolidado", sobre a situação dos testes com o HD Radio que estão sendo realizados por emissoras comerciais.
Durante o encontro, o ministro comprometeu-se em manter um canal aberto à discussão com a comunidade científica, prometendo analisar as sugestões apresentadas pelos pesquisadores. A comissão de representantes dos pesquisadores de rádio e mídia sonora avalia como positivo o encontro com Hélio Costa e seus assessores. Os professores esperam que a decisão sobre o sistema brasileiro de rádio digital considere as sete diretrizes apontadas na carta entregue ao ministro: manutenção da gratuidade do acesso ao rádio, transmissão de áudio com qualidade em qualquer situação de recepção, adaptabilidade do padrão escolhido ao parque técnico instalado, coevolução e coexistência do digital com o analógico, aparelho receptor com potencial de popularização, escolha de uma tecnologia não-proprietária e com potencial de integração do rádio com outras mídias digitais.
Texto da carta entregue ao ministro

Brasília, 13 de dezembro de 2007

Ao

Exmo.sr. Hélio Costa

Ministro de Estado das Comunicações

 
Prezado senhor:

Nós, um grupo de pesquisadores de rádio e mídia sonora, aqui incluídos os responsáveis por parcela majoritária da bibliografia produzida em nosso país nestas áreas dentro do campo da Comunicação Social, vimos, respeitosamente, sugerir ao senhor ministro das Comunicações, Hélio Costa, uma série de providências a respeito da implantação dos sistemas de transmissão e recepção digital na radiodifusão sonora. Todas as propostas aqui incluídas foram debatidas e partem do documento Carta dos Pesquisadores de Rádio e Mídia Sonora do Brasil, anteriormente divulgado por nós e repassado a Vossa Excelência e à sociedade brasileira.

1. A respeito dos testes com os sistemas existentes, propomos a criação de um Comitê de Assessoramento Científico, dando suporte ao Conselho Consultivo do Rádio Digital, estabelecido pela portaria ministerial número 83, de 13 de março de 2007. Seus integrantes seriam indicados por instâncias governamentais e/ou instituições da sociedade civil como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC); a Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET); a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom)...

2. A este comitê caberá a definição dos padrões dos testes a serem realizados de forma mais sistemática, incluindo, neste processo, o estabelecimento de uma metodologia adequada e comum a todas as estações participantes e oferecendo ainda subsídios para a definição de um cronograma de implantação do sistema ou dos sistemas de rádio digital. Também o comitê vai se encarregar da ponderação dos resultados provenientes de emissoras de natureza diversa: comerciais, educativas e/ou comunitárias; de pequeno, médio e/ou grande porte; e de amplitude modulada e/ou de freqüência modulada... Esta instância poderá sugerir novas propostas para o rádio como produtor e emissor de conteúdo, a partir da base tecnológica digital.

3. Sugere-se que, dando suporte às iniciativas do Comitê de Assessoramento Científico, este aponte, com o apoio do Ministério da Educação, instituições de ensino superior aptas a analisar, em cada região, os dados provenientes dos testes ali realizados. Pretende-se, deste modo, ampliar o debate e as instâncias de análise, além de valorizar o imenso capital humano existente nas universidades brasileiras. Neste sentido, é fundamental a realização de audiências públicas descentralizadas. Considera-se como necessária a ocorrência de pelo menos uma em cada região do país e nos estados de maior concentração da produção radiofônica, propondo-se como locais universidades federais ou estaduais.

4. Deve-se ressaltar também, como é do conhecimento de Vossa Excelência, a imensa diversidade territorial do Brasil. Por este motivo, propomos a realização de testes, se necessário por emissora ligada ao governo federal, em pontos das regiões Centro-oeste, Nordeste e Norte, não apenas no Sul e no Sudeste, onde se concentram as experiências hoje realizadas de forma assistemática por estações que adquiriram os equipamentos de HD Radio do consórcio estado-unidense iBiquity. Da mesma forma, salientamos a obrigatoriedade de realizar testes nas mais diversas condições meteorológicas e topográficas.

5. Após o primeiro período de experimentos, seguir-se-ia uma cuidadosa análise por este comitê e, quando necessário, para a validação científica dos experimentos, ocorreria a repetição dos mesmos, todos realizados sob a fiscalização desta instância e com resultados tornados públicos por meio do Conselho Consultivo do Rádio Digital.

6. Para a definição do sistema ou dos sistemas, sugerimos que sejam consideradas as sete diretrizes para a implantação do rádio digital no Brasil a seguir relacionadas e explicadas:

6.1. Manutenção da gratuidade do acesso ao rádio.

Adotar um sistema que favoreça a oferta gratuita de programação é fundamental para o rádio. Estabelecer o princípio da gratuidade significa manter aberto o acesso à programação radiofônica centrada em notícia, entretenimento, esporte e utilidade pública.

6.2. Transmissão de áudio com qualidade em qualquer situação de recepção.

A tecnologia a ser adotada precisa garantir qualidade de som em diferentes situações de audição: móvel e doméstica. Necessita também ser capaz de garantir eficiência de transmissão em cidades com diferentes características topográficas e condições de uso do espectro eletromagnético, especialmente naquelas que apresentam elevados índices de poluição radioelétrica.

6.3. Adaptabilidade do padrão ao parque técnico instalado.

As emissoras brasileiras diferem quanto ao tipo de freqüência, potência dos transmissores, tipo de transmissor (valvular ou modular), infra-estrutura técnica de produção, equipe de pessoal técnico e de produção. Há diferenças a serem consideradas na forma de exploração e forma de financiamento: comerciais, educativas, culturais, legislativas, estatais, institucionais e comunitárias. A tecnologia de transmissão precisa ter em si este potencial de adaptabilidade em diferentes situações. Talvez seja conveniente pensar que um único padrão não será suficiente para atender à diversidade existente. Os testes devem, portanto, considerar a possibilidade de adoção de um sistema híbrido.

6.4. Coevolução e coexistência do digital com o analógico.

No processo de mudança, é necessário haver um período de transmissão simultânea de conteúdos em formato analógico e digital, até o momento em que ocorra a popularização dos receptores digitais. Para tanto, os testes devem atentar para possíveis interferências entre o novo sinal digital e o analógico tradicional.

6.5. Aparelho receptor com potencial de popularização.

A preocupação com a popularização do rádio digital é procedente porque a adoção de uma nova tecnologia não pode criar uma divisória digital intransponível entre os que terão acesso ao aparelho receptor digital e os outros que permanecerão no analógico por falta de recursos para adquirir um novo aparelho. E isto contraria o espírito popular e abrangente conquistado pelo rádio na era eletrônica. Ter aparelhos acessíveis no mercado requer implementar políticas públicas de incentivo para que a cadeia produtiva da área elétrica e eletrônica possa disponibilizá-los a preços atraentes para o consumidor final. Desta política, pode depender o sucesso da mudança.

6.6. Tecnologia não-proprietária.

O pagamento pela tecnologia digital de transmissão pode inviabilizar sua adoção por parte de emissoras comunitárias, educativas ou mesmo comerciais de pequeno porte. Esta condição deixa os radiodifusores sujeitos aos ditames de uma empresa que administra os direitos de uso da tecnologia, podendo estes perder o controle sob o gerenciamento do processo de instalação e definição de equipamentos.

6.7. Escolher uma tecnologia que tenha potencial de integração do rádio com outras mídias digitais.

O digital é por natureza uma tecnologia flexível, porque permite combinar, interligar, organizar e integrar serviços, que antes estavam separados. A sua disseminação tem contribuído para forjar uma base material que favorece hibridação das infra-estruturas indispensáveis à geração e à transmissão de dados, sons e imagens em proporções incalculáveis e em alta velocidade graças aos processos de compressão e descompressão de dados. Com esta tecnologia, é possível caminhar para a convergência de setores antes distintos – a informática, as telecomunicações e a comunicação – num só campo técnico denominado de multimídia, uma estrutura de comunicação integrada, digital e interativa. O rádio digital não poderá ficar isolado do movimento convergente. A tecnologia de transmissão a ser escolhida terá de ser flexível a ponto de favorecer a integração do meio com as demais mídias e com sistemas de redes informatizadas.

7. Independentemente do sistema a ser adotado, observamos a necessidade de que sejam estabelecidas pelo governo federal duas frentes de linhas de custeio: a primeira delas destinada às emissoras comerciais de pequeno porte, comunitárias e educativas, usando como balizadora a potência não superior a 5 kW e não sendo, no caso de estação comercial, propriedade de indivíduo sócio de outros empreendimentos na área; e a segunda voltada à indústria eletrônica para a produção de aparelhos com tecnologia digital de transmissão e recepção para radiodifusão sonora. Nesta última, incluir-se-ia a obrigatoriedade da presença da amplitude modulada em qualquer equipamento (celular, MP3 player etc.) que disponibilizar ao ouvinte a faixa de freqüência modulada. Observa-se, ainda, a necessidade de apoio financeiro do governo para a cobertura dos custos provenientes da manutenção do Comitê de Assessoramento Científico.

Com estas medidas, cremos que o rádio brasileiro terá garantida, em sua diversidade, a continuação progressiva e segura do seu desenvolvimento histórico. Ficamos, assim, à disposição através de nossos representantes, os professores Luiz Artur Ferraretto, Nair Prata e Nélia Del Bianco, e subscrevemo-nos:



Escrito por Magaly Prado às 20h14
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PROFESSORES E PESQUISADORES QUE ASSINARAM A CARTA AO MINISTRO

1.      Adriana Ruschel Duval

Doutora

SSP-RS 7050378384

2.      Álvaro Bufarah Júnior

Mestre

SSP-SP 21868774-6

3.      Andréa Ferraz Fernandez

Doutora

SSP-SP 20302252

4.      Ângelo Pedro Piovesan Neto

Doutor

SSP-SP 6861728

5.      Ana Baumworcel

Mestre

IFP-RJ 039533591

6.      Ana Luisa Zaniboni Gomes

Mestre

SSP-SP 13561469

7.      Andréa Pinheiro

Mestre

SSP-CE 91002187853

8.      Antonio Adami

Doutor

SSP-SP 11321633

9.      Antônio Francisco Magnoni

Doutor

SSP-SP 12386329

10.  Arlindo Marques Júnior

Graduado

SSP-SP 14.371.586

11.  Ayêska Paulafreitas de Lacerda

Doutoranda

SSP-BA 74485032

12.  Bibiana de Paula Friderichs

Mestre

SSP-RS 1055842502

13.  Bruno Lima Rocha

Doutorando

SSP-RS 09112736-5

14.  Carlos Eduardo Esch

Doutor

SSP-MG M3406826

15.  Carmen Lúcia José

Doutora

SSP-SP 3582128

16.  César Augusto Azevedo dos Santos

Mestre

SSP-RS 6005897027

17.  Cida Golin

Doutora

SSP-RS 8012609015

18.  Claudia Irene de Quadros

Doutora

SSP-PR 4190730-4

19.  Clóvis Reis

Doutor

SSP-SC 1843226-3

20.  Cristóvão Domingos de Almeida

Mestrando

SSP-MT 544381791-49

21.  Daniel Gambaro

Graduado

SSP-SP 33864740-5

22.  Daniela Carvalho

Mestre

SSP-MG 10050705

23.  Daniela Ota

Doutora

SSP-MS 745759

24.  Doris Fagundes Haussen

Doutora

SSP-RS 1004321798

25.  Eduardo Meditsch

Doutor

SSP-RS 6016024744

26.  Eduardo Vicente

Doutor

SSP-SP 11054717-2

27.  Flávia Lúcia Bazan Bespalhok

Mestre

SSP-PR 6941085-5

28.  Flávio Falciano

Mestre

SSP-SP 18318432-4

29.  Francisco de Moura Pinheiro

Mestre

SSP-AC 44235



Escrito por Magaly Prado às 20h13
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PROFESSORES E PESQUISADORES QUE ASSINARAM A CARTA AO MINISTRO

30.  Geraldo José Santiago

Mestre

SSP-SP 11742419

31.  Gilda Soares Miranda

Mestre

SSP-ES 333520

32.  Gisele Sayeg Nunes Ferreira

Doutoranda

SSP-SP 11772168-2

33.  Graziela Soares Bianchi

Doutoranda

SSP-RS 3066860143

34.  Heloísa de Araújo Duarte Valente

Doutora

SSP/SP 11 246 442

35.  Hernando Gutiérrez

Doutorando

V283598-J

36.  Higino Germani

Graduado

SSP-RS 3010408908

37.  Irineu Guerrini Júnior

Doutor

SSP-SP 3370265

38.  Ismar Capistrano Costa Filho

Especialista

SSP-CE 90002232826

39.  Jandira Aparecida Alves de Rezende

Mestre

SSP-SP 5398486

40.  João Batista de Abreu Junior

Doutor

IFP-RJ 3074194-6

41.  João Batista Neto Chamadoira

Doutor

SSP-SP 3150104

42.  Jonicael Cedraz de Oliveira

Mestre

SSP/BA 667657-06

43.  José Eduardo Ribeiro de Paiva

Doutor

SSP-SP 7709614

44.  José Eugênio de Menezes

Doutor

SSP-PR 1959706

45.  Júlia Lúcia de Oliveira da Silva

Mestre

SSP-SP 195132609

46.  Juliana Cristina Gobbi Betti

Mestranda

SSP-SP 400388315

47.  Lenize Villaça

Mestre

SSP-SP 21709331-0

48.  Lia Calabre

Doutora

IFP-RJ 04699596-8

49.  Lígia Mousquer Zuculoto

Mestre

SSP-RS 3009283973

50.  Lílian Zaremba

Doutora

IFP-RJ 3314413-0

51.   Luciana Miranda Costa

Doutora

SSP-SP 11583632

52.  Luciano Klöckner

Doutor

SSP-RS 4013377331

53.  Lucio Flávio Haeser

Graduado

SSP-RS 2003986177

54.  Luiz Antonio Veloso Siqueira

Mestre

SSP-SP 7204716-1

55.  Luiz Artur Ferraretto

Doutor

SJS-RS 2027623459

56.  Macello Medeiros

Doutorando

SSP-BA 09331127-34

57.  Magaly Prado

Mestranda

SSP-SP 7740095

58.  Marcelo Cardoso

Especialista

SSP-SP 16839585

59.  Maria Clara Lanari Bó

Especialista

SSP-RJ 2864244-5



Escrito por Magaly Prado às 20h12
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+ PROFESSORES E PESQUISADORES DE RADIO QUE ASSINARAM A CARTA

60.  Márcia Detoni

Mestre

SSP-RS 6060525521

61.  Marcos Júlio Sergl

Doutor

SSP-SP 642974-2

62.  Mariângela Sólla López

Mestre

SSP-SP 7702342

63.  Mário Ramão Villalva Filho

Mestre

SSP-SP 15590676-8

64.  Marta Regina Maia

Doutora

SSP-SP 15304409-3

65.  Mauro José Sá Rego Costa

Doutor

IFP/RJ 02118134-2

66.  Mirna Spritzer

Doutora

SJS-RS 9005242145

67.  Moacir Barbosa de Sousa

Doutor

SSP-PB 245384

68.  Mônica Panis Kaseker

Mestre

SSP-SP 20690133

69.  Mozahir Salomão Bruck

Doutorando

SSP–MG M 2872925

70.  Nair Prata

Doutoranda

SSP-MG M-1355648

71.  Nélia Del Bianco

Doutora

SSP-GO 1024211

72.  Patrícia Rangel

Mestranda

SSP-SP 17119827-x

73.  Patricia Thomaz

Mestre

SSP-PR 5835382-5

74.  Paula Marques de Carvalho

Graduada

SSP-CE 013393233-89

75.  Pedro Vaz Filho

Mestre

SSP-SP 11411277-0

76.  Ricardo Alexino Ferreira

Doutor

SSP-MG M2376027

77.  Ricardo Leandro de Medeiros

Doutor

SSP-SC 1512582-3

78.  Rosana Beneton

Mestre

SSP-SP 3573955

79.  Rúbia Vasques

Doutora

SSP-SP 26888779-2

80.  Sandra Sueli Garcia de Sousa

Doutoranda

SSP-PA 1830116

81.  Sônia Caldas Pessoa

Mestre

SSP-MG 5559337

82.  Thais Renata Poletto

Mestre

II-PR 5921322-9

83.  Sonia Virgínia Moreira

Doutora

IFP-RJ 04971830

84.  Waldiane de Ávila Fialho

Mestre

SSP-MG 6881984

85.  Wanderlei de Britto

Mestre

SSP-RS 1017991652

86.  Wanir Campelo Siqueira

Mestre

SSP-MG M-366314

87.  Valci Regina Mousquer Zuculoto

Doutoranda

SSP-RS 5033857805

88.  Vera Lúcia Guimarães Rezende

Mestre

SSP-SP 1.634.161

89.  Vera Terra

Mestre

IFP-RJ 02284643-0

 



Escrito por Magaly Prado às 20h09
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Deputada propõe dobrar alcance das rádios comunitárias

Do Comunique-se

A deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG) apresentou na quarta-feira (12/12) um relatório à Câmara com propostas de alteração na regras de radiodifusão no Brasil. Em relação às rádios comunitárias, a parlamentar sugere que a potência das rádios comunitárias dobre, passe de 25 watts ERP (Potência Efetiva Irradiada) para 50 watts ERP.

Segundo a deputada, o objetivo da medida é, sobretudo, ampliar o alcance público das rádios comunitárias da Região Amazônica. Em casos especiais, como dificuldades na transmissão, o projeto prevê uma extensão ainda maior da potência.

Maria do Carmo faz parte da Subcomissão de Outorgas e Concessões de Radiodifusão da Câmara, da qual a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) é presidente. O relatório apresentado é bastante amplo. Propõe desde alterações na concessão e Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que mudam a outorga dos serviços de radiodifusão até mudanças na emissão de canais comunitários e educativos.

Especialistas, representantes do governo e da sociedade participaram da elaboração do documento.

Sobre as rádios comunitárias, o relatório sugere também a anistia aos acusados de operar rádios comunitárias, com a aprovação do projeto de lei 4549/98, do ex-deputado Salvador Zimbaldi.

A respeito das TVs comunitárias, o documento amplia de uma para três emissoras comunitárias para cada canal de TV com cobertura nacional.

Veto a parlamentares
A deputada propõe ainda o veto a qualquer ingerência de parlamentares e funcionários públicos na propriedade, direção e gerência das emissoras de radiodifusão. Maria do Carmo justifica: “Como o Congresso Nacional é responsável pela apreciação dos atos de outorga ou de renovação de outorga de radiodifusão, a propriedade e a direção de emissoras de rádio e televisão são incompatíveis com a natureza do cargo político.”

Concessões
Uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da deputada acaba com a necessidade de o cancelamento da concessão precisar ter decisão judicial. Hoje, um canal de TV ou de rádio só pode ter a concessão interrompida antes do fim da outorga com a determinação judicial. Segundo a relatora, muitas emissoras descumprem todas as normas e, ainda sim, continuam no ar, pela demora nessas decisões.

Deputados da própria comissão, no entanto, consideram este ponto de difícil consenso. O parlamentar Emanuel Fernandes (PSDB-SP) assinalou a importância de a autorização das emissoras passar pelo Poder Legislativo, já que questões relativas a concessões têm implicações políticas.

Com informações da Agência Câmara.



Escrito por Magaly Prado às 19h59
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FM INFANTIL NO DIAL PAULISTANO

Tempos atrás fiquei sabendo que uma emissora infantil denominada Playground FM estava com a data de 1 de dezembro para estrear. Me parece que ainda não entrou no ar. Talvez janeiro, quem sabe. Rumores dão conta de que não se trata da mesma idéia de Paulo Abreu de segmentar uma de suas rádios ao público formado pela criançada. Na kids FM, do dono da rede CBS, também teria intenção de veicular músicas comerciais para tentar agradar os pequenos ouvintes. Bom, até agora necas! Pensando melhor, ainda bem, a pivetada merece escolha musical apurada e não começar tão cedo a ter que ouvir vitrolão baseado em Xuxa, Eliana e cia. Acho que vocês devem concordar comigo.



Escrito por Magaly Prado às 19h37
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My Space no Brasil com a 89 FM

O lançamento oficial do My Space Brasil, que acontece nesta quarta-feira, dia 19, traz uma novidade que ficou famosa em todo o mundo: o Secret Show.

Os shows são realizados de maneira bem diferente: somente cinco dias antes, os internautas descobrem em que cidade irá ocorrer o evento e qual o artista, e dois dias antes o local exato. Para entrar no show, eles tem que imprimir o perfil com o Secret Show como um de seus amigos e só os primeiros que chegarem conseguem entrar. O evento já é sucesso ao redor do mundo e levou fãs a shows de grandes bandas como The Killers, Jet e Lily Allen.

Mas a 89 vai dar uma força: vão ser sorteados 10 ouvintes com acompanhante para o primeiro Secret Show do Brasil, com a banda Nx Zero, no dia 19. Os nomes dos ganhadores saem na terça-feira, 18/12. (por Beatriz Dotane)



Escrito por Magaly Prado às 19h23
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ERRATA

Recado do Ferraretto: Na última sexta-feira, dia 7 de dezembro, com a melhor das intenções, manifestei-me a respeito de uma informação recebida minutos antes. De fato, agi como ouvinte e não como pesquisador. E errei por isto.
Tive a notícia da demissão dos correspondentes do interior da Rádio Guaíba. Isto, felizmente, não chegou a ocorrer. Há, no entanto, indícios muito fortes de redução nesta área tradicional da emissora. Espero, com sinceridade, que esta informação seja desmentida pelos fatos. Aliás, não demitir ninguém como corte de despesas é uma ótima forma de provar que a minha fonte e eu estávamos errados. Aumentar os salários do pessoal que lá trabalha, equiparando-os aos de possíveis contratações também (e sem demitir ninguém, reitero).
Asseguro que nada tenho contra o Grupo Record. Aliás, acho muito positiva a chegada dele ao mercado gaúcho. Naquele momento, registrei, inclusive, a euforia dos colegas de lá em minha coluna na revista Press, a principal publicação especializada da nossa área no Rio Grande do Sul. Creio que estão fazendo um trabalho interessante na TV. Com todo respeito, como leitor e ouvinte, o mesmo não ocorre no jornal Correio do Povo e na Rádio Guaíba. Como cidadão, tenho o direito de não gostar de uma publicação que inclui a coluna do senhor Edir Macedo. Vou mais longe, a voz do dono em um veículo de comunicação sempre me pareceu um exagero, um quase abuso de poder. Restrita ao editorial tem pelo menos o mérito de me sinalizar algo, demarcando o campo de atuação do veículo. Ao aparecer em coluna assinada, parece-me extrapolar os limites do aceitável. Poderia ser Assis Chateaubriand, Carlos Lacerda ou Roberto Marinho. Minha opinião seria a mesma. E, por este motivo, cancelei minha assinatura do jornal na últiam segunda-feira.
Faço todo este registro por ter errado. Não era meu interesse prejudicar ninguém, mas sim dar apoio aos colegas da Guaíba e manter esta emissora como o espaço importante que sempre representou. A pior coisa para um jornalista é dar uma informação errada. Neste caso, especificamente, reitero minha esperança de que informações sobre a demissão de funcionários sejam mesmo boatos, não se concretizem e haja um investimento milionário do Grupo Record na rádio e no jornal, aproveitando grandes profissionais que existem por aqui. (por L.A. Ferraretto)


Escrito por Magaly Prado às 01h56
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Rádio Guaíba demite todos os correspondentes e não fará a cobertura dos Jogos Olímpicos de Beijin

Mensagem de Luiz Artur Ferraretto  

Fiquei sabendo há pouco que a Rádio Guaíba, mais tradicional emissora dedicada ao jornalismo em Porto Alegre, demitiu todos os correspondentes que possuía no interior do Estado. É uma marca que se perde. Fora isto, a emissora também não fará a cobertura dos Jogos Olímpicos de Beijin. A justificativa seriam problemas de caixa. A emissora teria contratado um ou dois comunicadores com salários de cinco dígitos após ter passado ao controle do Grupo Record. Fora isto, a Guaíba está com sérios problemas para buscar patrocinadores. Seu principal noticiário está sem anunciante desde a chegada da Record. A emissora estaria operando no vermelho há três meses. O clima que era de euforia há menos de um ano, agora é de decepção e muita preocupação. Um grupo de jornalistas e radialistas competentes, nossos colegas da Rádio Guaíba, de Porto Alegre, não é valorizado ou ouvido pela nova direção da empresa, que decide sem considerar vou conhecer o que diferencia o rádio do Rio Grande do Sul do de outros estados.

Neste momento, um marco da história do rádio brasileiro está ameaçado. Faço este registro, recordando as grandes coberturas desta emissora, que esteve em todas as copas do mundo desde 1958, marcou época com reportagens no exterior, emocionou os ouvintes em programas como 2.001 e Discorama, cobriu os principais fatos do cotidiano e formou várias gerações de grandes comunicadores. É este patrimônio que, agora, uma administração, com todo o respeito a seus representantes, no mínimo, equivocada está pondo em risco. Estão ignorando as particularidades deo mercado gaúcho, as necessidades e os gostos dos ouvintes.
Eu, como integrante desta imensa massa que forma o público , quero mais qualidade na programação da rádio, com a valorização salarial dos colegas que lá trabalham. Que as eles se somem outros, mantendo e até retomando um padrão de qualidade cada vez mais esquecido pela atual administração do Grupo Record. Há poucos dias, chocou aos leitores do tradicional jornal Correio do Povo a publicação em sua página de opinião de um artigo do bispo Edir Macedo. Nada contra os evangélicos. Não se trata disto. Se trata de saber que importância tem a opinião deste cidadão para o público do jornal. (LAF)
 
***
 
Vale lembrar que Edir Macedo faz parte do grupo de pessoas que conseguiram registro provisório de jornalista profissional com base na liminar da juiza federal Carla Rister, de São Paulo, que suspendeu a exigência do diploma de Jornalismo para se obter o registro. Foi, de fato, uma grande contribuição que esta juíza prestou à sociedade. O bispo assina coluna todo sábado no jornal. (por João Batista)


Escrito por Magaly Prado às 14h08
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FORA DE SÉRIE, DA REDE USP DE RÁDIO, APRESENTA ESPECIAL DEDICADO AO FILME SATURDAY NIGHT FEVER

15 de dezembro de 1977.

Nesse dia estreava, nos cinemas norte-americanos, um filme a princípio despretensioso, mas que mudaria radicalmente a cultura pop: SATURDAY NIGHT FEVER, no Brasil OS EMBALOS DE SÁBADO À NOITE.

Produzido por Robert Stigwood para a Paramount Pictures e dirigido por John Badham, o filme tinha por base um artigo do jornalista Nick Cohn na revista The New Yorker, do jornal The New York Times, intitulado Tribal Rites Of The New Saturday Night, que falava dos rituais dos jovens da periferia de Nova York, que por não terem condições financeiras para frequentar discotecas como a Studio 54, procuravam similares no Brooklyn ou no Bronx e transformavam-se em ídolos locais.

Com base nesse artigo, criou-se a personagem Tony Manero, vivida brilhantemente por JOHN TRAVOLTA, então um ídolo na televisão com o seriado Welcome Back, Kotter, e que tinha vindo justamente da Broadway, num papel menor no musical Grease, do qual seria o protagonista da versão cinematográfica no ano seguinte, 1978. SATURDAY NIGHT FEVER foi co-estrelado por Karen Lynn Gorney e teve trilha sonora dos BEE GEES.

O FORA DE SÉRIE, produzido e apresentado pelo jornalista e radialista TONINHO SPESSOTO e levado ao ar há seis anos, todas as quintas-feiras às 21 horas, pela Rede USP de Rádio, traz nesta quinta, 13 de dezembro, um especial dedicado aos 30 anos deste grande filme, com histórias curiosas sobre a produção e os melhores momentos da sua trilha sonora, que é simplesmente espetacular.

Confira o repertório do FORA DE SÉRIE ESPECIAL dedicado a SATURDAY NIGHT FEVER:

BLOCO 1

STAYIN’ ALIVE – Bee Gees

HOW DEEP IS YOUR LOVE – Bee Gees

NIGHT FEVER – Bee Gees

MORE THAN A WOMAN – Bee Gees


BLOCO 2

JIVE TALKIN’ – Bee Gees

YOU SHOULD BE DANCING – Bee Gees

IF I CAN’T HAVE YOU – Yvonne Elliman

MORE THAN A WOMAN – Tavares


BLOCO 3

BOOGIE SHOES – KC & The Sunshine Band

MANHATTAN SKYLINE – David Shire

A FIFTH OF BEETHOVEN – Walter Murphy

DISCO INFERNO – The Tramps


FORA DE SÉRIE – clássicos e raridades do pop/rock internacional

Quintas-feiras, 21 horas

Produção e Apresentação: TONINHO SPESSOTO

Rede USP de Rádio:

93,7 MHz – São Paulo

102,1 MHz – São Carlos

107,9 MHz – Ribeirão Preto

www.radio.usp.br



Escrito por Magaly Prado às 14h01
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SAUDADE FM, da BAIXADA SANTISTA

Passei todo o final de semana na praia, no litoral norte de SP, ouvindo a 100,7 e aproveitei pra conhecer melhor a Saudade FM. Como a emissora não anuncia nome das músicas, nomes dos intérpretes e nem muito menos o nome dos compositores, serviu como jogo de adivinhação para que eu e o Marcos pudéssemos testar nosso conhecimento musical. Seguinte: a radio mescla música brega + baladinhas romanticas (nacional e internacional) e MPB. Tudo do passado, claro, pra fazer jus ao nome. Gostosa de brincar !!!

Escrito por Magaly Prado às 12h09
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RÁDIO MIX FM LANÇA MÚSICA PARA COMEMORAR A CHEGADA DE 2008

A Rádio Mix FM lançou em sua programação uma retrospectiva musical exclusiva reunindo as músicas mais pedidas pelos ouvintes em 2007. O Mega Mix de Fim de Ano da emissora foi produzido pelo DJ e produtor musical Deep Lick, que faz parte da equipe da Rádio Mix FM há oito anos, e é responsável por remixes de sucesso em todo o país como “Ai, ai, ai” e “Boa sorte/Good luck”, de Vanessa da Mata, além de “Mil acasos”, do Skank, entre outros.

O remix conta com trechos do tema de fim de ano de 2006, novas gravações com Toni Garrido (Cidade Negra), Alexandre (Natiruts), Egypcio (Tihuana) e Xis, além de trechos de mais de trinta músicas, nacionais e internacionais, que foram sucesso em 2007, como: “Umbrella” (Rihanna e Jay-Z), “Say ok” (Vanessa Hudgens), “Wall to wall” (Chris Brown),  “This ain’t a scene” (Fall Out Boy), “Say it right” (Nelly Furtado e Timbaland), “Big girls don’t cry” (Fergie), “Don’t matter” (Akon), “What goes around” (Justin Timberlake), “Girlfriend” (Avril Lavigne), “Razões e emoções (NX Zero), “Boa sorte/ Good luck” (Vanessa da Mata e Ben Harper), “Natiruts reggae power” (Natiruts) e “Tropa de elite” (Tihuana), entre outras.

O Mega Mix de Fim de Ano ficará no ar durante o mês de dezembro, em todas as afiliadas da Rede Mix de Rádio: Mix São Paulo (106.3 FM) – SP, Mix Campinas (97.5 FM) – SP, Mix Avaré (90.3 FM) – SP, Mix Guaratinguetá (106.7 FM) – SP, Mix João Pessoa (93.7 FM) – PB, Mix Fortaleza (95.5 FM) – CE, Mix Curitiba (92.9 FM) – PR, Mix Brasília (88.3 FM) – DF, Mix Petrópolis (106.3 FM) – RJ, Mix Passos (90.1 FM) – MG, Mix Belo Horizonte (91.7 FM) – MG, Mix Manaus (100.7 FM) – AM, Mix Andradina (100.7 FM) -  SP, Mix Rio de Janeiro (102.1 FM) – RJ, Mix Maceió (97.7 FM) – AL, Mix Vitória (106.9 FM) – ES, e Mix Blumenau (106.3 FM) – SC.

Temas de fim de ano

Há alguns anos a Rádio Mix FM aposta nos temas de fim de ano. Em 1999 e 2000 a música era “Fazendo um mix”, composta pelos músicos do Charlie Brown Jr., com produção de Rick Bonadio e participação das maiores bandas nacionais de rock.

De 2001 a 2005 foram ao ar versões diferentes do “Rock da Mix”, composta por Rick Bonadio e Deep Lick, todas com participações de bandas nacionais de rock e pop.

No ano passado, 2006, a Mix inovou e Deep Lick produziu o “Hip Hop da Mix”, que contou mais uma vez com grandes nomes do rock, pop, reggae e black nacional. Neste ano  o “Mega Mix de Fim de Ano” mescla o “Hip Hop da Mix” com os hits do ano na Rádio Mix. (por Landa Giarato) 

 


Escrito por Magaly Prado às 00h11
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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