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JAZZMASTERS DE FINAL DE SEMANA

Ouvinte do Jazzmasters

Recado do Paulo Mai e do Sérgio Scarpelli- Muita coisa nova vai rolar neste sábado no Jazzmasters. Desde o francês Mc Sollar até a inglesinha Mutya Buena. Mas sem dúvida o grande destaque fica por conta do projeto Visoneers de Marc Mac do 4 Hero, com uma bela releitura de Isaac Hayes. Não perca!


1.Mc Solaar - In God we trust
2.Visoneers - Ike's mood I
3.The Bell Rays - Have a little faith in me
4.The O'Jays - Back Stabbers
5.Mutya Buena - It's not easy
6.Lyambiko - Restless
7.Swell Session vs Mr Scruff feat Elsa Esmeralda - No No
8.Lee McDonald - We've only just begun
9.Chicago - Street player
10.Mighty Duo Katz - Guaguanco
11.Soulstars feat Richard Anthony Davis - I got you
12.Mood II Swing feat Tara J - Passing Time



Eldorado FM - 92,9 São Paulo-SP
Sábados, às 20h
De segunda à sexta - 2 edições diárias, 10h35/14h35

Transamérica Light FM - Curitiba-PR 95,1 - Estrela-RS 102,9 -
Rosário do Sul-RS 97.9
Sábado, às 21h

Litoral FM - 91,9 Santos e Litoral Sul
Sábado, 21h e Quinta, às 21h

Beira Mar FM - 102,7 São Sebastião - 101,5 Ubatuba
Domingos e quartas, às 20h

Calypso FM - 106,7 Fortaleza-CE
Todos os sábados, às 19h




Escrito por Magaly Prado às 13h20
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Rádio digital chega ao Brasil em 2008

 
Agência Brasil - A população brasileira já vai poder ouvir rádio pela tecnologia digital a partir do ano que vem. A informação foi dada pelo Ministério das Comunicações durante audiência pública realizada no Senado Federal. Segundo o secretário de Telecomunicações, Roberto Martins, os testes finais devem ser realizados até o final deste ano.

Dois sistemas de digitalização já estão sendo testados, o norte-americano In Band - On Chanel (Iboc) e o europeu Digital Radio Mondiale (DRM). Por enquanto, apenas algumas emissoras realizaram, separadamente, as transmissões. O ministério ainda precisa da realização de um teste em que diversas emissoras façam a transmissão digital de forma simultânea para saber se há riscos de interferências.

"Nós não trabalhamos com a hipótese de um processo de digitalização, de uma escolha de um padrão, aonde fique de fora as emissoras FM que variam desde as rádios comunitárias até as rádios comerciais", afirmou Martins.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já autorizou a realização de 20 testes, mas apenas 5 relatórios finais foram entregues. Por esse motivo, o gerente de Autorização de Uso de Radiofreqüências da Anatel, Yapir Marotta, classificou os testes como "inconclusivos". "Ainda é impossível para a Anatel recomendar qualquer um dos dois sistemas ao Ministério das Comunicações", afirmou Marotta.

Custo e qualidade do rádio digital

Contudo, especialistas afirmam que a mudança do sistema analógico para o digital deve ficar caro tanto para as emissoras de rádio quanto para os consumidores. O professor de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), Lúcio Martins, afirmou que o custo mínimo do modulador que as rádios terão que comprar ficará em US$ 30 mil. Ainda não há estimativas do custo do aparelho para o consumidor.

Na freqüência AM é altamente perceptível a diferença de qualidade entre os sistemas analógico e digital. Já na freqüência FM os benefícios mais perceptíveis estão relacionados à ausência de ruídos e interferências.

***

Nada de novo!!! Nada, nada...



Escrito por Magaly Prado às 15h59
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1º. FÓRUM NACIONAL DE RÁDIOS PÚBLICAS - CARTA DO RIO

Documento final do encontro de rádios públicas realizado no Rio de Janeiro, novembro de 2007

1º. FÓRUM NACIONAL DE RÁDIOS PÚBLICAS
CARTA DO RIO

Nós, representantes do campo público do rádio, que é formado por rádios estatais, comunitárias, educativas e universitárias, reunidos/as no I Fórum Nacional de Rádios Públicas, de 21 a 23 de novembro de 2007, na cidade do Rio de Janeiro, trazemos esta carta aos poderes públicos, à sociedade e à mídia em geral, apresentando uma avaliação e as demandas do setor.

Consideramos positiva a resposta do Governo Federal à demanda histórica da sociedade civil organizada de colocar na agenda política do país a comunicação pública como um item fundamental da cesta básica da cidadania.
Consideramos positiva a resposta do Governo Federal à demanda histórica da sociedade civil organizada de colocar na agenda política do país a comunicação pública como um item fundamental da cesta básica da cidadania.

Entendemos que fortalecer a comunicação pública no Brasil é fortalecer a cidadania brasileira e garantir o direito à comunicação e à cultura. A Constituição Brasileira é muito clara ao afirmar que o país deve ter um sistema de comunicação complementar: privado, estatal e público. Historicamente, no Brasil, o setor privado da comunicação foi favorecido pelos poderes públicos estabelecidos, que optaram por políticas para a estruturação deste setor, em detrimento do campo público. Emissoras comerciais cresceram beneficiando-se de uma política de privilégios na distribuição das concessões. O resultado disso foi o fortalecimento do oligopólio do setor privado e a prevalência de uma programação que não contempla a diversidade cultural brasileira.

As rádios públicas, em sua diversidade, devem ter suas especificidades respeitadas e consideradas:

As rádios públicas estatais agrupam emissoras dos poderes executivo, legislativo e judiciário, em âmbito nacional, estadual e municipal. As emissoras do legislativo ainda enfrentam o desafio de obtenção dos canais para cumprir seu papel de divulgar a atividade dos parlamentos, facilitando sua visibilidade e transparência. As rádios do poder executivo têm o desafio de construir gestões democráticas e coletivas em suas emissoras e obter autonomia na aplicação de seus recursos. A rádio do Poder Judiciário, para alcançar sua missão de aproximar a sociedade da Justiça, tem como desafio maior conseguir ser transmitida para todo o país, já que, atualmente, ela só pode ser ouvida no Distrito Federal.

As rádios públicas comunitárias são indispensáveis ao processo de formação da rede púbica de comunicação no país, como instrumento coletivo de exercício do direito a comunicação. Mas não basta reconhecer a dívida com as comunidades e levantar dados. É necessário elaborar e executar políticas públicas democráticas para fortalecer estas emissoras, de acordo com a natureza da radiodifusão comunitária. As necessidades da radiodifusão comunitária são conhecidas pelo governo, por meio dos relatórios dos Grupos de Trabalho instituídos pelo Ministério das Comunicações e Presidência da República, cujas propostas ainda não foram encaminhadas, a saber: anistia aos comunicadores comunitários processados, fim da repressão praticada a pretexto da fiscalização, mudança nos critérios de analise dos processos, destinação de novos canais para rádios comunitárias dentro do dial, consolidação de redes de rádios, controle social sobre processos e outorgas, aperfeiçoamento da lei 9612/98 e outras, que permitirão a participação mais efetiva das emissoras comunitárias nesta ampla Rede Pública de Comunicação que começa a ser delineada.

As rádios públicas universitárias são, por sua própria natureza institucional e histórica, modelos de uma comunicação pública que prezam pelo rigor no tratamento da informação prestada ao cidadão. Em função da estrutura administrativa colegiada das Instituições de Ensino Superior (IES), essas emissoras têm se orientado na direção de uma gestão cada vez mais pública. Seus objetivos contemplam a formação acadêmica contribuindo para oferecer à sociedade, profissionais altamente qualificados e para a difusão do conhecimento produzido nas IES; e contemplam também a promoção e a valorização da cultura na sua mais ampla diversidade. A consolidação do papel das emissoras universitárias requer políticas públicas especificas que garantam financiamento para manutenção e ampliação de seus recursos humanos e materiais, bem como a autonomia necessária para a obtenção de novos canais de forma direta, sem intermediação de outros entes governamentais. E, por fim, a garantia à experimentação com liberdade de atuação quanto ao conteúdo e a forma de suas produções que as caracterizam por sua natureza de bem público.

Alem destes três segmentos, nós representantes do campo público entendemos que existe, ainda, um número significativo de emissoras operando por meio de concessões educativas - geridas majoritariamente por organizações da sociedade civil - que precisam ser inseridas nos debates do campo das rádios publicas.

Com estas considerações, afirmamos:

As rádios públicas devem garantir a participação dos mais diversos setores sociais em sua gestão, com programação de interesse público, que reflita a diversidade cultural do país, e que tenha financiamento público diversificado e possibilidade de acesso a outras fontes de recursos.

A defesa da independência editorial e financeira das rádios do campo público.

O compromisso e a luta para garantir a todos/as os/as brasileiros/as o acesso ao direito à comunicação e ao direito a informar e ser informado. Respeito à diversidade cultural brasileira.

O compromisso em criar mecanismos de compartilhamento, intercâmbio e co-produção de programas, entre as emissoras do campo público, como forma de ampliar o acesso da sociedade à programação diversificada e de qualidade.

A partir disso, propomos:

As emissoras públicas de todo o país devem ser inseridas no processo já iniciado de construção de um Sistema Público de Comunicação e, por conseguinte, em um Sistema Nacional de Rádio. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é um passo importante neste caminho, mas, para que consolide seus objetivos públicos, precisa ter garantida a real autonomia em relação aos poderes constituídos e verdadeira participação da sociedade em sua gestão.

É necessário enfrentar de maneira decisiva a construção de um novo marco regulatório para o setor da comunicação em nosso país. Nossa legislação é fragmentada, defasada e, em alguns aspectos, fere direitos constitucionais: segue em vigor o Código Nacional de Telecomunicações, datado de 1962. É urgente que seja definido um marco legal justo para a radiodifusão comunitária.

A realização de uma I Conferência Nacional de Comunicação, durante 2008, construída democraticamente com a participação de todos os setores da sociedade, acumulando experiências e informações a partir das realidades locais, municipais e estaduais, nos moldes das conferências nacionais que já são realizadas no país em outros setores há vários anos.

A escolha de um padrão digital para o rádio brasileiro precisa ser feita com uma ampla e profunda discussão com todos os setores da sociedade, pois tal escolha terá enormes implicações políticas, econômicas e culturais para o/a cidadão/ã. É necessário que a migração digital assegure a existência de emissoras públicas, e que sejam criadas políticas para garantir condições de igualdade com o setor privado. Não devemos e não podemos nos limitar aos interesses das emissoras comerciais de preservar e potencializar seu modelo de negócios, em detrimento dos interesses maiores do povo brasileiro. Para tanto, é necessária a criação de um consórcio entre academia e indústria, com apoio e incentivo do Estado, para o desenvolvimento de tecnologia nacional para a digitalização do rádio.

Assim como acontece em outros setores de produção cultural, as rádios também precisam de políticas públicas de fomento, para sua sustentabilidade econômica e, conseqüentemente, institucional.

Propomos também a construção de uma estratégia de capacitação e formação permanente e dinâmica para os comunicadores/as públicos/as, que ultrapasse as questões técnicas. Deve-se pensar também na formação dos/das cidadãos/ãs para a mídia radiofônica.

Ao abordar tais temas, este Fórum dá início a um processo de diálogo entre sociedade organizada e poderes públicos. Confiamos no compromisso do Governo e das entidades do setor em garantir a instituição e a manutenção de espaços de elaboração dos próximos passos na construção de um campo público de rádios.

Rio de Janeiro, 23 de novembro de 2007.



Escrito por Magaly Prado às 08h24
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BRILHANTINA COM AS PéROLAS DOS ANOS 50 NA SULAMéRICA TRâNSITO FM

"Já afastou o sofá da sala e tirou aquele vaso que ganhou da sogra?? Vamos arrebentar a sua casa!!!!", promete o apresentador e produtor Fernando Barreto.
Aos sábados, 22h, a Rádio Sulamerica Trânsito FM (92,1) volta aos tempos da Brilhantina.


Doo wop, swing, rockabilly, boogie woogie, rhythm blues, jive, surf music, skiffle, rock instrumental, twist e claro o bom e velho r.roll de raíz.

No dia 8

The Clovers
Elvis
Chuck Berry
Bil Halley
Los Lobos
Clyde Mcphatter
Annette Funicello
Brenda Lee
Jerry L. Lewis
Avons
Big Bad voodoo daddy...e muito mais....

...22h pelos 92,1 FM, do dial de SP


no comando: Fernando Barreto



Escrito por Magaly Prado às 11h17
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HOJE: MEIA-NOITE NA MEC FM. IMPERDÍVEL!

Glass para sax

o Concerto para Saxofone foi escrito por encomenda do Festival de Schleswig Holstein, Suécia, mas    PHILLIG GLASS     acabaria dedicando esta obra ao RASCHÉR QUARTET . Este grupo correu a Europa e Estados Unidos entre 1995 e 97 apresentando este concerto por mais de 30 salas, tornando esta uma das peças mais conhecidas de Glass. Seja você também um ouvinte deste concerto, sintonizando o programa      RÁDIO ESCUTA !       na MEC-FM, meia noite da terça-feira dia 4 de dezembro. (por Lilian Zaremba) 



Escrito por Magaly Prado às 18h35
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TRANSAMÉRICA ESPORTES ESTRÉIA CAMPANHA PUBLICITÁRIA

A Transamérica São Paulo iniciou essa semana a campanha publicitária de divulgação de sua equipe esportiva. A campanha, que permanece durante os primeiros meses de 2008, será veiculada nos principais jornais e revistas de grande circulação do país, entre eles: Folha de S. Paulo, Lance!, Destak, Metronews, Isto É, Isto É Dinheiro, Placar, Quatro Rodas e Vencer.

As peças trazem a seleção de craques da equipe de esportes da Transamérica representadas como figurinhas de um álbum. Essa maneira descontraída de apresentar a já conhecida equipe da Transamérica Esportes tem como objetivo demonstrar os principais diferenciais da programação esportiva: a força da equipe, a diversidade de talentos, a irreverência e o bom humor.

Apesar de contar com personalidades bem conhecidas do grande público, como o narrador Eder Luiz e os comentaristas Neto e Oscar Roberto Godoi, a emissora pretende fazer com que haja uma identificação ainda maior dos ouvintes com os integrantes da programação esportiva, aumentando assim sua empatia com a audiência.

Ficha Técnica
Título - Um time inteiro de craques. O olheiro da Transamérica deve ser um gênio.
Anunciante - Rede Transamérica de Comunicação
Produto – equipe esportiva da Rádio Transamérica
Agência - DPTO Propaganda
Criação – Paula Maia / Oliver So
Direção de Criação - Walter Abreu / Cecilia Pinheiro
Atendimento - Gabriela Blotta / Juliana Dias
Atores / Modelos – integrantes da equipe de esportes da Rádio Transamérica
Fotografia - Paulo Uemura
Produção Gráfica - Myrian Freitas
Aprovação / Cliente - Luiz Guilherme Albuquerque / Rede Transamérica de Comunicação

(por Renato Coelho)


Escrito por Magaly Prado às 00h52
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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