Magaly Prado - Notícias sobre Rádio z

Coloque o selo da Magaly no seu site!

O blog da Magaly vira sua página principal

Adicione ao seu Del.icio.us

Lançamento do meu livro foi dia 7/6 na Fnac Paulista. Saiba mais Veja as fotos

Add to Technorati Favorites

Quem é cadastrado ganha brindes. Cadastre-se agora

  Top ten do leitor-ouvinte

Dial FM de SP:
   Gazeta
   89
   Nova Brasil

 Dial completo
 Dials de outras cidades

 Curiosidades

Computando seu voto...
Carregando resultado

Total de votos:

RSS: Clique com o botão direito do mouse sobre a pílula laranja e copie o endereço RSS deste blog para seu leitor preferido

XML/RSS Feed

www.flickr.com
This is a Flickr badge showing photos in a set called Radiofotos. Make your own badge here.


MARCELO NOVA DE VOLTA AO RÁDIO. AGORA NA INTERNET

Botando Pra Fudê, o último disco de Tim Leary, Eric Burdon, Free, Cowboy Junkies

Veja reportagem do Estadão.com.br
 
Marcelo Nova agora é multimídia. Música, rádio, televisão. Tudo ao mesmo tempo agora na internet. Líder do Camisa de Vênus, derradeiro parceiro de Raul Seixas, língua corrosiva, o roqueiro baiano - no momento alternando a carreira solo com seu eterno conjunto - está à frente do site botapraf.com.br. Com o nome inspirado no grito de guerra surgido e entoado pelo público nos shows do Camisa, o novo palco de Marcelo Nova está há um mês na internet e já conta com três programas em vídeo e outros três em áudio.

Ainda que confesse não ter muita intimidade com a web e que se atrapalha com um simples envio e-mail, Marcelo encara sem medo a nova maneira de se apresentar ao público. "Eu sou do tempo em que o mundo era redondo. Agora é liquefeito e estou tentando dar um pouco de forma a ele", diz. E a forma, no caso, é simples e direta: rock - seja em música, informação, entrevistas.

Com a experiência de radialista (antes de arrombar as portas do rock nacional ele foi locutor por cinco anos na Rádio Aratu de Salvador, passou pela Transamérica na década de 90 e recentemente atuou como apresentador na TV FX ) e o carisma de roqueiro, Marcelo Nova apresenta em seus programas lançamentos e novidades sobre rock. "É uma visão do rock. Não vai ter só coisa velha, nem só moderninha", diz. "Vamos mostrar desde um disco de Johnny Winter ao novo show do White Stripes". Os programas também terão reportagens e entrevistas . "Entrevisto as pessoas e não só celebridades. O que importa é que for dito e não quem falou."

A atualização do site é feita alternando-se um programa de rádio e um de TV. Em breve, o site estreará uma nova seção que contará com o guitarrista Luiz Carlini (Tutti Frutti, Rita Lee) dando dicas sobre o instrumento, numa espécie de escola de rock. O site também terá uma coluna fixa sobre Heavy Metal. (por Edmundo Leite) 



Escrito por Magaly Prado às 15h36
[ ] [ envie esta mensagem ]


ESTUPIDIFICAÇÃO DAS RÁDIOS CHINESAS

Nada de rock and roll para o Estado chinês
Howard W. French
Em Xangai, China


Uma canção muito ouvida no rádio atualmente começa com uma melodia leve e animada e letras ainda mais para cima.

"Não ligue para a solidão", diz o cantor. "Eu não acho que isto importe."

Outra canção muito tocada se esforça ainda mais para consolar. "Ah, homenzinho, ah, seja bem-sucedido rapidamente", ela aconselha. "Desfrute diariamente ser pobre mas feliz."

Os marxistas antes se referiam à religião como o ópio do povo, mas na China atual é a música promovida pela rádio estatal que cada vez mais ocupa tal lugar. Desde que assumiu o poder há cinco anos, o líder da China, Hu Jintao, fala sobre "construir uma sociedade harmoniosa", uma frase ambígua, sujeita a inúmeras interpretações.

Mas os músicos, críticos culturais e fãs chineses dizem que no entretenimento, o esforço do governo parece claro: harmonioso significa suavemente homogêneo, com virtualmente toda a música contemporânea no rádio consistindo de canções românticas gentis e baladas para levantar o espírito.

Nas últimas semanas, as emissoras de televisão sofreram intensa pressão de Pequim para purgarem de sua programação as notícias de crime e mesmo referências levemente sugestivas de sexo. Produtores de programas de variedade estão sujeitos a novas regras que visam reforçar as noções oficiais de dignidade. Enquanto isso, galerias de arte e produções teatrais sempre estiveram sujeitas a análise dos censores.

Mesmo sem recorrer a censura direta, o Estado conta com poderes formidáveis para controlar a música popular e moldar os gostos. Entre eles está a propriedade de todos os meios de radiodifusão, a seleção de letras de toda a música comercial e controle rígido dos locais de apresentação.

Muitos dizem que o resultado é a perda da sensibilidade e a estupidificação da música popular. Fu Guoyong, um crítico de cultura independente em Hangzhou, comparou a música popular atual ao conformismo politicamente forçado da Revolução Cultural, quando apenas oito "óperas-modelo" socialistas, altamente idealizadas, podiam ser apresentadas na China.

"Atualmente os cantores podem cantar muitas canções, mas no final, todos cantam a mesma canção, cuja essência é: 'Divirta-se'", disse Fu. "A cultura se transformou em um vaso vazio."

Em nenhum outro lugar a conformidade é exercida mais vigorosamente do que no rádio, onde os programas de música popular estão saturados do equivalente chinês do tipo de música freqüentemente associada em outros países a elevadores e consultórios de dentista.

O rock and roll é em grande parte limitado a programas especiais que são permitidos em breves janelas de programação nas madrugadas, e mesmo aí há poucos indícios de revolta, alienação ou qualquer mínima manifestação de rebelião adolescente.

O rock desfrutou de popularidade na China no início dos anos 90, mas as composições do artista mais famoso do país, Cui Jian, desapareceram do rádio naquela época porque, como acreditam muitos fãs, suas letras começaram a flertar com temas políticos.

A esta altura, os grupos de rock se sentem tão indesejados que quando o Comitê Olímpico Chinês convocou músicos para apresentarem canções para os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, virtualmente nenhum se ofereceu, segundo Shen Lihui, um executivo de gravadora que foi consultado pelo comitê.

Liu Sijia, o baixista e vocalista de uma banda underground de Xangai chamada Three Yellow Chicken, disse que a música alternativa atualmente tocada na China é parecida com o rock ocidental nos anos 60, com freqüentes referências a questões sociais como guerra, pobreza, direitos civis e conflito de gerações. Mas o rock alternativo raramente é ouvido no rádio.

"O que predomina aqui é pior que lixo", ele disse. "Porque a China enfatiza a estabilidade e a harmonia, a maior utilidade destas canções populares é não serem perigosas para o sistema. Se as pessoas pudessem ouvir a música underground, isto as faria sentir os problemas de suas vidas e as estimularia a querer mudar as coisas."

As autoridades culturais e os DJs de rádio chineses insistem que a predominância de música pop suave apenas reflete o gosto popular. Muitos apontam para uma mudança de geração na China, com os atuais jovens do país concentrados demais no boom econômico do país para se preocuparem com problemas sociais ou meditarem sobre as grandes questões da vida.

"O que importa é se você está feliz ou não, não o conteúdo", disse Zheng Yang, um DJ veterano da Music Radio em Pequim. "A vida está tranqüila, de forma que a música trata de coisas tranqüilas. Qualquer um pode criticar ou censurar. O que precisamos no momento é de orientação."

Os críticos das políticas culturais do país reconhecem que em comparação com práticas do passado, a censura direta de música popular é relativamente incomum. Mas em comentários que indicavam a agenda política por trás da gestão da música popular pelo Estado, Zhang Zhuyi, uma autoridade da Administração de Rádio, Cinema e Televisão do Estado, disse duvidar que uma emissora de rádio dedicada ao rock and roll seria autorizada na China.

"Novas emissoras de rádio precisam de aprovação e os reguladores considerariam se o conteúdo se enquadra com as tendências sociais e políticas nacionais", disse Zhang.

Ao ser perguntado quais eram elas, ele disse: "Se trata de orientar o público, lhes fornecer uma espécie de alimento espiritual".

Em um pequeno local de apresentação em Xangai, um dos poucos onde artistas alternativos podem tocar, um grupo de estudantes universitários desdenhou a atual música popular chinesa.

"O que toca no rádio é baboseira acéfala que todos copiam uns dos outros", disse Xu Jinlu, uma caloura de 20 anos. "O que é produzido aqui fala apenas de 'Você não me ama' ou 'Eu não amo você'. É ruim e pobre em conteúdo."

Sobre isto, sua amiga Yu Yun comentou: "Assim que você ouve o primeiro verso, você já sabe o resto".

Tradução: George El Khouri Andolfato

Visite o site do The New York Times

 



Escrito por Magaly Prado às 11h03
[ ] [ envie esta mensagem ]


PROGRAMA DE RÁDIO MUNDO ROCK DE CALCINHA NA TV CULTURA

 

As garotas do Mundo Rock de Calcinha avisam:

 

"Após matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo, o premiado Mundo Rock de Calcinha invade a TV! As apresentadoras do programa, Gisele Santos e Raquelline Marlusy, estarão no "Vitrine" (TV Cultura) nesse domingo, dia 28 de outubro, às 20h, falando sobre o Mundo Rock de Calcinha (bastidores, produção, escolha das bandas, como tudo começou) e também apresentam - pela primeira vez tocando ao vivo na rádio virtual - as bandas Motores e Hai Kai. Uma verdadeira maratona rock n'roll em dose dupla jamais vista, ou melhor, jamais ouvida em programa de rádio on-line algum! Mais uma proeza do único programa feito com atitude, respeito e paixão pelas mulheres do rock."

 

Site MRC

Orkut MRC

 

Site do Vitrine

 

Matéria da Folha de S. Paulo

 

 

Primeiro prêmio do MRC

 

SOBRE O PROGRAMA MRC

 

O Mundo Rock de Calcinha é programa de rádio on-line, também disponível em podcast, que apresenta músicas de bandas de rock, punk, hardcore e metal formadas somente por meninas ou com mulheres no vocal (nacionais e internacionais). Também das bandas que possuam alguma integrante instrumentista: baixista, guitarrista, baterista, tecladista. Além disso, todo mundo fica bem informado sobre o cenário rock n' roll feminino com dicas culturais, entrevistas, notícias.

 

A estréia aconteceu em maio de 2007 com a participação da vocalista Meg Stock (Luxúria). Também já foram entrevistadas as bandas paulistas Vulgarize e Ásfora, a banda mineira Pleiades (com vocalista de apenas 14 anos de idade), o cartunista Marcio Baraldi, a roqueira carioca Sabrina Sanm, a banda gaúcha Jolies, as californianas do The Donnas e a banda baiana Canto dos Malditos na Terra do Nunca. E não pára por aí, pois ousadia é o que não falta na equipe do Mundo Rock de Calcinha que convidou pra tocar ao vivo as bandas Motores (SP) e Hai Kai (Sorocaba/SP) no mesmo dia!

 

Em agosto de 2007, com apenas três meses de existência, o programa venceu o 2º GRC Music na categoria 'Programa de Rádio On-line'.


 

A produção, pauta, roteiro e locução são feitos por Gisele Santos e conta também com apresentação de Raquelline Marlusy. As atualizações acontecem quinzenalmente e os programas anteriores podem ser ouvidos sempre, pois ficam disponíveis no site do programa, seção "Áudio", também em podcast (mp3 player).

 

A gravação e edição/sonoplastia é realizada pela equipe do Studio Latitude  em São Paulo.



Escrito por Magaly Prado às 18h49
[ ] [ envie esta mensagem ]


Governo e emissoras concordam em flexibilizar "Voz do Brasil"

Da Redação do Portal IMPRENSA - O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, disse, na última quarta-feira (24), que governo e radiodifusores concordam sobre a possibilidade de flexibilizar o horário de exibição do programa "A Voz do Brasil". O problema apontado por ele é como fazer essa flexibilização.

Entre as possibilidades, o ministro sugeriu mudar o horário e manter a transmissão em rede nacional. "O problema é que manter a rede não contempla a diversidade do Brasil. No interior de Minas Gerais, talvez 22 horas seja muito tarde. Em São Paulo pode ser um bom horário".

Outra opção seria liberar as rádios para escolherem o melhor horário dentro do período entre 19 horas e 22 horas. Nesse caso, o problema estaria em quebrar a transmissão em rede nacional.

Franklin cogitou, ainda, abrir pequenos intervalos no programa, mantendo a transmissão em rede nacional. Essas interrupções seriam de 5 ou 10 minutos para que as emissoras pudessem veicular, por exemplo, notícias sobre trânsito ou outras questões relevantes ao momento.

Segundo a Associação das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), as emissoras questionam a obrigatoriedade da transmissão. "Isso fere a liberdade delas informarem em tempo real e de os ouvintes receberem um programa que não seja 'A Voz do Brasil' no horário entre 19 horas e 20 horas", disse um representante da Associação.

Em julho, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, assinou uma portaria regulamentando o horário de transmissão do programa pelas emissoras de rádio do país. Com isso, as rádios de localidades com fuso horário diferente do de Brasília devem gravar o programa para retransmitir no horário local, das 19 às 20 horas. Com informações da Agência Brasil.



Escrito por Magaly Prado às 14h40
[ ] [ envie esta mensagem ]


UFPA REALIZA SEMINÁRIO SOBRE HISTÓRIA DO RÁDIO

Pesquisa da Faculdade de Comunicação resgata memória do rádio no Pará

Quase 80 anos de história, décadas de sucesso e muitas mudanças diante das novas tecnologias, assim é a trajetória do rádio no Pará. Com o objetivo de lembrar um pouco dos fatos marcantes desse veículo e discutir sobre as tendências do rádio na era digital, a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal do Pará (UFPA) realizará o Seminário “O Pará nas Ondas do Rádio”. O evento acontecerá no Cine Olympia nos dias 29 e 30 de novembro.


Serão oito mesas temáticas com personalidades que fizeram parte da história do rádio no Pará e pesquisadores e radialistas de outros Estados. Nas mesas serão debatidos temas como rádios universitárias, rádio digital e a história do rádio paraense.

Entre os pesquisadores externos convidados estão os professores Pedro Vaz, da Rádio Universitária Casper Líbero, de São Paulo; Gustavo Lopes, da Rádio Web Uninter, de Curitiba, e a Professora Nélia Del Bianco, da Universidade de Brasilia (Unb). O Seminário conta ainda com a participação de Antônio Carlos, que há anos atua em rádios comunitárias, já foi presidente do Sindicato dos Radialistas do Pará e atualmente é diretor da Rádio Cultura FM. Participarão ainda representantes de rádios de Castanhal, Marabá e Oriximiná. “A participação de profissionais de outras cidades do Pará, além da capital (Belém), torna o debate mais diversificado, apontando para especificidades locais”, afirma a professora da Faculdade de Comunicação da UFPA, Luciana Miranda Costa, coordenadora do projeto “Universidade no Ar: ensino, pesquisa e extensão com as ondas do rádio” (PROINT/UFPA), que deu origem ao seminário.
 

Durante o seminário será lançado também um site com o resultado de mais de 10 anos de pesquisas sobre rádio sob a coordenação da Professora Luciana Costa e com a colaboração dos alunos de radiojornalismo da UFPA. No site poderão ser baixados os arquivos de texto e de áudio que compõem a pesquisa. “O intuito é ter um banco de dados que seja um instrumento pedagógico para os pesquisadores da área ou pra qualquer pessoa interessada em rádio”, conclui Luciana Costa. A pesquisa da Faculdade de Comunicação da UFPA dará também origem ao livro “O Pará nas Ondas do Rádio”, que será lançado no primeiro semestre de 2008. (Por Marcos Corrêa) 


Contatos sobre o Seminário O Pará nas Ondas do Rádio

www.radionopara.ufpa.br

E-mail: oparanasondasdoradio@gmail.com

Serviço: Dias 29 e 30 de novembro, das 8 às 17h, Cine Olympia – Av.Pres.Vargas próximo à Praça da República – Belém – PA.



Escrito por Magaly Prado às 13h13
[ ] [ envie esta mensagem ]


RÁDIO COM AUDIÊNCIA DE TV

PROPAGANDA SOBRE PROPAGANDA DA RÁDIO GLOBO

Radio Globo mostra comparação de audiência da rádio com alguns programas de TV. Veja



Escrito por Magaly Prado às 00h10
[ ] [ envie esta mensagem ]


TRANSAMÉRICA PREPARA PROJETO VERÃO 2008

’Verão Pop Transamérica’ leva atrações itinerantes e promove festival de bandas no litoral paulista 

Assim como nos anos anteriores, a Rádio Transamérica São Paulo leva mais uma vez às praias do litoral paulista "um mega estúdio móvel (com um palco desmontável de 25 m²) com o que há de mais moderno em recursos de áudio, vídeo e iluminação para a realização de atividades de entretenimento em pontos estratégicos do litoral paulista", segundo a assesoria de imprensa da emissora.

Para isso, a emissora dispõe de equipamentos "de última geração, incluindo um telão de 200 polegadas e uma aparelhagem de som com 15 mil watts de potência para as performances, shows e atuações dos DJ’s", reforça a assessoria.

Na arena do ‘Verão Pop Transamérica’, professores de educação física ministrarão aulas de coreografia, relaxamento, aeróbica, correção de postura, alongamento e respiração. A arena terá ainda um espaço de lazer e diversão com atrações como cama elástica, parede de escalada e bunge trampolim.

A grande novidade deste ano é o ‘1o Festival de Bandas Verão Pop Transamérica’, que terá etapas em todas as cidades por onde o projeto passar. A banda vencedora será premiada com a confecção de 2 mil CD’s. O regulamento completo do concurso estará disponível, em breve, no site oficial da emissora.

Cotas de patrocínio
A Rádio Transamérica disponibiliza 6 cotas de patrocínio no mercado – 4 cotas master e 2 cotas de apoio. Os cotistas terão direito a inserções na programação e Transpedágios nas praias com a equipe de promoção da emissora, que distribui milhares de brindes personalizados de acordo com a comunicação visual das marcas parceiras.

Além disso, os patrocinadores do ‘Verão Pop Transamérica’ terão suas marcas expostas na arena e no estúdio móvel.


Sobre a Rede Transamérica de Comunicação
A Transamérica é a única rede de rádios com três formatos diferentes de programação (Pop, Hits e Light). A Pop é dirigida ao público jovem das classes A, B e C, de 20 a 34 anos e está presente nas principais cidades brasileiras. A Hits é voltada ao segmento popular, da faixa etária dos 15 aos 39 anos e, em 2005, tornou-se a maior rede de rádios do segmento. Já a programação da Transamérica Light é dirigida ao público adulto qualificado, com mais de 30 anos, das classes A e B. 

Escrito por Magaly Prado às 22h42
[ ] [ envie esta mensagem ]


Seminário discute a situação das rádios comunitárias em SP



Do Rádio Agência- No próximo dia 29 de outubro será realizado em São Paulo o seminário "Situação das Rádios Comunitárias na Cidade de São Paulo", uma iniciativa da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, com apoio da Frente Parlamentar em Defesa das Rádios Comunitárias no Estado de São Paulo.

O Seminário acontece no Auditório Franco Montoro, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, das 15 às 18h. As inscrições podem ser efetuadas através do www.camara.gov.br ou pelo telefone 0800 619 619.

Mais informações pelos telefones (61) 3216-6454 ou (61) 3216-6456.



Escrito por Magaly Prado às 13h32
[ ] [ envie esta mensagem ]


CARLOS CONDE MORREU DIA13

Morre o radialista Carlos Conde aos 77 anos

Do Comunique-se - Apresentador de um programa de Jazz da Rádio Cultura FM por 20 anos, o radialista, produtor e arquiteto Carlos Conde morreu vítima de um infarto, no sábado (13/10) em São Paulo, aos 77 anos.

Segundo o coordenador da Rádio FM, Eduardo Weber, Conde era “um amante do jazz”. “Ele foi um grande colaborador da rádio FM. Primeiro foi ‘Jazz Improviso’, que estreou em 1987 e depois mudou para ‘Jazz Concert’. Ambos tinham muito boa audiência. Ele fazia toda a produção, todo o repertório. Muito material que nós não temos, ele trazia para o programa, porque ele tinha muita coisa”. A coleção de Conde abrangia aproximadamente cinco mil CDs e oito mil LPs.

Desde que foi afastado do trabalho devido à descoberta de um tumor maligno no cérebro, a Rádio reapresentou alguns dos melhores edições do Jazz Concert e em julho passado extinguiu o programa.

A cremação do corpo foi realizada no domingo, no cemitério da Vila Alpina, São Paulo.

(*) Com informações da Folha de S. Paulo.



Escrito por Magaly Prado às 01h03
[ ] [ envie esta mensagem ]


Senado debate Voz do Brasil em audiência pública

 

O Senado Federal debaterá, na quarta-feira (24/10), a flexibilização da Voz do Brasil. A audiência pública foi requerida pelo presidente da CCT, a comissão de comunicação da casa, Wellington Salgado (PMDB-MG), baseado em discussões sobre o tema no plenário.

Foram convidados o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins; o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo de Souza Hobaika; o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slavieiro; o diretor-executivo da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), Flávio Lara Resende; e o diretor da Secretaria Especial de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, William França.

Suplente de Hélio Costa, Salgado corre o risco de perder o mandato com uma possível volta do ministro das Comunicações ao Senado. (do Comunique-se)




Escrito por Magaly Prado às 14h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

© 2004. Todos os direitos reservados. Expressamente proibido a publicação e/ou utilização deste conteúdo sem autorização.
Meu humor:

  Escutando todas!

Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
 Leia mais
 Cursos de Rádio
 Palestras sobre Rádio

 Fale Conosco
 Responda quatro perguntas sobre rádio na web, por favor

 Eventos do mês

  Ouça entrevista com a Magaly

Histórico:
Ver mensagens anteriores

 Sugestão de leitura

LINKS
 Radio Uol
 Site da minha filhota
 Ondas Curtas
 Helio Ribeiro
 Uolk


Pesquisas interessantes:
  O que a classe "A" ouve?

Matérias polêmicas:
  89FM vira 89 Pop
  Vem aí a rádio MTV FM
  Record compra Guaíba AM/FM

  SulAmérica Trânsito FM

Entrevistas especiais:
  Paulo Bonfá
  João Gordo detona 89

  Paulo Lopes
  Fiori Giglioti





Por problemas técnicos, este contador zerou e recomeçou a contar a partir de novembro


powered by ODEO