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Escolha do padrão digital de rádio pode ser adiada por seis meses

Assessor da Casa Civil reconhece que problemas técnicos podem retardar o processo

O governo pode adiar por pelo menos seis meses a escolha do padrão digital de rádio por reconhecer que as tecnologias disponíveis – Iboc (norte-americana) e DRM (francesa) - apresentam problemas ainda não solucionados que podem tornar sua implantação inócua. A informação foi prestada por André Barbosa, assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, em audiência pública realizada esta manhã na Comissão de Educação do Senado Federal, após ouvir de palestrantes do evento críticas ao processo de escolha. “As críticas são verdadeiras”, admitiu Barbosa, à saída do evento.

Para Barbosa, seis meses é o prazo mínimo para uma missão brasileira visitar os Estados Unidos e seu órgão regulador (a Federal Communications Comission - FCC), conhecer as dificuldades das emissoras locais no processo de migração para a nova tecnologia e as críticas das universidades norte-americanas ao padrão Iboc, para que o Brasil possa buscar soluções tecnológicas nacionais que a tornem viável.

“Isso tem de ser rápido, no máximo seis meses”, afirmou Barbosa, lembrando que apenas 10% das 14 mil emissoras FM daquele país fizeram a migração. Isso se deve, segundo ele, a problemas como a redução de alcance das transmissões digitais (dos 110 quilômetros atuais do analógico para apenas 70 km no digital) e o delay (retardamento do sinal) de cinco a oito segundos na transmissão digital em relação à analógica.

A redução de alcance significa, segundo Barbosa, perda de anunciantes e de ouvintes, o que representa menos receitas para as emissoras. Combinado com as interferências do sinal digital sobre o analógico, o delay torna as transmissões incompreensíveis, segundo o jornalista Ethevado Siqueira, que instalou um rádio digital em seu carro, em São Paulo, onde é realizado teste com a tecnologia Iboc. “É um desastre”, afirmou ele em apresentação na audiência pública. A missão brasileira aos EUA pode ser definida na próxima semana, segundo Barbosa.

Alternativas

Só depois de identificados os obstáculos práticos do uso da tecnologia, e com o apoio dos especialistas das universidades brasileiras, Barbosa acredita que será possível buscar soluções tecnológicas nacionais que tornem o Iboc confiável. Barbosa afirmou que os problemas da tecnologia Iboc têm causado preocupação na Casa Civil e no Ministério das Comunicações. Outros problemas da tecnologia Iboc, a preferida pelos radiodifusores brasileiros, são também o alto custo do aparelho de rádio (de US$ 150 a US$ 300) e a falta de durabilidade das pilhas, o que elimina a portabilidade e mobilidade do rádio.

Os aparelhos digitais só funcionam, efetivamente, ligados a uma tomada de energia, o que põe fim à verdadeira instituição que o radinho de pilha portátil se transformou no Brasil. O serviço tem a segunda maior rede de emissoras do mundo, com 7,6 mil estações, contabilizadas as comunitárias e educativas.

Para o assessor da Casa Civil, a solução seria uma tecnologia alternativa, mas a européia DRM ainda não conseguiu provar aos brasileiros a sua capacidade de realizar simulcast, a transmissão simultânea, na mesma faixa de freqüência, dos sinais digital e analógico. Outras tecnologias, como a DBA, não fazem simulcast e sua escolha desativaria a imensa rede instalada de emissoras de rádio no Brasil – o que está fora de cogitação, segundo Barbosa. “Não podemos destruir essa rede”, reconheceu Barbosa. Apenas a Iboc e DRM se declaram capazes de fazer simulcast. (por Márcio de Moraes, da Telecom Online)



Escrito por Magaly Prado às 11h48
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RÁDIO E CAPITALISMO NO RIO GRANDE DO SUL

as emissoras comerciais e suas estratégias

de programação na segunda metade do século 20

De Luiz Artur Ferraretto

Palestra

Luiz Artur Ferraretto,

Flávio Alcaraz Gomes e Jayme Copstein

Dia 29 de outubro de 2007, às 15h,

na Sala Oeste do Santander Cultural,

durante a 53ª Feira do Livro de Porto Alegre (atividades paralelas)

Sessão de autógrafos

Dia 8 de novembro de 2007, às 19h30,

na 53ª Feira do Livro de Porto Alegre

Preço sugerido

R$ 52,00 (R$ 36,40 na banca da Editora da Ulbra, durante a Feira do Livro)

 

 

Nos anos 50 e 60, o espetáculo dos auditórios na saudável disputa a preferência dos ouvintes entre a Farroupilha e a Gaúcha. Tempos de Maurício Sobrinho, ainda sem o Sirotsky no nome, e do animador-galã Salimen Júnior. Tempos das novelas, com Walter Ferreira, Ernani Behs e, logo em seguida, Paulo Ricardo a mobilizarem atenções e sentimentos em longas tramas, seis, sete, oito vezes ao dia. Tempos de Pinguinho e Walter Broda, de Carlos Nobre, todos fazendo chorar... de tanto rir. Vêm a TV e a crise. Vem a saída na segmentação. Começa a era dos comunicadores, conversando sempre com o ouvinte. Anos 70 de falar para públicos em particular e da aposta nas estações em freqüência modulada. Anos de crise, mas de grandes grupos, uns ficando para trás na voragem da história. Lembram dos Associados? Outros enfrentando problemas e se reestruturando como a casa da Guaíba, ao final guardando de Caldas Júnior apenas um nome, uma lembrança, uma referência. Muitos surgindo – a Rede Brasil Sul, a Rede Pampa... – e chegando de fora – o Grupo Bandeirantes, por exemplo. E, é claro, há os empreendimentos do interior do estado, de cinco décadas atrás, das Emissoras Reunidas, na parte de cima do Rio Grande, e das várias rádios Cultura, lá da Zona Sul, aos de hoje. Radiojornalismo. Rádio popular. Rádio musical. Os vários rádios do final do século. Tudo com o pano de fundo da história gaúcha e brasileira, da política, da economia, da cultura...

Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul: as emissoras comerciais e suas estratégias de programação na segunda metade do século 20, de Luiz Artur Ferraretto, recupera a trajetória do veículo em suas diversas vertentes. São 632 páginas, com dezenas de quadros e ilustrações, resultado da tese de doutorado do autor defendida no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O trabalho baseia-se em entrevistas, gravações de arquivo, livros, documentos e publicações. Com preço sugerido em R$ 52,00, está sendo lançado na 53ª Feira do Livro com um valor promocional: R$ 36,40 na banca da Editora da Ulbra.

 

Contatos com o autor:

Luiz Artur Ferraretto

(51) 3226-9320 (residência)

(51) 9999-1865 (celular)

luiz.ferraretto@uol.com.br

Divulgação – Editora da Ulbra

Claudia Luciane de Oliveira

(51) 3477-9118 (editora)

(51) 9712-1564 (celular)

claudia.oliveira@ulbra.br

 



Escrito por Magaly Prado às 11h06
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GILBERT ESTRÉIA NA ALPHA FM



GILBERT, VIRANDO A PÁGINA!

Dicas e informações sobre um dos países mais encantadores do mundo: a França. Esta é a proposta da nova atração da ALPHA FM, produzida e apresentada por um incansável divulgador da cultura francesa no Brasil – Gilbert.

Os boletins vão abordar temas como artes, variedades, música, turismo e lazer, esporte, moda, enogastronomia e muito mais. Tudo para o ouvinte ficar bem informado de uma forma descontraída.

 

Gilbert tem uma carreira extensa. Multimídia, atua em TV (recentemente na novela Cidadão Brasileiro da Rede Record e participará do Especial de Fim de Ano da Rede Globo), cinema, é cantor e compositor de alguns sucessos (quem lembra de F...come femme!), além de ter vasta experiência em rádio. Trabalhou por anos a fio na Scalla FM, inclusive dirigindo a emissora.

 

“À La Page” estréia na ALPHA FM no dia 29 de outubro, segunda-feira, sempre em duas edições diárias, às 7h e às 21h30. (com informações de Beatriz Dotane)



Escrito por Magaly Prado às 23h32
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Governo vai adiar escolha do padrão de rádio digital

Da Agencia Estado - O governo vai adiar para o próximo ano a decisão sobre a escolha do padrão de rádio digital que será adotado no Brasil. O assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa, disse que os problemas detectados no padrão americano de rádio digital (Iboc) têm "assustado" a Casa Civil.

"A Casa Civil está preocupada em não tomar uma decisão de afogadilho", disse Barbosa, após participar de audiência pública na Comissão de Educação do Senado para discutir uma proposta de Lei Geral de Comunicação Eletrônica de Massa.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, havia dito que a decisão poderia sair já no mês passado, e a tendência, apoiada pelos radiodifusores, era a de escolher o padrão americano para as emissoras AM e FM, porque é o único que permite o funcionamento simultâneo do sistema de rádio digital e do analógico. Para as emissoras de ondas curtas, usadas principalmente na Amazônia, seria escolhido o padrão europeu.

Barbosa disse que o próprio Hélio Costa sugeriu que, antes da escolha do padrão, uma delegação do governo brasileiro vá aos Estados Unidos para se reunir com representantes do órgão regulador americano (Federal Communications Commission - FCC), emissoras de rádio e universidades. "Achamos melhor visitar os Estados Unidos e tomar uma decisão que inclua a universidade brasileira", afirmou.



Escrito por Magaly Prado às 17h41
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I ENCONTRO PAULISTA PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO E DA CULTURA

Do site Cultura e Mercado- Ocorrerá, entre os dias 19 a 21 de outubro, o I Encontro Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura. O evento tratará das questões relacionadas às políticas de democratização da comunicação e da cultura e acontecerá na Fapcom – Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação - , em São Paulo.
Tema
s como o acesso livre à cultura e à informação, a preservação da diversidade nos veículos comunicadores, a transparência nos critérios e regulamentação para as outorgas de rádio e TV e a convergência tecnológica serão debatidos durante o Encontro.
As organizações promotoras do Encontro convidam os comunicadores(as) populares, jornalistas profissionais, sindicalistas, organizações sociais, produtores(as) culturais, artistas e demais interessados a participarem.
As inscrições podem ser feitas no site do I Encontro Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura: http://sp.comunicacaoecultura.org.br/

Informações pelo telefone (11) 3877-0824 (Mariana) ou pelo e-mail secretaria@sp.comunicacaoecultura.org.br
Encontro terá cobertura jornalística compartilhada
Trazendo à práxis o que não deixa de ser uma das pautas do Encontro – democratizar a informação a partir da participação no fazer jornalístico -, o processo de cobertura jornalística do evento será todo aberto, público e colaborativo.
Uma oficina preliminar debaterá os temas do evento e a metodologia a ser implementada. A idéia é que todos os interessados possam participar da cobertura e compartilhar o que foi apurado, através do 100canais – rede de jornalismo cultural independente -, dos veículos das organizações e do próprio site do Encontro. Além disso, todo o processo de edição será público e aberto à opinião de todos(as).
A oficina acontecerá nessa quinta-feira, 18/10 (véspera do Encontro), às 20h, no Instituto Pensarte (Alameda Nothman, 1029, Campos Elíseos, São Paulo).
Informações pelo telefone (11) 3667-9859 ou pelo e-mail guilherme@pensarte.org.br

I Encontro Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura.

CONVOCATÓRIA
Comunicadores(as) populares, jornalistas profissionais, sindicalistas, assessores(as) de organizações sociais, produtores culturais, artistas, estudantes, militantes dos movimentos sociais, do movimento hip hop, da mídia alternativa, dos movimentos pelo software livre, todos(as) os(as) que se preocupam com os rumos da democracia em São Paulo e no país. Este é um convite. Um chamado. Uma convocatória que anuncia a realização do I Encontro Paulista pela Democratização da Comunicação e da Cultura, nos dias 19, 20 e 21 de outubro de 2007, na Fapcom - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação.

Data da tradicional Semana Nacional pela Democratização da Comunicação. Oportunidade de debater ações que visem à ampliação radical do acesso à cultura, às tecnologias de informação, aos meios de produção. Tempo de pensar na educação para a comunicação, na comunicação para a educação. Momento de levantar a voz e reivindicar políticas públicas democráticas, que valorizem a comunicação comunitária, livre e popular. Leis que garantam a pluralidade e a diversidade nos grandes veículos de informação. Hora de fazer o coro por transparência, critérios e regulamentação para as outorgas de rádio e TV. De entender o futuro próximo da convergência, da digitalização. De lutar pela inclusão.

Programação

Sexta-feira (dia 19)
19h30 - Mesa de abertura: Pluralidade e diversidade de meios de comunicação

Sábado (dia 20)
9h00
Painel 1 - Mídias Livres, Populares e Comunitárias
Painel 2 - Comunicação e Educação

11h15 - GDs temáticos
- Pluralidade e diversidade de meios de comunicação
- Mídias livres, populares e comunitárias
- Comunicação e educação

14h30
Painel 3 - Mídia, ética e violação de direitos humanos
Painel 4 - Convergência, Internet e Inclusão Digital

16h45 - GDs temáticos
- Mídia, ética e violação de direitos humanos
- Convergência, Internet e Inclusão Digital
- Políticas Culturais

Domingo (dia 21)
9h30 - Café da manhã coletivo
11h - Plenária - organização da rede e definição de prioridades políticas
17h - encerramento

Assinam essa convocatória: 100canais - Rede de Jornalismo Cultural Independente • Agência Sindical • Assembléia Popular SP Mutirão por um Novo Brasil • Associação Cantareira • Ativismo Midiático • Camará Comunicação e Educação Popular • CAMP SBC - Centro de Formação e Integração Social de São Bernardo do Campo • Campanha pela Ética na TV • Centro Acadêmico Benevides Paixão (PUC-SP) • Centro Acadêmico Florestan Fernandes da Escola de Sociologia e Política de São Paulo • Centro Acadêmico Vladimir Herzog (Cásper Líbero) • Centro Acadêmico XI de Agosto (São Francisco/USP) • Ciranda Internacional de Informação Independente • Cives - Associação Brasileira de Empresários pela Cidadania • Centro de Mídia Independente (CMI) • Comissão de Direitos Humanos do Sindicato dos Advogados de São Paulo • Conselho Regional de Psicologia de S.Paulo (CRP-SP) • Cultura e Mercado • Departamento de Jornalismo da PUC-SP • Enecos - Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social • Escritório Paulista da AMARC - Associação Mundial de Rádios Comunitárias • Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) SP • Fórum Paulista de Gays, Lésbicas, Travestis, Transexuais e Bissexuais • Identidade - Grupo de Ação Pela Cidadania de Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Bissexuais • Instituto Paulo Freire • Instituto Pensarte • Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social • ISCAP - Instituto Sócio-Cultural e Ambiental do Pontal do Paranapanema • Jornal Brasil de Fato • Jornal dos Trabalhadores • Marcha Mundial das Mulheres • Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (NCE-ECA/USP) • Oboré Projetos Especiais em Comunicações e Artes • Projeto Cala-boca já morreu • Projeto/Revista Viração • Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo • Vespa Brasil Comunicação.



Escrito por Magaly Prado às 09h06
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Congresso do PC Chinês nas ondas do rádio

Acontece na China entre os dias 15 a 21 de outubro, o
17º Congresso do Partido Comunista Chinês, que ocorre
de 5 em 5 anos.
A China é um país emergente e com um crescimento
econômico muito grande e está investindo muito nos
Jogos Olímpicos de 2.008 que será realizado nesse
país.
Por ser um grande parceiro comercial do Brasil, as
decisões desse Congresso serão de grande importância
para todos nós.
A Rádio Internacional da China que transmite em ondas
curtas em  português  para o Brasil desde a década de
60, estará com uma programação especial dando destaque
a esse Congresso.
Quem desejar ouvir a emissora pode sintonizá-las pelas
ondas curtas em vários horários e freqüências, entre
os quais destacamos abaixo alguns deles.

Das  09:00 ás 10:00 horas em  9.870 kHz, faixa dos
Das 20:00 ás   21:00 horas em  9.410 e 9685 kHz
Das 21:00 ás  22:00 horas em 13.650 kHz


(por Cassiano  Macedo) do Programa Encontro DX
Rádio Aparecida -
www.radioaparecida.com.br
sábados ás 19:00 horas horário de Brasília
22:00 horas UTC 
Apresentação: Cassiano Macedo e José Moura
20 anos no ar divulgando o hobby do rádio


Escrito por Magaly Prado às 22h48
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RADIOTEATRO SAI DO AR NA FM CULTURA GAÚCHA

É o fim! Sai do ar uma produção de radioteatro que estava no ar havia 9 anos. O que acontece com as emissoras? Tiram da grade exatamente o que tem de melhor? Como diz Eduardo Meditsch: "O programa Radioteatro tem sido um marco na história contemporânea da arte radiofônica por todos esses anos. A decretação de seu fim é um atentado à cultura."

Concordo plenamente. Reproduzo a mensagem de Mirna Spritzer.

Caros colegas,

é com tristeza que comunico o fim do programa RADIOTEATRO que costumava ir ao ar pela Rádio FM Cultura. Soube hoje, quinta feira, pelo operador da rádio que o programa havia "caído" da grade e que já no sábado próximo não vai ao ar, o que não me deixa sequer a oportunidade de avisar aos ouvintes dignamente.

O RADIOTEATRO esteve no ar durante 9 anos e mesmo com formatos variados sempre primou pela valorização de um rádio expressivo, por um espaço para a voz, a palavra e os atores. Escritores, atores, diretores sempre foram protagonistas da arte radiofônica neste programa.

Mas isto ainda não é tudo. Acredito que a eliminação do RADIOTEATRO, junto com outros programas, faz parte de alguma coisa maior que acabará por minar o projeto de emissora pública, independente e de qualidade que sempre norteou a FM Cultura.

No período em que ali estive pude comprovar a determinação, coragem e dedicação de seus funcionários ultrapassando obstáculos de toda a ordem.

Creio que é hora de apoiar a Rádio FM Cultura antes que ela se torne nada além de um MP3 Player.

Aproveito para agradecer aqui aos parceiros que sempre tive nesta emissora em especial, Luiz Henrique Fontoura, Luis Dill, Marco Aurélio Pacheco, Elton Noal, Marinês e Denize. E também aos diretores com quem pude trabalhar em especial, Flávio Dutra, Pedro Macedo, Valci Zucolotto e Rodolfo Rospide Junior.

Por fim, as palavras de Gaston Bachelard: "O rádio está verdadeiramente de posse de extraordinários sonhos acordados".

Os meus permanecem vivos.

Beijo e obrigada,

Mirna Spritzer

11 de outubro de 2007

9 anos de RADIOTEATRO

EM DEFESA DA TVE E DA FM CULTURA

Estamos realizando um abaixo assinado eletrônico CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA TVE E FM CULTURA.
Se estiveres a fim de colaborar e repassar para outros amigos, conhecidos, etc., toda a equipe da emissora agradece. Veja o link abaixo:

http://www.petitiononline.com/TVE_FM/petition.html

Rochele Tonello Zago
Produtora Executiva TVE-RS



Escrito por Magaly Prado às 13h28
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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