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POLÍTICA DE COMUNICAÇÕES

Planalto pode entrar no debate sobre lei convergente
Do Telaviva News-
Se a discussão sobre a regulamentação da convergência está quente no Congresso, com quatro projetos de lei na Câmara e um no Senado, o assunto pode ficar ainda mais complexo com a entrada do Planalto em cena. Isso porque está próximo de ser reeditado o decreto não numerado de 26 de abril de 2005, que criou o grupo de trabalho para a lei de comunicação. Naquela ocasião, foi criado, na verdade, o "Grupo de Trabalho Interministerial com a finalidade de elaborar anteprojeto de lei de regulamentação dos arts. 221 e 222 da Constituição e da organização e exploração dos serviços de comunicação social eletrônica".

A idéia que parece estar bastante madura na Casa Civil é reeditar o decreto, deixando como atribuições do grupo de trabalho apenas a organização e exploração dos serviços de comunicação social eletrônicos por assinatura. Nada sobre regulamentação dos artigos 221 e 222 da Constituição Federal. Isso significa deixar absolutamente de fora a
radiodifusão
. A intenção é agilizar o processo.

O grupo de trabalho teria como incumbência elaborar um anteprojeto de ei resolvendo pontualmente a questão da prestação dos serviços de TV por assinatura por qualquer tecnologia. Ou seja, é basicamente o que estão fazendo, agora, as comissões de Comunicação e Desenvolvimento Econômico da Câmara com a análise dos projetos 29/07, 70/07, 332/07 e 1908/07. Qual seria então a necessidade de uma intervenção do Executivo
neste processo?

Segundo uma fonte do Planalto, há uma decisão do presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff de que o governo precisa se manifestar sobre o tema, mas isso não significará que os projetos em discussão e o substitutivo que eventualmente seja elaborado serão desconsiderados. A ministra Dilma volta do exterior na próxima terça, dia 18, e a edição do decreto deve levar mais uma semana. O grupo de trabalho teria, então, 60 dias para concluir a proposta a ser encaminhada ao Congresso.

Sem atropelos

Indagado sobre o impacto da eventual intervenção da Casa Civil no debate sobre a Lei de Comunicação, o deputado Walter Pinheiro (PT/BA) disse não se surpreender com a recriação do grupo de trabalho, mas considera que a
colocação de um anteprojeto pode atrapalhar o debate, inclusive congelando-o. "Já existe uma discussão amadurecendo no Congresso", disse ele, que é autor de uma das propostas para o tema (o PL 332/07). Ele
lembra que recentemente esteve com a ministra Dilma Rousseff e insistiu com ela para que o governo proponha uma grande Conferência Nacional de Comunicações, a exemplo do que existe para o setor de Saúde. "Uma
conferência ampla poderia trazer propostas concretas e ela poderia ser instalada em outubro e novembro. Aí sim valeria a pena segurar a discussão dos projetos na Câmara para incorporar as sugestões".

Vale lembrar que a participação da Casa Civil no debate sobre a Lei de Comunicação é uma história confusa desde o princípio. Em abril de 2005 o grupo interministerial foi criado, mas seus integrantes só foram nomeados cinco meses depois. No final daquele ano, o sub-chefe de assuntos governamentais da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos, apresentou, em seminário realizado na Universidade de Brasília, algumas diretrizes do que seria a Lei, mas o assunto voltou para a geladeira. Em setembro de 2006 a Casa Civil voltou a falar, dessa vez no Conselho de Comunicação Social, sobre a possibilidade de retomar o debate sobre a Lei de Comunicação em 2007. De lá para cá, também o
Ministério das Comunicações se colocou como autor de uma proposta para criar a Lei de Comunicação, inclusive encaminhando à Casa Civil sua proposta de grupo de trabalho. Samuel Possebon - TELA VIVA News


Escrito por Magaly Prado às 09h28
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RÁDIOS PEDEM MAIS ESTUDOS SOBRE PADRÃO EUROPEU

Anatel reconhece bons resultados do DRM em outros países e diz que sistema poderá ser usado no Brasil

Do Meio & Mensagem
por Alexandra Bicca, de Brasília

A implementação do Rádio Digital no Brasil foi novamente tema de debate na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara nesta terça-feira, 11. Um dos temas levantados foi o alto custo do sistema para os radiodifusores do sistema comunitário.

Os representantes das rádios comunitárias afirmam que a escolha do padrão norte-americano Iboc pode tirar as emissoras do ar por conta dos altos custos e também pelas dificuldades técnicas. Joaquim Carlos Carvalho, da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), afirmou que a operação das rádios comunitárias também dependeria de alterações na lei da radiodifusão garantindo ampliação da frequência de operação. Além de defender aprofundamento do estudos do sistema europeu DRM.

O superintendente de Serviços de Comunicação de Massa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ara Minassian, disse que a adoção do sistema europeu DRM não está descartada e que pode haver sim um aprofundamento da análise do sistema. De acordo com ele, apesar da preferência dos radiodifusores pelo sistema Iboc, os bons resultados do DRM em ondas médias (AM) e ondas tropicais (OT) verificados em outros países podem fazer o Brasil pensar melhor sobre o uso deste sistema.



Escrito por Magaly Prado às 11h43
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MINISTRO DIZ QUE ADIARÁ ESCOLHA ATÉ CONCLUIR TESTES EM SISTEMA DE RÁDIO DIGITAL

Alessandra Bastos
Repórter da Agência Brasil

 




Roosewelt Pinheiro/Abr
Brasilia- - O ministro das Comunicações, Hélio Costa,  participa de entrevista a rádios parceiras, no estúdio da Rádio Nacional . Brasilia- - O ministro das Comunicações, Hélio Costa, participa de entrevista a rádios parceiras, no estúdio da Rádio Nacional .
Brasília - O ministro das Comunicações, Hélio Costa, garantiu dia 2 que o ministério vai aguardar os resultados dos testes com o sistema norte-americano In Band on Chanel (Iboc) antes de fechar a proposta do conselho consultivo sobre qual sistema de rádio digital o país deve adotar.

Segundo o ministro, não há possibilidade de anunciar o sistema sem ter os resultados dos testes do Iboc. “Definitivamente, não podemos anunciar os resultados se não tivermos os testes, que precisam ser analisados tanto pelo ministério quanto pela Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações]”, afirmou ele em entrevista à Radiobrás.

Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), seriam necessários 60 dias para que todas as rádios fizessem suas conclusões. O prazo inicial era que o conselho consultivo sugerisse até 14 de setembro o modelo ideal. Dia 1º, após reunião com o conselho, o ministro deu um prazo limite de mais 30 dias, mas afirmou à Radiobrás que o prazo poderá chegar a 60 dias, se for o caso. “Se é totalmente impossível esse relatório ficar pronto em menos de 60 dias, vamos aguardar”, disse.

Hélio Costa afirmou, no entanto, que não tem como esperar a realização de testes com o sistema europeu Digital Radio Mondiale (DRM). “Os testes DRM tem que ser feitos por eles [os técnicos que defendem o sistema europeu]. Eles tem que trazer um transmissor da Europa, colocar em São Paulo, fazer o teste, indicar para as emissoras que estão dispostas a montar o sistema. Se não trazem esse transmissor até São Paulo, não tem teste. Ou eles fazem os testes, ou não tem como participar”.

Até o momento, nenhuma das rádios que operam em caráter de testes com o sistema Iboc encaminhou seu relatório final à Anatel. O ministro diz que 21 rádios já operam digitalmente em caráter de testes com o Iboc. Os testes definitivos com o DRM ainda nem começaram.

Hélio Costa afirmou que os técnicos do DRM foram convidados a realizar os testes, “mas infelizmente não tivemos uma boa resposta”. Agora, segundo Hélio Costa, os europeus foram convidados para fazer uma exposição do sistema ao conselho consultivo. Dia 1º, dois técnicos do Iboc participaram da reunião do conselho e, posteriormente, fizeram uma exposição sobre o funcionamento do sistema norte-americano aos radiodifusores e empresas fabricantes de equipamentos.

Para o ministro, o país tem pressa na escolha do novo sistema. “Não podemos ficar mais à espera. O rádio digital está em processo de implantação e vamos decidir. Mas vamos aguardar os resultados das experiências, que são enviadas semestralmente para a Anatel. Pedimos que se faça uma compilação dos dados enviados nos últimos dois anos”. Hélio Costa já indicou que o modelo deverá ser um híbrido entre o sistema europeu e norte-americano. Isso porque o europeu comporta Ondas Curtas (OC), enquanto o Iboc funciona em AM e FM. O Brasil tem os três modelos em funcionamento.

Após concluída, a proposta do ministério é encaminhada para a Casa Civil. Aprovada lá, o presidente da República pode sancionar o projeto e, então, anunciar qual será o modelo de rádio digital a ser adotado no país. Segundo Hélio Costa, “no espaço de um ano, as emissoras brasileiras deverão estar praticamente todas engajadas na transmissão digital”.


Escrito por Magaly Prado às 11h33
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CARTA DOS PESQUISADORES DE RÁDIO E MÍDIA SONORA SOBRE A IMPLANTAÇÃO DO RÁDIO DIGITAL NO BRASIL

 

 

Eu, Magaly Prado, como signatário da Carta dos Pesquisadores de Rádio e Midia Sonora reproduzida a seguir, peço sua atenção para o conteúdo deste documento que expressa a preocupação de um grupo de professores a respeito do processo de implantação do rádio digital em nosso país.

MAGALY PRADO

magalyprado@uol.com.br

 

CARTA DOS PESQUISADORES DE RÁDIO E MÍDIA SONORA DO BRASIL

Nós, os 72 abaixo-assinados, pesquisadores e professores universitários de Comunicação Social e áreas afins – pesquisa.radio@yahoo.com.br –, todos tendo por objeto de estudo a radiodifusão sonora, tornamos pública nossa preocupação a respeito do processo de implantação do rádio digital em nosso país. Não nos movem para tanto interesses de ordem partidária. Apenas queremos que a oportunidade tecnológica posta à frente de todos sirva ao bem comum e ao desenvolvimento do Brasil. Temos clara a importância do veículo para a população do país, do empresário que acompanha a evolução dos índices da economia ao trabalhador a quem o rádio oferece certo grau de solidariedade. Temos, também, consciência dos problemas deste meio em suas vertentes comercial, educativa e comunitária, que se deparam com a encruzilhada da convergência multimídia.

Realizando estudos a respeito há vários anos, acompanhamos tanto as políticas e as estratégias públicas para a introdução da tecnologia digital como os movimentos da classe empresarial e das organizações da sociedade civil a respeito. Alertamos, portanto, para o que foi constatado até agora:

1. Preocupa-nos que os testes com o padrão digital IBOC (in-band on-channel) estejam sendo realizados pelas emissoras autorizadas sem a utilização de uma metodologia ou padronização de critérios e procedimentos compatíveis com as condições brasileiras. A ausência de uma padronização impede a obtenção de resultados consistentes dos experimentos que permitam saber com segurança se, por exemplo, o padrão em teste provoca ou não interferência mútua entre os sinais digital e analógico.

 

2. Entendemos que o padrão de rádio digital a ser adotado deve ser capaz de garantir eficiência de transmissão em qualquer situação de recepção. Embora os testes realizados não tenham padronização, é possível identificar alguns problemas de adequação do padrão IBOC às características de cada localidade, como edificações e topografia e problemas de poluição radioelétrica. Pesquisadores que acompanharam testes em emissoras observaram problemas de interrupções abruptas do sinal digital em locais onde havia fios de alta tensão (rede elétrica), prédios e túneis, forçando o aparelho receptor a transmitir em analógico, com um delay que pode chegar a oito segundos.

 

3. Preocupa-nos o fato de que processo de digitalização poderá trazer dificuldades de adaptação para a maior parte das emissoras, sobretudo as pequenas e médias instaladas no interior, as educativas e as comunitárias, por falta de recursos para investimento. É provável que 50% das estações em funcionamento precisem trocar transmissores a válvulas por modulares para se adaptarem à tecnologia digital. Investimento igualmente significativo será necessário para digitalizar o processo de produção radiofônica, com a troca de equipamentos de estúdio, especialmente se for considerado o baixo nível de informatização interna das rádios no interior do país. É desejável que o padrão a ser adotado permita maior grau possível de aproveitamento de infra-estrutura existente e que apresente custos compatíveis com os diversos tipos de emissoras. A adoção de uma tecnologia não pode ser um fator de aprofundamento de diferenças de padrões técnicos e de produção já existente entre as estações de grande porte e as demais – pequenas e médias – que integram o sistema de radiodifusão brasileiro.

4. Inquieta-nos saber que o padrão em teste é uma tecnologia proprietária, cujos custos de royalties poderão inviabilizar a sua adoção por parte de emissoras comunitárias e educativas. Além disso, essa condição coloca os radiodifusores sujeitos aos ditames da empresa, a iBiquity Digital Corporation, que administra os direitos de uso da tecnologia. Podem, assim, perder o controle sob o gerenciamento do processo de instalação e definição de equipamentos.

 

5. Entendemos que a tecnologia de transmissão a ser escolhida terá de ser flexível, a ponto de favorecer a integração do rádio com as demais mídias e com sistemas de redes informatizadas. É importante que o sistema de transmissão tenha ferramentas multimídia que possibilitem a oferta de conteúdo na tela de cristal líquido do receptor digital ou em outras plataformas de mídia convergente. No entanto, essa vantagem tecnológica, que poderá representar receita adicional, não foi testada pelas emissoras autorizadas pela Agência Nacional de Telecomunicações.

 

6. Consideramos que a adoção de qualquer padrão digital deve ser precedida por uma ampla análise técnica sobre as condições de funcionamento da tecnologia em outros países. Chama atenção o pedido de ampliação do uso de espectro de 200 kHz para 250 kHz apresentado em julho de 2007 pela iBiquity, proprietária norte-americana do padrão IBOC, junto à Federal Communications Commission (FCC). Esta alteração é uma demanda técnica, sem a qual o padrão não apresentará um desempenho satisfatório. Se for concedida pela FCC, a ampliação de freqüência poderá significar a redução de cerca de 30% no total de canais em freqüência modulada hoje disponíveis naquele país. Partilhamos da opinião da Benton Foundation, organização internacional dedicada à articulação de políticas para o uso da comunicação na solução de problemas sociais e em prol do desenvolvimento, que vê no aumento da largura do canal ocupado por uma estação uma possibilidade de redução de disponibilidade de espectro para eventuais novos atores.

 

7. Causa-nos estranheza a inexistência de canais de retorno no sistema digital em teste. Sem esse recurso, perde-se a interatividade, justamente um dos aspectos destacados como positivos no processo de introdução da televisão digital no país. Isto, portanto, pode significar ampliação das disparidades existentes entre os dois veículos e perda, no caso específico do rádio, da possibilidade de intensificar a participação dos ouvintes nas estratégias de programação das emissoras. 

 

De modo geral, alertamos para a perda de uma oportunidade, se embasada em estudos mais acurados, de transformação positiva do rádio, ampliando não só suas possibilidades comerciais, educativas e comunitárias, mas também produzindo condições para um efetivo exercício da cidadania e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil, de forma democrática, ampla e solidária. Lembramos, ainda, que a oportunidade atual deve servir ao crescimento do setor como um todo, crescimento este que vai além do mero faturamento comercial, mas significa novos postos de trabalho e maior interação social.

Ficamos à disposição para esclarecimentos através do e-mail pesquisa.radio@yahoo.com.br.

 



Escrito por Magaly Prado às 07h35
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1.                  Álvaro Bufarah Júnior

Mestre

SSP-SP 21868774-6

2.                  Ângelo Pedro Piovesan Neto

Doutor

SSP-SP 6861728

3.                  Ana Baumworcel

Mestre

IFP-RJ 039533591

4.                  Ana Luisa Zaniboni Gomes

Mestre

SSP-SP 13561469

5.                  Andréa Pinheiro

Mestre

SSP-CE 91002187853

6.                  Antonio Adami

Doutor

SSP-SP 11321633

7.                  Antônio Francisco Magnoni

Doutor

SSP-SP 12386329

8.                  Ayêska Paulafreitas de Lacerda

Doutoranda

SSP-BA 74485032

9.                  Bibiana de Paula Friderichs

Mestre

SSP-RS 1055842502



Escrito por Magaly Prado às 07h35
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10.              Carlos Eduardo Esch

Doutor

SSP-MG M3406826

11.              Carmen Lúcia José

Doutora

SSP-SP 3582128

12.              César Augusto Azevedo dos Santos

Mestre

SSP-RS 6005897027

13.              Cida Golin

Doutora

SSP-RS 8012609015

14.              Claudia Irene de Quadros

Doutora

SSP-PR 4190730-4

15.              Clóvis Reis

Doutor

SSP-SC 1843226-3

16.              Daniel Gambaro

Graduado

SSP-SP 33864740-5

17.              Daniela Carvalho

Mestre

SSP-MG 10050705

18.              Daniela Ota

Doutora

SSP-MS 745759

19.              Doris Fagundes Haussen

Doutora

SSP-RS 1004321798



Escrito por Magaly Prado às 07h34
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20.              Eduardo Meditsch

Doutor

SSP-RS 6016024744

21.              Eduardo Vicente

Doutor

SSP-SP 11054717-2

22.              Flávia Lúcia Bazan Bespalhok

Mestre

SSP-PR 6941085-5

23.              Flávio Falciano

Mestre

SSP-SP 18318432-4

24.              Francisco de Moura Pinheiro

Mestre

SSP-AC 44235

25.              Gilda Soares Miranda

Mestre

SSP-ES 333520

26.              Gisele Sayeg Nunes Ferreira

Doutoranda

SSP-SP 11772168-2

27.              Graziela Soares Bianchi

Doutoranda

SSP-RS 3066860143

28.              Heloísa de Araújo Duarte Valente

Doutora

SSP/SP 11 246 442

29.              Hernando Gutiérrez

Doutorando

SIMCRE/CGPMAF/SP V283598-J

30.              Irineu Guerrini Júnior

Doutor



Escrito por Magaly Prado às 07h34
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34.              José Eduardo Ribeiro de Paiva

Doutor

SSP-SP 7709614

35.              José Eugênio de Menezes

Doutor

SSP-PR 1959706

36.              Júlia Lúcia de Oliveira da Silva

Mestre

SSP-SP 195132609

37.              Lenize Villaça

Mestre

SSP-SP 21709331-0

38.              Lia Calabre

Doutora

IFP-RJ 04699596-8

39.              Lílian Zaremba

Doutora

IFP-RJ 3314413-0

40.              Luciana Miranda Costa

Doutora

SSP-SP 11583632

41.              Luciano Klöckner

Doutor

SSP-RS 4013377331

42.              Luiz Antonio Veloso Siqueira

Mestre

SSP-SP 7204716-1

43.              Luiz Artur Ferraretto

Doutor

SJS-RS 2027623459

44.              Macello Medeiros

Doutorando



Escrito por Magaly Prado às 07h33
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48.              Márcia Detoni

Mestre

SSP-RS 6060525521

49.              Marcos Júlio Sergl

Doutor

SSP-SP 642974-2

50.              Mário Ramão Villalva Filho

Mestre

SSP-SP 15590676-8

51.              Marta Regina Maia

Doutora

SSP-SP 15304409-3

52.              Mauro José Sá Rego Costa

Doutor

IFP/RJ 02118134-2

53.              Mirna Spritzer

Doutora

SJS-RS 9005242145

54.              Moacir Barbosa de Sousa

Doutor

SSP-PB 245384

55.              Mônica Panis Kaseker

Mestre

SSP-SP 20690133

56.              Mozahir Salomão Bruck

Doutorando

SSP–MG M 2872925

57.              Nair Prata

Doutoranda

SSP-MG M-1355648

58.              Nélia Del Bianco

Doutora



Escrito por Magaly Prado às 07h32
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61.                  Ricardo Leandro de Medeiros

Doutor

SSP-SC 1512582-3

62.              Rosana Beneton

Mestre

SSP-SP 3573955

63.              Rúbia Vasques

Doutora

SSP-SP 26888779-2

64.              Sandra Sueli Garcia de Sousa

Doutoranda

SSP-PA 1830116

65.              Sônia Caldas Pessoa

Mestre

SSP-MG 5559337

66.              Thais Renata Poletto

Mestre

II-PR 5921322-9

67.              Sonia Virgínia Moreira

Doutora

IFP-RJ 04971830

68.              Waldiane de Ávila Fialho

Mestre

SSP-MG 6881984

69.              Wanderlei de Britto

Mestre

SSP-RS 1017991652

70.              Wanir Campelo Siqueira

Mestre

SSP-MG M-366314

71.              Valci Regina Mousquer Zuculoto

Doutoranda

SSP-RS 5033857805



Escrito por Magaly Prado às 07h31
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AUDIOCAST “MÚSICA DISCRETA” PARTICIPA DE EXPOSIÇÃO MULTIMÍDIA

Prefiro usar o termo audiocast no lugar de podcast. Então, troquei no texto enviado por Roberto D’Ugo Jr.:

“Olha só, quero compartilhar uma ótima notícia para quem curte e batalha pela arte e literatura contemporâneas na internet! Falo de prosa, poesia, grafismo, sonorizações e quadrinhos”, diz D’Ugo. 

Começou sábado último (dia 8), no espaço Oi Futuro, no Rio, a exposição multimídia “Blooks – Tribos & Letras na rede”.

"A curadoria geral de Heloisa Buarque de Hollanda, e a seleção de conteúdos foi feita pelos jovens autores Bruna Beber e Omar Salomão (isso mesmo, filho do Waly...)", informa.

A mostra fica em cartaz até o dia 30 de setembro.

O desafio é apresentar ao público o conteúdo artístico da internet fora da rede.

Nesse sentido, a exposição – essencialmente interdisciplinar e multimídia – traça um panorama da produção literária que pulsa e vibra na web.

Uma investigação sobre os novos paradigmas da escrita na cibercultura.

Além de muitos sites e blogs, temos lá também a presença expressiva de audiocasts e audiocasters!

“Recebi um convite dos organizadores para ter alguns de meus audiocasts lá presentes. Fiquei super honrado... concordei, sem dúvida!”, confessa D’Ugo.

Então, o audiocast “Música Discreta” também dá o seu recado sonoro na exposição “Blooks”.

 

“Em vários de meus programas, tenho destacado a expressão verbal - a palavra poética, sonora. Tento um diálogo com a música contemporânea e com a radioarte. Fico contente que o podcasting, enquanto nova mídia e nova práxis sonora, esteja contemplado nesse olhar cibernético sobre a produção literária”, diz o radialista.

 

São mais de 200 autores convidados.

Veja o Catálogo/Convite da exposição: blooks.pdf

Serviço:
Blooks - Tribos & Letras na Rede
Concepção e Curadoria Geral: Heloisa Buarque de Hollanda
Curadoria de conteúdo: Omar Salomão e Bruna Beber
De 8 a 30 de setembro
Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo - Nível 4
Tel: (21) 3131-3060
Classificação etária livre - Entrada franca

Link



Escrito por Magaly Prado às 22h55
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RÁDIO MIX FM INCENTICA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE ATRAVÉS DE BLITZ MIX NAS RUAS DE SÃO PAULO

 

O assunto em pauta atualmente é a preservação do meio ambiente. A Rádio Mix FM resolveu parar de falar e decidiu tomar uma atitude ecológica.

 

Desde o dia 6 de setembro e durante mais dez dias, diariamente a Mix FM distribuirá mudas de árvores - araçá-amarelo - nas Blitz Mix pelas ruas de São Paulo.

 

Os ouvintes devem ficar atentos à programação para saber os endereços, depois é só passar por lá e pegar uma muda. A Mix colocará em seu site – www.mixfm.com.br – todas as informações sobre o araçá-amarelo, inclusive como cuidar dele.

 

A Mix FM espera com isso, não só que sejam plantadas mais árvores na cidade, mas também que seus jovens ouvintes tornem-se mais conscientes da importância de se preservar o meio ambiente. (por Landa Giarato)

 

 



Escrito por Magaly Prado às 22h46
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TRANSAMÉRICA SÃO PAULO LEVA NATIRUTS E PLANTA & RAIZ AO CITIBANK HALL

Emissora paulistana promove ‘Original Reggae Style’, primeiro evento em comemoração aos seus 30 anos

No próximo dia 16 de setembro, no Citibank Hall, as bandas Natiruts e Planta & Raiz participam do ‘Original Reggae Style’, que tem como objetivo consolidar a cena reggae em todas as suas vertentes, como o roots, new roots, ragga, pop e dance hall.
Este é o primeiro evento de comemoração aos 30 anos da Rádio Transamérica São Paulo. Antes dos shows, o público presente poderá assistir a um duelo entre DJ’s.

Os brasilienses do Natiruts apresentam o show do CD e DVD ‘Natiruts Reggae Power – Ao Vivo’, gravado no Credicard Hall, em setembro de 2006. Formada por Alexandre Carlo (vocal e guitarra), Luis Maurício (baixo e vocal) e Juninho (bateria), a banda traz no repertório grandes sucessos como ‘Liberdade Pra Dentro da Cabeça’, ‘O Carcará e a Rosa’ e ‘Natiruts Reggae Power’.

Para esse show, o Natiruts contará com as backing vocals, Luciana Oliveira e Ludmila Mazzucatti e o percussionista, Denny Conceição. Também estarão presentes os músicos convidados pela banda: Bruno Wambier (teclados), Mônica Agena (guitarra solo), Paulo (trompete), André (trombone) e Herrera (sax e flauta).

Já o Planta & Raiz apresenta o show de seu mais recente trabalho, ‘Qual é a Cara do Ladrão?’, o quinto da carreira do grupo. No palco, Zeider (vocal), Fernandinho (guitarra), Samambaia (baixo), Franja (guitarra solo), Cuio (bateria) e Juliano (percussão) apresentam músicas como ‘Eu Também Faço o Meu Jogo’, ‘Eu Nasci Pro Amor’, ‘Rolê Consciente’ e ‘Qual É A Cara do Ladrão’. (por Renato Coelho)



Escrito por Magaly Prado às 22h43
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ESPECIALISTAS QUEREM MUDAR OUTORGAS DE RÁDIO

Especialistas sugerem mudanças na legislação e mais transparência do Ministério das Comunicações para enfrentar o chamado "coronelismo eletrônico" nas rádios comunitárias. O assunto foi tema de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia.

O pesquisador da UnB, Venício de Lima e o consultor da Câmara Cristiano Lopes mostraram os resultados da pesquisa "Rádios Comunitárias: Coronelismo Eletrônico de Novo Tipo (1999-2004)". Entre as conclusões do trabalho está a de que mais da metade das 2.205 rádios comunitárias autorizadas a operar entre 1999 e 2004 são vinculadas a grupos politico-partidários ou grupos religiosos. A vinculação política ou religiosa é proibida por lei.

Os pesquisadores também reclamaram do Ministério das Comunicações em razão da dificuldade de acesso a informações públicas sobre quem controla as rádios comunitárias. Segundo Venício de Lima, a legislação precisa ser atualizada para permitir maior controle social sobre o processo de outorga.

A representante do Ministério das Comunicações, Alexandra Costa, disse que o órgão trabalha para manter o processo de autorização o mais transparente possível. Segundo ela, o ministério se concentra na análise documental e não tem como avaliar o contexto das milhares de comunidades que postulam o controle de uma rádio.

O coordenador jurídico da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), Joaquim Carlos Carvalho, afirmou na audiência o chamado "coronelismo eletrônico" só acabará depois que houver maior controle social dos procedimentos de outorga das rádios comunitárias.

O coordenador jurídico disse ainda que a Abraço tem procurado orientar as comunidades que foram prejudicadas a exigirem a reparação de seus direitos, pois , na maioria dos casos, as rádios comunitárias não atendem às necessidades da população e servem apenas a interesses políticos ou religiosos.

A presidente da subcomissão de outorgas e concessões de radiodifusão, deputada Luíza Erundina (PSB-SP), já adiantou que a lei que trata das rádios comunitárias, em vigor desde 1998, será alterada. Ela ainda defendeu maior controle social sobre o processo de outorga e melhora da infra-estrutura e dos recursos humanos do governo na área para garantir maior fiscalização.

Erundina vai pedir a prorrogação dos trabalhos da subcomissão por mais 90 dias, prazo no qual será elaborado o relatório final com sugestões de projetos de lei para corrigir as distorções do setor.

Fonte: Agência Câmara, no Rádio Agência



Escrito por Magaly Prado às 18h31
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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