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Rádios gaúchas valorizam jornalismo investigativo

Coincidentemente, comentei quinta à noite na aula de Direção de Rádio com meus alunos do quarto ano de Rádio e TV, da Cásper Líbero, que radialistas  do sul dão mais espaço a produções de séries de reportagens especiais e ao radiojornalismo investigativo

 

Do Comunique-se - Apesar de estimativas revelarem o pouco uso da grande reportagem nas emissoras brasileiras de rádio, se depender dos ouvintes e dos profissionais do Rio Grande do Sul, o jornalismo investigativo não perderá seu lugar nesse veículo. Por mais que tal mídia tenha se direcionado para notícias curtas e imediatas, as grandes reportagens são responsáveis por grande parte da audiência e garantem seu espaço nas grades locais.

“A agilidade da mídia eletrônica não precisa necessariamente ser sinônimo de superficialidade. É possível que temas mais complexos sejam trabalhados de forma adequada, apurados com precisão e apresentados com plástica atraente”, aponta Cyro Martins, gerente de Jornalismo da Rádio Gaúcha, de Porto Alegre. Martins, assim como grande parte dos jornalistas e editores do estado sulista, pensa que esse tipo de produção contribui inclusive para que as emissoras se destaquem em meio à concorrência.

Leonardo Lara, pauteiro da Rádio Bandeirantes, faz parte dessa corrente. Para ele, os ouvintes também gostam de matérias investigativas, especiais. “Quando levamos ao ar uma reportagem deste tipo, várias pessoas ligam para passar outras denúncias, existe um grande retorno”, afirma.

Adaptação para conquistar o público
O quadro observado no Rio Grande difere das projeções observadas pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), que calcula que esse tipo de matéria ocupe menos de 1% da programação total de rádio do país. “A preferência é para notícias curtas e imediatas e a receptividade é mínima”, diz Cláudio Júlio Tognolli, diretor da entidade.

Na opinião do representante da Abraji, a grande reportagem não terá futuro no rádio se não trabalhar com investigações que usem recursos como tensão, riqueza de sonoridades, paletas de cores de sons e trilhas. “Aliás, ela já está perdendo espaço: veja que a Jovem Pan criou, recentemente, uma TV online em que o repórter dá seu boletim com imagens.”

O gerente de Jornalismo da Rádio Gaúcha, por outro lado, duvida da eliminação desse recurso: “Mesmo que amanhã ou depois o meio pelo qual o rádio seja transmitido mude radicalmente, acredito totalmente que esse formato de jornalismo vai continuar sendo utilizado pelas redações”. Lara, que defende a adaptação do jornalismo investigativo para o contexto atual da comunicação, ressalta que é preciso agilidade extra. “Se antigamente a máxima de que notícia não dorme na redação já valia, agora esta verdade universal do jornalismo é ainda mais forte. Se demorarmos muito para checar uma informação, corremos o risco de ver o fato antes na concorrência”.

Na prática
Independentemente da estrutura das redações, as reportagens especiais estão na pauta de qualquer jornalista. “O trabalho de reportagem é muito mais gostoso de se fazer, e todos estão atentos a isso”, conta Flávio Portela, gerente de Jornalismo da Rádio Guaíba. Conforme ele, mesmo que não seja previsto um tempo fixo na grade para as matérias especiais, seguidamente um repórter percebe que uma informação de momento pode ser mais trabalhada e virar uma grande pauta. “Nessas situações, ele tem todo o apoio da redação.”

Por terem a consciência de que as investigações ainda conquistam os ouvintes, muitas emissoras do Rio Grande do Sul dedicam parte de sua programação e equipe à prática. Na Bandeirantes, pelo menos seis grandes reportagens são veiculadas por semana. Além disso, a rede conta com um programa semanal dedicado especialmente a essa prática, o Band Repórter, que tem meia hora de duração. “As grandes reportagens dão um recheio à programação diária da rádio”, garante Lara.

A Gaúcha, por sua vez, disponibiliza um núcleo de jornalismo investigativo formado por três repórteres. “Há pessoas que trabalham na Gaúcha e jamais se encontram, pelos horários. Assim, o núcleo vem a ser um auxiliar na preparação, especificamente, de matérias que exijam mais fôlego e mais investimento”, anuncia Martins. De acordo com ele, entre as atribuições do núcleo estão a esquematização de horários entre pautas do dia-a-dia e especiais, de modo a não prejudicar a escala. “Ajudará também a obter com a direção da Rádio os recursos necessários na execução da pauta, e poderá até mesmo negociar uma abordagem multimidiática com os demais veículos da RBS. Tentamos simplesmente não correr o risco de deixar passar uma boa pauta, e para isso decidimos aperfeiçoar a administração de nossos recursos.”

Marianna Senderowicz, de Porto Alegre


Escrito por Magaly Prado às 23h57
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QUEM OUVE PELA MUSICOVERY?

Me diz o que você acha desse sistema de radio automático: Musicovery



Escrito por Magaly Prado às 09h33
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POLÊMICA DA PROMOÇÃO DO iPHONE

Marcos Vicca, coordenador artístico da Mix FM, comenta a polêmica sobre fazer promoção com o iPhone, que ainda não funciona no Brasil. A assessoria de imprensa da rádio 89FM também foi contatada para que um dos dirigentes pudesse comentar e ainda não deu retorno. Lá vai a opinião de Vicca e abaixo a promoção que está no ar na Mix. 

"Nós não podemos sortear e entregar aos nossos ouvintes um aparelho que para funcionar no Brasil requer não apenas o desbloqueio, mas também a assinatura de um plano da empresa AT&T. De forma prática, ainda que o aparelho esteja desbloqueado e, portanto, "operando" no Brasil, o usuário precisa comprovar residência nos Estados Unidos, caso contrário não poderá assinar a AT&T. É como acontece aqui: para ser cliente de uma de nossas operadoras, você precisa do seu comprovante de residência.

A MIX não entrega aos seus ouvintes um prêmio que necessita de "truques" para funcionar. Tampouco explicamos as coisas pela metade no ar. Por isso nossa promoção entrega aparelhos de primeira geração, com câmera de 3.2 mp, capacidade de armazenamento para MP3, fotos, além de acesso à internet e e-mails. O ouvinte sai da MIX, liga o aparelho e sai falando. Quando o iPhone estiver legalizado no Brasil, certamente faremos uma grande promoção. Hoje o aparelho sequer funciona na Europa. Temos um compromisso muito sério com nossos ouvintes, que confiam na MIX. Jamais colocaremos essa confiança em risco.

Estabelecer uma relação próxima da nossa audiência, dos nossos ouvintes, é nossa prioridade. Não vamos "contar histórias" e tentar explicar isso depois. Seria ótimo se todas as rádios atuassem de forma mais profissional com sua audiência. Infelizmente nem sempre isso é verdadeiro." (Marcos Vicca)

PROMOÇÃO CELULAR NA RÁDIO MIX

A Rádio Mix FM vai sortear cinco super celulares, que além de todas as funções de um celular de última geração ainda funcionam no Brasil, ao contrário do iPhone da Apple, que só funciona nos Estados Unidos.

Para participar da promoção os interessados devem ligar no 3253-4000 e dizer: “Eu quero um celular que funciona no Brasil!”.

Todo sábado, às 12h00, a Mix premia um ouvinte com um celular que acessa internet, manda e-mails, tira fotos digitais com resolução de mais de 3 megapixels e ainda toca mp3.

 Os sorteios rolam nos dias 21/07, 28/07, 04/08, 11/08 e 18/08, sempre às 12h00. 



Escrito por Magaly Prado às 18h32
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RANKING DAS 15 MAIS OUVIDAS DE SÃO PAULO

Do Rádio Agência: A evolução das emissoras de rádio FM de São Paulo. Os dados foram obtidos através do cruzamento de informações das agências de publicidade, emissoras de rádio e clientes diretos. Tomamos como base a audiência geral - todos os dias.

Quem sobe, quem desce e quem ficou estável no último mês.

Desce Sobe Mantém posição


Tupi FM - 104.1 MHz

Transcontinental FM - 104.7 MHz

 Nativa FM - 95.3 MHz

 Mix FM - 106.3 MHz

Metropolitana FM - 98.5 MHz

 Band FM - 96.1 MHz

 Gazeta FM - 88.1 MHz

 Jovem Pan FM - 100.9 MHz

 105 FM - 105.1 MHz

 89FM - 89.1 MHz

 Alpha FM - 101.7 MHz

 Nova Brasil FM - 89.7 MHz

Antena 1 - 94.7 MHz

 Kiss FM - 102,1 MHz

 CBN



Escrito por Magaly Prado às 16h23
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15 MAIS OUVIDAS NO RIO

Do Radio Agência: a evolução das emissoras de rádio FM do Rio de Janeiro. Os dados foram obtidos através do cruzamento de informações das agências de publicidade, emissoras de rádio e clientes diretos. Tomamos como base a audiência geral - todos os dias.

Quem sobe, quem desce e quem ficou estável no último mês.

 

Desce Sobe Mantém posição



FM O Dia - 100.5 MHz

Rede Melodia - 97.3 MHz

98 FM - 98.1 MHz

 93 FM - 93.3 MHz

 Nativa FM - 96.5 MHz

JB FM - 99.7 MHz

 Mix FM - 102.1 MHz

 107 FM

 Antena 1 - 103.7 MHz

MPB FM - 90.3 MHz

Rede Aleluia - 105.1 MHz

 Transamérica Pop - 101.3 MHz

 Paradiso FM - 95.7 MHz

 Oi FM - 102.9 MHz

 Catedral FM - 106.7 MHz



Escrito por Magaly Prado às 16h20
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Aquele rádio inesquecível, por Nei Duclós

 

Do Comunique-se

Meu maior presente de aniversário, num longínquo outubro de 1958, foi um potente e pequeno rádio de cabeceira Phillips Mullard, que meu pai me deu num rompante. Liguei na tomada, deixei as válvulas esquentarem e me conectei com o mundo. Numa cidade construída no meio do pampa, paisagem lisa e aberta, todas as ondas desciam pela antena até chegar ao meu travesseiro. Foi quando despertei minha vocação para o jornalismo. E fiz minha vida ser orientada pela música.

Minhas estações favoritas eram: a Bandeirantes, onde pontificavam grandes radialistas, como Walter Silva com seu “Bóssessenta e cinco”, que no início da tarde não só tocava música brasileira da melhor qualidade, como trazia grandes intérpretes e músicos para entrevistas; e a Tupi de São Paulo, onde Fausto Canova me ensinava jazz das 11 à meia-noite. Mas gostava também da Guaíba de Porto Alegre, que não tinha propaganda gravada e era uma escola de locução; a rádio Jornal do Brasil, com sua majestade de grande emissora; e a rádio São Miguel, de Uruguaiana, que tocava de manhã à noite só bossa-nova e a partir das 21 horas a maravilhosa música italiana, que sumiu para sempre, levando para o éter infinito melodias e cantores e cantoras sem igual. Adorava música francesa, de Edith Piaf a Jacques Brel, música mexicana de verdade (não essa gritaria de hoje, mal-assimilada pelos pseudo-sertanejos), boleros, tangos, samba-canção, música romântica americana. Havia melodia, ritmo, harmonia.

Havia a rádio Nacional de Montevidéu, que só tocava música clássica, a rádio General Madariega de Paso de Los Libres, na fronteira da Argentina, que tocava o folclore do país, especialmente os chamames, dramáticos e rascados; a rádio Belgrano de Buenos Aires, retrato da civilização do Prata, que estava no auge. Mas havia mais, muito mais.

Escutava as transmissões em português da rádio Pequim, da rádio Moscou e da Voz da América, que tinha vozes personalíssimas como Leonardo de Castro e Gaspar Coelho.  Havia também a BBC de Londres, que eu gostava de escutar em inglês, mas tinha também transmissão em língua pátria. As ondas curtas eram super-potentes, o sinal ficava claro como o dia, e se, de repente, sumia, voltava daí a segundos.

Eram assim as transmissões esportivas. Na minha cidade, escutávamos a Cadeia Verde-amarela Norte-sul do País, com Fiori Gigliotti, da Bandeirantes, mas tínhamos também radialistas locais ótimos, como Mario Pinto (cronista da cidade), Mario Dino Papaléo, Degrazia (o grande narrador esportivo) e o excepcional João Carlos Belmonte, que ganhou prêmios de melhor repórter de campo em três copas do mundo trabalhando para a Guaíba . Esses radialistas da terra faziam parte da dinâmica Radio Charrua, totalmente baseada na clássica Radio Nacional, do Rio, inclusive com programa de auditório e produção própria de radionovelas. Posso garantir: o jogo de futebol era melhor escutado do que visto hoje, quando pernas de pau judiam da bola, como acontece nos falsos clássicos.

Naquela época, eu me recostava na cadeira preguiçosa para olhar o céu, contar satélites que passavam e ver estrelas cadentes, além do lento subir e descer da lua. Todos na minha casa tinham direito a uma cadeira preguiçosa. Apagávamos as luzes para ver melhor as estrelas (isso depois de um crepúsculo no rio Uruguai, encantador) e ligávamos a “eletrola Hi-fi” da sala, onde tocávamos nossos discos, de Luiz Gonzaga a Liberace, de Os Gaudérios a Trio Los Panchos (“Pasarán más de mil años, muchos más”). Hoje, quando o grande compositor José Gomes, arranjador e maestro, que ajudou a fazer de Os Gaudérios um dos maiores fenômenos musicais do Brasil, provocando uma revolução que infelizmente não teve continuidade, coloca música em dois poemas meus, fico pensando na magia no mundo.

Escrevendo para nosso Mestre, Moacir Japiassu, abordei um tema muito comum naquela calçada, a brincadeira do diabo rengo. Rengo, naquelas lonjuras, quer dizer coxo. A brincadeira se dava assim: uma fileira de crianças tentava passar para o outro lado (da rua, da calçada) mas tinha que driblar o diabo rengo, ou seja, aquele outro que, com uma perna levantada (para aumentar a dificuldade e portanto, a graça) tentava pelo menos tocar em algum dos passantes para livrar-se da maldição e transferir para o atingido o papel de diabo rengo. Quando conseguia, o antigo diabo então somava-se aos felizes cruzadores, que de um lado para outro divertiam-se em não ser o condenado pegador.

A complexidade de uma brincadeira tão simples é arrebatadora. Há uma condenação no meio do caminho na figura de um demônio. Mas este tem uma desvantagem: não consegue alcançar ninguém se não se esforçar muito, pois tem uma só perna funcionando. Ou seja, só se a pessoa que tenta chegar ao outro lado da vida prevaricar muito será alcançada por um pobre diabo. Se cair na armadilha, por distração, falta de velocidade ou de estratégia, assumirá toda a herança bandida. Será sua vez de tentar agarrar um inocente para conseguir sair do seu inferno.

O que espanta é a radicalidade do jogo. Não existe duplo papel simultâneo dos figurantes: ou você está livre, ou está condenado. Se estiver livre, precisa correr, driblar, aproveitar as brechas para poder passar. Se não for ladino o suficiente, ou corajoso, será agarrado pela terrível maldição. Então, ao se transformar no indigitado, livrará o outro da sua impostura, libertando-o para a inocência. Há queda, mas há perdão. Há rodízio democrático de papéis.

Um verso de um poema meu, "não há como enganar o diabo rengo" aborda essa maldição: há tempos, fomos condenados, não conseguimos passar para o outro lado, cumprir nosso destino. Só há um jeito de mudar a situação, e nós sabemos qual é. Sendo o mais eficiente cruzador, o mais bravo, o mais clarividente, o mais lutador. E o que é mais importante: contando com a solidariedade alheia, pois se não houver amigos para distrair o perigo, não há como enganar o diabo rengo. Depois que você cruza, você precisa voltar de onde partiu e enfrentar de novo o problema. A vida é feita dessas corridas de um lado a outro, junto com os companheiros, a família, vencendo a sombra que se atravessa.

Naquele tempo, a brincadeira tinha hora de acabar. Hoje, não temos a mesma sorte: não há recreio no acampamento de guerra. E o que é mais grave: não dispomos mais de todo o tempo do mundo. Perdemos o que é extremamente valioso e insubstituível: a eternidade nas nossas vidas.
 
(*) Autor de três livros de poesia: "Outubro" (1975), "No meio da rua" (1979) e "No mar, Veremos" (2001); de um romance: "Universo Baldio" (2004); e de um livro de conto e crônicas: "O Refúgio do Príncipe - Histórias Sopradas pelo Vento" (2006). Jornalista desde 1970 e formado em História.



Escrito por Magaly Prado às 22h43
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JIMI HENDRIX NA USP FM

O FORA DE SÉRIE traz nesta semana um programa muito especial: você ouvirá os melhores momentos de um show do extraordinário JIMI HENDRIX, gravado ao vivo no Winterland, em ão Francisco, no dia 11 de outubro de 1968.
Acompanhado por Noel Redding no baixo e Mitch Mitchell na bateria - ou seja, o Jimi Hendrix Experience -, o guitarrista apresenta versões matadoras para clássicos como Hey Joe, Fire, Spanish Castle Magic, Purple Haze e Voodoo Child (Sligh Return), além de uma releitura para Like a Rolling Stone, de Bob Dylan.

Confira o roteiro completo do FORA DE SÉRIE ESPECIAL dedicado a JIMI HENDRIX:


BLOCO 1

SPANISH CASTLE MAGIC
LIKE A ROLLING STONE


BLOCO 2

LOVER MAN
HEY JOE
FIRE


BLOCO 3

PURPLE HAZE
VOODOO CHILD (SLIGH RETURN)


FORA DE SÉRIE
Quintas às 21 horas, com reprise aos domingos às 23 horas
Produção e Apresentação: TONINHO SPESSOTO
REDE USP DE RÁDIO
93,7 MHz - São Paulo
102,1 MHz - São Carlos
107,9 MHz - Ribeirão Preto
www.radio.usp.br



Escrito por Magaly Prado às 19h53
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TRANSAMÉRICA HITS GANHA MAIS UMA EMISSORA

Rede conquista sua 11a franqueada na região Sul do pais

A Rede Transamérica Hits – a portadora popular da rede – inicia no próximo dia 16 de agosto as suas transmissões na cidade de Videira, Estado de Santa Catarina. A emissora vai operar no dial FM em 102,9.

Com cerca de 50 mil habitantes, o município de Videira está situado a aproximadamente 450 km da capital catarinense, Florianópolis.

Esta já é a 6a franqueada Transamérica Hits no estado de Santa Catarina e a 11a na região Sul do país.

"Em contínua expansão, a Transamérica destaca-se entre as demais emissoras devido à utilização da tecnologia de multigeração digital, que proporciona a transmissão de três formatos diferentes de programação (Pop, Hits e Light) e permite melhor adequação aos diferentes mercados", explica Ligia Cervone, Gerente de Marketing da Rede Transamérica de Comunicação. (por Renato Coelho)


Escrito por Magaly Prado às 16h57
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Renan Calheiros comprou rádios secretamente

Da Redação do Comunique-se

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tem negócios ilegais no mercado de comunicação. O senador é o dono da Rádio Correio e da Rádio Porto Real, ambas de Alagoas e avaliadas em R$ 2,5 milhões, e até dois anos atrás era sócio de O Jornal, segundo maior diário alagoano, que vale R$ 3 milhões. Todas as empresas estavam no nome de terceiros, mas foram compradas com dinheiro de Renan, conforme publicado na última edição de Veja (texto disponível apenas para assinantes da revista).

A suspeita de que Renan tinha participação em empresas de radiodifusão em Alagoas já tinha sido levantada pela Folha de S. Paulo (o link exige cadastro de assinantes do jornal ou do UOL). Segundo a Veja, o presidente do Senado adquiriu as rádios e o jornal por razões eleitorais: em 1998, Renan pretendia se candidatar ao governo de Alagoas, e enfrentaria a oposição de Fernando Collor de Mello e dos veículos de comunicação de sua família – entre eles a Gazeta de Alagoas, o mais lido no estado.

Em sociedade com o empresário João Lyra – sogro de Pedro Collor, irmão do ex-presidente –, Renan comprou o grupo O Jornal – que publica o jornal do mesmo nome e é dono da concessão da Rádio Correio – por R$ 2,6 milhões. O senador pagou a sua parte, R$ 1,3 milhão, em dinheiro, às vezes em real, às vezes em dólar, usando Everaldo França Ferro, assessor legislativo do seu gabinete, e Tito Uchôa, seu primo, como intermediários.

JR Radiodifusão
Renan e Lyra formaram a JR Radiodifusão, holding que tinha intenção de administrar rádios em Alagoas. Mesmo tendo as iniciais do senador e do empresário no nome, a empresa estava registrada em nome de Carlos Ricardo Santa Ritta, assessor do gabinete de Renan, e de José Carlos Paes, amigo de Lyra. A sociedade durou até março de 2005. Na divisão, Lyra ficou com O Jornal e Renan com a Rádio Correio e JR Radiodifusão.

Com o empresário fora do grupo, Paes transferiu sua parte na JR em dezembro de 2005 para Tito Uchôa. Santa Ritta fez o mesmo para Renan Calheiros Filho, filho do senador. Em junho do ano passado, a JR ganhou a concessão da Rádio Porto Real, em outorga aprovada pelo congresso presidido pelo próprio Renan. No registro do Ministério das Comunicações, a empresa continua em nome de Santa Ritta e Paes, o que possibilitou a concessão.

Conseqüências
No domingo (05/08), o corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), classificou as denúncias da revista de gravíssimas, e afirmou que começará a investigar o caso na terça-feira (14/08). Uma das relatoras do processo de Renan Calheiros no Conselho de Ética, Marisa Serrano (PSDB-MS), disse que o caso “é mais um tijolo na concepção da ética do senador”. Chico Alencar (PSOL-RJ), autor de uma representação contra Renan, incluirá as denúncias no processo.

(*) Com informações de Veja e Folha de S. Paulo.




Escrito por Magaly Prado às 23h01
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RÁDIO UNIVERSITÁRIA FM DE FORTALEZA LANÇA PROGRAMA CULTURA & MÚSICA

Com primeira edição na próxima segunda-feira, 6, às 16 horas, o programa divulgará a agenda de eventos culturais de Fortaleza, com muita música e entrevistas

 

A Rádio Universitária FM (107.9 MHz), de Fortaleza, lança na próxima segunda-feira, 6, às 16 horas, o programa Cultura & Música.


O novo programa divulgará a agenda de eventos do Centro Cultural Banco do Nordeste e de outros equipamentos culturais de Fortaleza, além de entrevistas, divulgação da produção musical e difusão dos espetáculos realizados no CCBNB, no âmbito dos programas Cultura Musical e Quinta Instrumental, e sugestões de literatura musical.


Com produção de Calé Alencar e apresentação dos jornalistas Aurora Miranda Leão e Nelson Augusto, o Cultura & Música terá periodicidade semanal e duração de uma hora, com veiculação sempre às segundas-feiras, de 16 às 17 horas.


Nesta primeira edição do programa, serão entrevistados os gerentes de Gestão da Cultura do BNB, Henilton Menezes, e de Comunicação Social do Banco, Maurício Lima.


Pela Internet, o Cultura & Música poderá ser sintonizado, ao vivo, nos sites da Rádio Universitária FM (
www.radiouniversitariafm.com.br) e Tons de Sol (www.tonsdesol.com.br).


Os ouvintes também poderão conversar em tempo real com os apresentadores do programa, via MSN, bastando para isso acessar o e-mail
culturaemusica@hotmail.com no horário de veiculação do Cultura & Música.


O produtor do programa, Calé Alencar, revela uma curiosidade sobre o programa: “encerraremos cada edição do Cultura & Música com uma versão diferente da canção Asa Branca, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, clássico da MPB criado pela dupla há exatos 60 anos”.


Fundada em 1981, a Rádio Universitária FM é vinculada à Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura (FCPC), sociedade de apoio à Universidade Federal do Ceará (UFC) em suas ações de ensino, pesquisa, extensão e cultura. (por Luciano Sá)
 



Escrito por Magaly Prado às 10h41
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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