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VICENTE ADORNO VOLTA AO AR NA RÁDIO CULTURA FM DE SÃO PAULO

Nesta 2ª feira, dia 6, a Cultura FM estréia nova grade de programação, e o jornalista Vicente Adorno, que produzia e apresentava o extinto “Canções Americanas”, estará nela com “Na Companhia da Música”, de 2ª a 6ª feira, das 18h às 19h (21 às 22 GMT).

 

“Ouçam as novas atrações pelos 103,3 mHz ou pelo site www.culturafm.com.br e mandem pra gente críticas, sugestões, ameaças, intimidações etc. etc. Contamos com a opinião de vocês para fazer a Cultura soar melhor”, convida Adorno.

 

Toda a programação da Cultura FM foi reformulada por força da diretriz de dedicar todos os horários à música clássica. Dentro da nova grade da emissora, o programa Na Companhia da Música irá ao ar de 2ª a 6ª das 18 às 19 horas. O apresentador Vicente Adorno vai falar sobre diferentes gêneros e tendências dentro do repertório erudito universal. "Situar obras em relação a seu momento histórico, comentar a relevância delas na obra do autor, relatar curiosidades, idiossincrasias de compositores e intérpretes, associar obras musicais a outras artes -- enfim, a abordagem será bem livre e bem ampla, com o espírito de ajudar a quem ouve a encerrar com mais calma e prazer o dia de trabalho e, claro, a enfrentar o trânsito com menos tensão, na boa companhia dos grandes mestres e de várias histórias referentes a eles e a suas obras", diz Adorno.

 

Na companhia da música, de 2ª a 6ª feira, das 18 às 19 horas (21 às 22 GMT).

Pela Cultura FM 103,3 mHz ou pelo site www.culturafm.com.br

 

Roteiro e apresentação: Vicente Adorno

Produção: Luciana Monzillo

Trabalhos técnicos: Sérgio Ribeiro

 



Escrito por Magaly Prado às 12h25
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RADIONOVELA - Call for papers da revista ECO-PÓS - Comunicação e Melodrama

O conselho editorial da revista eletrônica ECO-PÓS do PPGCOM da Escola de Comunicação da UFRJ comunica a todos que estamos recebendo - até o dia 05 de setembro de 2007 - contribuições (artigos e resenhas) a serem publicadas no vol. 10, número 2, que será colocado em circulação em novembro deste ano.
Informamos que o próximo número terá um dossiê dedicado a temática da Comunicação & Melodrama. Comunicamos também aos interessados que as normas completas para a elaboração e envio das colaborações estão no site da revista:
http://www.e-papers.com.br/ecopos
. As propostas devem ser encaminhadas (em arquivo anexado) para a revista no seguinte e-mail:
ecopos@
e-papers.com.br. O conselho editorial, posteriormente, enviará um e-mail, confirmando o recebimento do material. (por Ana Paula Goulart)



Escrito por Magaly Prado às 12h02
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Rádios comunitárias são loteadas por políticos

Do O Globo e O Globo Online - A antena fica no alto da Torre de Oração, um edifício de cinco andares com janelas protegidas por vidro fumê. No térreo, um auditório de cinco mil assentos reúne os fiéis da Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus, que tem outros dois mil templos espalhados pelo Brasil e no exterior. Um andar acima fica o estúdio, decorado com adesivos de campanha do pastor evangélico e deputado distrital Rubens Brunelli (DEM). De lá, transmitem-se cultos e música gospel aos fiéis da cidade-satélite de Taguatinga.

No ar há quatro anos, a emissora Casa da Bênção é um retrato do loteamento das rádios comunitárias entre políticos e entidades religiosas. Abertas para democratizar o acesso de associações de moradores e ONGs à comunicação, as ondas curtas se tornaram território livre para a ação de prefeitos, vereadores e deputados em todo o país. Levantamento inédito do instituto Projor, ligado ao site Observatório da Imprensa, mostra que 50,2% das concessões outorgadas de 1999 a 2004 pertencem a entidades - muitas vezes de fachada - controladas por políticos. Coordenador do estudo, o pesquisador Venício Lima, da Universidade de Brasília (UnB), batizou o fenômeno de neocoronelismo eletrônico, uma nova face da histórica partilha de concessões comerciais de rádio e TV entre parlamentares.

 

- O trâmite é viciado desde o início. Se a associação não tiver um padrinho político, é muito difícil que consiga chegar até o fim - diz o pesquisador da UnB.

 

A tese é confirmada pela disparidade na duração dos pedidos. Alguns processos se arrastam desde 1998, enquanto outros recebem o último carimbo em menos de dois anos. No governo Lula, a fila ganhou um novo guichê: a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que encaminha cada reivindicação ao Congresso. Ninguém sabe explicar a diferença de velocidade nos ritos.

 

 

- As licenças para o funcionamento de emissoras comunitárias se tornaram moeda de barganha política. Mesmo quando o pedido surge numa associação independente, o vínculo partidário passa a ser uma necessidade para se conseguir a autorização legal - explica Lima.

 

No terreno pantanoso das rádios comunitárias, a clandestinidade ainda é regra após nove anos de regulamentação por lei federal. Das cerca de 20 mil emissoras que funcionam no país, pouco mais de 2.700 têm autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para funcionar. A dificuldade para se obter a licença caminha ao lado da rejeição de entidades do setor ao conceito de rádio pirata, usado pela Polícia Federal nas operações que lacram equipamentos de som e podem condenar os programadores a até três anos de prisão.

 

A burocracia criou atalhos para a intervenção dos políticos, explica Venício Lima. Para conquistar a outorga, os interessados têm que reunir uma pilha de documentos e percorrer um labirinto que começa no Ministério das Comunicações, passa pelo Palácio do Planalto e atravessa diversas comissões na Câmara e no Senado até chegar ao Diário Oficial. Em 2002, o fim das delegacias regionais do ministério transferiu para Brasília o início do processo, que acontecia nas regiões de origem das rádios. Em estados como Tocantins, a hegemonia dos políticos já chega a 85,7% das licenças.

 

O estudo do Projor revela outra novidade: no lugar de deputados e senadores, que disputam as concessões comerciais de rádio e TV desde a ditadura militar, entraram em cena agentes de expressão local, como vereadores, prefeitos e dirigentes municipais de partidos. São esses políticos que controlam os pequenos redutos eleitorais. Nas cidades menores, a legislação que impede a abertura de duas emissoras comunitárias a menos de um quilômetro de distância torna-se um instrumento para o monopólio dos microfones.

 

Leia na íntegra aqui

 



Escrito por Magaly Prado às 11h37
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Ministério Público quer fechar Rádio CMN

Do Rádio Agência - O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública na Justiça pedindo o cancelamento da concessão para o funcionamento da Rádio Renascença (Central Mogiana de Notícias), hoje Rádio CMN AM (750 MHz - Ribeirão Preto/SP).

Segundo os procuradores da República, José Alfredo de Paula Silva, Raquel Branquinho Nascimento e Rômulo Moreira Conrado, autores da ação, que foi proposta na segunda-feira da semana passada (23/07), a renovação da concessão, feita em 2003, feriu os princípios da "legalidade, da moralidade e da impessoalidade".

Na época, o ex-deputado federal Valdemar Corauci Sobrinho (DEM), que é sócio da rádio, presidia a Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, em Brasília. E teria, de acordo com os procuradores, usado o cargo em benefício próprio para a aprovação da concessão, inclusive votando favoravelmente à renovação.

A comissão é a responsável por analisar e aprovar os pedidos de outorga para emissoras de rádio e televisão. Junto com Corauci Sobrinho, o MPF acionou mais quatro deputados e ex-deputados que teriam atuado de maneira semelhante: Nelson Proença (PPS-RS), sócio das Emissoras Reunidas de Caxias do Sul, João Batista (PP-SP), sócio da Sociedade Rádio Atalaia de Londrina, no Paraná, João Mendes de Jesus (sem partido), sócio diretor da Alagoas Rádio e Televisão, e Wanderval Santos (PL-SP), sócio da Rádio Continental FM, de Campinas.

Para o MPF, todos usaram seus cargos indevidamente para beneficiar direta ou indiretamente seus próprios interesses. Corauci Sobrinho disse, por telefone, à reportagem, que a medida tomada pelo Ministério Público Federal "é um grande equívoco e tudo será esclarecido na Justiça".

Para propor a ação, o Ministério Público, que também quer que a Justiça obrigue a CMN a pagar multa, em valor a ser definido, acatou denúncia do Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo), com sede em São Paulo, entidade mantenedora do Observatório da Imprensa, grupo de jornalistas voltado a analisar e criticar a atuação dos veículos de comunicação do país.

De acordo com o instituto, dos 513 deputados que atuavam em 2003, 51 tinham vínculo com empresas de comunicação, sendo que 20 deles faziam parte da Comissão de Ciência e Tecnologia.

Leia mais acessando o site Cosmo On Line.



Escrito por Magaly Prado às 19h08
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Governo pode definir rádio digital sem testes

Concordo com as considerações do pesquisador Takashi Tome. Leia mais sobre rádio digital em três posts abaixo.

Do Plantão Info - Apenas uma emissora de rádio já entregou à Anatel o relatório com os resultados dos testes realizados no padrão digital de transmissão. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slaviero, as emissoras entregarão os relatórios em até 60 dias. Mas a definição do governo sobre o sistema ideal pode sair antes disso. Se cumprir o prazo anunciado, o conselho consultivo apresentará sua proposta final até o dia 14 de setembro. Atualmente, 16 emissoras de rádio AM e FM operam em caráter de teste no sistema norte-americano In Band on Chanel (Iboc).

Outras 42 já pediram autorização à Anatel, mas ainda não iniciaram os testes. As únicas emissoras que irão testar o sistema europeu Digital Radio Mondiale (DRM) em ondas curtas (OC) são a Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB) e a Radiobrás. Os testes ainda não começaram.

"Ninguém [empresas de radiofusão] quis optar por testes com o outro sistema. E nós achamos importante, para poder estabelecer um comparativo entre os dois sistemas", disse o professor de Telecomunicações da UnB Lúcio Martins, ao anunciar os testes.

O diretor de TV Digital do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), Juliano Castilho Dall`Antonia, alerta que "é preciso ter um volume razoável de dados para responder categoricamente qual sistema é o melhor. O que parece é que a discussão está incipiente. Precisava ter mais informação. Não é só uma discussão teórica. São tantos os parâmetros e os padrões possíveis, que precisa fazer um monte de testes, depois um monte de análises", diz.

Para o presidente da Abert, "a discussão está muito madura" e os relatórios "vêm só contribuir no seguinte sentido: se a cobertura digital está maior, igual ou menor que a analógica. Não vêm necessariamente argumentar ou questionar a qualidade do padrão. A definição do padrão já está madura".

O pesquisador do CPqD Takashi Tome ressalta, no entanto, que é "fundamental realizar um teste completo com ambos os padrões. Para ele, enquanto não for feito, todas as discussões carecem de embasamento. No caso da TV, foi realizado um teste na cidade de São Paulo envolvendo várias emissoras e analisamos todos os parâmetros. Foi um teste que demorou quase um ano".

Takashi Tome diz que, entre as características tecnológicas que precisam ser observadas na prática estão a cobertura, qualidade do sinal recebido, recepção em todos os pontos e qualidade do áudio de cada um dos dois sistemas (o americano e o europeu). "Em cada sistema existem várias configurações. Não é como comparar melancia com melão", diz o pesquisador.

As 16 emissoras de rádio AM e FM que realizam testes com o sistema americano Iboc se localizam nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Mas para Juliano Dall`Antoni, do CPqD, "estes testes estão muito pulverizados", já que são feitos em apenas uma emissora de São Paulo e outra em Porto Alegre, e não em várias.



Escrito por Magaly Prado às 23h20
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MTV ENTRA NO DIAL AOS POUCOS: RÁDIO VMB COM PENÉLOPE ESTRÉIA SEGUNDA NA 107,3 (EX-BRASIL 2000)

No final do ano passado, publiquei aqui a intenção da MTV de estrear a MTV FM. Na época, Zé Wilson, que era diretor de marketing e cuidava do projeto da rádio MTV, e que hoje é o diretor geral, falou em estréia para fevereiro. Até agora, a grade 24h ainda não entrou no ar. As negociações são demoradas. Em compensação, começam aos poucos, com um único programa na extinta Brasil 2000, que agora só atende pelo número da frequência: 107,3.

Penélope Nova, que já possui experiências isoladas em rádio, comanda a atração que tem foco no VMB e, portanto, tempo limitado.

O coordenador artístico da 107,3, Rubinho Vianna, gosta da idéia do programa na grade.

"É a maior premiação de música jovem, então acho bom que entre aqui", diz ele reafirmando que trata-se apenas de uma série de programas.


Ao ser questionado sobre a possível negociação com a MTV para um arrendamento da emissora, Rubinho nega. "A família [proprietários da Brasil 2000] não quer." No entanto, Rubinho ressalta que a rádio recebe projetos. "Se houver uma proposta artística para uma rádio com conceito e que volte a crescer, será estudada." Rubinho conta que aparecem muitos projetos comerciais e isso eles não querem. "Precisa estar dentro das características históricas da Brasil 2000 e de acordo com o estatuto da Fundação." Afinal, a Brasil 2000 tem concessão de rádio educativa.


Rubinho complementa dizendo que não estão com pressa. A emissora está nesse formato: enxuto, com poucos profissionais e sem grandes ações promocionais, há dois anos.

Falo do medo da rádio tomar um caminho puramente comercial e se afastar totalmente do que já foi, uma rádio que mostrava a diferença da música emergente. E Rubinho garantiu: "Seja o caminho que for, será sempre único, particular. Nunca cairá na mesmice das outras rádios."

 

Leia release encaminhado pela Macida Joachim.

 

 

MTV NO SEU DIAL - A RÁDIO VMB TERÁ PENÉLOPE NOVA COMO APRESENTADORA DO PROGRAMA, NA 107,3 FM

 

Muitas novidades estão sendo preparadas para o VMB 2007, a grande premiação anual da MTV Brasil. Uma delas é o programa Rádio VMB, que vai ao ar pela 107,3 FM a partir de 6 de agosto, segunda-feira, e que irá até 27 de setembro, dia da grande premiação da emissora.

Penélope comanda o Rádio VMB, uma hora dedicada a tudo que você precisa saber sobre o VMB 2007, inclusive pra votar com convicção nas novas categorias da premiação. Diariamente, as músicas dos artistas e bandas indicados, uma enquete pro ouvinte dizer o que pensa e as peculiaridades biográficas dos indicados no quadro "VMBio". Além da Penélope, o programa conta com um repórter ao vivo, que investiga os bastidores da produção do evento, e um convidado especial apto a conversar sobre música e Video Music Brasil. O Rádio VMB ainda dá convites pro ouvinte ir à premiação em 27/09; pra isso é só ele mandar o e-mail mais criativo que complete a "frase do dia".

Saiba tudo o que está relacionado ao VMB 2007, ao vivo em 39 programas, de segunda a sexta, das 18 às 19h, pela 107.3 FM.

Rádio VMB com Penélope Nova, estréia dia 6 de agosto!

O VMB 2007 acontecerá dia 27 de setembro, quinta-feira, no Credicard Hall, em São Paulo, às 22hs, e terá transmissão exclusiva pela emissora e pelo site www.mtv.com.br (da assessoria de imprensa da MTV)

 



Escrito por Magaly Prado às 15h43
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Milton Jung volta a apresentar o Correspondente Guaíba

O radialista Milton Ferretti Jung, da Rádio Guaíba, retornou ao microfone nesta segunda-feira, 30, às 9h, na locução do Correspondente Guaíba. Ele estava afastado desde 21 de junho, após sentir-se mal durante a apresentação do programa, além de se poupar devido a problemas na visão. "Na ocasião, senti que algo não estava funcionando bem, mas li o noticiário até o fim. Logo após, apesar de instado a aceitar carona de um motorista da empresa, retornei para casa dirigindo meu carro. Ao chegar, chamei socorro médico para ser examinado, e os profissionais me recomendaram internação no Hospital Mãe de Deus", explicou Milton Jung. No hospital, foi diagnosticado AVC (Acidente Vascular Cerebral).


Na manhã de segunda-feira, o profissional apresentou o Correspondente com tranqüilidade narrando as principais notícias locais, nacionais e internacionais.(do Coletiva Net)

Ferretti é pai do radialista Milton Jung, da CBN, São Paulo.

CORRESPONDENTE GUAÍBA
O mais antigo noticiário do rádio brasileiro

O Correspondente Guaíba é a mais importante e mais tradicional síntese informativa da Rádio Guaíba. O noticiário, que é editado pelo Departamento de Jornalismo desta emissora, embora dê ênfase ao que ocorre no estado e no país, não deixa de ser “uma volta ao mundo em 10 minutos”.

O Correspondente teve apenas quatro apresentadores nos seus quase 50 anos de existência: Ronald Pinto, Jorge Alberto Mendes Ribeiro, Ênio Berwanger e Milton Ferretti Jung, este seu locutor titular a partir de l964. Milton é detentor de um recorde: nenhum locutor, no Brasil, se manteve durante tão longo período como apresentador de um mesmo noticiário.

Em toda a sua história, o Correspondente Guaíba utilizou-se de três características musicais. A atual, ao contrário das anteriores, é, porém, exclusiva. Assim, não pode ser usada para anunciar outros noticiários ou programas. Criada pelo compositor Miguel Gustavo a pedido da MPM, agência que detinha a conta de seu primeiro patrocinador, a característica que abre e encerra as edições do Correspondente Guaíba, é uma das fortes marcas da síntese informativa mais famosa da Rádio Guaíba.

Ouça a característica do Correspondente Guaíba

Milton Ferretti Jung, a voz do
Correspondente Guaíba
desde 1964.

Apresentação: Milton Ferretti Jung
Produção: Departamento de Jornalismo da Rádio Guaíba.

Horários: De segunda a sábado, às 9h, 13h, 18h50min e 20h.
Domingos e feriados às 13h e 20h.



Escrito por Magaly Prado às 10h29
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Sistema Brasileiro de Rádio Digital será híbrido. E a discussão sobre isso?

Houve discussão de radialistas (ou radiodifusores em potencial) sobre a decisão? Apenas radiodifusores aparecem opinando.

Como anda o preço do aparelho receptor digital? U$ 150? Os chineses já estão fabricando em larga escala para cair o preço?

Quais fabricantes de automóveis já lançam seus carros com receptores que incluem a transmissão digital?

Já não está na hora de pensar seriamente na programação do conteúdo dos multicanais? A Ibiquity (da Iboc) vai cobrar separadamente pela quantidade de uso de cada canal? Todas as novas emissoras (dos subcanais) continuarão nas mãos dos mesmos donos. E a democratização da radiodifusão? Foi para as cucuias? Não seria o caso de rever as concessões, já que para cada radiodifusor que possui autorização de transmissão analógica existe uma regra de quantidade de frequências? No caso do digital, eles poderão quadruplicar seus canais de radiodifusão? Assim, sem nenhuma revisão desse esquema de distribuição?

E as rádios comunitárias? Terão cerca de U$ 120 mil para trocar seu equipamento de transmissão? Pelo menos para garantir a entrada das pequenas empresas, de quanto será o subsídio do governo para facilitar a troca dos equipamentos? Gostaria muito das respostas. Alguém imagina?

Leia reportagem do Meio & Mensagem.

Presidente Lula deve assinar em setembro decreto que substitui sistema analógico pelo digital por Alexandra Bicca, de Brasília

O Brasil é o segundo maior mercado de emissoras de rádio do mundo – são aproximadamente 3668 rádios comerciais registradas, sem contabilizar as emissoras comunitárias. Esse mercado deve passar por profundas transformações nos próximos dois anos com a transição do sistema analógico para o digital. Segundo fontes do mercado, o governo federal deve antecipar sua decisão sobre o padrão de rádio que será adotado no país. O anúncio deve ser feito nos próximos dias e a novidade é que, ao contrário do que se imaginava, a escolha não será por apenas um dos sistemas (americano IBOC – da Ibiquity – ou o europeu DRM), mas sim pela composição dos dois em um sistema híbrido: o IBOC com FM e AM e o DRM com ondas curtas.

O Conselho Consultivo da Rádio Digital, criado em março deste ano, reúne-se nas primeiras semanas do mês de agosto. Neste encontro deve finalizar o projeto sobre o Sistema Brasileiro de Rádio Digital, o texto segue para análise do Palácio do Planalto. O sistema híbrido criado a partir da combinação entre o IBOC e o DRM será instituído através de um decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva baseado no texto encaminhado pelo Ministério das Comunicações. A fórmula encontrada pelo governo atende às reivindicações dos radiodifusores, mantendo a possibilidade de exploração de ondas curtas - o setor sempre manifestou preferência pelo IBOC por servir tanto para FM quanto para AM, mantendo as mesmas freqüências e bandas das atuais rádios analógicas.

O veículo que faz parte do cotidiano dos brasileiros e que sempre exerceu papel importante na formação de opinião agora chegará aos seus ouvintes com um som semelhante ao de um CD. Este deve ser o grande trunfo dos proprietários de emissoras rádios para convencer a população a comprar os receptores digitais.

A implantação do rádio digital deve trazer impactos também para os mercado publicitário, pois a multiprogramação representará novas possibilidades de exploração do mercado de forma segmentada, além da necessidade de divulgação pela indústria dos lançamentos de equipamentos retransmissores. Os radiodifusores terão que modernizar suas estruturas de transmissão e irradiação.

Essa mudança do analógico para o digital vai exigir investimento médio de US$ 120 mil a US$ 150 mil por emissora para compra de transmissores e sistemas irradiantes digitais. Os recursos para esses investimentos viriam de modalidades financiamento que já estão sendo viabilizadas para implantação da TV Digital, que são recursos disponibilizados para os radiodifusores pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de outras modalidades que estão sendo discutidas pelo governo.



Escrito por Magaly Prado às 12h11
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RÁDIO SULAMÉRICA TRÂNSITO LANÇA CAMPANHAS


Gostei da parte da propaganda que se dedica à campanha. Muito bom. São Paulo precisa de toques como os descritos abaixo. Em reportagem do Blue Bus - Uma campanha da Rádio SulAmérica estréia hoje em 338 relógios de rua. Com foco no aumento do fluxo de veículos em São Paulo por conta da volta às aulas, estréia hoje campanha da MPM para a Rádio SulAmérica Trânsito. Três filmes de 15 vão estar em veiculação na Globo, Record, Band e Rede TV. Um deles pede mais educação no trânsito lembrando aos motoristas - 'Não pare em fila dupla' ou 'Respeite a faixa de pedestres' e 'Não jogue lixo na janela'. O destaque da campanha são 338 relógios de rua posicionados nas principais vias de acesso a pontos onde o motorista enfrenta dificuldades. Exibem placas com perguntas como 'Marginal Parada?' ou 'Trânsito na Santo Amaro?', por exemplo, e indicam como resposta a frequência da rádio. A criaçao é de Elias Torres, Margit Junginger e Vitor Cunha, com direçao de Aaron Sutton e Jorge Iervolino. A estratégia de mídia é de Daniel Chalfon, Gabriel Queiroz e Patricia Russo.



Escrito por Magaly Prado às 11h15
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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