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RECOMENDO

o cinema na voz deles

       

   DOLORES  DURAN        JOÃO DONATO             ASTRUD GILBERTO       DICK  FARNEY       o encanto dessas vozes a serviço das canções imortalizadas nas telas de cinema...

     

  na quinta-feira dia 12 de julho , às 18:00 horas no programa MÚSICA EM CENA, MEC-FM 98.9 mhz  (por Lilian Zaremba)



Escrito por Magaly Prado às 13h42
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OUÇA YO-YO MA & PHILIP GLASS

No encarte que acompanha o CD da trilha sonora de NAQOYQATSI, o cineasta americano Godfrey Reggio escreve:  “Com NAQOYQATSI, Philip Glass conclui um esforço de vinte e cinco anos compondo música para a trilogia QATSI. Ele dá assim uma contribuição original ao progresso do cinema criando música que está em pé de igualdade com as imagens. De fato, Glass tem desenvolvido um gênero diferente – Cinema de Concerto –, uma nova forma audiovisual em que a trilha torna-se a narrativa emotiva do filme. Diferentemente de suas companheiras, as trilhas de KOYAANISQATSI (1982) e de POWAQQATSI (1987), a música em NAQOYQATSI é essencialmente acústica, trazendo uma presença humana às dolorosas imagens que representam digitalmente o terror sancionado e a violência civilizada – aquilo que chamo de ordem tecnológica global”. 

 Lançado em 2002, vinte anos após a estréia do seminal KOYAANISQATSI, NAQOYQATSI é a conclusão de um tríptico cinematográfico que denuncia desequilíbrios ecológicos e sociais do planeta por meio de uma radical articulação de imagens em movimento e música minimalista. Naqoyqatsi é um termo extraído da língua Hopi – falada pelos índios Hopi do Arizona, EUA – e pode ser traduzido como “a guerra como forma de vida”. Infelizmente, esta última seqüência QATSI não atinge o mesmo nível de inventividade e persuasão das realizações anteriores – há no filme uma sensação de redundância e certa gratuidade nas associações visuais propostas ao espectador. Quem sabe algo no modo de trabalho, no processo criativo, tenha sido alterado prejudicando assim a notável integração entre imagem e música que caracteriza os dois primeiros espetáculos audiovisuais.

 

Sem entrar no mérito do roteiro e da opção técnica pelo uso dominante de imagens sintetizadas e de manipulações digitais, penso que a música em NAQOYQATSI possui menos coerência estrutural intrínsica do que seria desejável numa partitura de Glass.  Cedendo a certo convencionalismo, a trilha  parece deixar-se levar pelo fluxo narrativo das imagens. Em que pese a advertência do músico de que “nenhuma experiência multimídia pode ser representada completamente em apenas um meio”, não acredito que alguns temas deste filme resistam em pé por si mesmos – o que não chega a ser um defeito sob o aspecto objetivo, porém necessariamente redutivo, da música utilitária. Mas, que não haja aqui qualquer ilusão, o impacto e a sedução sincrônica dos filmes anteriores devem-se, sobretudo, a uma sutil inversão hierárquica no diálogo entre as linguagens, com a clara submissão das imagens a música,  dando-nos aquela impressão fascinante de uma simbiose discursiva de forte efeito sinestésico.

 

 

Em NAQOYQATSI, Glass relaxa e a música surge como que em escrita automática – o abuso de vocalises não deixa de ser sintomático de uma opção por soluções mais fáceis. Nem mesmo o engajamento intenso do violoncelista sino-americano Yo-Yo Ma contribui para insuflar vida nova à trilha como um todo – de fato, o compositor desperdiça a colaboração de um músico excepcional oferecendo-lhe temas anêmicos, alguns quase improvisos de triste insipidez. Talvez a dinâmica agenda do compositor explique algo desse relativo fracasso.

 

Uma dos poucos momentos realmente orgânicos do filme, em termos de articulação audiovisual, detém-se em exercícios de atletas olímpicos: movimentos de ginastas capturados e manipulados com um enfoque plástico, heróico/militar, quase fascista. Há aqui música, carregada de dramaticidade operística e imbuída de uma verve hard rock. Ao evocar o sacrifício inerente à superação dos limites físicos, a seqüência devolve às esferas míticas o mundo da competição esportiva – isso graças à atmosfera criada pelos lancinantes solos de cello escritos para Yo-Yo Ma: “Massman”, verdadeiro movimento de concerto para solista e orquestra e ponto alto da participação do cellista na criação de Glass e Reggio. (por Roberto D'Ugo Jr)

  



Escrito por Magaly Prado às 17h31
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PEDRO LUIZ RONCO CONTINUA NO AR

Recebi várias mensagens de radioamantes dizendo que o programa "A Hora do Ronco" havia saído do ar na Band FM. Agora recebo outras várias dizendo que o programa foi ao ar normalmente hoje. Amanhã ligo lá pra saber o que rolou.

Escrito por Magaly Prado às 23h23
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ALPHA FM promove shows em Campos do Jordão

Vanessa da Mata no site: djsounds 

Durante todo o mês de Julho, a ALPHA FM apresenta em Campos do Jordão o projeto Música na Praça. Um evento que está em sua segunda edição e já apresentou shows de grandes personalidades da música brasileira, como Guilherme Arantes, Luis Melodia e Flávio Venturini.

 

O Música na Praça acontece na principal praça de Capivari, em Campos do Jordão – a cidade mais badalada do inverno de São Paulo, atraindo um público sofisticado no maior centro de agito da cidade. Os shows acontecem às terças e quartas, às 16h e aos domingos, às 13h.

 

Neste ano, o evento contará com a presença de Paula Lima, Jorge Vercilo, Penha Pinheiro, Fernanda Porto, Vanessa Falabela, Milton Guedes, Pedro Mariano e Vanessa da Mata. (por Beatriz Dotane)



Escrito por Magaly Prado às 15h10
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HORA DO RONCO FORA DO AR

Pedro Luiz Ronco foi demitido da Band FM. O programa de humor nas manhãs da Band FM, entre 6h e 9h, "A HOra do Ronco", sob seu comando, estava completando 20 anos no ar este ano. Abaixo apresentação do site

 

Na próxima vez que você vir alguém rindo sozinho no trânsito, no escritório ou em casa, não estranhe. É só mais um ouvinte do Ronco. A HORA DO RONCO é mais que um programa: é um verdadeiro ponto de encontro entre os apresentadores, os ouvintes e suas histórias mirabolantes. Um programa que já se transformou num dos clássicos do rádio brasileiro e que em 2007 completa 20 anos, com apresentação de Pedro Luiz Ronco. Você pode participar, mandando uma história ou um e-mail para o Ronco.



Escrito por Magaly Prado às 17h24
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RÁDIO POSTE É DESTAQUE DE REVISTA

Da Revista do Globo, no Estado do Maranhão - Nas ondas da Saara

Entramos na rádio do maior centro de comércio popular do Rio, que há 20 anos toca anúncios bolados ali mesmo em 47 caixas de som espalhadas por um conjunto de 11 ruas

A Rádio Saara ocupa quatro salas de um prédio comercial na Avenida Passos. O estúdio, com direito a vista panorâmica para o Centro, funciona na maior delas

A Saara, maior centro de comércio popular da cidade, é formada por 11 ruas estreitas, 1.250 lojas, um punhado de árabes e judeus, muitos coreanos, plumas, paetês, penas de pavão, quibes e esfihas, enfeites para festas, roupas penduradas, incensos, garotas de tamanquinho, máscaras de carnaval, paralelepípedos, bijuterias, bolas coloridas, bonecas que falam “Mamãe, eu te amo”, cuecas com desenhos de revólver na frente, tabuletas com preços terminados em 99 centavos, sacoleiras, suor, um público passante de cem mil pessoas por dia e uma rádio, a Rádio Saara. Entrando ali, em qualquer trecho que você estiver, será impossível escapar dela. Os anúncios da rádio — gritados nas 47 caixas de som espalhadas na área — grudam no ouvido do freguês como a goma arábica vendida no armazém da esquina. E dificilmente saem de lá.
“Tô doido, tô doido, tô doido!” De hora em hora, uma voz esgoelada sairá das caixas de som berrando “Tô doido” e anunciando as ofertas da Só Filé Modas. Ao contrário do que o nome pode sugerir, a Só Filé não é um açougue, é uma loja de roupas. Roupas femininas, basicamente. Ali, numa banca de madeira e fórmica, é possível encontrar uma calcinha de renda cavada pela pechincha de R$ 0,99. Ou uma outra, com boquinhas bordadas na bainha ao lado da inscrição “Kiss”, que também sai baratinho: R$ 2,99. Na lateral da banca, uma placa escrita à mão avisa que é proibido mexer nas roupas se estiver chupando sorvete ou bebendo refrigerante: “Se sujar vai ter que pagar.” O alerta é antipático mas deve ter lá sua razão de ser. Para ter seu anúncio gritado dez vezes ao dia nos alto-falantes da Rádio Saara, o dono da loja tem que desembolsar R$ 1,7 mil no fim do mês. Trocado em mercadoria, dá pelo menos 1.700 calcinhas de renda. Ou 566 das de beijinho.
— Não somos exatamente uma rádio, somos um conjunto de alto-falantes metidos a besta. Não tem a CBN, a rádio que toca notícias? Nós somos a Saara, a rádio que toca anúncios — diz Luiz Antônio Bap, o diretor da emissora.

— Eu não gosto de comprar muito por aqui porque acabo usando a mesma roupa de todo mundo. Mulher gosta de exclusividade. Mas mesmo assim, quando compro alguma coisa, dou um jeito de vender um anúncio — explica Fátima.
“Oi Heloísa, oi Zilda. Nossa, vocês estão vestidas iguais, parecem um par de jarros. O que eu faço, o que eu faço, o que eu faço? Parem de comprar em qualquer loja. Passem na Tural.” Atualmente, 44 lojas anunciam seus produtos na Rádio Saara, todas anotadas com caneta Bic num caderno de espiral guardado na gaveta de Bap. Há anos que o número não varia muito, ficando sempre entre 40 e 50. O gerente comercial Renato Alvez, que também é locutor, passa parte do dia entrando e saindo das lojas atrás de novos anunciantes. Bap conta que a maior parte deles só ouve o comercial depois de pronto e não dá palpites na criação. Ele diz que já vendeu de tudo — de cristal a ratoeira — mas na hora de revelar seu faturamento, se esquiva e conta uma historinha que faz sucesso no comércio local:
— Um homem entrou na loja do Salim e começou a fazer críticas sobre a conservação do imóvel e sobre a mercadoria que estava exposta. O comerciante, mordido, passou a falar que, com aquele “negocinho mixuruca”, ele criara três filhos, tinha um apartamento na Barra e três carros na garagem. Diante disso, o homem se apresentou: “Eu sou Ramirez, fiscal da Receita Federal.” Ao que o outro rebateu: “E eu sou Salim, o maior mentiroso da Saara.” (por Renato Lemos e fotos de Camila Maia)
leia na íntegra aqui

Escrito por Magaly Prado às 17h03
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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