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Conheça o trabalho de Louisa Bufardeci. Esse mostra o som de uma conversa capturada pelo celular.



Escrito por Magaly Prado às 14h59
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Cadastro de bandas Porão do Rock 2007

Do Music News - Por Capital Comunicação & Marketing - A ONG Porão do Rock está cadastrando bandas e trabalhos solo, independentes e autorais, de pop e rock do Brasil, em todas as vertentes, com o objetivo de criar um grande banco de dados que poderá servir para as seguintes finalidades: 
1. Participar das edições anuais do Festival Porão do Rock; 
2. Utilizar as músicas na programação da Rádio Porão do Rock FM 98,1MHz (válido também para bandas já extintas, mas que desejem expor seu material); 
3. Participar de eventos organizados pela Rádio Porão do Rock FM (98,1MHz) ou como forma de consulta para outros produtores de Brasília interessados; 
4. Consulta e/ou intercâmbio com produtores de outros eventos filiados à Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin), da qual o Porão do Rock é um dos sócios-fundadores. 
Para isso, basta acessar o site
, preencher todos os campos do formulário "Cadastro de Bandas" e indicar o(s) site(s) (oficial, myspace, fotolog, etc) onde é possível ouvir a sua música e ter acesso ao release completo. Não é preciso mais enviar CD pelos Correios! Mas, atenção: é importante deixar disponível pelo menos quatro músicas, obrigatoriamente autorais. O cadastro não está aberto a bandas cover. O cadastramento estará funcionando o ano inteiro. Mas se você tiver interesse em participar da edição 2007 do Festival Porão do Rock, que acontecerá de 1º a 3 de junho, no estacionamento do estádio Mané Garrincha, em Brasília, o prazo final de envio dos dados online será 27 de abril. Não deixe para a última hora! Caso a banda (ou artista solo) não disponha de recursos para disponibilizar suas gravações pela Internet, favor entrar em contato com a ONG Porão do Rock pelo e-mail , que informaremos outra forma de termos acesso ao seu material.



Escrito por Magaly Prado às 11h07
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ENERGIA RECEBEU AUTORIZAÇÃO PARA TESTAR O SISTEMA IBOC DE RÁDIO DIGITAL

Mais uma emissora brasileira está apta a realizar testes de radiodifusão sonora digital no modo In-Band On-Channel IBOC. Pelo Ato nº 64.058, publicado em 15 de março de 2007, a Anatel autorizou a Energia 97 FM, de São Paulo (SP), a avaliar o desempenho do sistema digital num prazo de 60 dias, na freqüência de 97,7 MHz, em FM. A agência reguladora quer, no final, um relatório mostrando a compatibilidade do sinal digital com os analógicos já existentes, além do impacto causado na mesma freqüência e canais vizinhos. Apesar da concessão da Energia 97 FM ser para o Município de Santo André (SP), a emissora está localizada na avenida Paulista, nº 1439, 9º andar, em São Paulo (SP). [Publicado em www.romais.jor.br]

 

Só precisamos lembrar que receber a autorização para testar não significa que já está testando. Vamos aguardar!



Escrito por Magaly Prado às 21h16
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Na Justiça: Radialista que acumulou seis funções consegue adicional

Um radialista gaúcho obteve, na Justiça, o direito de ganhar salários adicionais pelo acúmulo de seis funções quando era funcionário do Portal Radiodifusão, empresa da Rede Pampa de Comunicação.

Contratado em maio de 1999 como produtor-executivo, o radialista logo recebeu novas obrigações, tornando-se locutor – com jornada de trabalho maior – e assinando um contrato adicional para o cargo.

Em outubro de 2002, quando foi demitido, ele era o responsável pela apresentação dos programas "Plantão das multidões", "Trajetória esportiva", "Ronda da rodada", "Anatomia do futebol", "Futebol, alegria do povo" e "Tribuna popular".

Dois anos depois, entrou com ação trabalhista contra a Rede Pampa, reivindicando a declaração de seis contratos de trabalho distintos e as implicações de todos eles: diferenças salariais, horas extras, adicionais noturnos e pelo acúmulo de funções, FGTS complementar e salário-família.

Além disso, o radialista ainda pediu indenizações, alegando insalubridade e demissão feita 30 dias antes da data-base da categoria.

Pressionada, a empresa admitiu a existência de dois contratos de trabalho adicionais e, em sua defesa, afirmou ser "humanamente impossível" para uma pessoa realizar tantas funções, negando que tivesse explorado o radialista.

A Justiça acatou a ação e condenou a Pampa a pagar acréscimos de 40% pelo exercício das funções de locutor-entrevistador e locutor esportivo, aceitando também as demais reivindicações apresentadas.

O Portal Radiodifusão recorreu da sentença e, nesta semana, conseguiu reverter parte dela, não tendo de pagar a indenização por insalubridade. Os demais pedidos do radialista foram confirmados pela segunda turma do Tribunal Superior do Trabalho, TRT.

As informações são da revista virtual Consultor Jurídico no Portal Imprensa



Escrito por Magaly Prado às 23h06
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RÁDIO PIN - UPS

(imagens do dvd "rádio pin ups", trabalho de L.Z, camera por L.H.Z.  design de inserção das válvulas e rádios na fotografia de época das mulheres sentadas no sofá, por Toni Cid). Guimarães) por Lilian Zaremba, do Radio Mirabilis



Escrito por Magaly Prado às 23h24
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GOVERNO APRESSA A DIGITALIZAÇÃO DO RÁDIO E LIMITA O DEBATE A UM SÓ PADRÃO

No momento em que se transita para a digitalização dos meios de comunicação, a velocidade peculiar ao rádio manifesta-se ainda mais intensa nas decisões políticas e de mercado acerca das escolhas tecnológicas. Neste caso, porém, tal rapidez pode ser prejudicial aos futuros ouvintes: sociedade e a comunidade científica estão sendo praticamente ignoradas.
Por Ana Rita Marini e Laura Schenkel* no Caros Ouvintes

Os empresários do setor adiantam as suas preferências, antecipando-se a qualquer possibilidade de debate público sobre a questão. Para justificar o processo oblíquo de escolha do que será o rádio digital no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu, nesta semana, Consulta Pública para avaliar o Iboc, padrão americano escolhido pelos radiodifusores para ser implementado no país.

Enquanto ainda se definem especificações técnicas e critérios diplomáticos de cooperação entre Brasil e Japão para a implementação da TV digital brasileira, o sistema de digitalização do rádio se encaminha, ao que tudo indica, para uma definição bem mais rápida. A agilidade, característica intrínseca do rádio, se transpõe para as decisões políticas sobre o veículo, com resultados discutíveis. Para colher contribuições acerca do sistema americano de Rádio Digital AM Iboc (In Band on Channel), em fase de testes desde o ano passado, a Anatel abriu a Consulta Pública nº 771, em 5 de março de 2007, que estará vigorando até 24 de abril (leia íntegra da Consulta), baseada no documento Proposta de Critérios e Procedimentos para Avaliação do Sistema de Rádio Digital AM Iboc elaborado pela Universidade de Brasília - UnB.

Para o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), estes são os arremates de um processo que iniciou torto, pois não incluiu qualquer tipo de consulta além do que já estava dado: a escolha do padrão americano pelos radiodifusores. “Sem nem mesmo um arremedo de debate, como foi o da TV digital, a Anatel baterá o martelo pelo Iboc”, declarou o coordenador-geral do FNDC, Celso Schröder. A consulta da Anatel limita-se a um único padrão, mas poderá servir como justificativa pública para embasar a decisão final. Em levantamento realizado no ano passado, o FNDC estimou que a transição para o padrão proprietário Iboc poderá custar R$ 15,7 bilhões ao cidadão e mais de R$ 1,3 bilhão às emissoras (leia matéria).

Legitimado pelo ministro

Em entrevista concedida a Abert (Associação Brasileiras das Emissoras de Rádio e TV), esta semana, o ministro Hélio Costa anunciou a criação de um Comitê Consultivo interministerial, com a participação da indústria e os radiodifusores, que observará a Consulta Pública do Iboc. Da indústria, participarão especialmente os representantes das áreas de transmissão e recepção – os radiodifusores, através de suas associações e as emissoras educativas, comunitárias e culturais. (acesse trechos da entrevista).

Segundo Costa, em 90 dias será divulgado um estudo indicando o sistema de rádio a ser adotado no país. Ele anunciou, ainda, que há um cronograma para implantação do rádio digital até dezembro, nas capitais. Confirmando mais uma vez sua posição, Costa disse que o padrão americano Iboc é o mais adequado à realidade brasileira, mas ainda não está definido. Adiantou que os radiodifusores terão acesso a linhas de crédito especiais.

Na opinião de Regina Motta, pesquisadora em Comunicação e professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que participou dos estudos do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD), difícil é imaginar que o modo como os radiodifusores pressionam o poder público pela adoção do padrão norte-americano IBOC não vai influenciar nessa escolha. “Se for para haver um debate tal qual o da TV Digital, para depois dele resolver por um padrão que já estava previamente escolhido, a iniciativa é só um gasto de dinheiro público”. A seu ver, nesta decisão, tudo indica que o Ministério das Comunicações vai passar por cima tanto das comunidades acadêmicas e científicas, quanto da sociedade civil.

Para Nélia Del Bianco, coordenadora de pesquisa "Jornalismo e Sociedade" na UnB, a tendência é clara: a escolha recairá sobre um modelo de transmissão digital que não coloque em risco o status quo das emissoras existentes. “Neste caso, o Iboc oferece segurança em tempos de incerteza, porque mantém os radiodifusores onde estão, com suas freqüências, e garante a transição pela coexistência (um valor caro aos processos de transição tecnológica) com o analógico”, reflete.

Segundo a pesquisadora, a tendência por um modelo comercial que desconsidere o processo de adaptação de emissoras públicas e comunitárias revela a essência do modelo de concessão de rádio e televisão no Brasil, de natureza patrimonialista. “Um bem público explorado pela iniciativa privada com enfoque essencialmente comercial”, analisa Nélia, acrescentando: “Aqueles que já exploram os serviços ganharam o direito de continuar no sistema de forma indefinida, sem o questionamento de sua prática de uso”. A escolha dos radiodifusores de emissoras comerciais pelo Iboc, reforça a pesquisadora, é um esforço para combinar vantagens tecnológicas com a possibilidade de preservação do negócio e da marca.

Testes não empolgam

Apesar da escolha dada, há informações de que os radiodifusores não estão muito animados com os primeiros testes com o Iboc, por conta do delay. Segundo Nélia, o digital apresenta um atraso (chamado delay) de oito segundos em relação ao analógico, que, na fase de transição, quando os dois sistemas conviverão por algum tempo, o ouvinte perceberá. “Você começa a ouvir uma notícia, aí sai do digital, passa para o analógico e o analógico já está lá na frente, pulando uma parte da notícia. A sensação é de que há um avanço no tempo. Mas quando se dá o contrário, com a queda do sinal digital e o retorno para o analógico, o ouvinte é obrigado a escutar a repetição da fala do locutor pelos mesmos oito segundos”, explica.

Leia na íntegra aqui



Escrito por Magaly Prado às 17h22
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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