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Transamérica prepara saideira no Tom Brasil Nações Unidas

Nando Reis, Jorge Vercilo e Edu Ribeiro fecham as comemorações de 29 anos da emissora paulistana

A Transamérica São Paulo se prepara para o terceiro evento de comemoração dos seus 29 anos. Desta vez, a emissora reúne três  intérpretes da música brasileira – Nando Reis, Jorge Vercilo e Edu Ribeiro –, no Tom Brasil Nações Unidas, no dia 6 de setembro (quarta-feira), véspera do feriado da independência.
O cantor paulista Edu Ribeiro, que atingiu este ano o topo das paradas brasileiras com a música ‘Me Namora’, sobe ao palco para divulgar o seu primeiro disco solo: ‘Roots Reggae Classics Vol. 1 e Outras Canções’. Ribeiro apresenta as canções do seu bem-sucedido álbum de estréia, que traz o reggae, ritmo que ele chama de "lar, doce lar".

Jorge Vercilo apresenta a turnê do recém-lançado álbum ‘Jorge Vercilo Ao Vivo’, seu sétimo trabalho autoral. Na turnê de divulgação, o cantor faz um apanhado de 10 anos de carreira e canta hits como ‘Encontro das Águas’ – do primeiro álbum, lançado em 1993 – e ‘Que Nem Maré’ – do quarto trabalho, ‘ELO’, de 2002.

A Transamérica convidou também um velho conhecido dos amantes do rock nacional para a festa: Nando Reis. O músico apresenta o show de seu último disco solo: ‘Sim e Não’. Neste álbum, Nando Reis segue com a parceria de sucesso com a banda Os Infernais. O trabalho é uma verdadeira declaração de amor do início ao fim. Com homenagens à companheira, a uma das filhas e ao próprio amor, o álbum e o show novos de Nando Reis têm uma característica latente, segundo o próprio cantor: a chamada "ambivalência". Para entender o que seria a tal "ambivalência", só presenciando o novo show, no próximo dia 6 de setembro, no Tom Brasil Nações Unidas. 

Escrito por Magaly Prado às 16h29
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NOVIDADES NO DIAL DE SÃO PAULO

Brasil 2000 não fala mais seu nome e as vinhetas só informam a frequência. Estranho!Transamérica Hits (que toca sucesso popular) entrará no seu lugar amanhã, ou no começo de 2007 ou tudo não passa de um diz-que-diz como foi na época da compra pelo grupo Bandeirantes que nunca se concretizou.

Mais FM, da rede CBS, está de volta nos 100,5 (ocupada pela Scala, que sai do ar por aqui), mas ainda não definiu seu segmento. Pop, MPB, atual, flash back???? A emissora que foi muito bem dirigida em 2003 por Ricardo Henrique, hoje dirigindo a Supertupi, do Rio, pode aproveitar o vazio que a 89 FM deixa no dial e agora, mais ainda com a morte da Brasil 2000. Ou seja, nenhuma rádio jovem de rock. Um bom filão. Aliás, a parceria com a Play FM está demorando, hein? Há quem diga que já dançou também. Porém, a mudança com a antiga rádio rock cada vez se metropolitanizando será contínua. 

Pra quem não sabe, a Transamérica possui três estilos de programação a escolher: a Pop, a primeira delas sediada em São Paulo, a Light, com canções mais calmas, ao estilo de Alpha, Antena 1, e a Hits, que toca o tripé sertanejo/pagode/axé. Essa última que deve estrear no dial de São Paulo, conforme os rumores.



Escrito por Magaly Prado às 16h23
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em2 :: segundo festival en linea de electronica mexicana

Durante cada uno de los cinco sábados de septiembre, el colectivo
independiente Discos Invisibles de la ciudad de Tijuana estará presentando
el Segundo Festival en Línea de Música Electrónica Mexicana: EM2.

13 proyectos de sonido digital de la República Mexicana mostrarán su trabajo
a través de presentaciones en tiempo real trasmitidas por Internet desde las
ciudades de Monterrey, Guadalajara, Puebla, Ciudad de México y Tijuana.

Bajo la consigna del trabajo independiente y la aplicación de la tecnología
digital para la difusión de sus propios productos, la creación de los
artistas mexicanos participantes alcanzará el aire virtual durante 5
sesiones de transmisión virtual y en tiempo real, acercándonos a un panorama
del trabajo sonoro alternativo e independiente del país sin restricciones
económicas o de estilo.

El festival EM2 contará con la participación de Radioglobal de la ciudad de
Tijuana como transmisora oficial, iniciando una señal que será compartida
por una red de radios virtuales, entre ellas: Radioasalto.org de la Ciudad
de México, Radiocapsula.org de Bogotá (Colombia), Radiochanguito.com y
Zonagalactika.com.mx, ambas de Tuxtla Gutiérrez.

Para mayores informes sobre cómo conectarte a escuchar y para conocer los
perfiles de los participantes, entra a www.electronicamexicana.org o manda
un correo a em@electronicamexicana.org

happy streaming!

Transmisiones:

2 de septiembre: Tijuana
Conductor (Discos Invisibles)
Kuchuman (Independiente)

9 de septiembre: Guadalajara
Piscis (Amp-recs)
Jack's Son (Abolipop)
The Copy Violators (Filtro)

16 de septiembre: Puebla
Tabris (Independiente)
Marla Project (Independiente)

23 de septiembre: Monterrey
Daniel Lara (Independiente)
Black Forest (Happy-fi)

30 de septiembre: DF
Bifidus (Filtro)
Wakal (Konfort)
Vate (Independiente)

mars

discos invisibles

<
http://www.electronicamexicana.org> http://www.electronicamexicana.org

<http://www.discosinvisibles.org> http://www.discosinvisibles.org

<http://blog.discosinvisibles.org> http://blog.discosinvisibles.org


Escrito por Magaly Prado às 08h39
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O QUE EU FAÇO É RÁDIO


Estarei na mesa redonda do dia 23



Escrito por Magaly Prado às 20h44
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89 FM na carteira da Santa Clara

Do Meio & Mensagem - A Rádio 89 FM, do Grupo Bandeirantes de Rádio em associação com o Grupo Camargo de Comunicação, e o Canal Brasil, da Globosat, são as novas contas da Santa Clara. Campanhas de estréia do atendimento da agência a esses clientes, com reposicionamento das marcas, serão lançadas em setembro.

 

Para a 89 FM a agência vai divulgar a nova programação, que trocou o rock por um perfil mais diversificado. O trabalho envolve o anúncio da nova postura e a criação de toda uma nova comunicação visual da emissora.



Escrito por Magaly Prado às 09h56
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Um ano após entrar em testes, Brasil não definiu sistema de rádio digital

Gabriel Corrêa e Paulo Montoia, da Agência Brasil
São Paulo - Quase um ano após a autorização para o início dos testes de mercado, as transmissões de rádio digital ainda não decolaram no Brasil. O país não definiu se adotará a tecnologia Iboc, que está sendo testada por quinze emissoras desde setembro passado com autorização do Ministério das Comunicações. As entidades do setor discutem o que pode ou deve ser feito para escolher a tecnologia e também acelerar a transição para o novo padrão.

Na semana passada, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) lançou um movimento, a Aliança Brasileira para o Rádio Digital, que pretende estimular a mudança para a nova tecnologia. Mas a escolha do padrão a ser adotado ainda recebe críticas de entidades de defesa das rádios comunitárias, da comunidade acadêmica e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), entre outras.

Nesta entrevista, concedida à Rádio Nacional após a fundação da aliança, o coordenador-geral do FNDC, Celso Augusto Schröder, fala dos benefícios que a nova tecnologia pode trazer para a sociedade, defende o apoio financeiro do governo nessa transição, mas critica a falta de debate sobre o padrão que será adotado. Schröder, que é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, afirma que o custo do padrão Iboc é muito elevado e poderá inviabilizar a digitalização dass rádios de pequenas cidades, acenando para uma nova fase de concentração de transmissões pelas grandes redes comerciais no país.

Agência Brasil - Muito tem se falado sobre TV Digital, mas a digitalização também é assunto de rádio. O que muda no rádio?
Celso Augusto Schröder - Vai depender do modelo que o Brasil adotar. O modelo Iboc está sendo implementado e não está sendo discutido na amplitude que achávamos que tinha de estar. Esse modelo está sendo implantado a partir de interesses muito pontuais da grande radiodifusão brasileira. A televisão brasileira foi razoavelmente bem discutida, segmentos importantes da população brasileira pelo menos se inteiraram disso. No rádio acabou acontecendo meio que na prática, algumas experiências foram liberadas. O rádio ainda é um elemento nacional de integração, é um elemento importantíssimo de contato com populações que ainda não tem outras condições de contato com a situação nacional, temos que estar atentos para isso.

Abr - Que implicações e custos têm a mudança?
Schröder - Temos feito um levantamento de que há um custo razoável por parte das rádios. Isso nos preocupa, porque se não for feito com cuidado, pode comprometer o mercado de rádio, que é muito frágil do ponto de vista de arrecadação de financiamentos, em comparação, por exemplo, à televisão e ao próprio jornal. O rádio hoje só tem 4% da verba publicitária e por isso precisa de uma política pública que não permita que ele entre em colapso. Há um custo tanto para as empresas que vão adquirir os novos equipamentos quanto para a população, que de alguma maneira é quem vai financiar essa transição. Temos alertado que essa é uma transição cara, que além dos interesses óbvios e necessários do negócio da radiodifusão, é preciso levar em conta que é um serviço de enormes possibilidades de integração nacional e de faixas importantes da população. É uma possibilidade muito interessante, desde que não seja desarticulada, que não seja feita simplesmente a partir de uma visão comercial, mas que existem outras implicações que, se não forem levadas em conta, colocam em perigo o próprio negócio.

ABr - A digitalização chega tanto para AM quanto para FM?
Schröder - No primeiro momento, me parece que é no AM. Nós temos uma previsão de que em torno de dez anos não teremos mais nada analógico. Achamos que é preciso complementar muito rapidamente e de uma maneira muito radical a convergência que pode ser advinda da digitalização. É uma chance de nos alinharmos com os países industrializados.

ABr - O senhor disse que essa é uma tecnologia que não é barata, que apenas 4% do bolo publicitário alcança as emissoras de rádio. O que está em estudo para que o empresário de rádio possa ter essa tecnologia?
Schröder - Pelo menos nas negociações há uma disposição do governo em produzir uma linha de financiamentos com isenções na área industrial. Dizíamos que essa base industrial da digitalização é uma base fundamental para a indústria do século 21. Então, mais do que a possibilidade de importar ou não com maior facilidade, para as empresas que exercerão esse serviço é importante saber se conseguiremos ter uma base industrial de semicondutores, por exemplo. O país precisa pensar como política pública, o governo tem que pensar nisso como um investimento, e colocar financiamento à disposição, tanto das empresas que queiram exercer o negócio, quanto da população. Esta é uma das buscas de qualquer governo moderno que queira efetivamente retirar as camadas das populações das condições de marginalidade.

Leia na íntegra aqui



Escrito por Magaly Prado às 17h13
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Transamérica vai para o segundo tempo da festa de 29 anos

Segundo show da comemoração reúne Titãs, Capital Inicial, Hateen e CPM 22 no Citibank Hall

Depois do primeiro show, que reuniu Planta & Raiz, K-SIS e Charlie Brown Jr no Cabral, a Transamérica São Paulo se prepara agora para a segunda parte da festa com outros nomes da música nacional. Titãs, Capital Inicial, Hateen e CPM 22 se apresentam no próximo dia 31 de agosto, no palco do Citibank Hall.
Os Titãs – Branco Melo (baixo e vocal), Charles Gavin (bateria), Paulo Miklos (vocal, gaita e guitarra), Tony Bellotto (guitarra) e Sérgio Britto (vocal e teclado) – apresentam o show do último disco ao vivo da banda, lançado em setembro de 2005 pela Sony/BMG. Acompanhada por Lee Marcucci (baixo) e Emerson Villani (guitarra), a banda mostra o repertório que inclui ‘Vossa Excelência’, ‘O inferno são os outros’, além das clássicas ‘Flores’, ‘Bichos escrotos’ e ‘Epitáfio’.
Os brasilienses do Capital Inicial apresentam o show do Especial Aborto Elétrico, lançado em CD e DVD em outubro de 2005. Nascida nos anos 80, a banda formada por Dinho Ouro Preto, Fê Lemos, Flávio Lemos e Yves Passarel, toca sucessos como ‘Que país é este?’, ‘Geração Coca Cola’, ‘Fátima’, as inéditas ‘Love song’ e ‘Anúncio de refrigerante’ – do Aborto Elétrico –, além do repertório dos últimos discos – ‘Gigante’, ‘Rosas e Vinho Tinto’, ‘Acústico’ e ‘Atrás dos Olhos’.
Já a banda paulistana Hateen, formada por Rodrigo Koala (vocal e guitarra), Fabrízio Martinelli (guitarra), Fernando Sanches (baixo) e Japinha (bateria) apresenta o sexto álbum da carreira – ‘Procedimentos de Emergência’ – lançado pela Arsenal Music / Universal Music. O grande diferencial do novo disco está nas letras, que agora passaram a ser escritas em português, ao invés do inglês. No repertório do show entram hits como ‘1997’ e ‘Quem já perdeu um sonho aqui’.
Para finalizar o evento, os integrantes do fenômeno CPM 22 – Badauí (voz), Wally (guitarra e voz), Luciano (guitarra), Fernando Sanches (baixo) e Japinha (bateria e voz) – apresentam o recém lançado álbum ao vivo gravado este ano em São Paulo.
Produzido por Rick Bonadio, Rodrigo Castanho e Paulo Anhaia, o novo trabalho, com 23 faixas, traz uma releitura de grandes sucessos como ‘Regina let´s go’, ‘Desconfio’, ‘O mundo dá voltas’, ‘Irreversível’, e ‘Tarde de Outubro’, além de quatro novas canções: ‘Inevitável’, ‘Pouco pra mim’, ‘Libertar’ e ‘Além de nós’.


Serviço
O quê.
Show de Aniversário – Rádio Transamérica
Quando. Dia 31 de agosto. Abertura da casa: 20h. Início dos shows: 21h30
Onde. Citibank Hall. Av. dos Jamaris, 213, Moema, São Paulo


Escrito por Magaly Prado às 13h32
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PODCAST PEÇAS RARAS DESTACA MOMENTOS MARCANTES DO RÁDIO


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Ouça um deles

Marcelo Abud me escreveu “porque gostaria de convidar você e todos os radioamantes a conhecerem o trabalho que desenvolvo no podcast Peças Raras, que tem como principal assunto o rádio.”

 

* Áudios raros, alguns inéditos e exclusivos, mostram a força do rádio.

* Radiografia faz um raios-X de nomes que atuam no meio. Na estréia, Sérgio Fialho traz dicas de locução

Em 23 de maio de 2006, com os primeiros testes de locução realizados em 1979 para a rádio Cidade FM, de São Paulo, entrou no ar o podcast Peças Raras. Realizado pelo radialista e professor de Produção de Áudio Marcelo Abud, a proposta das edições é aumentar a sintonia entre o público e radialistas consagrados das últimas décadas.

Um dos destaques é a programação esportiva, presente em edições especiais dedicadas a Estevam Sangirardi, Fiori Giglioti e à turma do Na Geral. A criatividade das propagandas e os principais recursos para manter a atenção do público durante as mensagens radiofônicas também são abordados nas edições do podcast.

As edições mais recentes do podcast aumentaram o número de assinaturas, que já chega a 150 pessoas (até o dia 11 de agosto). Nelas, os ouvintes-internautas podem acompanhar a emoção, criatividade e outras características que fazem do rádio um meio diferente dos outros.

Desde o dia 11 de agosto, o podcast passou a apresentar um novo quadro. No Radiografia, o público acompanha o início e a trajetória de algum nome importante do rádio.

Em plena era digital, a repercussão do podcast Peças Raras demonstra que há muita gente interessada em pensar e discutir os rumos do rádio. O canal está entre os líderes de acesso do site Podcast One, merecendo inclusive destaque na página de abertura do canal.

Para facilitar o acesso e aumentar a comunicação com o público, o podcast conta também com um blog, pelo qual é possível acompanhar e solicitar inclusive edições anteriores.

PEÇAS RARAS - VOCÊ EM SINTONIA COM O RÁDIO. (Por Marcelo Abud)



Escrito por Magaly Prado às 11h25
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VOTAÇÃO DO C-SE 2006


O site Comunique-se promove anualmente uma votação dos melhores jornalistas. Entre as categorias de profissionais, alguns são de rádio. Clique aqui, faça seu cadastro para poder votar. O prêmio C-se 2006 está na última fase.
Atente para as categorias:

Apresentador / âncora - Rádio - Jornalistas responsáveis pela apresentação de programas de rádio em estações AM ou FM, de alcance nacional ou regional.

Jornalista de política, economia, cultura ... - Mídia eletrônica - Jornalistas responsáveis pela reportagem e edição de matérias do setor de política nacional, atuantes em veículos de TV, Rádio ou Internet.



Escrito por Magaly Prado às 18h23
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Meu humor:

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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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