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Repressão e autoritarismo ainda assombram as rádios comunitárias

A esperança depositada na administração do atual governo democrático e popular, de acabar com a repressão sobre as rádios comunitárias (radicom) é a grande frustração do movimento que viu crescer, em pouco mais de três anos, as arbitrariedadessobre o setor. Ao contrário do que esperavam os radiodifusores comunitários, as ações da Agência Nacional de Telecomunicações

(Anatel) e da Polícia Federal (PF) tornaram-se mais autoritárias neste período, caracterizado por ações truculentas e de violência. A pergunta é: por que, num estado democrático de direito, as rádios comunitárias continuam sendo fechadas, seus operadores presos, humilhados, tratados como criminosos políticos e seus equipamentos apreendidos, danificados?
Leia na íntegra o artigo da MídiaComDemocracia (Revista do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação)



Escrito por Magaly Prado às 22h30
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RÁDIO CANADÁ INTERNACIONAL FALA DE AMBIENTE

Meio ambiente será a maior preocupação dos canadenses no futuro

 

Um instituto de pesquisas quis saber como os canadenses imaginam o país em 2020. Cerca de 25% dos entrevistados disseram que o aquecimento global e outros problemas ambientais vão ser o centro das preocupações do Canadá no futuro. Gisele Dutra, da Rádio Canadá Internacional, em Vancouver, tem outros detalhes. Ouça aqui. (Hector Vilar)

 


Escrito por Magaly Prado às 00h31
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ALTERNATIVA DA KISS A PARTIR DAS 18H


PROGRAMA ALTERNATIVA DA KISS FM EM NOVO HORÁRIO
O jornal começa mais cedo: das 18h às 20h.
Com dicas de cinema, teatro, baladas, notícias musicais, interatividade intercalado ao bom e velho rock. De segunda à sexta, nos 102,1 (SP), 107,9 (Campinas e Região) e pela net. Sob comando e apresentação de Marco Antônio.


Escrito por Magaly Prado às 00h17
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Tocadores de MP3 adotam rádio via satélite

A indústria dos tocadores portáteis acredita ter encontrado um caminho para tentar desbancar o iPod: unir o armazenamento de MP3 à fartura de conteúdo das rádios via satélite, uma mania que cresce sem parar nos EUA.
Nomes de peso estão envolvidos nesse mercado, como as emissoras líderes de audiência XM Radio e Sirius Radio. Na semana passada, a Samsung lançou seu primeiro portátil nesse segmento, o NeXus.
O aparelho tem versões com 512 Mbytes e 1 Gbyte de memória e sintoniza e grava músicas das mais de 170 estações da XM Radio. O preço dessa facilidade deverá ser alto. (JB)
Leia matéria do Caderno Informática da Folha de S. Paulo aqui.


Tecnologia permitirá compra de músicas via telefone celular
da Efe, em Londres
Uma tecnologia desenvolvida no Reino Unido permitirá baixar e armazenar qualquer música disponível em emissoras de rádio em novos telefones celulares, informa a edição desta terça-feira do jornal "The Guardian".
Além de receber a música no celular por 1,8 euro (cerca de R$ 5), os usuários poderão efetuar o download em um computador ou em um tocador digital iPod.
Leia matéria na Folha Online
aqui



Escrito por Magaly Prado às 10h08
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GLOBO FM NO DIAL TRADICIONAL


A Globo FM, que saiu dos 92,5 do dial carioca em julho do ano passado e passou a ser transmitida na internet e pelo canal de áudio da Sky, com programação focada nos sucessos do pop-rock nacionais e internacionais, aos poucos volta ao dial convencional. Já está em  Maringá (Paraná), nos 97,9 e, a partir de
1º de julho, estréia em Curitiba, nos 93,9.



Escrito por Magaly Prado às 17h22
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FARRA DAS CONCESSÕES - A política de radiodifusão perto do caos

Por Venício A. de Lima em 27/6/2006

A divulgação, pelo FNDC, de levantamento feito nos registros do Sistema de Controle de Radiodifusão da Anatel, revelando que cerca de 40% das emissoras de televisão estão funcionamento em "caráter precário" com suas outorgas vencidas – algumas há mais de 15 anos, prazo limite de duração das concessões – vem apenas confirmar a que ponto chega a ausência de fiscalização e controle público da radiodifusão no nosso país.

Embora na lista de 145 emissoras existam também televisões estatais educativas, a grande maioria é de emissoras privadas, inclusive as TVs Bandeirantes de Brasília, Rio de Janeiro, Campinas e Presidente Prudente. As concessões são, por lei, precárias e com data para vencimento e renovação, sob determinadas condições. Mas não é novidade para ninguém que, uma vez ganha a concessão, os concessionários passam a agir como "proprietários" e, agora, torna-se público que boa parte deles sequer cumpre – a cada 15 anos – as formalidades burocráticas exigidas para as renovações.
Leia artigo na íntegra no Observatório da Imprensa



Escrito por Magaly Prado às 16h06
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COMERCIAL DE TV DA COPA MOSTRA O RÀDIO COMO COMPANHEIRO

Radinho de pilha como
companheiro dos solitários
Um comercial de televisão da copa mostra o papel do rádio como companheiro das pessoas que exercem determinadas funções solitárias. Embora essa não tenha sido a intenção do comercial, o protagonista do comercial, um segurança, revela o papel importante que o rádio ainda exerce para  um segmento profissional importante: aqueles que trabalham à noite e precisam se sentir conectados com o mundo. Considero esse comercial de TV em si hors concurs.
Por Chico Socorro

Por um vício de profissão, tenho prestado uma atenção especial nos principais comerciais inspirados no tema do momento: a copa mundial de futebol.

O meu outro vício, a paixão pelo rádio, me levou a prestar mais atenção ainda no comercial do MasterCard que a agência de publicidade McCann-Erickson do Brasil, responsável pela criação do mesmo, batizou de Sala de Troféus.
Leia artigo na íntegra no site Caros Ouvintes



Escrito por Magaly Prado às 15h45
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O 9º Prêmio Visa/ Eldorado - Edição Compositores apresenta os músicos selecionados

O 9ª Prêmio Visa de Música Brasileira, realizado pela Rádio Eldorado em parceria com a Visa do Brasil, apresenta os candidatos selecionados para a Edição Compositores. Os 24 escolhidos, dentre os 3.255 inscritos, apresentam trajetórias distintas, mas com uma característica em comum: a paixão pela música. Conheça um pouco sobre a história dos participantes, cujo talento mostra a qualidade e a diversidade da cultura do Brasil. As eliminatórias começam no próximo dia 12 de julho, às 21 horas, no SESC Vila Mariana, em São Paulo. Os ingressos de todas as apresentações já estão à venda. Datas: 12; 19 e 26 de julho e 02; 09 e 16 de agosto (da assessoria do Prêmio)



Escrito por Magaly Prado às 14h33
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Rádio GAZETA na Internet

Deu no Estadão

No dia 25 de junho de 2006, o site da Rádio Universitária foi um dos destaques da coluna “Nas Ondas do Rádio” do jornalista Luciano Borborema.

A coluna é publicada no Caderno TV&LAZER do jornal Estado de São Paulo.Além da versão impressa, a nota está disponível também na Internet, na versão digital do jornal.



Escrito por Magaly Prado às 08h02
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Lançada Rádio Web do MCT

Foi lançada na quarta feira (21), em Brasília, a Rádio Web do MCT. O novo canal de comunicação do ministério será voltado à divulgação de notícias e informes sobre ciência e tecnologia. A apresentação da rádio foi feita pelo assessor de comunicação da instituição, Carlos Freitas, e pelo coordenador de Desenvolvimento de Sistemas do MCT, Manuel Poppe, durante o seminário Rádio e Ciência, promovido pelo ministério em parceria com a Radiobrás.

“Queremos que os institutos e os órgãos que produzem C&T no país tenham um canal aberto para transmitirem, via áudio, suas informações”, explicou Freitas durante o lançamento.
A rádio web está disponibilizada na Agência C&T de Notícias, no ícone Rádio C&T. Todos os dias serão veiculadas novas matérias, com as novidades sobre a área de C&T, como últimos acontecimentos e eventos. “Verificamos que, nas comunidades isoladas e em alguns pontos do país, não conseguíamos transmitir o conhecimento, por isso a necessidade desse novo instrumento”, disse Freitas.
Ele ainda informou que o ministério está aberto a parcerias com instituições como universidades e faculdades, que poderão enviar sugestões, matérias e programas especiais. Além disso, as rádios emissoras poderão baixar as notícias da rádio web por download e retransmiti-las gratuitamente.
A Agência C&T de Notícias também contará, em breve, com uma galeria multimídia, onde serão disponibilizados vídeos e áudios. “O link da rádio é mais uma iniciativa para levar a C&T para o grande público”, concluiu Freitas. (Gestão C&T)
Para ter acesso à Rádio Web do MCT clique
aqui



Escrito por Magaly Prado às 14h06
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MCT promove debate sobre experiências de divulgação científica no rádio

O secretário de C&T para Inclusão Social do MCT, Alexandre Navarro, abriu na terça feira (20), em Brasília, o seminário Rádio e Ciência. A proposta do evento, promovido pelo MCT em parceria com a Radiobrás, foi a de possibilitar a troca de experiências sobre as várias iniciativas que envolvem o rádio como instrumento de divulgação científica no Brasil e na Europa. A solenidade de abertura ainda contou com a participação do diretor de jornalismo da Radiobrás, José Roberto Garcez, e do diretor da Rádio MEC, Orlando Guilhon.

Em entrevista ao Gestão C&T online, Guilhon afirmou que hoje a principal dificuldade em pautar a ciência e tecnologia no rádio é a falta de curiosidade e incentivo, por parte das instituições de pesquisa e universidades, de procurar as rádios públicas para desafiá-las a tornar o tema mais presente na programação desses veículos de comunicação. “Vimos aqui que rádios como a MEC e Radiobrás estão abertas para esse espaço e acredito que outras rádios públicas poderão se abrir para esse tipo de programação”, disse o diretor da Rádio MEC.
Durante o evento, ele explicou que a experiência da Rádio MEC com a área de ciência está baseada num tripé que envolve programas de conteúdo educacional e científico, campanhas educacionais de prestação de serviços e todo o trabalho que é feito nas emissoras da rádio na área informativa e jornalística.
Já Érica Werneck, jornalista de divulgação científica e uma das palestrantes do seminário, explicou que hoje o país já conta com muitas informações jornalísticas e factuais a respeito do que ocorre no mundo da ciência. Por essa razão, ela disse acreditar que o tema tem sido pautado com mais freqüência nas programações das diversas emissoras de rádio e TV. Ela citou como exemplos a ida do astronauta Marcos Pontes ao espaço e assuntos ligados à clonagem e à utilização de células-tronco.
“Temos avançado bastante, mas ainda predominam assuntos internacionais ou considerados sensacionalistas. Ou o cientista continua sendo mostrado como um ser superior, ou é absolutamente esquecido”, disse Werneck, referindo-se às rádios comerciais do Estado do Rio de Janeiro.
Ela ainda lembrou que as rádios no país são concessões públicas e que, por essa razão, devem ter compromisso com a informação no seu sentido mais amplo. “Deveríamos ter direito à informação sobre o que norteia esse país e a ciência, nos mais diversos campos, tem um papel fundamental na vida do cidadão”, lembrou Werneck.
Também participaram do evento o diretor do Departamento de Popularização e Difusão da C&T, Ildeu de Castro Moreira; o diretor do Programa Prosa Rural da Embrapa, Fernando Amaral; o diretor da Rádio USP, Marcelo Bittencourt; o cronista de Inovação Tecnológica da Rádio Bandeirantes, Sergio Risola; o diretor da Rádio UFMG, Elias Santos; a ex-diretora da Rádio UFGRS, Sandra de Deus; a apresentadora da Rádio Educativa Favela FM de Belo Horizonte, Ana Paula Bossler; o divulgador científico da International School for Advanced Studies da Itália, Matteo Merzagora; a coordenadora do Centro de Estudos do Museu da Vida, Luisa Massarani; a diretora da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Márcia Detoni; e a chefe do Departamento de Rádio da Radiobrás, Taís Ladeira. A ABIPTI foi representada no evento pela gerente de Gestão Ambiental, Maria Elisabete Ferreira. (Gestão C&T)


Escrito por Magaly Prado às 14h02
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Jabá deixa de ser tabu e projeto criminaliza prática em rádio e TV

Do site Cultura e Mercado- SÃO PAULO - Os anos passam, todo mundo sabe que existe, mas poucos se arriscam a falar sobre o assunto. O jabá, o jabaculê ou caititu para os mais antigos, é sinônimo de suborno: dinheiro, presentes ou vantagens em troca de exposição midiática. O maior vilão dos músicos distantes das grandes gravadoras persiste em determinar o que vamos ouvir nas rádios.

O dono da rádio Jovem Pan, Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha Amaral, segundo ele mesmo “o homem mais temido da indústria fonográfica nacional”, certa vez revelou, em entrevista à revista "Playboy", como funciona a prática do que ele prefere chamar de “acordo comercial”.

“Recebo 30 artistas novos por dia na rádio. Seleciono dez, vou à gravadora e, para aquela que me dá alguma vantagem, eu dou preferência”, afirmou Tutinha. Sem constrangimento algum, o empresário diz que ganhou US$1 milhão por ter lançado a cantora colombiana Shakira no Brasil. Também destacou que conheceu vários países graças aos pacotes pagos pelas gravadoras de artistas internacionais.

Conforme a cantora carioca Bia Grabois, do Movimento pelo Fim do Jabá (JABÁSTA), isso é um ponto de corrupção dentro de uma estrutura estabelecida no mercado cultural brasileiro. Ela culpa a falta de regulamentação legal para coibir a prática no Brasil: “A propina é usada para veicular determinados produtos em espaços que são concessões públicas. São espaços que tem limites e regras de comercialização que não tem sido respeitadas. Tira o direito de escolha do público. Tira as pequenas gravadoras nacionais do páreo que não tem como competir com este esquema e serve apenas para favorecer meia dúzia de empresários, artistas, radialistas e diretores que vendem seus produtos e ganham com este esquema”.

Um projeto de lei que criminaliza a prática do jabaculê, que está tramitando no Congresso desde 2003, pode ser aprovado até o fim do ano. O projeto acrescenta ao Código Brasileiro de Telecomunicações a proibição das emissoras de rádio e televisão de receberem dinheiro para privilegiar a execução de determinada música. A proposta foi aprovada no mês passado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, e segue agora para a Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania, onde já recebeu parecer favorável.

O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE - na foto), autor do projeto, diz que havia um silêncio profundo na questão do jabá, no Brasil: “Sempre foi velado. Todo mundo sabe que existe. Mas ninguém se atreve a coibir”. Ferro acredita que a proposta vá para votação do plenário em breve. Apesar de haver forte lobby das gravadoras e empresas de comunicação na Casa, ele afirma que o jabá é “indefensável”. “Nenhum deputado tem a ousadia de defender isso. Alguns até falaram que isso era inócuo, que não fazia sentido. Mas todos sabem que existe, é quase uma instituição, e sabem dos problemas que isso traz para nossa cultura”, pontua.

O texto prevê a detenção de um a dois anos aos responsáveis por emissoras de rádio e tv que aceitarem dinheiro ou qualquer outra vantagem de gravadoras, artistas, empresários ou promotores de eventos em troca de veiculação de música. São ainda previstas multa, suspensão ou cassação da concessão governamental.

Para o deputado, embora o projeto represente um passo importante para a criminalização do
jabá, seus resultados concretos são duvidosos, devido às dificuldades de identificação da prática e também de fiscalização. Para ele é preciso fazer uma releitura das leis de Comunicação Social, a função das concessões públicas e o cruzamento com as novas tecnologias.

Para o Movimento JABÁSTA, além de inibir esta prática o projeto trata de dar uma resposta do setor e da sociedade. “Vamos dizer que não estamos satisfeitos, vamos tipificar esta prática, tendo uma lei específica para isto. A legislação hoje já seria o suficiente, mas como é mais fácil ter uma lei especificamente criminalizando o jabá, essa via é mais fácil para fugir das chicanas jurídicas. Acordo comercial é um nome fajuto que eles deram para maquiar o jabá”, entende Bia Grabois.

Cultura livre -
Para Fernando Ferro o jabaculê representa uma característica lastimável da mercantilização da cultura, como um instrumento de manipulação do mercado. Bia Grabois afirma que o mais grave é que estão formando o pensamento do povo, impondo e pensando por todos. “Queremos a liberdade de concorrência, o jabá é uma prática desleal que limita as opções do consumidor, além de consistir em uma infração contra o consumidor da concessão de serviço público que as rádios detêm”.

Conforme a justificativa do projeto de lei do deputado, essa prática favorece quem tem estrutura financeira e prejudica novos artistas, que não possuem, como retaguarda, um grande esquema. “Isso contraria o princípio das autorizações, concessões e permissões públicas de radiodifusão, privilegiando a minoria e tornando menos democráticos os veículos de comunicação. A par disso, músicos que gravam em selos independentes, conquanto tenham grande público e vendam muitos discos, acabam não sendo ouvidos nas rádios e TVs, justamente porque não possuem uma grande gravadora pagando por isso”.

O Ministério da Cultura não tem posição muito definida sobre o projeto de criminalização devido ao questionamento de quem iria fiscalizar a prática. O ministro Gilberto Gil já se posicionou ser mais favorável à necessidade de criar mecanismos para forçar o acesso dos prejudicados pelo jabá às ondas radiofônicas, através de ações afirmativas e mesmo da criação de cotas para o artista marginalizado.

Jabásta
O
Movimento JABÁSTA se constitui de músicos, produtores e agentes da sociedade civil contra a prática do Jabá. O movimento começou no Rio de Janeiro, no começo deste ano, com Marianna Leporace, B. Negão, Léo Borges, Álvaro Maciel, Deborah Sztajnberg, Beni Borja entre outros e está articulado com outros movimentos pelo Brasil. O JABÀSTA atua com a conscientização do setor e da sociedade sobre importância da utilização do espaço público e também está mobilizado nas ações para criminalizar esta prática.  Carlos Gustavo Yoda - Agência Carta Maior



Escrito por Magaly Prado às 23h24
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COPA 2006 NO RÁDIO DO RIO

Do Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro - Com a atual Copa da Fifa sendo realizada na Alemanha (bem mais perto que a Coréia do Sul e o Japão, sedes da Copa anterior), a tendência era que um maior número de rádios do Rio mandasse equipes agora.

De fato, isso aconteceu. Mas o lucro não foi tão grande assim.

Do Rio, só a Tupi AM 1280 voltou a mandar equipe totalmente própria para a Copa, com figuras consagradas como Luis Penido e Washington Rodrigues. A rádio transmite pelo menos uma partida por dia.

Já a Globo AM 1220 fez como na Copa passada: mandou parte de sua equipe (José Carlos Araújo, Luiz Mendes e outros), mas combinada com as equipes das rádios irmãs de São Paulo e Belo Horizonte. E com a de São Paulo comandando a rede. A rádio transmite pelo menos uma partida por dia. Chega ao requinte (?) de transmitir as partidas do Brasil com dois locutores simultâneos: José Carlos Araújo e Oscar Ulisses, este da equipe paulistana.

Parece que a Globo e a Tupi combinaram uma escala de transmissão, já que às vezes a Globo deixa de transmitir uma partida que a Tupi transmite, e na partida seguinte é a Tupi que deixa a tarefa para a Globo.

A CBN AM 860, em conjunto com a CBN paulistana, está fazendo um trabalho semelhante ao da Globo. Mas não transmite jogos todos os dias.

O quarto destaque do Rio é a rádio Livre AM 1440, que apenas repete as transmissões da paulista Jovem Pan. A rádio está transmitindo algumas partidas dos horários de 10h e de 16h. E faz pelo menos uma transmissão por dia.

A Band News FM 94,9 se limita a repetir as transmissões de algumas partidas feitas pela Bandeirantes AM paulistana.

A Transamérica FM 101,3 só está transmitindo as partidas do Brasil.

Por fim, a Nativa FM 96,5 faz o trabalho inútil de repetir as transmissões que a Tupi AM faz das partidas do Brasil.

No conjunto da obra, algumas partidas (como Tunísia & Arábia Saudita) não foram transmitidas por nenhuma das rádios do Rio. O que é lamentável.

O maior revés do ano é a ausência da Rádio Nacional AM 1130. É o fim da picada. O rádio do Rio está mesmo em franca decadência. (17/6)



Escrito por Magaly Prado às 13h07
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TICO SANTA CRUZ DO DETONAUTAS ROCK CLUBE COMENTA PARTIDA BRASIL X GANA NA MIX FM

Alguém já ouviu a cobertura da Copa pela rede Mix? Gostaria de saber o que você está achando. Mande-me um comentário. Veja recado da Landa Giarato:
"A emissora continua na torcida pelo Brasil transmitindo os jogos da nossa Seleção com convidados especiais.

A Rádio Mix FM está trasmitindo todos os jogos do Brasil durante a Copa do Mundo 2006, que acontece na Alemanha. O locutor Marcos Braga narra as partidas, enquanto Ronaldo Soares Giovanelli, ex-goleiro do Corinthinas, José de Assis Aragão, o juiz-artilheiro, Dr. Pimpolho, Homem Cueca, Incrível Rosca, e outros personagens do humorista Felipe Xavier, comentam as jogadas dos nossos craques e a arbitragem. A cada partida um músico faz participação especial no estúdio da Mix FM.

 

No próximo desafio do Brasil, contra a Seleção de Gana, já nas oitavas de final, Tico Santa Cruz, vocalista da banda Detonautas estará no estúdio da Mix FM torcendo pelo Brasil. A banda perdeu recentemente o guitarrista Rodrigo Netto, baleado numa tentativa de assalto no Rio de Janeiro, mas continua na ativa, inclusive cumprindo agenda de shows. Brasil e Gana jogam em Durtmund, dia 27 de junho, às 12h.



Escrito por Magaly Prado às 10h34
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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