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BATE-PAPO COM MARIZA TAVARES SOBRE OS 15 ANOS DA CBN, PROGRAMAÇÃO ESPORTIVA, RÁDIO DIGITAL, LIVRO DE POESIAS ETC

A CBN completa 15 anos no dia 1° de outubro. E para comemorar a data, está preparando duas ações. Um livro organizado por ela e boletins contando a história da CBN espalhados na programação. Mariza Tavares, diretora de jornalismo do Sistema Globo de Rádio e diretora-executiva da CBN, conta como será celebrado o aniversário da rádio. Fala também das novidades, do jornalismo esportivo diferenciado praticado pela CBN, da cobertura da Copa, dos testes da rádio digital, entre outros temas que envolvem o dia-a-dia de uma diretora de rádio. Acompanhe a conversa que tive com ela para o site Rádio Agência.

Leia entrevista completa clicando aqui



Escrito por Magaly Prado às 12h35
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15 ANOS DA CBN

MAGALY PRADO - Conta como vai ser a programação especial dos 15 anos da CBN.
MARIZA  TAVARES - As duas ações tem um certo toque institucional, mas uma vai ser muito próxima para os ouvintes. Estamos produzindo boletins sobre esses 15 anos. Na verdade, não de fatos importantes, mas de histórias da CBN. Então, são casos super pitorescos, como o caso do repórter aéreo, que deixou cair o celular lá do helicóptero e caiu num carro no estacionamento de uma universidade. Tem, por exemplo, grandes coberturas, furos que foram dados, antigos âncoras contando coisas. Então, a gente está resgatando muito desse passado. A CBN é a personagem.

MP
 - E o histórico também? Quantas afiliadas...
MT - É mais assim, a primeira filial, Campinas, como é que entrou, o Heródoto explicando como ele fazia ponto e contraponto com o Miguel Dias...

MP - Aliás, o Miguel Dias terá alguma homenagem?
MT - Não exatamente. Ele vai ser lembrado entre as pessoas que a gente pretende colocar no ar depois da Copa, entre julho e outubro. Isso a gente já está produzindo. Tem uma garimpagem, tem que procurar as pessoas, listar as histórias.

MP - Mas, além do Miguel Dias, que, no caso, infelizmente morreu, dos âncoras da CBN, que não estão mais, você lembra, de cabeça, alguns que vão constar? Maria Lídia...
MT - Sim, Maria Lídia, que saiu há menos tempo... o próprio Celso Freitas, que foi voz padrão. Vamos falar sobre "O que é a voz padrão?", pequenas curiosidades.

Leia entrevista completa clicando aqui



Escrito por Magaly Prado às 12h24
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VOZ-PADRÃO

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - Explique aos leitores, por favor, o que é uma voz padrão.
MT - A voz padrão de uma emissora? É aquela voz que grava todas as vinhetas, que faz o institucional: "Jornal da CBN, segunda edição, com Roberto Nonato" [por exemplo]. Então, a pessoa sintoniza e sabe que está na emissora só por um pedaço do que a voz padrão está falando. A voz padrão hoje é o Laerte Vieira, que era locutor noticiarista e com a saída do Celso ele acabou assumindo.

MP - E normalmente é um só?
MT - Só um porque é a marca, é a cara da CBN, quer dizer, a voz da CBN (risos). A voz-cara da CBN (risos). Mas esses boletins mostram um lado muito pitoresco, como o Juca Kfouri criou a Dona Nadir, por exemplo. Então, são várias coisas que vão do pitoresco até coisas mais sérias, as grandes coberturas, as grandes enchentes em São Paulo, como é o repórter atravessar a correnteza com água até o peito.

MP - É mostrar um pouquinho dos bastidores.
MT - Exatamente.

MP - E aí vocês vão ter boletins espalhados durante a programação? Vocês vão repetir ou não?
MT - A idéia é não repetir, não. Estamos fazendo um volume de, mais ou menos, 80 ou 90. Eles entrarão de julho até outubro, um inédito por dia, sendo repetido. Todo dia, a gente conta uma historinha nova. Eles vão ficar no site, de qualquer forma.

MP - E qual o tamanho desses programetes?
MT - Mais ou menos dois minutos. O mesmo tempo que o nosso boletim tem. Também vamos fazer um livro, contando a trajetória desses 15 anos da CBN, no qual cada capítulo é escrito por uma das pessoas que está aqui. Então, por exemplo, o Heródoto tem um capítulo sobre "Ancoragem", Miriam Leitão sobre "Fazer jornalismo econômico no rádio", inclusive contando muitas das histórias dessa coisa mágica do rádio, de estar embarcando num avião, colocando a mala no bagageiro e fazendo um boletim, conversando com o Sardenberg. E ainda, o Juca com um capítulo sobre jornalismo esportivo, como é que ele faz isso em rádio, o Franklin Martins falando de política...

MP - Quer dizer, de 91 a 98 ela ficou no vermelho?
MT - No vermelho. Hoje em dia, um projeto que precisasse de tanto tempo para emplacar, nem vingaria. Ela tinha um público qualificado, mas o conceito demorou a ser absorvido pelo mercado. Esse é um dos capítulos que quem escreve é o Rubens Campos, que é o Diretor Geral e que, antes de ser o Diretor Geral, era o Diretor de Mercado. É exatamente a pessoa que foi para o Sistema Globo de Rádio, em 98, e fez parte dessa virada de se tornar um modelo de negócio de sucesso, além de ser um modelo jornalístico. Mas, o conceito demorou para ser digerido e assimilado, uma rádio que não toca música, passa entrevista o tempo inteiro. Foi aos pouquinhos e foi muito o público qualificado que acabou levando essa audiência e acabou levando também os anunciantes qualificados a apostarem na CBN.

MP - Primeiro ela começou no AM. E quanto tempo depois ela foi para o FM?

MP - Só para eu entender: no caso, a Miriam Leitão encabeça os comentários econômicos?
MT - Na verdade, a gente tem a Miriam, o Sardenberg, e o Mauro. Cada um trabalha num nicho: a Miriam mais macro-economia. É claro que ela é a estrela dos colunistas, até porque o Sardemberg tem o seu espaço como âncora, e o Mauro é específico de Gestão Financeira Pessoal. A Mara, do Valor Econômico, fala de carteira de ações, investimentos, previdência. A gente procura cobrir os principais assuntos de interesse do ouvinte com diferentes comentaristas. E o livro vai ficar bacana. Vai sair pela Editora Senac, do Rio.

MP - Ele vem com algum CD?
MT - Não, eu gostaria que, no final, a gente transformasse tudo em um CD, mas isso ainda não está previsto. É um livro para estudantes de jornalismo, que interesse a estudantes de marketing também. Temos capítulos sobre as campanhas de marketing, sobre a virada da CBN de rádio que dava prejuízo até 98, a percepção de qualidade que o ouvinte tinha passou a ser uma percepção para o anunciante qualificado, como é essa trajetória de patinho feio até cisne.

MT - Em 95 ela foi para o FM. Mas as dificuldades vêm desde 91, até porque você tem as dificuldades inerentes do AM, o mercado aposta menos. Inclusive, passando a CBN para o FM, na época, isso foi uma quebra de paradigma, tanto é que em 95 a CBN  ganhou o prêmio da APCA por essa experiência e inovação.

MP - Tem gente que é contrária a essa atitude porque acha que tira o trabalho de quem trabalha no FM. O que você diz sobre isso?
MT - Se você faz uma rádio FM musical, você faz uma rádio com cinco pessoas. Ao passo que, se você faz uma rádio jornalística de peso, ela está empregando muito mais gente, porque ela é um projeto que vai crescer, que
demanda mão-de-obra.



Escrito por Magaly Prado às 12h20
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EQUIPE DA CBN

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - Quantas pessoas trabalham na CBN hoje?
MT - Trabalhamos com 150 profissionais, sem contar os comentaristas juntando as quatro praças do Sistema Globo de Rádio, São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Brasília.

MP - Sem contar Globo AM. Só CBN.
MT - É que o jornalismo serve as duas, é uma Central de Jornalismo. Inclusive as notas jornalísticas das FM musicais são produzidas pela CBN. Então, hoje em dia, se você pensar numa FM musical, ela é tão automatizada que ela não emprega. Se você tem algo que emprega mesmo é rádio jornalística, porque você não pode só incluir programas, precisa ir para a rua, você tem que editar matéria.

MP - Quantos comentaristas vocês tem?
MT - A gente tem em torno de 20. Sem contar as parcerias entre os veículos. Temos parceria com o Valor, com o Auto Esporte, com a Época...

MP - Então tem mais de 20.
MT - Sim. Só do Valor, entram três por dia: entra a Mara Luquet, entra o Luis Sérgio Guimarães, no final do dia, fazendo o fechamento do mercado e, de noite, entra o Pedro Cafardo.

Leia entrevista completa clicando aqui



Escrito por Magaly Prado às 12h16
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NOVIDADES DA CBN

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MT
- A gente está com a Heloísa Fischer, que fala de música clássica, duas vezes por semana. Temos o Ecopolítica, com o Sérgio Abranches, um Cientista Político, só que ele está dando um enfoque de como Meio Ambiente, Política e Economia estão absolutamente associadas. Porque é uma preocupação nossa. Assim como o André Trigueiro fala de Meio Ambiente no fim de semana, a gente queria poder contribuir mais para esse tipo de reflexão. Aí, o Sérgio Abranches trouxe a idéia e eu abracei na hora.

MP - E o Dan Stulbach, que acaba de estrear. É um colaborador, um funcionário...
MT - A gente está fazendo uma parceria com ele. Estamos fazendo uma experimentação num horário em que discutíamos: será que precisamos de hard news, no começo da noite de sexta-feira, quando as pessoas estão tentando dar uma relaxada? Então, a gente está fazendo esse balão de ensaio, em São Paulo. Excepcionalmente, na estréia, dia 21 de abril, foi em rede, porque é feriado e não tem a "Voz do Brasil" em todo o país. Normalmente, nesse horário, todas as outras praças, com exceção de São Paulo, têm "Voz do Brasil".


Dan Stulbach, novidade na CBN

MP - E a que horas passa a "Voz do Brasil" na CBN de São Paulo?
MT - Não passa. Tem uma liminar que está suspensa a transmissão. Mas, cada rádio entrou com a sua. Nas outras praças, por exemplo, no Rio, a gente tem uma liminar parcial, digamos assim. Se ocorrer um fato relevante, uma enchente que parou a cidade e tal, a gente transmite em outro horário. Isso é uma decisão da justiça de cada Estado. Então, são decisões diferentes. Tem Estados em que já se entrou e não conseguiu.

E o programa dele foi colocado na sexta-feira exatamente porque o ouvinte já está indo para o final de semana. Numa segunda-feira, por exemplo, correria até o risco de inviabilizar o programa. Por exemplo, um dia antes, dia 20, que foi o depoimento do Márcio Tomás Bastos durante oito horas. É um dia em que a gente derruba a programação, fica plugado lá em Brasília.

Então, a idéia é assim, é uma "cerejinha de bolo". Na estréia teve o Contardo Caligaris, já combinamos com o Alex Atala, ou seja, sempre terá um convidado, uma entrevista, e  entrada de repórteres, só que vai ser num espírito mais "mesa de bar", entendeu?

MP - E se o depoimento do Márcio Tomás Bastos tivesse sido na sexta? Você derrubaria?
MT - Derrubaria. Não tem como. Aqui caiu, caiu. Vale a notícia que for jornalisticamente mais relevante. E, é claro que se for um dia mais agitado, as entradas de repórteres serão mais constantes. O que é notícia sempre tem prioridade, mas a gente acha que pode fazer essa experimentação.

Leia entrevista completa aqui.



Escrito por Magaly Prado às 12h15
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GRADE

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - Hoje, como a gente pode fazer um desenho da grade da CBN?
MT - Eu acho que tem um pouco o jeito do âncora. Se você olhar, durante a semana, o Heródoto Barbeiro, é o grande jornal, que bota as discussões em pé, o Sardenberg, pela própria formação profissional, trabalha muito com Economia. O CBN Total, ancorado pelo Adalberto Piotto, tem um formato mais "revistisado". O Roberto Nonato faz o fechamento do dia, e a Roxane Ré faz uma coisa mais cultural, que é do próprio perfil dela. E, no final de semana, a gente tem o Jornal da CBN, do Heródoto, que mantém a mesma estrutura, tem o local, depois o Revista CBN, que tem um formato de revista mesmo, com Política, Economia, Ciência e Vida, Cultura e Esporte, ou seja, abrange tudo. Tem Jornada Esportiva, e, quando não tem Jornada Esportiva tem o Show da Notícia, que são muitas entrevistas. Mas aí a gente faz um mix: tem Cultura, tem Política...

MP - A gente pulou o Milton Jung.
MT - É que aí são locais, não é. Cada praça tem o seu. Das 9h30 às 12h, Brasília tem um, o Rio tem outro. Cada afiliada está com o seu programa local.



Escrito por Magaly Prado às 12h13
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ESPORTE

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
A diferença é que no final de semana, na Jornada Esportiva, a gente tem um cardápio: futebol do Rio e futebol de São Paulo, e as afiliadas escolhem. É engraçado, o Sul e o Centro-Oeste torcem pelos times de São Paulo e os mineiros torcem só pelos mineiros.

MP - E você tem cobertura em Minas?
MT - Tem. Eles têm equipe. Raramente eles não tem futebol. Só quando Minas não tem que eles ficam com Rio ou São Paulo.

MP - A última vez que a gente conversou, a Jornada Esportiva exclusiva da CBN não tinha nem um ano ainda, você ainda estava experimentando. Está dando certo?
MT - Acho que deu certo. É um formato novo que foge daquele padrão de rádio. Inclusive, os locutores esportivos não gravam anúncio, não fazem texto foguete. Isso é uma coisa que a TV já mostrou que funciona bem e que o rádio está olhando ainda meio que pelo retrovisor.

MP - Pode explicar para os leitores o que é o texto foguete e o que é testemunhal?
MT - Texto foguete é aquele spot que o locutor faz ao vivo, no meio da narração.  E o testemunhal, aquela coisa, quando o locutor fala "Eu endosso tal coisa, é maravilhoso"... Isso não, porque aqui todos são jornalistas, o locutor também faz entrevistas...

MP - E os convidados?
MT - Eu acho que também deu um gás bom, porque a gente tem as pessoas que são entrevistadas na CBN e são também convidados, dependendo da sua paixão de time.

MP - Mudou alguma coisa do projeto inicial?
MT - O que a gente está fazendo é refinar, aparar eventuais arestas e tudo mais. Vai ser um modelo que estará maduro depois da Copa.

Leia reportagem na íntegra aqui.



Escrito por Magaly Prado às 12h12
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COPA

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MT
 - Nós estamos mandando nove pessoas para a Copa. Diferentemente da Copa anterior, vamos ter uma narração para a CBN, com o Deva Paschovicci, e vai ter uma locução para a Rádio Globo, e os repórteres servirão às duas. Em 2002 nós mandamos cinco pessoas, foi a menor equipe que se mandou em todas as Copas, esse ano nós estamos buscando também diferenciar. Mas não vai ter uma grande novidade, não terão convidados especiais. Vai ser a turma lá e a gente aqui fazendo alguns boletins.

MP - Interessante saber que você tenta renovar uma coisa que é tão tradicional no rádio...
MT - Só na CBN daria para fazer isso. Primeiro porque a gente não tinha a pressão do IBOPE. Imagina o que é mudar o futebol numa Rádio Globo, numa Bandeirantes com 400 mil ouvintes por minuto. Estávamos dentro de um território novo. E o IBOPE melhorou no final de semana.

MP - Não houve rejeição?
MT - Não, pelo contrário. Você tem o ouvinte que já estava cansado do [jeito de narrar] meio gritado e queria um outro jeito. Continuamos a dar o resultado de outros jogos, tem uma ancoragem no estúdio que serve de apoio. É claro que tem muitas limitações. O ideal é que tivesse uma equipe inteira, repórteres fazendo só para a CBN, mas, em rádio, é um passinho de cada vez.

MP - Você perdeu a Soninha, que virou vereadora, e não colocou mais mulheres?
MT - Eu tenho uma repórter. A Carla, que cobre o Santos. Mas, como comentarista, não.

Leia entrevista na íntegra aqui



Escrito por Magaly Prado às 12h12
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CONCORRÊNCIA

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - Perante as outras rádios, como é que vocês estão? Vocês corriam sozinhos, agora tem a Band News FM. É uma concorrente forte?
MT - O que eu tenho são os números de IBOPE. É importante para o ouvinte que tenha competidores, oponentes. A gente respeita todos os nossos concorrentes. De manhã, em São Paulo, todas as rádios investem pesadamente em jornalismo, todas são concorrentes. A pesquisa é: quem concorre com a CBN? A Globonews concorre com a CBN, sites concorrem, não é só rádio.

MP - Mas falando em rádio.
MT - A Bandeirantes é a que tem o maior índice no IBOPE de manhã e depois a CBN, a Jovem Pan, e a Eldorado que também trabalha no nicho. Agora, eu acho que é válido, é importante. Essa cidade é enorme e precisa de muita prestação de serviços mesmo. Agora, a nossa preocupação não é ficar prestando atenção no que o concorrente está fazendo.

BANDEIRANTES AM-FM

120.917

CBN AM

99.144

JOVEM PAN AM

68.615

* Índice absoluto, trimestre Jan/2006 - Mar/2006
   Todos os locais, todos os dias, 06h00/09h30 (03h30)
   Ambos os sexos, Grande São Paulo

Fonte: IBOPE Easy Media Radio Recall

MP - Mas também é bom dar uma sacudida quando tem uma nova rádio. No caso, vocês fizeram algum desvio de rota por conta da concorrência?
MT - Não fizemos nada. O nosso foco é mais Política, Economia, Hard News. O perfil do nosso ouvinte ainda tem um percentual maior de homens, até porque mais mulheres ainda tem que galgar mais postos de tomada de decisão, de chefia. Mas acho que isso já está acontecendo.

MP - Bom, você estava falando que hoje a CBN não está mais no vermelho, ela está no azul? Ela chega a lucrar?
MT - Sim, hoje em dia, a CBN São Paulo é o carro-chefe do Sistema Globo de Rádio.

MP - Quantas afiliadas a CBN possui?
MT - São quatro praças próprias e 20 afiliadas. E pra esse ano, eu ainda espero a entrada de mais três: Teresina e Salvador, no primeiro semestre e Belém no segundo semestre. Aí o mapa vai ficar bem redondinho.

Leia entrevista na íntegra aqui.



Escrito por Magaly Prado às 12h11
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AUDIÊNCIA DA CBN

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - No IBOPE Geral ela está em qual lugar?
MT - Décimo, por aí. É que as FM musicais populares é que são as grandes do ranking.

MP - Você trabalha muito com esses números do IBOPE? Você confere muito?
MT - Não. O IBOPE Rádio já é complicado, por ser uma média trimestral, feito por recall, que você não tem um retorno na hora. O importante são as oscilações. Se você pegar um corte de dois anos, a CBN está sempre ali. Os números têm pequenas subidas e descidas. Não tem nenhuma grande curva que você acende o sinal amarelo. Serve como elemento? Serve. Mas não é uma coisa que você vai neurotizar uma redação, virar a programação de cabeça para o ar, até porque a gente trabalha com um nicho, tem muita hard news. Não dá para agradar todo mundo e nem é essa a perspectiva. A gente trabalha para um segmento e ele tem uma limitação de crescimento. Nunca vai ser um campeão de audiência.

MP - Você escuta muito a concorrência?
MT - Muito menos do que eu gostaria. É sempre bom saber o que os outros estão falando, estão pensando, se tem talentos novos. Agora, se você tem tudo ao vivo é complicado, você tem um ritmo próprio que a rádio te impõe.

MP - Pelo que eu percebi, você interfere muito na programação do dia-a-dia, da própria CBN.
MT - Sim, de Nextel na mão. A gente se fala muito. Tudo bem que cada âncora é o maestro do seu programa. É claro que eu não tenho o dom da onisciência e da onipresença, mas eu procuro participar muito no dia-a-dia.



Escrito por Magaly Prado às 12h09
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RÁDIO DIGITAL

(continuação da conversa com Mariza Tavares)
MP
 - Em que ritmo está o rádio digital?
MT - Estamos em teste. Aqui em São Paulo é a CBN. Mas é o seguinte, não é assim a resolução de todos os problemas radiofônicos. Até porque, talvez, a gente esteja no limiar de outra tecnologia. Tudo bem que aqui não tem satélite para ter rádio satélite. Mas a primeira avaliação que a gente tem é a seguinte: é muito caro. Nós estamos comprando, inclusive, novos transmissores para o AM porque para fazer rádio digital não pode ser com os transmissores antigos. Então, para o mercado vai ser um baque enorme. Todo mundo vai ter que injetar muito dinheiro pra fazer rádio digital. Como  nós ainda estamos em teste, de vez em quando desarma, tem um delay que é complicado, que é de oito segundos, portanto, quando você sai do digital e vai para o analógico, você perde pedaços.

MP - A Globo também não está?
MT - A Globo está testando em BH, porque é o único transmissor novo que é suficiente para testar.

(Leia entrevista completa)



Escrito por Magaly Prado às 12h06
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O LIVRO DE POESIAS DE MARIZA TAVARES

(continuação da conversa com Mariza Tavares)

MP - Agora eu queria finalizar com o seu livro [(Editora Jabuticaba, 92 pg., R$ 26)]
MT - Acho que poesia não é exatamente um best seller. Mas o livro está indo bem. Ele se chama "Fio". Eu lancei em fevereiro, no Rio de Janeiro e agora em abril, aqui em São Paulo. São 83 poemas que falam de coisas que estão presentes no dia-a-dia de todos os seres humanos: encontros, amores, desamores, solidão. O estilo é de ir esmerilhando até ficar o mais sequinho possível, que vai direto. É uma produção de cinco anos para cá que de repente, começou a ganhar volume, ficou com cara de livro. Parece que ele bate na porta e diz: "Estou pronto!".

MP - Já li bons comentários. A crítica está aceitando bem.
MT - É. Fiquei muito feliz.

Transcrição dessa conversa: Paulo Roberto Freitas



Escrito por Magaly Prado às 12h03
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MARINA PERSON COMANDA PROGRAMA DE RÁDIO


Marina Person é apresentadora da Oi FM. Comanda o programete "Tá Rolando", que fala sobre o que acontece no universo feminino. São dropes diários com notícias, dicas e novidades para as meninas e meninos que gostam muito de meninas!

No site da Oi FM o perfil dela: "Marina é apresentadora de TV, diretora de cinema e colunista em jornais e revistas. Formada em Cinema na ECA/USP, essa paulista tem como paixão a música e a sétima arte, temas constantes em seus programas e textos."

Na MTV, Marina tem estilo de comunicação personalíssimo, o que faz com que as VJs novatas a imitem descaradamente. Vamos observar se ela vai provocar a mesma reação no rádio.



Escrito por Magaly Prado às 14h15
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ZÉ BÉTIO NA NOVA GRADE DA GAZETA AM DE SÃO PAULO

Começou hoje a nova programação da Gazeta AM (890). Zé Bétio, querido por legião de ouvintes, estreou das 5h às 8h. Seu irmão Oswaldo Betio veio para comandar das 14h às 16h. Para apresentar das 8h às 11h, Célio Guimarães. Das 11h às 12h, a grade mantém Disparada no Esporte, com Chico Lang. Samuel Gonçalves entrou na hora do almoço, das 12h às 14h, inclusive ocupando o espaço do Jornal Universitário que agora mantém as edições, das 18h às 19h e do final da noite da 0h à 1h, realizado pelos alunos de Rádio e TV e Jornalismo, da Faculdade Cásper Líbero. Das 16h às 18h, Regiane Ritter continua com o programa que leva seu nome.

Zé Bétio, que saiu da Capital AM, é conhecido como um dos grandes campeões de cartas de ouvintes de todos os tempos.



Escrito por Magaly Prado às 15h25
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BOB DYLAN ESTRÉIA NO RÁDIO


Bob Dylan estréia dia 3 de maio em uma rádio via satélite dos EUA. O tema de estréia da série "Theme Time Radio Hour With Your Host Bob Dylan" é clima. Ele vai receber convidados como Elvis Costello. Saiba mais lendo a matéria de Bernardo Araujo, de O Globo, no Globo Online.



Escrito por Magaly Prado às 13h47
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ANTENA LIGADA FAZ DOIS ANOS E TRAZ ENTREVISTA EXCLUSIVA COM GUGU LIBERATO


No próximo domingo, dia 30.4.06, o "Antena Ligada”, programa dedicado à televisão, da Gazeta AM, completa dois anos e traz matérias exclusivas!

Depois de um longo tempo sem conceder entrevistas a programas de rádio, o apresentador do "Domingo Legal", Gugu Liberato conversa com Everton Vasconcelos sobre a renovação de seu contrato com o SBT e as novidades da nova fase de seu programa.

Adriane Galisteu fala sobre as mudanças no formato do "Charme", e Celso Portiolli,  apresentador da "Sessão Premiada" e "Ver para Crer", comenta sobre a sua vontade em voltar a apresentar games-shows.

Ronnie Von, Palmirinha Onofre, Chico Lang, Maria Lídia e Ione Borges, apresentadores da TV Gazeta, escolhem, no "Toca Aí", qual das três músicas mais pedidas pelo público nos últimos dois anos merece ser executada no programa.

E no quadro "Zap", André Sirângelo faz um balanço sobre as séries de TV paga que ficaram na memória do público desde 2004. Participam do debate a jornalista Carina Martins, responsável pela coluna "Zapeatrix" do site Babado, além do editor-chefe do site "Teleseries", Paulo Antunes.

Tudo isso a partir das 7h, 12h e 23h do próximo domingo pelos 890 kHz da Rádio Gazeta AM. 

O "Antena Ligada" tem o objetivo de discutir os rumos da TV com a participação de artistas, produtores, diretores e o público.(por Everton Vasconcelos)



Escrito por Magaly Prado às 11h54
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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