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BATE-PAPO COM OS RESPONSÁVEIS PELO PRÊMIO VISA

VISA e Eldorado : Busca pela inovação

Uma emissora que se preocupa em descobrir novos talentos e impulsionar a carreira desses músicos emergentes merece destaque. Deveria ser uma preocupação típica das rádios, infelizmente não é. A Eldorado ( 92,9 MHz - SP ) ocupa posição privilegiada no meio radiofônico e principalmente entre os artistas por dar o devido valor a essa busca constante da inovação musical de boa qualidade, até porque o Prêmio Visa de Música Brasileira está na nona edição. E este ano com novidades: o músico pode inscrever suas músicas pela internet, no formato MP3 e acompanhar on-line as diversas fases do concurso.

De quebra, a rádio fez parceria com a Agência Estado no sentido de distribuir a seus assinantes informações dos textos, imagens e dos arquivos de áudio.

A seguir, um bate-papo com Joseph Levy, da Visa, patrocinadora do concurso, com o maestro Nelson Ayres, que comanda o júri, com o músico Yamandú Costa, que recebeu o prêmio em 2001, e com a diretora-executiva da Rádio Eldorado, Isabel Borba.

Conversa publicada no site Rádio Agência



Escrito por Magaly Prado às 11h44
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Joseph Levy e Isabel Borba

Magaly Prado - Joseph, eu queria que você falasse da ação da Visa no rádio. E qual a importância dessa ação para a mídia rádio, ou seja, em que isso colabora para a marca da Visa patrocinar um evento como esse, uma ação como essa?

Joseph Levy, diretor de marketing da Visa do Brasil - Na verdade, essa ação é uma parceria com a Rádio Eldorado que nasceu há nove anos. Estamos na nona edição do Prêmio de Música Brasileira, que hoje é consolidado como principal prêmio do cenário musical brasileiro.

MP
- Principal, em que termos? De notoriedade ou de qualidade?

JL - Todos os temas. Qualidade, em termos de presença, qual é o prêmio que existe hoje e que está na nona edição? Não sei, não conheço nenhum. Eu desconheço qualquer prêmio na área de música que está na sua nona edição com sucesso, se desenvolvendo, crescendo a cada ano, ampliando a cada ano, atingindo cada vez mais pessoas. Eu desconheço.

MP
- E independente da área da continuidade, da longevidade, o que você destaca no prêmio? Os novos talentos?

JL - Na verdade, ele premia a qualidade da música brasileira, a sensibilidade da música brasileira. Eu acho que a gente criou uma oportunidade para que músicos, artistas de todo Brasil possam desenvolver seu talento, aplicar e criar uma carreira e realmente desenvolver o talento, ser descoberto em um prêmio desses e conseguir atingir o seu potencial artístico e musical. Nesse sentido, eu acho que é o lado social. Eu diria que é uma condição social que a Visa consegue atingir e proporcionar com essa oportunidade.

MP
- Podemos dizer que é de inclusão musical.

JL - Eu acho que sim, acredito que sim. Acho que a música é um dos grandes valores da cultura brasileira. Eu acho que a gente tem uma parceria muito bem sucedida em mostrar esses valores, em desenvolver esses valores.

MP
- Vamos pegar essa parte do desenvolver. Além de vocês patrocinarem essa ação da descoberta dos novos músicos, qual a continuidade desse trabalho? Descobriu, e aí? Grava, lança, distribui? Qual é a participação da Visa nesse processo como um todo?

JL - O resultado desse prêmio é uma premiação em dinheiro que permite, além do dinheiro, uma gravação de um CD paro o primeiro colocado e permite que a pessoa desenvolva sua carreira artística. Esse dinheiro acaba sendo meio que a alavanca para que ela possa criar uma carreira independente, e que não dependa mais desse apoio.

MP
- Quando você fala em gravar, está necessariamente lincada à gravadora Eldorado, já que agora ela voltou ao mercado. Ou a pessoa pode gravar onde quiser?

JL - Nesse caso, dentro do pacote da premiação, está previsto uma gravação de um CD pela gravadora Eldorado. Esse é o modelo do prêmio, é o modelo da proposta. A parte técnica da música em si, eu acho que é especialidade da Rádio Eldorado. Agora, a gente tem três tipos de premiações. Instrumental, vocal e compositores, que se rodiziam a cada ano. Esse ano, compositores e, por exemplo, a edição passada foi edição "vocal", na qual tivemos quase 2700 inscrições. Tradicionalmente, essa edição "compositores" é a que tem mais números de inscrições. A edição de três anos atrás tinha, mais ou menos, 2800 inscritos. A gente prevê aí, que a gente consiga ter uma ampliação desse número de inscritos e que isso possa repercutir pelo Brasil todo. E até brasileiros que estão residentes no exterior acabam se inscrevendo e participando.

MP
- E esse ano é o primeiro ano que a inscrição pode ser feita on-line...

JL - É, nesse ano, a grande novidade é que as inscrições podem ser feitas pela internet. Você pode gravar um arquivo em MP3 e submeter diretamente pela internet e, dessa forma, participar. Então, a gente consegue, com o alcance da internet como meio de comunicação, atingir mais pessoas e facilitar a participação de pessoas de qualquer lugar do Brasil.

MP
- Existe algum critério de exclusão, do tipo, não pode ser música em língua estrangeira, ou com mais de tantos minutos, alguma coisa assim?

JL - Tem uma restrição de tamanho, eu acho que são músicas de até quatro minutos, que ocupam espaço x no formato MP3, tem uma limitação técnica para isso. A inscrição, na verdade, são até quatro músicas de quatro minutos.

MP
- A letra na língua...?

JL - Em português. Pelo fato de ser um prêmio de música brasileira, a gente realmente concentra na nossa língua.

MP
- E composição instrumental, vocal, com letra, sem letra?

JL - Independe. É livre. É livre participação, pode participar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, podem participar em dupla, em trio, podem compor pessoas em grupo...

MP
- A inscrição é paga?

JL - É um detalhe, eu não sei se tem, acredito que não. Não sei se tem uma taxa, acho que não tem taxa de inscrição, mas realmente eu não tenho esse detalhe.

MP
- Obrigada, então.

JL - Boa pergunta. Eu não sei se tem. Não...

Para ler a reportagem completa e entrevistas com Nelson Ayres, Yamandu Costa, e Isabel Borba, clique aqui



Escrito por Magaly Prado às 11h43
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Magaly Prado - Nelson, qual é a sua função no Prêmio Visa? Você meio que comanda os jurados, mas você dá uma orientação, estabelece os critérios? Como é que é o dia-a-dia de trabalhar nesse prêmio? E você está desde o começo?

Nelson Ayres - Eu estou desde o começo. É importante saber que o Prêmio Visa, de certa forma, é uma decorrência do PEM, Prêmio Eldorado de Música, um prêmio que durante muitos anos foi o principal prêmio de música erudita do Brasil, que revelou um monte de gente...

MP - Quem, por exemplo, lembra algum?

NA - Para o começo de conversa, o Roberto Minczuk. Outros como o Amilton Godoy, quer dizer, muitos grandes músicos de hoje passaram pelo PEM. E daí, o João Lara, que na época era o diretor da Rádio Eldorado, resolveu abrir o PEM para a música popular. E desde o primeiro ele me chamou para conversar, ver o que eu achava etc. A gente se conhece há muitos anos, então, de certa forma, a existência desse prêmio é idéia de João, mas desde o começo, também estive dando idéias. Desde então, sou uma espécie de consultor informal. Por exemplo, todos os regulamentos passam pela minha mão, eu redigi os primeiros regulamentos pra dar forma ao prêmio, inclusive, nesse prêmio de compositores. A idéia começou com um prêmio instrumental, de música instrumental, que foi a primeira edição. Logo depois que acabou, a gente falou "puxa, não dá para fazer todo ano instrumental porque não aparecem novos músicos, o ciclo não é tão rápido, de aparecer gente nova a cada ano".

MP - Mas a idéia de ter outras modalidades foi mais por esse motivo? Eu achei que é uma modalidade a mais, a de compositor. É tão importante...

NA - Pois é, mas apareceu depois. Na verdade, começou como instrumental, por causa do PEM. Acabado o instrumental, a gente falou "bom, e agora o que fazemos? Vamos abrir para os intérpretes", que foi o segundo e funcionou super bem. Daí pensamos "bom, agora temos que fechar o tripé", que é instrumentista, intérprete e compositor. Mas o compositor, a gente tem aquela tradição dos festivais, onde as pessoas inscrevem uma música e o que ganha é a música etc.

MP - Uma outra pessoa interpretando, nem sempre o compositor...

NA - Muitas pessoas interpretando, então...

MP - Às vezes o compositor nem é conhecido...

NA - É, então... De certa forma, eu tive a idéia de fazer especificamente na edição do compositor, dessa coisa, de não premiar uma música, mas premiar o conjunto da obra do compositor. Ele apresenta o primeiro trabalho com quatro músicas, a gente julga o compositor por essas quatro músicas, pela soma delas, até selecionar os 24 dessa forma...

MP - O que é bom porque dá para ter uma idéia do tipo de composição que esse músico faz...

NA - Claro, porque a gente pode ter uma música boa e três medíocres...

MP - O cara de um sucesso só...

NA - Claro, tem muitos ainda. Pois é. O Prêmio Visa tem essa característica. Ele não premia uma música, e sim o compositor. E esse compositor tem que apresentar quatro músicas, ou seja, aqueles 24 selecionados apresentam quatro músicas. Os 12 que passam para a segunda fase tem que apresentar, no mínimo, mais duas músicas que não foram apresentadas na primeira fase. Então, quando ele termina a segunda fase, ele apresentou, no mínimo, seis músicas. Os que vão para a final, precisam apresentar na final, pelos menos, mais uma música que não foi apresentada.

MP - Então, dá pra ver bem a produção...

NA - Quer dizer, ele acaba com sete músicas, o júri está julgando sete. Premiando compositor e não só uma música dele.

MP - Agora, seja franco, aparece coisa boa? O que você sente? Você sente que é uma produção boa, ou não, esperava mais? Lógico que esse ano só está começando... Mas sobre todo esse tempo que você está no festival.

NA - De tudo o que chega, o nível médio dos instrumentistas é muito bom. A gente fica até surpreso. Nos intérpretes é bom. Aquela história de que o povo brasileiro é musical não é lenda. Obviamente, tem muita gente que ainda não está madura, mas acaba sendo difícil escolher os 24. Com relação aos compositores, que é o que está em pauta, infelizmente é muito fraco. O que a gente percebe é a existência de uma distância muito grande entre o que a mídia mostra, principalmente a mídia eletrônica, e o que as pessoas mais de ponta estão fazendo. E no meio não tem nada. E a gente recebe, na média, pouca coisa boa. A maioria segue o que a mídia está tocando, o que é de mau gosto. É um retrato muito verdadeiro do que acontece hoje em dia.

Leia mais sobre esse assunto e entrevista com Yamandu Costa, e Izabel Borba clicando aqui ou em mensagens anteriores



Escrito por Magaly Prado às 11h43
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Magaly Prado
- Yamandú Costa ganhou o Prêmio Visa de Música Brasileira em 2001. Qual foi a importância desse prêmio na sua carreira?

Yamandú Costa - Foi fundamental.

MP - Por que, você não era conhecido?

YC %u2013 Sim, eu não era conhecido do público. Eu já tinha algumas parcerias, a coisa estava caminhando para esse maior reconhecimento da mídia, mas o Visa foi um atalho, assim, genial, um atalho muito digno, com muita força na mídia. Na minha história foi fundamental. Estava comentando agora com uns amigos aqui que foi muito estranho porque eu não me inscrevi no Visa. Foi uma amiga minha na época, que acabou virando minha empresária, minha manager, é que mandou meu material, porque eu estava chegando do sul, estava havia dois anos em São Paulo e vinha de um meio muito festivaleiro, né? No sul do Brasil você ainda tem uma cultura muito grande de festivais, o que é uma coisa muito rica pra renovação da cultura, da música de modo geral. Eu estava meio cansado daquilo, desse negócio de competir e estava com preguiça... Eu já morava no Rio, mas há muito pouco tempo e um dia de manhã uma pessoa me liga, "Ó, aqui é do Visa", eu falei: "Sim, mas e você está..."; "Você foi um dos escolhidos aqui para concorrer dentre, não sei, trezentos e não sei quantos". Eu falei: "Poxa, que honra, mas eu não mandei nada, como é que...", "eu não sei, alguém mandou teu material e agora você vai ter que tocar aqui, tal". Aí começou de uma maneira muito leve, com minha pouca experiência de vida, alguma experiência de festival eu já tinha...

MP - Até então, Yamandú, você já tinha disco lançado, ou ainda não tinha?

YC - Não. Eu tinha um disco com o Lúcio Yanel no sul, era uma gravadora gaúcha, mas a coisa ainda estava começando. Então foi uma felicidade muito grande. Meu primeiro disco foi muito bem aceito, é um disco que eu gosto muito até hoje, é a produção do Maurício Carrilho, com uma preocupação de ser apenas um bom disco, sem muita pretensão, só de tocar coisas bonitas com sentimento e tal. E foi um processo muito importante, não consigo enxergar minha trajetória sem o Visa.

MP - E em termos práticos, Yamandú? Você começou a tocar no rádio, você começou a fazer mais shows, você ganhou dinheiro, você conseguiu fazer o segundo disco?

YC - Foi, aconteceu tudo isso.

MP - Tudo isso?

YC - Claro. A coisa que eu sempre falo, minha carreira estava sendo feita e a coisa ia acontecer de alguma maneira. Mas o Visa...

MP - Alavancou.

YC - ...alavancou. Acelerou o processo, pegou um atalho fundamental.

MP - E você está com quantos discos agora?

YC - Agora eu tenho, deixa eu ver, tem um que está pronto, que eu vou lançar nesse final de ano. Eu to com cinco discos e um DVD. É um por ano. Está caminhando bem.

MP - Parabéns pela sua carreira.

YC - Nada, muito obrigado.



Escrito por Magaly Prado às 11h42
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Magaly Prado
- Isabel, como eu já falei com Nelson Ayres sobre tendências musicais, com o Joseph da Visa, no sentido da ação de marketing, eu queria, apesar de você ser uma mulher de marketing também, queria que você falasse do resultado no rádio. A gente sabe que uma ação como essa é importante e interessante no momento em que se descobre novos talentos na música exatamente para quem comanda uma rádio. Mas eu queria saber se, mais especificamente na prática, o que isso interfere na programação. Se esses músicos entram na programação, de que forma eles entram, se entram pouco... E todo esse material que vocês recolhem, o que interfere na programação da Rádio Eldorado?

Isabel Borba, diretora executiva da Rádio Eldorado - Diretamente na programação da rádio, interfere pouco. O grande motivador disso é que a gente procura alavancar a carreira do artista. Então, sem dúvida, o foco maior fica para a gente acabar divulgando o vencedor. Então, o foco é realmente pra o vencedor. Por outro lado, você tocou num ponto importante que é uma questão que a gente vem pensando há uns dois anos, obviamente toca na rádio, claro, especialmente os sucessos, principalmente, durante o evento, depois que começam as etapas de eliminatória. A gente divulga isso até como um chamariz para as pessoas, para irem ver as finais e toda etapa do prêmio. Mas sem dúvida, o que a gente acaba focando é na carreira dele, o desenvolvimento da carreira. E uma questão que você tocou, que a gente vem trabalhando, pensando em como (e talvez seja um projeto para o ano que vem) é que existe um contingente hoje, a gente tem um database de quase 12 mil artistas que ao longo desses nove anos participaram do prêmio. E o que fazer com esses 12 mil artistas? Ou seja, desses 12 mil existem (desses nove anos) nove vencedores. E você tem aí 11 mil novecentos e tantos que não foram revelados. Participaram, tiveram seu momento de glória, mas acaba, ou seja, você não tem um aproveitamento tão bom quanto poderia.

MP - Quem sabe na madrugada da rádio?

IB - Não só madrugada. A gente pensa em talvez alguma coisa mais efetiva, que é manter a carreira dele e, talvez, ativar isso de uma forma on-line e manter isso exposto, ou seja, o trabalho desses artistas. A gente tem uma parceria com a Trama, que já faz isso através do site dela com as bandas. Então, a gente vem pensando em como aprimorar isso.

MP - Desovar esse material, que deve ter muita coisa boa. Eu conversei com o Nelson Ayres nesse sentido, ele falou que há ótimos instrumentistas, bons intérpretes, compositores menos, porém, obviamente, também aparecem coisas muito legais, entre as composições. Então, desses trabalhos que aparecem que são legais... uma rádio na web poderia mostrar. Poderia ser uma possibilidade.

IB - Pode ser uma. Temos aí a rádio digital. Ou seja, a gente pode aplicar...

MP - Como está processo da rádio digital?

IB - Estamos, na realidade, em final de processo da antena, adaptando especialmente a do AM, para poder fazer a implantação do sistema digital.

MP - AM, FM ou só o FM?

IB - As duas. A gente vai entrar com as duas e, no caso do FM, você consegue no teu dial trabalhar mais três subcanais.

MP - Perdendo um pouco de qualidade?

IB - Não acho que vai perder qualidade. Você consegue... Você pode ter a opção de trabalhar o dolb surround 5.0, total, e você consegue, cada um deles vai diminuindo um pouco a audição, não chega a influenciar a qualidade...

MP - Comprime, né?

IB - ...porque é digital. O digital já tem uma qualidade boa. Então você tem, talvez, um pouco menos de audição. Em cima do analógico, ele [o digital] já tem uma qualidade maior, ou seja, a qualidade do som é mais pura, você consegue mais detalhes, então, mesmo que você use esses subcanais, ele não chega a ficar com uma qualidade inferior. Ele pode ter diferentes níveis, mas ele ainda é melhor do que o analógico. Então, essa é a vantagem. E aí, você consegue trabalhar com os subcanais e, por que não, talvez um desses subcanais...?

MP - Um canal só de talentos?

IB - Só de talentos, né? Mas, assim, como a gente estava falando de coisas que podem ser e ainda...

MP - Mas é uma possibilidade você ter uma Rádio Eldorado normal que está em uma banda e na outra banda uma só de notícias...

IB - Verdade.

MP - ...e outra só de novos talentos, lançamentos, música emergente...

IB - É verdade. Na realidade, o importante disso é que estamos pensando, sim, em como, além dos vencedores, ou seja, além daquele que é revelado no prêmio como primeiro destaque, poder pensar em o que fazer com os demais, ou seja, com esse contingente de músicos, de talentos, e que o Brasil, por sua vocação é musical, o brasileiro que tem música desde que ele nasce... Nós temos essa cultura do ritmo, os sons fazem parte da nossa vida. Então, o brasileiro naturalmente tem isso. E como a gente tem uma massa crítica muito grande, é importante a gente pensar nisso, e estamos pensando e talvez uma das grandes novidades para o ano que vem seja em a gente conseguir acoplar e fazer um grande projeto com todos eles.

MP - Para finalizar, a gente sabe que rádio não é só música, mas ele é, principalmente, música, mesmo as rádios de falação elas tem as suas músicas, fora as rádios "all news", o rádio começou musical. O fato de esse ano a categoria ser de "compositores", o que eu acho particularmente interessante porque, na verdade, o que seriam das rádios sem os compositores, não é? Então, no final eles são...

IB - Imagina nossa vida sem o Tom Jobim?

MP - Imaginou? É que muitas vezes eles não aparecem, certo? (...) Nós sabemos, porque somos do meio, mas a grande maioria não sabe.

IB - É verdade, eu acho que esse é um dos pontos importantes, o fato de ele ter ciclos, né, vocal-compositor-instrumentista é fantástico. A gente trabalha todos os ciclos dos músicos e, fundamentalmente, qualidade, para nós da Eldorado FM, onde a manutenção dessa qualidade, da essência do que é música, e de que é uma rádio única projetando talento nacional, ter o prêmio Visa é uma honra e, sem dúvida, estratégico. Mais importante ainda é ter um parceiro como a Visa, que aposta nisso desde o começo e todo esse crescimento também é motivado por todas as questões que a gente mostra para esse cliente, a importância de crescer, amplificar o prêmio, potencializar o que ele tem de bom é sem dúvida, a graça dessa parceria. E tem tudo a ver com a essência da rádio, com a essência do grupo. A vocação é qualidade, credibilidade, idoneidade e, no nosso caso, falando em FM, música, não é? E buscar a melhor música brasileira que podemos oferecer.

MP - Ah, legal. Obrigada.

IB - Obrigada a você.


Transcrição:
Vitor Ioratti



Escrito por Magaly Prado às 11h40
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OUÇA AGORA "CANÇÃO AMERICANA"NA CULTURA FM DE SÃO PAULO

15.04 -Uma rara gravação de Bing Crosby com a lendária orquestra de Count Basie: Sunrise, sunset, da peça e filme musical Um violinista no telhado (Fiddler on the roof); o requintado trabalho do trompetista, compositor e maestro Russell Garcia, um dos mais inventivos arranjadores da música americana no século XX. Russell Garcia dirigiu a histórica gravação das canções de Porgy and Bess com Louis Armstrong e Ella Fitzgerald em 1958 para a gravadora Verve. O programa focaliza também a atriz, dançarina e cantora Ann Miller (12/04/1923-22/01/2004), uma das mais belas estrelas da época de ouro dos grandes musicais da Metro-Goldwyn-Mayer, que canta Shaking the blues away, canção de Irving Berlin de Desfile da Páscoa (Easter Parade, 1968); e  Too darn hot, de Cole Porter, de outro bem-sucedido filme do gênero produzido pela M-G-M, Dá-me um beijo (Kiss me Kate, 1953); Tony Bennett canta Smile, do filme Tempos Modernos (Modern Times, 1936), de Charles Chaplin; e Andy Williams interpreta a vencedora do Oscar Days of wine and roses, de Henry Mancini e Johnny Mercer, do filme Vício Maldito (Days of wine and roses, 1962).

A Canção Americana 

Quandosábados às 11h30 

Onde: Rádio Cultura FM de São Paulo - 103,3 MHz

Apresentação: Vicente Adorno 

Produção: Luciana Monzillo 

Trabalhos Técnicos: Sérgio Ribeiro

Clique aqui para ouvir o programa pela internet 



Escrito por Magaly Prado às 10h45
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CONHEÇA A LETRA DO TEMA DA COPA DA MIX

“Samuel Rosa, do Skank; Chorão, do Charlie Brown Jr.; e Marcelo D2 vão torcer pelo Brasil na Mix FM”, é o que diz Landa Giarato, assessora da emissora. Os músicos gravaram “Faz um Mix Brasil”, tema da Copa do Mundo 2006 que está na programação da  Mix FM (toda a rede) desde 10 de abril.

 

Faz um Mix Brasil” foi criada por Deeplick, um dos produtores da Mix FM, e Denilson Miller. A música faz parte do projeto da emissora para a Copa do Mundo 2006 e foi produzida, gravada e mixada nos estúdios da Rádio Mix.  

 

Além do tema, a Mix FM já está transmitindo boletins durante a programação, escritos pelo jornalista Orlando Duarte, na voz do locutor Marcos Braga, com informações e curiosidades sobre as seleções e copas anteriores. Durante a Copa 2006 os boletins trarão informações sobre o mundial.

 

“Quadros temáticos sobre a Copa do Mundo dentro do humorístico Chuchu Beleza já estão no ar também. Aliás, os personagens Dr. Pimpolho e Homem Cueca, ambos criados pelo humorista Felipe Xavier, vão participar das transmissões dos jogos do Brasil durante a Copa, junto com o locutor Marcos Braga, músicos convidados a cada partida e um jogador de futebol”, diz Landa.

 

 

FAZ UM MIX BRASIL

Marcelo D2, Samuel Rosa (Skank) e Chorão (Charlie Brown Jr.)

Música: Deeplick e Denílson Miller

Letra e produção: Deeplick

 

DE PRIMEIRA , DE ESCANTEIO , DE ESQUERDA , COM EFEITO OU DE CANELA

FAZ UM MIX DE JOGADAS GANHA O JOGO E DEIXA TODO MUNDO BABAR

GOL DE FALTA ,  DE CABEÇA , BICLETA , CRUZAMENTO OU UMA BOMBA

É NA MIX QUE A COPA FICA QUENTE E O BICHO VAI PEGAR

 

BRASIL!  QUEM SABE FUTEBOL TÁ AQUI

BRASIL!  ALEMANHA VAI SENTIR A PRESSÃO

BRASIL!  VAMOS BATER BOLA NA MIX

BRASIL!  VOLTAR COM  ESSA TAÇA NA MÃO

 

PODE ATÉ TENTAR , VAI ENCARAR? VAMOS LÁ

NOSSO TIME NÃO TEM MEDO DE ARGENTINA E NEM DE FRANÇA

PELÉ JÁ FEZ BONITO , RONALDO BOTOU BANCA

É SÓ CHEGAR CHEGANDO QUE O MUNDO SE LEVANTA

A MIX FALA ALTO E TODOS PRESTAM ATENÇÃO

TODOS TORCENDO JUNTOS COM UM SÓ CORAÇÃO

TAMBÉM COM UM TIME ASSIM NUNCA FALTA EMOÇÃO

FAZ UM MIX DISSO TUDO E GRITA HEXACAMPEÃO 



Escrito por Magaly Prado às 10h40
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JAZZMASTERS DE HOJE

O "Jazzmasters" de hoje está recheado de novidades, nas quais o maior destaque está nos duetos antológicos. Do álbum Genius & Friends, trazemos a música "Touch" do mestre Ray Charles com o premiado e super talentoso John Legend. Outro dueto maravilhoso é o nosso Sérgio Mendes que regravou seu clássico "Mas que nada" com Black Eyed Peas. Ainda teremos "The Roots" com Amel Larrieux e Shirley Bassey com o DJ Spinna .

1- A pimps dream ­ Dwele
2- Spinnin' out ­ Recloose feat Lisa Tomling
3- Negative 2 positive ­ Em-Cee
4- Help me ­ Alex Attias presents Mustang/Colonel Red
5- Touch ­ Ray Charles & John Legend
6- Set the tone ­ Nate James
7- Glitches ­ The Roots Feat Amel Larrieux
9- Mas que nada ­ Sergio Mendes & Black Eyed Peas
10-Spanish joint ­ D'Angelo
11-Spinning wheel ­ Shirley Bassey (DJ Spinna Mix)
12-Getaway ­ Sausoul Orchestra

Eldorado FM - 92,9 São Paulo-SP
Quartas e sábados, às 20hs

Transamérica Light FM - Curitiba-PR 95,1 - Linhares-ES 106,1 - Estrela-RS
102,9
Sábado, às 21 hs

Band Vale FM - 102,9 São José dos Campos e Vale do Paraíba
Sábado, às 20hs

Litoral FM - 91,9 Santos e Litoral Sul
Sábado, 21hs e Quinta, às 21hs

Beira Mar FM - 102,7 São Sebastião - 101,5 Ubatuba
Sábado, às 19h


(Recado de Paulo Mai e Sérgio Scarpelli)



Escrito por Magaly Prado às 10h31
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CONFIRA O RANKING DAS EMISSORAS FM CARIOCAS, DO SITE RÁDIO AGÊNCIA

Acompanhe no RÁDIO AGÊNCIA, a evolução das emissoras de rádio FM do Rio.
Quem sobe, quem desce e quem ficou estável no último mês.

Os dados foram obtidos através do cruzamento de informações das agências de publicidade, emissoras de rádio e clientes diretos.

Desce Sobe Mantém posição

FM O Dia - 100.5 MHz

Rede Melodia - 97.3 MHz

98 FM - 98.1 MHz

Nativa FM - 96.5 MHz

93 FM - 93.3 MHz

JB FM - 99.7 MHz

Jovem Pan FM - 102.1 MHz

Antena 1 - 103.7 MHz

MPB FM - 90.3 MHz

Cidade FM - 102.9 MHz (* mudou para Oi FM)

Nossa Rádio - 89.3 MHz

Paradiso FM - 95.7 MHz

Rede Aleluia - 105.1 MHz

Transamérica Pop - 101.3 MHz

Catedral FM - 106.7 MHz

          



Escrito por Magaly Prado às 15h49
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CONFIRA O RANKING DAS EMISSORAS FM DE SÃO PAULO, DO SITE RÁDIO AGÊNCIA

Acompanhe no RÁDIO AGÊNCIA, a evolução das emissoras de rádio FM de São Paulo.
Quem sobe, quem desce e quem ficou estável no último mês.

 Desce    Sobe    Mantém posição

  Tupi FM - 104.1 MHz

 Nativa FM - 95.3 MHz

 Jovem Pan FM - 100.9 MHz

Transcontinental FM - 104.7 MHz

 Gazeta FM - 88.1 MHz

 Band FM - 96.1 MHz

 Mix FM - 106.3 MHz

 Metropolitana FM - 98.5 MHz

 105 FM - 105.1 MHz

 89FM - 89.1 MHz

 Alpha FM - 101.7 MHz

 Nova Brasil FM - 89.7 MHz

 Antena 1 - 94.7 MHz

 Transamérica Pop - 100.1 MHz

 Imprensa FM - 102.5 MHz



Escrito por Magaly Prado às 15h43
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DOIS ANOS DE JAZZMASTERS NO AR

"O Jazzmasters está completando dois anos.
Foram até agora 240 edições com mais de 1200 músicas diferentes.
Um prêmio APCA como melhor programa musical do rádio.
Uma rede que hoje atinge mais de 30 cidades do Brasil.
Uma lista com 2200 ouvintes cadastrados.
Um CD que brevemente será lançado.
E o mais importante de tudo, você do nosso lado sempre".
Este é o recado de Paulo Mai e Sérgio Scarpelli,
do programa Jazzmasters, da Eldorado, de São Paulo.

Nesta quarta, às 20h:
Touch ­ Ray Charles & John Legend
A pimps dream ­ Dwele
Spinnin' out ­ Recloose feat Lisa Tomling
Spanish joint ­ D'Angelo
Help me ­ Alex Attias presents Mustang/Colonel Red
Getaway ­ Sausoul Orchestra

Eldorado FM - 92,9 São Paulo-SP
Quartas e sábados, às 20h

Transamérica Light FM - Curitiba-PR 95,1 - Linhares-ES 106,1 - Estrela-RS
102,9, Sábado, às 21h

Band Vale FM - 102,9 São José dos Campos e Vale do Paraíba
Sábado, às 20h

Litoral FM - 91,9 Santos e Litoral Sul
Sábado, 21h e Quinta, às 21h

Beira Mar FM - 102,7 São Sebastião - 101,5 Ubatuba
Sábado, às 19h


Escrito por Magaly Prado às 15h34
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RÁDIO-TORRADEIRA


O rádio providencia as torradas enquanto você está ouvindo as notícias. Bom dia. Rádio FM que torra o pão ou torradeira que você usa para ouvir notícias sobre o trânsito e o tempo enquanto prepara o café da manhã. Na verdade, tanto faz. Economiza espaço na cozinha, tem seis níveis de temperatura e antena embutida. Custa US$ 59,95. O sucesso foi grande - o produto está esgotado. Dica do Musicgizmos, no Blue Bus.



Escrito por Magaly Prado às 11h45
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RÁDIO NA TV NA NET

O programa do Jaques do Kaleidoscópio é hoje, às 16h na ALLTV. Quem puder sintonizar e interagir vai ser muito legal. Para quem não sabe o Jaques teve um programa de rádio chamado "Kaleidoscópio", nos anos 70, que se tornou um marco da contracultura. (com Zé Brasil)

Escrito por Magaly Prado às 10h28
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SEXTA BIENAL INTERNACIONAL DE RADIO

La Bienal de Radio cumple diez años de ser un espacio único en la radiodifusión mundial y alcanzará su sexta edición del 15 al 19 de mayo de 2006 en la ciudad de México. Desde 1996, esta magna reunión muestra y reconoce lo mejor de las producciones radiofónicas nacionales e internacionales. Además, ofrece a los participantes y al público asistente una visión panorámica de lo que es la radio, a través de conferencias, mesas redondas, encuentros y talleres; pero también a través de las más ricas y atrevidas manifestaciones de arte sonoro que alrededor de la radio han surgido.

Desde el momento de su fundación, la Bienal de Radio fue el acontecimiento radiofónico más importante de Latinoamérica. Diez años después, su objetivo primordial continúa siendo el que le dio origen y cauce: constituirse en un ámbito de reconocimiento a la creatividad de quienes cotidianamente hacen la radio, no sólo gracias al concurso de los mejores programas radiofónicos, sino con la entrada de ideas frescas y propuestas nuevas que enriquecen este medio electrónico.

A su convocatoria responden, cada dos años, los mejores hacedores de la radio, los que están preocupados por que el medio crezca y rebase con su fuerza los límites impuestos por la rutina o la desidia. A ella acuden no sólo profesionales de la radio y los medios de comunicación en general, sino también destacados académicos y estudiantes de comunicación de diversas instituciones de educación superior.

Organizada por el Consejo Nacional para la Cultura y las Artes, a través de Radio Educación, y con la participación de numerosas instituciones nacionales e internacionales, cada Bienal crea un espacio donde las ideas y las formas de hacer radio se confrontan entre los participantes, que provienen de una gran variedad de naciones: Francia, Alemania, España, Italia, Austria, Holanda, Noruega, Rusia, Estados Unidos, Canadá, Ecuador, Colombia, Venezuela, Perú, Argentina y Brasil, entre otras.



Escrito por Magaly Prado às 23h26
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COPA DO MUNDO NA MIX FM

A Mix FM está se preparando para a Copa do Mundo 2006, que será realizada na Alemanha.

 

“A emissora transmitirá os jogos do Brasil na Copa do Mundo, ao vivo, de forma irreverente e diferente de tudo o que já foi feito no rádio”, segundo Landa Giarato, assessora da rádio. Para comandar a torcida no estúdio durante os jogos estão escalados o locutor Marcos Braga (no ar de segunda a sexta, das 15h às 19h), Homem Cueca e Dr.Pimpolho (personagens do humorista Felipe Xavier), músicos convidados a cada semana e um jogador de futebol.

 

A Mix FM já está transmitindo boletins exclusivos com informações e curiosidades sobre as seleções e copas anteriores, na voz do locutor Marcos Braga, durante a programação. Os textos são de Orlando Duarte, jornalista e comentarista esportivo, que “cobriu todas as Copas do Mundo desde 1950, além de ter escrito sete livros, sendo a maioria sobre futebol”, diz Landa. Quando a Copa do Mundo 2006 começar, os boletins trarão também informações atualizadas sobre o mundial. A Mix tem também quadros temáticos dentro do humorístico Chuchu Beleza, de Felipe Xavier.

 

 

Obs: A Rede Mix de Rádio é formada por: Mix São Paulo (106.3 FM), Mix Campinas (97.5 FM), Mix Avaré (90.3 FM), Mix Guaratinguetá (106.7 FM), Mix Ribeirão Preto (106.7 FM), Mix Litoral (90.1), Mix João Pessoa (93.7 FM), Mix Fortaleza (95.5 FM), Mix Curitiba (92.9 FM), Mix Brasília (88.3 FM), Mix Petrópolis (106.3 FM), Mix Passos (90.1 FM), Mix Belo Horizonte (91.7 FM) e Mix Triângulo Mineiro (91.9 FM).



Escrito por Magaly Prado às 23h17
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Magaly Prado é jornalista, radiomaker, professora universitária e escritora. Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e bolsista da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior. É Mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP, pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero, onde cursou Jornalismo e na qual ministra aulas de Produção de Rádio e Radiojornalismo II e pesquisa Publicidade no Rádio, no CIP –Centro Interdisciplinar de Pesquisa. Ministra também aulas de Linguagem Aplicada ao Audiovisual, Jornalismo On-line e Livro-Reportagem na FMU –Faculdades Metropolitanas Unidas– e Introdução ao Jornalismo na ESPM –Escola Superior de Propaganda e Marketing. É professora convidada do MBA de Rádio e TV da Universidade de Tuiuti do Paraná (UTP), no qual ministra Roteiro Avançado de Rádio. Publicou os livros "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier, em 2006, e “Webjornalismo” pela LTC/ GEN, em 2010, quando criou uma página com informações aumentadas em .
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