MADELEINE LACSKO E A RÁDIO JUSTIÇA RECEBEM PRÊMIO DO UNICEF
Madeleine Lacsko recebeu na noite do dia 11 de novembro no MoMa (NY), o prêmio IDCB 2009 do Unicef. A Rádio Justiça, que ela coordena, foi considerada a melhor programação de rádio do mundo no International Children´s Day of Broadcasting.
Emissoras de mais de 100 países concorreram. A Rádio Justiça ficou entre os seis premiados regionais representando América Latina e Caribe e, na cerimônia, souberam que venceram a Alemanha, Gana, África do Sul, Índia e Malásia.
Caso o apagão não tenha deixado ninguém ver o Ministro Gilmar Mendes fazer o anúncio na abertura da sessão ou nem a matéria do Jornal da Globo, segue a matéria da TV Unicef - http://www.unicef.org/videoaudio/video_51701.html (clique no vídeo). (informações de Madeleine Lacsko)
Rádio Bandeirantes destaca jornalismo de opinião em campanha publicitária
A Rádio Bandeirantes (AM 840 e FM 90,9) lançou sexta-feira uma campanha publicitária destacando o jornalismo de opinião, uma das marcas registradas da emissora. As peças publicitárias que serão veiculadas nos principais jornais e revistas, ressalta a atuação de alguns dos profissionais da RB nas suas respectivas editorias: no jornalismo, José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Joelmir Beting; no esporte, José Silvério, Mauro Beting, Sérgio Patrick e Ulisses Costa.
Criada pela House do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a campanha apresenta o novo slogan da Rádio Bandeirantes: “a rádio que tem opinião”. Uma das marcas mais respeitadas e de maior credibilidade e tradição do radiojornalismo brasileiro, a Rádio Bandeirantes está no ar há 72 anos é transmitida via satélite para mais de 1000 municípios brasileiros. A emissora também pode ser ouvida pelo iphone por meio do aplicativo gratuito “Band Rádios”, disponível na itunes Store. (por assessoria de imprensa do Grupo Bandeirantes de Rádio)
Campanha Rádio Bandeirantes - Ficha técnica de criação
Criação: Enio Mainardi Redação: André Yasaka Direção de arte: Martin Luz
BOLETINS DA CBN PODEM SER RECEBIDOS VIA NEWSLETTER COM EDIçÃO TEMÁTICA
CBN Express ganha edição temática
A partir da próxima segunda-feira, 16 de novembro, os 170 mil ouvintes/internautas cadastrados no newsletter CBN Express receberão, à tarde, uma edição especial temática. Para cada dia da semana, um especialista que vai trazer dicas, críticas, análises e reflexões sobre tecnologia, livros, vinhos e cinema.
CBN Express Tecnologia: Às segundas, Daniela Braun, editora online da Now!Digital e comentarista do boletim CBN Tecnologia da Informação, analisará os mais novos gadgets eletrônicos e as tendências do mundo digital.
CBN Express Livros: Às terças, o escritor José Godoy, que integra o trio do programa Fim de Expediente, escreverá sobre mercado editorial, obras-primas eternas, lançamentos e as novidades que a internet reserva para a literatura.
CBN Express Vinhos: Às quartas, Renato Machado, comentarista do boletim Momento do Brinde, trará informações sobre os melhores vinhos e safras, além de dicas sobre a harmonização entre bebidas e pratos.
CBN Express Cinema: Às quintas, Marcos Petrucelli, comentarista do boletim Sessão de Cinema, trará as melhores estreias da semana, as bilheterias de blockbusters, os bastidores do cinema nacional e estrangeiro.
(por assessoria de imprensa do Sistema Globo de Rádio)
Rádio australiana exibe em programa um trecho da entrevista com “falso Lula”
Por Luciano Borges (do Terra Magazine)
O programa de língua portuguesa da rádio SBS colocou, na manhã desta sábado na Austrália (noite de sexta-feira no Brasil) um trecho da entrevista feita pela jornalista Beatriz Miranda com o “falso Lula”. Foram apenas duas respostas do imitador que se fez passar pelo Presidente da República do Brasil.
Na primeira resposta, ele fala sobre a Austrália, que considera “o Brasil do outro lado do mundo”e, na segunda, diz que a organização do Rio 2016 “tem muito a aprender” com a experiência dos Jogos Olímpicos de Sidney.
No programa, que pode ser ouvido e baixado em formato de podcasting, Beatriz conta como suspeitou da oferta de entrevista feita via e-mail por um suposto assessor de imprensa da presidência da república e como, junto com o Blog do Boleiro, descobriu que este era um “golpe” que vinha sendo aplicado com outras emissoras de rádio.
A entrevista com cerca de 20 minutos de duração acabou não sendo exibida. A SBS vai colocá-la à disposição do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que está investigando o caso.
LIVRO SOBRE A GAZETA DOS ANOS 40 A 60, DE IRINEU GUERRINI JR., SERÁ LANÇADO DIA 4/11
O livro A elite no ar: óperas, concertos e sinfonias na Rádio Gazeta de São Paulo (1943-1960) será lançado no dia 4 de novembro, a partir das 18 horas, na Livraria Martins Fontes, Avenida Paulista, 509 (próximo à estação Brigadeiro do metrô).
Título: A elite no ar: óperas, concertos e sinfonias na Rádio Gazeta de São Paulo (1943-1960)
Editora: Terceira Margem
Imagine-se uma emissora de rádio comercial no Brasil que mantinha uma orquestra sinfônica formada por músicos brasileiros e estrangeiros de altíssimo gabarito e notável prática orquestral; que dispunha de um coral formado através de concurso público amplamente divulgado; que transmitia um programa semanal onde eram apresentadas grandes óperas com seu próprio elenco, algumas em primeira audição em São Paulo, e um programa de música sinfônica aos domingos em que se ouviam atrações nacionais e internacionais; uma emissora onde se deu a estréia de Carmina Burana no Brasil; que chegou a contratar cantores líricos na Itália para virem morar em São Paulo; que promovia um concurso de jovens pianistas, patrocinado por uma fábrica de pianos, em que se revelaram alguns dos grandes nomes brasileiros do teclado; que contava também com um jazz, ou big band, que se apresentava várias vezes por semana; e ainda um jazz sinfônico, que era a união da big band com a sinfônica; que contava também com um elenco de cantores e instrumentistas especializados em diversos gêneros de música popular, brasileira e estrangeira; uma emissora cujo primeiro diretor artístico era reverenciado como "o príncipe dos pianistas brasileiros", tendo ganho o primeiro prêmio do Conservatório de Paris e convivido com Ravel; que empregava uma programadora musical de fulgurante carreira internacional como cantora, tendo-se apresentado numerosas vezes com Stravinsky, Prokofiev, de Falla, Villa-Lobos e outros nomes do modernismo musical das primeiras décadas do século XX.
Imagine-se também que o acesso ao seu auditório era gratuito, e nele podia-se ouvir música feita ao vivo pelo menos seis dias por semana; que essa emissora era ligada a um jornal que chegou a ser o de maior tiragem em São Paulo, e que lhe dava constante e extensa cobertura; que ainda encontramos um número razoavelmente grande de antigos ouvintes, músicos e freqüentadores de seu auditório com lembranças muito vivas dessa intensa atividade musical e radiofônica; que há registros sonoros dos programas dessa época; que sobreviveram cerca de 5.000 partituras, na sua maioria bem conservadas, originadas na emissora; e que esse estilo de programação durou cerca de dezessete anos: está pronta a justificativa para este livro.
Lançamento no dia 4 de novembro, a partir das 18 horas, na Livraria Martins Fontes, Avenida Paulista, 509.
LIVRO SOBRE A LUTA PELAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS NO BRASIL
A luta pelas rádios comunitárias no Brasil
Chega às livrarias a nova coleção da Global Editora em parceria com a Ação Educativa – a Conexão Juventudes. O principal objetivo do projeto é conectar os jovens aos principais problemas da sociedade contemporânea, a partir de discussões que trazem à tona suas vivências pessoais cotidianas, interesses e expectativas. Os temas, que são sempre tratados de forma didática e provocativa, mostram diferentes perspectivas da questão, e principalmente, as possibilidades de ações coletivas transformadoras.
É com muita força e propriedade que as rádios comunitárias inauguram a coleção Conexão Juventudes. Escrito pelo jornalista Fred Ghedini, Nas ondas sonoras da comunidade – a luta pelas rádios comunitárias no Brasil relata a história de algumas rádios comunitárias no Brasil e no mundo, além da luta de pessoas que constroem esse tipo de comunicação.
Através de relatos, pesquisas e muito mais, o autor revela o que há por trás das vozes que escutamos de nossos aparelhos de rádio: as dificuldades, as leis, os ideais e a criação de oportunidades profissionais para muita gente, principalmente para os jovens.
Não é fácil estabelecer uma comunicação em que o ouvinte tenha participação ativa, mas certamente é possível. A democracia dentro da mídia pode acontecer, mas depende da batalha de pessoas engajadas de fato com esse compromisso, e elas existem. “Assim, a história das rádios comunitárias é inscrita na luta mais ampla pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, terreno no qual o autor é um bravo e exímio guerreiro”, diz Vera Masagão Ribeiro, Doutora em Educação e coordenadora de programas da Ação Educativa.
Como diz Fred Ghedini em sua apresentação do livro: “Sintonize-se nas rádios comunitárias. Você vai ficar ligado”.
Sobre o autor: Fred Ghedini é jornalista, doutorando em Programa de Pós Graduação em Ciências da Comunicação na Escola de Comunicação e Artes de São Paulo (ECA-SP). Presidiu o Sindicato dos Jornalistas por duas gestões e sempre se interessou pela democratização nos meios de comunicação. (do site Ação Educativa)
XXXI Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos,
Categoria Rádio
Vencedora
“Preconceito: A intolerância no Futebol” - de Leandro Mota Lima dos Santos
Veículo - Rádio CBN
Data - 29/06/09 a 03/07/09
A comissão julgadora da categoria Rádio ainda destaca como merecedoras de “menção honrosa” as reportagens a seguir:
* “Escravos da esperança: a saga dos bolivianos em São Paulo”, produzida por George Rodrigues Cardim e Celso Cavalcanti de Melo Junior, veiculada pela Rádio Senado
* “Crack: vidas interrompidas” de Paulo Henrique Souza e Priscila de Souza, veiculada pela Rádio CBN.
CONGRESSO DA ARGENTINA APROVA LEI DE COMUNICAÇÃO. A NORMA DEVE GARANTIR AVANÇOS PARA A RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA
A Amarc ALC comemora a aprovação da Lei de Meios Audiovisuaus na Argentina e destaca dispositivos que garantem a diversidade e o pluralismo dos serviços de comunicação audiovisual.
A aprovação foi por ampla maioria - 44 a 24 no Senado argentino, o que inclui a Argentina como uma das melhores referências em Matéria de marcos Regulatórios para limitar a concentração dos meios, promovendo e garantindo a diversidade e o pluralismo. A nova lei substitui a anterior, imposta pela ditadura militar em 1980.
A lei tem como finalidade regular os serviços de comunicação audiovisual (incluindo rádio e TV aberta), e se apresenta como uma normma comentada que incorpora legislação comprada e as recomendações do Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
AMARC ALC destaca que as fundamentações e os objetivos principais da nova lei são a promoção da diversidade e do pluralismo assim como a desconcentração como recomendam os organismo internacionais de defesa e promoção da liberdade de expressão.
Um dos aspectos que se sobressaem é o estabelecimento de diversas e efetivas medidas para limitar e impedir a concentração indevida de meios. Entre elas, a instituição de um máximo de licenças que podem ter uma mesma pessoa ou empresa (a nível nacional e em uma mesma área de cobertura) e os limites de propriedade cruzada de meios, assim como recomendam as melhores práticas internacionais.
Com o objetivo de propor a produção de uma diversidade de conteúdos nacionais e locais, a nova legislação argnetina recorre ao exemplo de muitos países europeus e também americanos incluindo exigências mínimas de produção nacional e local própria, assim como condições precisas para a formação de cadeias de emissoras, para limitar a centraalização e a uniformização da programação em alguns poucos grupos empresariais da capital para o resto do país.
Outro aspecto a ser destacado é o reconhecimento expresso de três setores: Estatal, comercial e sem fins lucrativos, garantindo a participação de entidades privadas sem fins de lucro com reserva de 33% do espectro radioelétrico. Não estabelece reservas para todos os outros setores, mas inclui procedimentos simplificados para outorgar licenças para os povos tradicionais que se incluem como direito público.
Dentro do setor sem fins de lucro a lei reconhece expressamente a rádio e a televisão comunitária adotando a definição proposta por AMARC e outras organizações nos ?Princípios para um Marco Regulatório Democrático sobre Rádio e Televisão Comunitária?, como "atores privados que têm uma finalidade social e se caracterizam por ser gestionados por organizações sociais de diverso tipo e sem fins de lucro. Sua característica fundamental é a participação da comunidade tanto na propriedade do veículo como na programação, administração, operação, financiamento e avaliação. Se trata de meios independentes e não governamentais. Em nenhum caso serão entendidos como um serviço de cobertura geográfica restrita".
AMARC ALC destaca que não se impõe limites prévios e arbitrários aos meios comunitários, e que a eles sejam permitido o acesso a uma diversidade de fontes de financiamento, incluindo a publicidade comercial e recursos estatais. Como meios independentes que são, se apóia que se limite a um máximo de 30% o financiamento que estes meios de comunicação podem receber de fundos públicos pois evita sua captura e condicionamento por parte dos governos. Assim mesmo, se considera adequado que os mecanismos de concessão de frequências contemplem e priorizem entre seus critérios a função social, o apoio a setores vulneráveis e a projetos de interesse social através da criação de critérios e condições específicas e realizaçào de concursos diferenciados para concessão de licenças ao setor sem fins lucrativos.
Tão importante quanto o conteúdo da lei, a nosso juízo, foi seu processo de elaboração e debate. É necessário mencionar que o texto toma seus aspectos funcamentais de uma iniciativa cidadã, anterior ao governo atual, denominada ?21 Pontos Básicos pelo Direito à Comunicação?, elaborado pela Coalisão por uma Radiodifusão Democrática, uma aliança de organizações e instituições sociais, sindicais, acadêmicas e profissionais da Argentina.
Também é importante citar que o projeto de lei foi debatido em numerosos fóruns públicos, que houve um intenso e extenso debate nos meios de comunicação e outros espaços públicos durante meses, e que se apresentaram centenas de propostas de modificaçao do anteprojeto posto em discussão em março de 2009. Muitas das quais foram incluídas no projeto apresentado ao Congresso. Posteriormente, durante o debate na Câmara dos Deputados se realizaram modificações significativas e positivas, entre outros, na definição de um novo órgão responsável pela aplicação da lei.
AMARC Argentina e o Programa de Legislações e Direito à Comunicação da AMARC ALC participaram ativamente deste processo e agradecem que tenham sido levadas em conta várias propostas realizadas.
AMARC ALC faz um chamado a todos os governos da região da América Latina e Caribe para que tomem como referência a nova lei recém-aprovada na Argentina, que consideramos um ótimo exemplo já que contribui para a democratização das nossas sociedades.
María Pía Matta. Presidenta AMARC ALC.
Ernesto Lamas. Coordenador Regional AMARC ALC.
Gustavo Gómez. Diretor do Programa de Legislações e Direito à Comunicação AMARC ALC.
No próximo domingo, dia 18 de outubro, das 9h às 16h, o Parque do Ibirapuera será palco da Campanha Avon Contra Câncer de Mama e a Transamérica POP é a rádio oficial do evento.
A campanha contará com serviços, atrações esportivas e entretenimento para conscientizar a população sobre a necessidade de detecção do câncer de mama. A descoberta da doença no início aumenta as possibilidades de cura.
A Avon vai patrocinar aulas de maquiagem, ioga, alongamento, pilates, reflexologia e shiatsu, além de palestras de nutrição e um espaço destinado especialmente às crianças. Mulheres com mais de 40 anos que forem ao parque poderão agendar gratuitamente exames de mamografia pelo SUS.
Gislaine Martins, apresentadora do programa “Dois em Um” e coordenadora artística da Transamérica POP, vai comandar o evento que contará ainda com um pocket show da cantora Luciana Mello e a presença do ator Thiago Lacerda, padrinho da campanha.
Durante todo o dia, a equipe de promoção da Transamérica distribuirá brindes para as pessoas que circularem pelo parque Ibirapuera. A Campanha Avon Contra Câncer de Mama vai contar também com cobertura da rádio através de flashes ao vivo na programação.
Outubro é o mês mundial de conscientização do Câncer de Mama e entre os dias 15 e 31 a Campanha Avon Contra o Câncer de Mama une gerentes e revendedoras da marca numa mobilização a favor da causa. Só no ano passado, aconteceram mais de 100 eventos em todo o país. Em seis anos de Campanha, a Avon já arrecadou mais de 18 milhões de reais no Brasil, aplicados em 66 projetos que promovem a detecção precoce do câncer de mama.
Além do Brasil, outros 50 países onde a Avon está presente, estão ligados no mês de prevenção do Câncer de Mama. Até o fim desse ano, a Avon e Avon Foundation for Women comemoram o investimento de mais de US$ 650 milhões em programas que melhoram a vida das mulheres, sendo que a maior parte desse dinheiro é revertida à causa do Câncer de Mama. (da assessoria da emissora)
Crianças participam da programação da Rádio SulAmérica Trânsito
Vinhetas da emissora foram gravadas pelos futuros motoristas. A Rádio SulAmérica Trânsito (92,1 MHz) abre espaço para as crianças em sua programação até a próxima segunda-feira (12/10), quando é comemorado o Dia da Criança. Todas as vinhetas da emissora foram produzidas novamente com as vozes dos filhos de ouvintes dos 92,1 FM, que podem conferir a novidade a partir de hoje. Essa ação é uma tentativa da Rádio SulAmérica Trânsito de abrir cada vez mais espaço para o motorista do futuro. O objetivo é preparar uma nova geração de motoristas que respeita as leis de trânsito e as pessoas. (da assessoria do Grupo Band de Rádio)
Seguem os destaques do programa Tema e Variações da Rádio Cultura FM (103,3 mHz) para a semana de 10 a 17 de outubro de 2009.
Apresentado pelo maestro Júlio Medaglia, o programa focaliza nesta semana o dia da criança, o descobrimento da América, os 160 anos da morte de Chopin e o novo trabalho de Ana Valéria Poles.
SÁBADO – 10/10/2009 – 11h00min
No programa Tema e Variações de sábado, 10 de outubro, o maestro Júlio Medaglia conversa com a educadora musical, Marisa Fonterrada. O assunto é a volta obrigatoriedade da música nas escolas.
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SEGUNDA-FEIRA – 12/10/2009 – 11h00min
No dia 12 de outubro, o tema do programa é o descobrimento da América. Serão apresentadas composições que se referem à América, desde a época das missões até os dias de hoje.
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SEXTA-FEIRA – 16/10/2009 – 11h00min
Na sexta-feira, dia 16, Tema e Variações focaliza os 160 anos do desaparecimento do pianista e compositor polonês, Frederic Chopin.
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SÁBADO – 17/10/2009 – 11h00min
E no sábado, dia 17, a contrabaixista Ana Valéria Poles fala do seu mais recente trabalho, o CD Por toda minha vida, lançado recentemente pelo selo Clássicos.
Rádio hondurenha fechada retoma transmissão pela Internet
SEAN MATTSON - REUTERS no Estadão
TEGUCIGALPA - Uma emissora de rádio favorável ao presidente hondurenho deposto Manuel Zelaya retomou a transmissão pela Internet nesta terça-feira, um dia depois de o governo de facto de Honduras fechá-la a força.
O governo de facto emitiu no domingo um decreto suspendendo a liberdade de imprensa e algumas liberdades civis e enviou tropas na segunda-feira para fechar a Radio Globo e a emissora de televisão que apoiam Zelaya, deposto por um golpe militar há três meses.
A comunidade internacional, incluindo o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e a mídia local leal ao líder de facto Roberto Micheletti condenaram o fechamento da Radio Globo e da TV Cholusat Sur, ou canal 36.
"Estou profundamente preocupado com os fatos ocorridos em Honduras. O estado de emergência aumentou as tensões", disse Ban em coletiva de imprensa em Nova York. "Mais uma vez lanço um apelo pela segurança do presidente Zelaya. Exorto a todos os atores políticos que se comprometam seriamente com o diálogo e os esforços regionais de mediação."
O diretor da rádio, David Romero, reivindicou uma grande audiência on-line, mas admitiu que a emissora não poderá manter seu alcance tradicional.
Zelaya foi deposto pelo Exército em 28 de junho, mas há uma semana reingressou no país em segredo e se abrigou na embaixada brasileira na capital Tegucigalpa.
Governo golpista fecha emissora de TV e rádio de oposição em Honduras
Do UOL Notícias* Em São Paulo
O governo golpista de Honduras fechou, nesta segunda-feira (28), a emissora de rádio Globo de Tegucigalpa, que seria um dos últimos meios de oposição ao regime que funcionava no país, segundo a AFP, e a emissora de TV "36". No domingo, por decreto, o governo suspendeu durante 45 dias as garantias constitucionais. A medida restringe as liberdades de circulação e expressão, e proíbe as reuniões públicas, entre outras medidas.
Cerca de 20 pessoas das forças de segurança tomaram o edifício da emissora por volta das 5h30 (horário local) e tiraram o sinal do ar. Eles não encontraram resistência, disse à AFP o jornalista Carlos Paz, que trabalha na emissora. Paz disse que ainda não conseguiu localizar o diretor da rádio, o também jornalista David Romero.
A radio Globo já tinha sido fechada pelo regime nos primeiros dias após o golpe de Estado que derrubou o presidente constitucional Manuel Zelaya, em 28 de junho.
A emissora de televisão "36", que também se colocou em oposição a Micheletti, se encontrava na manhã desta sexta-feira cercada por militares e o sinal estava fora do ar.
OEA convoca reunião de emergência A Organização dos Estados Americanos (OEA) fez uma convocação urgente hoje ao Conselho Extraordinário para analisar a situação em Honduras depois de o governo golpista negar a entrada de uma missão do organismo ao país no domingo.
A OEA entende que a situação se agravou a partir do retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a Tegucigalpa, na semana passada, desde então refugiado na embaixada do Brasil.
Roberto Micheletti impediu a entrada no país de três funcionários da OEA e mais dois da Embaixada da Espanha. Micheletti justificou a medida afirmando que este não era o momento oportuno.
Ao mesmo tempo, o governo golpista sustentou que a Embaixada do Brasil perderá o status diplomático em 10 dias se não definir a situação do presidente deposto, Manuel Zelaya, que na segunda-feira passada retornou ao país e se estabeleceu na embaixada brasileira.
No início da noite de domingo, o secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, condenou a decisão das autoridades hondurenhas de impedir a entrada da comitiva da OEA, cuja missão era preparar a visita de vários chanceleres e do próprio Insulza ao país.
O secretário-geral lamentou a decisão e ressaltou que ações como esta "dificultam seriamente os esforços para promover a tranquilidade social em Honduras e a busca de soluções ao atual conflito político com base no diálogo e na reconciliação nacional".
Neste contexto, Insulza quer analisar nesta segunda-feira com o Conselho a situação para decidir sobre futuras ações da organização.
O secretário-geral informou que "a OEA seguirá comprometida com a busca de uma solução pacífica à crise em Honduras".
No domingo, o chefe da missão brasileira na OEA (Organização dos Estados Americanos), embaixador Ruy Casaes, confirmou que quatro funcionários da entidade foram impedidos de entrar em Honduras pelo governo interino de Roberto Micheletti.
Novo representante brasileiro diz que há furtos dentro da embaixada
Em entrevista ao enviado especial do UOL Notícias, o diplomata brasileiro Lineu Pupo de Paula, que desde ontem (dia 26) é o representante brasileiro na embaixada em Tegucigalpa (Honduras), contou que a situação de higiene no local está melhor do ele imaginava, mas que já estão ocorrendo furtos entre as muitas pessoas que ocupam o edifício nesse momento.
Zelaya, deposto e expulso de Honduras por um golpe de Estado, em junho, está na embaixada brasileira desde segunda-feira passada, após voltar secretamente ao país.
Segundo o chefe da missão brasileira, o grupo que foi barrado iria preparar a chegada de uma missão de cerca de 15 representantes da OEA, com desembarque previsto para terça-feira (29) em Tegucigalpa.
O governo de Michelleti bloqueou a entrada dos funcionários sob o argumento de que eles não apresentaram as credenciais diplomáticas à chancelaria hondurenha.
A OEA, as Nações Unidas e o Brasil não reconhecem a legitimidade do governo de Micheletti e, portanto, os funcionários não estão autorizados a encaminhar um pedido formal para entrar no país.
Desde sexta-feira, a estratégia do governo de Micheletti é forçar a comunidade internacional a reconhecer a autoridade do governo golpista, exigindo pedido de autorizações, até mesmo para a entrada de brasileiros na Embaixada do Brasil.
Soldados hondurenhos cercam prédio da rádio Globo, em Tegucigalpa, nesta segunda-feira
Segundo a representante do governo interino no processo de negociação para tentar acabar com a crise, Vilma Morales, as negociações para resolver o impasse estão paralisadas. "Os dois lados precisam ceder", disse ao chegar hoje a Tegucigalpa de uma viagem de oito dias ao exterior.
Jobim descarta enviar tropas a Honduras Nesta segunda-feira, o ministro de Defesa, Nelson Jobim, descartou a possibilidade de enviar força militar brasileira para defender a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa. "Isso não é possível. Não podemos entrar com força em país estrangeiro. A não ser que declaremos guerra, o que é inviável. A solução é exclusivamente diplomática", disse, após participar da abertura da Conferência Internacional Nuclear no Rio de Janeiro.
De acordo com o ministro, a solução para o impasse será negociada exclusivamente pelo Ministério de Relações Exteriores.
O Ministério das Relações Exteriores anunciou neste domingo (dia 27) que não reconhece o comunicado no qual o governo golpista de Honduras dá um prazo de dez dias para que o Brasil defina o status do presidente deposto Manuel Zelaya, abrigado na Embaixada do Brasil. O Itamaraty informou que não dará qualquer resposta ao presidente interino Roberto Micheletti.
Veja a cronologia da crise
Desde que foi eleito, em 2005, Manuel Zelaya se aproximou cada vez mais dos governos de esquerda da América Latina, promovendo políticas sociais no país. Ao mesmo tempo, seus críticos argumentam que Zelaya teria se tornado um fantoche do líder venezuelano Hugo Chávez e acabou sendo deposto porque estava promovendo uma tentativa ilegal de reformar a constituição. De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o Brasil não tem a obrigação de se manifestar em relação ao comunicado porque não reconhece o governo de Micheletti como legítimo. O Itamaraty reafirmou ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou Zelaya a permanecer na embaixada brasileira em Tegucigalpa o tempo necessário para restabelecer a ordem.
No comunicado, o Ministério de Assuntos Exteriores hondurenho, prometeu adotar "medidas adicionais" caso o Brasil não defina a condição de Zelaya na embaixada, mas não mencionou que ações seriam essas.
Troca na embaixada O diplomata brasileiro Lineu Pupo de Paula, ministro conselheiro do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA), entrou sábado (dia 26) na embaixada brasileira para que Francisco Catunda, representante comercial do Brasil e que desde segunda-feira estava com Zelaya na embaixada, pudesse descansar.
Conforme apurou o UOL Notícias, Catunda deixou a embaixada para que pudesse descansar e passar algum tempo com a mulher. A partir de agora, o plano é que De Paula e Catunda possam se revezar como representantes oficiais do Brasil na embaixada em turnos de 24 horas.
Cúpula América do Sul-África condena golpe Uma moção apresentada pelo governo brasileiro condenando o golpe em Honduras e o cerco à Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, desde que o presidente deposto, Manuel Zelaya, abrigou-se no local, foi aprovada por unanimidade pelos países integrantes da 2ª Reunião de Cúpula dos Países da América do Sul e África, que está sendo realizada na Isla de Margarita, na Venezuela.
O embaixador Gilberto Moura, diretor do Departamento de Mecanismos Regionais (que cuida especificamente das reuniões de cúpulas) informou, em entrevista à Agência Brasil, que a moção em sua primeira parte enfatiza e endossa as declarações da Unasul e da União Africana de condenação do golpe em Honduras "e a imediata e incondicional restituição de Zelaya ao poder".
Em Honduras, casal come em shopping antes do toque de recolher. Limitação do direito de estar na rua obriga população a mudar rotina, relata enviado especial do UOL Notícias.
O documento também manifesta "a necessidade da preservação e inviolabilidade da segurança da embaixada brasileira naquele país, além da segurança dos funcionários e de todos os que lá se encontram instalados".
Na semana passada, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o que considerou como "atos de intimidação" contra a embaixada brasileira em Tegucigalpa, onde o presidente deposto do país, Manuel Zelaya, está refugiado desde segunda-feira (21).
Eleições em Honduras Sem declarar abertamente apoio a um dos lados da contenda política que divide os eleitores, os principais candidatos à Presidência de Honduras se uniram em busca de respaldo internacional para o pleito de 29 de novembro, mas têm estratégias e opiniões bem diferentes em relação ao golpe de Estado que depôs o presidente Manuel Zelaya há três meses.
Dos 6 postulantes, 4 apostam nas eleições como instrumento de pacificação do país e defendem sua realização mesmo sob o regime golpista do presidente interino Roberto Micheletti. Os outros dois, com poucas chances, boicotam a eleição e condicionam a participação à restituição de Zelaya.
*Com informações de Roberto Maltchik, enviado especial da Agência Brasil a Honduras; Thiago Scarelli, enviado especial do UOL Notícias a Honduras; agência Efe; agênica AFP; Wellton Máximo, da Agência Brasil; Nielmar de Oliveira, da Agência Brasil em Isla Margarita (Venezuela); Gustavo Hennemann, da "Folha de S.Paulo"; e da Folha Online.
Diretor da BBC é o convidado para a abertura do Seminário Internacional de Rádio
Direto da Inglaterra para o território brasileiro, Lúcio Mesquita, diretor de programas regionais e locais da BBC West, vai fazer a conferência de abertura do IV Seminário Internacional de Radiojornalismo, em que abordará os fatos mais relevantes de sua carreira na BBC, além de uma breve história desta emissora internacional, que produz programas e serviços em 33 línguas e já tem mais de 75 anos.
Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, Mesquita já atuou na rádio Jovem Pan, no jornal O Estado de S. Paulo e na revista IstoÉ. Entrou na BBC em 1991, como repórter do Serviço Brasileiro e depois passou para a redação inglesa do Serviço Mundial, em que trabalhou como produtor e editor. Posteriormente, incorporou o time responsável pelo desenvolvimento e lançamento do World Update, o primeiro programa do Serviço Mundial feito especialmente para o mercado norte-americano.
Em 1998, Mesquita retornou ao Serviço Brasileiro da BBC como diretor, liderando o desenvolvimento de seus planos digitais e da expansão do website. Assumiu depois a posição de diretor do serviço da BBC para as Américas e a Europa.
Para saber mais informações sobre os outros painelistas já confirmados, siga o Seminário de Rádio no Twitter - http://twitter.com/seminario_radio.
MAIS TESTES COM O RÁDIO DIGITAL. AGORA COM O DRM (DIGITAL RADIO MONDIALE)
Devo dizer que enquanto isso se arrasta desde 2007, a comunicação audiofônica se expande entre radialistas na internet com ajuda do radialismo colaborativo praticado cada vez mais por audiocasters espalhados pelos quatro cantos do mundo. As rádios por ip ainda são livres para audição e produção de qualquer um para todos, sem entraves burocráticos. interessados em programas arejados sabem dar uma busca e achar uma rádio com sua cara ou criam rádios personalizadas. E em tempo: a rádio no celular ganha adeptos de forma crescente, inclusive com aparelhos que permitem até ouvir emissoras AM. De qualquer forma, vamos acompanhar as notícias sobre o rádio digital e os testes dos possíveis padrões. Abaixo dessa notícia, resposta da equipe do Mackenzie sobre a necessidade de avaliar mais padrões.
Decisão pelo padrão europeu de rádio digital deve sair até o final do ano, prevê Costa.
22 de setembro de 2009. Por Lúcia Berbert O Ministério das Comunicações deve decidir, até o fim de ano, pela adoção do padrão europeu de rádio digital, acabando com uma indefinição que já dura mais de três anos. Em entrevista à Rádio Senado hoje, o ministro Hélio Costa disse que o sistema DRM (Digital Radio Mondiale) é o único que contempla as transmissões digitais em Ondas Médias, essenciais para atingir a região amazônica.
Costa atribuiu à Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) a culpa pela demora da definição. Segundo ele, a entidade ficou responsável pelos testes em emissoras de 10 capitais com o padrão norte-americano, o Iboc (In Band on Channel), por dois anos, e quando apresentou o relatório favorável, teve o trabalho reprovado pela Universidade Mackenzie, que reúne os maiores especialistas de rádio digital no Brasil.
O ministro informou que já está providenciando a entrada no país dos equipamentos europeus para iniciar os testes, que serão acompanhados pela Anatel. Costa disse que, além de não transmitir em OM, o padrão norte-americano também ainda não superou os problemas das “sobras” nas transmissões em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, não foi solucionada a questão referente ao pagamento de royalties à empresa proprietária do sistema.
Hélio Costa prevê que, após a definição do padrão, a substituição do sistema analógico por digital deve demorar 20 anos, tempo semelhante ao que levou para a consolidação da transmissão FM no Brasil. Ele também defende o envolvimento da indústria eletrônica do país no processo, visando a produção de receptores digitais. Ele citou que, nos EUA, onde o padrão Iboc está em implantação, os receptores custam em torno de US$ 100. “Mas esse preço já foi de US$ 250 e só baixou porque mais pessoas estão adquirindo o equipamento”, disse. Ele prevê queda ainda maior quando houver escala.
O ministro enumerou as vantagens do sistema digital para transmissão de rádio: som absolutamente puro, multiplicação de canais onde há dificuldade de espectro e convergência com outras mídias. Ele acredita que o sistema digital dará nova vida ao rádio, que opera praticamente com os mesmos recursos de 80 anos atrás, quando foi criado.
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Instituto Mackenzie concluiu os testes sobre o desempenho do padrão americano de rádio digital Iboc (In Band on Channel, ou HD Radio) feitos sob a direção do professor Gunnar Bedicks, mas não recomenda sua adoção pelo Brasil sem que se façam testes comparativos com outros padrões. Essa é a razão por que o Mackenzie se recusa a assinar o relatório final dos testes, nos termos solicitados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Defensora ardorosa do padrão americano, a Abert insiste na adoção dessa tecnologia digital pelo Brasil, independentemente de qualquer comparação com outros padrões. Para tanto, vai elaborar relatório final sobre os testes feitos pelo Mackenzie e levar o documento ao Ministério das Comunicações.
O Instituto Mackenzie não considera correto nem possível recomendar um padrão sem conhecer o desempenho dos demais com a mesma profundidade. Os testes de campo do padrão Iboc foram contratados em novembro de 2007 pela Abert, e foram acompanhados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Ministério das Comunicações. "Ao fazer esses testes, nossa missão foi avaliar o desempenho do padrão Iboc, isoladamente, acompanhando os testes que vinham sendo feitos em várias emissoras em São Paulo, Ribeirão Preto, Cordeirópolis e Belo Horizonte", diz Bedicks. "Medimos o alcance do sinal digital em comparação com o sinal analógico, as eventuais interferências, a qualidade da transmissão e da recepção móvel e fixa, tanto em amplitude modulada (AM) como em freqüência modulada (FM). Não podemos, entretanto, recomendar a adoção desse padrão sem compará-lo com outros padrões europeus, como o DRM (Digital Radio Mondiale) e DAB (Digital Audio Broadcasting)."
Bedicks reitera que o Mackenzie aprova o objetivo geral de digitalização das emissoras de rádio. "Mas não pode recomendar o padrão Iboc sem comparar seu desempenho com o de outros padrões. E não queremos fazer nada de forma apressada, senão corremos o risco de adotar um padrão que será como a lei que não pega. Além disso, é bom reconhecer que a digitalização do rádio em todo o mundo está numa fase incipiente, muito menos avançada do que a TV." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (do site do Mackenzie)
Apresentadora comanda "Johnnie Walker com Gigantes" a partir do dia 29
A apresentadora Lorena Calábria estreia no rádio na próxima terça-feira às 21h, na Mitsubishi FM (92,5 MHz). Ela vai comandar o programa semanalconversando com personalidades sobre trajetórias de sucesso de forma descontraída. O programa será veiculado pela emissora as terças, às 21h, e terá uma hora de duração. Uma vez por mês, a atração ganha versão ao vivo, aberta ao público, transmitida a partir do Buddha Bar.
Na edição ao vivo do programa, o público também participa de uma degustação de Johnnie Walker Black Label, comandada pelo escocês Colin Pritchard, embaixador da marca no Brasil, logo após a entrevista com o convidado. A entrada custa R$ 40,00 e as reservas podem ser feitas pelo telefone 11 3044 6181 .
"Entrei na faculdade pensando em fazer rádio, mas nunca havia experimentado o meio. Estou muito ansiosa para realizar esse sonho antigo. Gosto do conceito do programa, da idéia de entrevistar pessoas de várias áreas com trajetórias interessantes", afirma Lorena Calábria, que se dedica à TV há 24 anos.
A primeira edição ao vivo do programa será na quarta-feira (07.10). "Estou costurando uma atração internacional do mundo dos esportes para ser o entrevistado dessa noite. O clima vai ser de entrevista com auditório. Estou com frio na barriga e por isso tenho pedido dicas aos profissionais de rádio." (por assessoria de imprensa do Grupo Bandeirantes de Rádio)
A 89 FM preparou muitas surpresas para comemorar o Dia do Rádio na próxima sexta-feira, 25 de Setembro.
Durante toda a programação haverá a participação de artistas, muito humor com Os Dedés, além de diversos prêmios. A interatividade com o ouvinte será total – ele pode enviar suas perguntas através do Twitter e ainda assistir a todas as atrações em tempo real, através da Web TV 89.
Confira os artistas que vão passar pela emissora no Dia 89:
A convergência de mídias mexerá com todas as definições
Do Estadão- Link - por Filipe Serrano
Para a historiadora Lia Calabre, autora de A Era do Rádio (Ed. Zahar), a internet está trazendo de volta características que o rádio tinha até os anos 40 e, ao mesmo tempo, ampliando a variedade de programação.
Historicamente, o que representa a adoção de ferramentas digitais para o rádio como meio de comunicação?
É uma alteração considerável porque amplia uma das seduções do rádio, que é a proximidade com o ouvinte. A internet é comparada às ondas curtas dos anos 40, quando a transmissão podia ser captada em qualquer lugar do mundo dependendo da direção da antena. Só que na época, ele era o meio, único e principal. A internet retoma esse alcance, mas com uma pluralidade de meios. O que eu percebo é que, ao entrar na internet, o rádio vai estar mais segmentado, diferente daquele rádio mais geral que a gente tinha até então. É um grande aprendizado para todos.
A definição de rádio deverá ser repensada?
A convergência das mídias vai mexer com todas as definições. Quando você tem um aparelho com múltiplas funções, acessa todo tipo de conteúdo, mas eles continuam sendo conteúdos diferenciados. Mesmo o rádio transmitido por ondas atual é absolutamente distinto do rádio dos anos 40 em termos de linguagem. Vivemos hoje, com a internet, um processo parecido ao que houve com o rádio após o surgimento da TV. É possível que mais adiante aconteça uma redefinição de tudo. Mas acho que ainda estamos distantes porque são formas de comunicação específicas, mas que precisam se adequar aos novos tempos.
De que forma o ouvinte muda?
Essas mudanças também são segmentadas. O público mais jovem opta pela convergência de mídias. Ele tem um celular que filma, tem rádio e baixa MP3. Mas a minha geração, com 50 anos hoje, usa o iPod quando vai correr, quando vai fazer outra coisa que não possa usar o aparelho convencional. Então você pode determinar alguns perfis. Esse processo segmentado ainda vai levar uns 20 anos e sem dúvida o perfil dos ouvintes vai continuar variando. As pessoas ficarão cada vez mais exigentes. Algumas pessoas apostam que o rádio tradicional não vai desaparecer exatamente por conta das outras atividades que fazemos ao mesmo tempo em que ouvimos rádio, como no trânsito, na corrida matinal, na caminhada na praia.
Na internet poderemos reviver as rádios de abrangência nacional?
Acredito que sim. A tendência da internet é ser mais universalizada, menos local. Quando você estabelece um site, parte para um diálogo mais amplo. A tendência de suporte tende a direcionar a comunicação para a diversificação que é própria da ferramenta. As pessoas procuram notícias locais, mas para a emissora é complicado, numa ferramenta desse porte, produzir apenas localmente. Ela vai produzir talvez um jornalismo local, mas vai olhar outros nichos.
"Ouvinte de radio online quer interferir na programação"
por Filipe Serrano
Nair Prata, autora do livro Webradio: Novos Gêneros, Novas Formas de Interação (Ed. Insular), trabalhou por 18 anos em emissoras de rádio e dedicou seu doutorado, que resultou no livro, a rádios que transmitem online, tanto emissoras convencionais quanto as que têm programação apenas via web.
O que diferencia os ouvintes de rádio tradicional de webrádio?
Existe um novo rádio hoje que transmite até imagem, um rádio focado na internet. Mas o ouvinte ainda é muito recente para traçar um perfil. A primera webrádio, a Totem, de São Paulo, é de 1998. O que dá para perceber é que esse novo ouvinte quer mudar a programação, conversar com o locutor, interferir na programação. Esse ouvinte é aquele sujeito que já nasceu no mundo digital.
Mas o ouvinte do rádio tradicional também é assim, não?
Sim. Os dois são ainda ligados e por isso há um processo de radiomorfose (sic). Há vários modelos convivendo, do rádio tradicional, do rádio que também tem página na internet e do que nasceu unicamente na internet.
Quem faz as webrádios? Por que quiseram ter um canal de áudio na internet?
Há todo tipo de rádio, ligadas a igrejas, universidades. Em geral, tem sido uma saída importante para quem não consegue a concessão de frequências. Além de ser fácil, tem alcance mundial. E há webrádios ligadas a grupos também. Por exemplo, a mais acessada do País é a Estação Pop, ligada ao portal Pop, do sul do Brasil. A característica importante é que elas são segmentadas. Aquela figura da rádio que fala para todas as pessoas está acabando porque o rádio fala cada vez mais para públicos específicos.
Magaly Prado, radiomaker e jornalista, é doutoranda em Comunicação e Semiótica, na PUC/SP. É mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, na PUC/SP, com a dissertação: “Audiocast nooradio – redes colaborativas de conhecimento”. Na Faculdade Cásper Líbero, onde fez pós-graduação em Comunicação Jornalística, é professora de Produção de Rádio, no curso de Rádio e TV, e desenvolveu a pesquisa: “Rádios autônomas na Internet – um formato líquido”, no CIP. Também dá aulas de Jornalismo Especializado (jornalismo) e Linguagem e Redação para TV(rádio e TV), na Uniban, onde também ministra as aulas na pós-graduação de Jornalismo Cultural. Publicou "Produção de Rádio - Um Manual Prático" pela editora Campus/Elsevier. Estreou em 2008, o site: www.nooradio.com.br. Leia mais Cursos de Rádio Palestras sobre RádioFale Conosco Responda
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